Pai e madrasta de Isabella aguardam para prestar depoimento em fórum de SP
O casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, respectivamente pai e madrasta da menina Isabella, morta no dia 29 de março, aguarda na manhã desta quarta-feira, no Fórum de Santana (zona norte de São Paulo), para prestar depoimento ao juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri. Os dois estão presos desde o último dia 7.
Entre a noite de ontem (27) e a madrugada desta quarta-feira, os dois foram levados das penitenciárias em que estavam, na cidade de Tremembé (138 km de São Paulo), para São Paulo. Jatobá foi levada para a prisão feminina do Carandiru (zona norte de São Paulo), e Nardoni ficou no CDP (Centro de Detenção Provisória) de Guarulhos (Grande São Paulo). Jatobá chegou por volta das 10h e Nardoni, por volta das 11h.
Nos dias seguintes aos depoimentos dos dois acusados, o juiz ouvirá as testemunhas listadas pelo promotor Francisco Cembranelli e pela defesa e, depois de ouvir ambos lados, irá decidir se o pai e a madrasta irão a júri popular.
Nardoni e Jatobá são acusados de homicídio qualificado –por asfixia, por crime motivado por intenção de impunidade e por impossibilidade de defesa da vítima– e fraude processual –os dois, segundo Cembranelli, alteraram provas do crime.
Desde o último dia 9, a advogada Cristina Christo Leite representa a mãe de Isabella, Ana Carolina Cunha de Oliveira, no processo. Ela atua como assistente de acusação. Ela teria autorização para acompanhar os depoimentos dos dois réus, mas não está confirmada a presença dela no fórum.
Habeas corpus
Ontem (27), a 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) confirmou a negativa do último pedido de habeas corpus feito pela defesa do casal. Os ministros entenderam que o STJ não poderia julgar o mérito do habeas corpus por força da súmula 691 do STF (Supremo Tribunal Federal), que veta a concessão de liminar quando a instância anterior –neste caso, o TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo– não apreciou o mérito da questão.
Para a defesa, não há justa causa para a prisão preventiva do casal; e o recebimento da denúncia (acusação formal) feita por Cembranelli deve ser anulado, já que o despacho do magistrado –Fossen– demonstra pré-julgamento por parte dele. Folha Online

Comentários (1)
Maio 29th, 2008 at 5:41 pm
estou confiante que a justiça sera feita,porque independente dos atropelos aos processo com argumentos evasivo da defesa,o processo continua no seu devido curso,sinto que estrateja da defesas de comun acordo com os reus estar nitida em suas falhas,sei que o Dr.seguinette e um profissional de respeito mais a emoçao de poder esclarecer ficou a desejar em suas declarações no programa tudo haver com o brito,nao achei firmesa,fiquei indgnada com a declaraçao dele nao foi profissional,mas tudo bem fas parte,embora nao aceite,esse fato de poder existir uma terceira pessoa e revoltante acho que a justiça teria que fazer uma acariação .sinto muito nao poder contribuir para colocar este s dois no juri popular ,sinto-me indgnada pela falta de respeito e menospresar a capacidade dos que conduz este caso com tanta seriedade,espero que os culpados nao fique impune pague pelo seu crime pegue sua cadeia sem fazer muita complicações.
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