O Itamaraty divulgou nesta quarta-feira uma nota em que pede às autoridades americanas “rigorosa apuração” das circunstâncias que levaram à morte do brasileiro Edmar Alves Araújo nos no início deste mês.

Araújo, de 34 anos, estava sob custódia das autoridades de imigração americanas no Estado de Rhode Island (nordeste dos ) quando passou mal e morreu, no dia 7.

A família do brasileiro diz que ele era epilético e que os americanos não permitiram que ele tivesse acesso a remédios.

Por sua vez, as autoridades dos negam que o brasileiro tenha solicitado acesso a qualquer medicação.

Leia abaixo a íntegra da nota do Itamaraty:

“O está solicitando ao norte-americano rigorosa apuração dos fatos que levaram à morte do cidadão brasileiro Edmar Alves Araújo, de 34 anos, que se encontrava em custódia do Escritório de Detenção e Remoção do Departamento de Imigração de Providence, Estado de Rhode Island, .

Autoridades daquele Escritório informaram que, no dia 7 de agosto, Edmar Araújo passou mal, foi encaminhado a hospital, mas veio a falecer por causa ignorada. Horas antes o brasileiro havia sido detido por infração de trânsito e levado a repartição policial, de onde fora transferido após constatação de que se encontrava no país sem documentação regular e tinha contra si mandado de deportação.

Além de determinar gestões da Embaixada do em Washington para assegurar o empenho norte-americano na mais plena elucidação do caso, o Itamaraty instruiu o Consulado do em Boston - sob cuja jurisdição o incidente ocorreu - a dar toda assistência consular à família de Edmar Araujo e a continuar acompanhando atentamente o caso.”


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