Mesmo sem uma posição final sobre as novas regras para a exploração de pretróleo nos megacampos descobertos, o decidiu que não irá entregar todas as áreas da camada pré-sal para a Petrobras. As informações são da Folha de S.Paulo.

Os principais motivos seriam que a Petrobras é uma mista - tem participação de capital privado - e poderia ter poderes demais, podendo se tornar um risco ao País no futuro. Na Venezuela, diretores da estatal PDVSA participaram de articulações golpistas, por exemplo.

“Hoje, a Petrobras já é um outro país. Felizmente, um país amigo”, disse, pedindo reserva, ao jornal, um ministro que acompanha os estudos ao falar sobre as restrições do em tornar a estatal poderosa demais. Segundo ele, a poderia se tornar “maior do que o próprio Estado brasileiro”.

Por outro lado, nas reuniões do sobre o tema, a conclusão foi de que hoje esse risco não existe, pois o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, é totalmente afinado com o . A questão poderia ser alterada no médio e no longo prazos.

A opção mais comentada é de que o criaria uma nova totalmente estatal para gerir algumas áreas da camada pré-sal, que contrataria outras petrolíferas para a exploração.

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