Já estão valendo as novas regras para o uso de capacetes pelos . A infração vale multa e cinco pontos na carteira.

Procurar espaço entre os carros: além de um desafio, um risco. Nesta segunda, mais um motoqueiro morreu nas ruas de . O impacto quebrou o de Artur das Neves, de 21 anos. Ele teve morte instantânea.

Foi justamente para dar mais segurança a quem usa moto que o Conselho Nacional de Trânsito mudou a lei e aumentou as exigências sobre o .

Depois de seis meses de prorrogação, as novas regras finalmente entraram em vigor. “O pessoal já começou a correr e comprar dentro das normas”, disse um homem.

O que vai servir de base para a fiscalização é a data em que o foi fabricado. Nos mais recentes, ela está numa etiqueta que fica na parte de dentro. Os capacetes fabricados de agosto de 2007 para cá terão que ter as faixas refletivas nas laterais, na frente e atrás, além do selo do Inmetro.

Isso significa passar por um teste rigoroso de qualidade. O deve suportar temperaturas entre -20ºC e 50ºC, além de resistir a provas de impacto.

Curiosamente, quem tem capacetes mais antigos está livre da fiscalização. “Pode ser até contraditório, mas nós temos que fiscalizar aquilo que está escrito no conteúdo normativo legal”, justificou o tenente Sérgio Marques.

Questionado sobre o assunto, o Conselho Nacional de Trânsito respondeu que a intenção foi criar uma referência única para a fiscalização.

Para quem usa moto a , como os motoboys, o colete com faixas refletivas também passa a ser obrigatório.

Uma simulação feita por uma consultoria em trânsito mostra que, com faróis acesos numa estrada, o motoqueiro que usa e colete com as faixas é visto a 627 metros de distância. Para ver o outro, que não usa o equipamento de segurança, é preciso chegar mais perto.

“Quando mais fizer uma coisa segura, melhor. Quando a gente cai, de repente não reflete e o carro bate na nossa traseira, é acidente, é pior”, disse o motociclista Elielci de Oliveira.JN

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