A nova administração da Telecom , indicada em dezembro, tem como objetivo reverter anos de queda de lucro e encolhimento de presença por meio de cortes de custos e expansão de operações no , Alemanha e Argentina.A companhia, cujas ações nesta sexta-feira atingiram a menor cotação em 10 anos por conta de cenário de vendas difícil e preocupações sobre sua dívida, tem como objetivo crescimento de faturamento de 1 a 2 por cento por ano entre 2008 e 2010.

A também definiu meta de ter lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de 39 por cento das receitas, o que decepcionou o mercado. Para 2008, o faturamento é esperado em 31 bilhões de euros com margem Ebitda de 38,5 por cento.

O plano da Telecom se compara ao da Telefónica, de lucro operacional antes de depreciação e amortização entre 7,5 e 11 por cento este ano e crescimento das receitas em 6 a 8 por cento. No ano passado, a Telefónica comprou uma participação de 10 por cento na Telecom com os bancos italianos Sanpaolo e Mediobanca, a seguradora Generali e a holding Sintonia.

O presidente do conselho da Telecom , Gabriele di Genola, disse na sexta-feira que as duas companhias continuarão a ser administradas de maneira separada.

A Telecom divulgou uma queda de 19 por cento no lucro líquido de 2007 com baixas em margens e receitas. O resultado foi impactado principalmente por maior competição no segmento de fixa italiano.

O quinto maior grupo de da Europa em valor de informou no final da quinta-feira que vai cortar dividendos para ajudar a pagar dívida líquida de 37,5 bilhões de euros (55,01 bilhões de dólares), bem acima da valorização de da própria , de 29,4 bilhões de euros.

“A dívida é preocupante. Não é sustentável para uma ter 35 bilhões de euros em dívida com receita de 31 bilhões de euros, especialmente agora que é tão difícil levantar capital nos mercados”, disse um operador.

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