Os candidatos a prefeito de Maceió (AM) voltaram a se encontrar na noite deste domingo em debate exibido por uma emissora afiliada da TV Record. A exceção foi o prefeito Cícero Almeida (PP), que não compareceu. Os candidatos presentes apresentaram suas propostas, concentrando-as às áreas de saúde, educação e transporte público.

O debate teve cinco blocos, dois deles com perguntas entre os próprios candidatos. O primeiro a se pronunciar, conforme o sorteio, foi o candidato Mário Agra (Psol), que explicou porque deseja ser prefeito de Maceió. “A capital tem 80 mil crianças fora da sala de aula. É preciso investir nas pessoas, não apenas em infra-estrutura”, afirmou Agra em crítica velada à atual administração.

Em seguida, o candidato Judson Cabral (PT) frisou também discordar da atual gestão, que para ele, “vive de aparência, gastando com propaganda e esquecendo as políticas sociais”. “Sinto-me preparado para este desafio. Não adianta construir viaduto e, ao final dele, ver uma criança pedindo esmola”, alfinetou.

Na seqüência, a candidata Solange Jurema (PSDB) reportou-se ao “momento em que todos os maus administradores estão sendo expurgados da política”. “Trago minha experiência, que é o exemplo de outras cidades que encontraram soluções para a saúde e educação”, frisou.

Por fim, ainda no primeiro bloco, o candidato Manoel de Assis (PSTU) destacou ter entrado na disputa para tentar levar a classe trabalhadora ao Poder Municipal. “Todos os governos privilegiaram os empresários, empurrando os trabalhadores ao desemprego. Estaremos à serviço de greves, ocupações de terrenos e de imóveis, diferentemente de duas candidaturas aqui presentes, uma presa ao governo federal, e a outra ao estadual, que continuarão a prometer e não cumprir”, criticou.Terra

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