Últimas notícias sobre Cidades
Túnel de 8 metros é descoberto em presídio de Pernambuco
Um túnel de cerca de oito metros de comprimento foi descoberto em um presídio de Salgueiro (PE), na sexta-feira (1º). Segundo a polícia, cerca de 40 presos participaram da escavação, que começava no pavilhão A. Entre os detentos, estavam supostos integrantes da quadrilha que age dentro e fora dos presídios paulistas.
Seis agentes penitenciários e 15 membros do Grupo de Apoio Técnico Especializado (Gate) participaram da operação que resultou na descoberta do túnel. Quinze presos foram transferidos na madrugada deste sábado (2).
De acordo com o secretário estadual de Ressocialização, Humberto Viana, por questões de segurança não será divulgado o presídio para onde eles foram levados.
Polícia rodoviária apreende 7 t de maconha no interior de SP
A Polícia Rodoviária Estadual de Itatiba aprendeu na manhã deste sábado cerca de 7 toneladas de maconha armazenadas para revenda, escondidas na carroceria de um caminhão cargo.
A apreensão ocorreu durante um patrulhamento na Rodovia Constâncio Cintra, em Itatiba (SP), a 60 km de São Paulo. Antes de ser abordado, o motorista fugiu do local.
O veículo foi encontrado às margens da rodovia, na altura do km 78, às 9h. Quando os policiais chegaram ao veículo, encontraram os entorpecentes ao realizarem uma revista geral.
O automóvel, com placas de Nova Maringá (PR), foi apreendido. O condutor do veículo ainda não foi localizado.Terra
Irmã de ex-BBB é encontrada morta em canavial em SP
O corpo da empresária Carmem Andrea Issa Castello, 35 anos, irmã do ex-participante da sexta edição do programa Big Brother Brasil (BBB) Carlos Issa Castello, o Carlão, foi encontrado na noite de quinta-feira em um canavial na zona rural de Votuporanga (SP). Segundo a Polícia Civil, ela foi morta no dia 5 de janeiro quando planejava a morte de seu ex-namorado.
De acordo com o delegado João Rossini, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Votuporanga, Carmem foi morta quando estava com quatro homens para cavar a sepultura do ex, no meio de um canavial. “Ela se desentendeu com eles, foi morta e enterrada na cova que seria para o ex-namorado”, contou o delegado.
Ainda segundo o delegado, Carmem iria pagar R$ 10 mil para os quatro. “Um dos capangas, Antonio Carlos Rodrigues Alves, confessou que matou Carmem com o enxadão que era usado para abrir a cova”, disse Rossini, que acrescentou que os quatro serão indiciados por latrocínio.
O corpo de Carmem foi enviado para exames necroscópicos no Instituto Médico Legal (IML) e seria liberado ainda nesta sexta-feira para ser levado pelos parentes para São Bernardo do Campo, onde ela morava. De acordo com depoimentos dos acusados no inquérito, Carmem queria matar o ex porque não conseguia mais viver longe do filho de oito meses, cuja guarda estava com o pai e a avó paterna, que mora em Valentim Gentil.
As informações da polícia são de que Carmem chegou a Votuporanga em 2 de janeiro e que esteve com o filho em Valentim Gentil nos dias 3 e 4. Depois, retornou a Votuporanga, onde não foi mais vista.Terra
MP manda fechar escolas itinerantes do MST no RS; decisão provoca protestos
O governo do Rio Grande do Sul, por orientação do Ministério Público (MP), cancelou os convênios com o MST que mantinha escolas itinerantes em acampamentos de Sem-Terra. A decisão provocou protestos em várias cidades gaúchas.
No norte gaúcho, por exemplo, uma sala de aula foi montada no meio do asfalto e bloqueou o trânsito na BR-386. No sul do estado, estudantes foram levados para frente da Coordenadoria Regional da Educação de Pelotas. Em Canoas, região metropolitana de Porto Alegre, outra manifestação: integrantes do MST não aceitam a matrícula dos filhos em escolas públicas, como determinaram o governo e o Ministério Público (MP).
Até o ano passado, as crianças estudavam em escolas itinerantes, dentro dos acampamentos e administradas por uma organização ligada ao MST. O modelo, que hoje existe em vários estados, funcionava havia 13 anos no Rio Grande do Sul.
O governo estadual repassava dinheiro para a manutenção, cerca de R$ 16 mil por mês, mas não escolhia os professores, que eram selecionados pelo próprio MST, sem a necessidade de concurso.
O MP pediu o fim do convênio, alegando que teria controle do número de dias letivos, da presença dos alunos e do conteúdo das aulas.
O promotor público Gilberto Thums disse ainda que não há justificativa para manter escolas itinerantes, já que, segundo ele, a maioria dos acampamentos no estado agora é fixa. “Eu acho que os acampamentos não são ilhas onde se ensina coisas que ninguém pode saber. O ensino público obrigatório tem que ser igual em todos os lugares. Visa simplesmente assegurar a essas crianças um direito que é em condição de igualdade com os demais”, diz.
O MST, porém, reclama que as famílias não foram consultadas, e que os colégios públicos ficam longe dos acampamentos.
“O currículo do MEC (Ministério da Educação e Cultura) é seguido nas escolas. Se as crianças têm uma educação além do currículo básico de acordo com a sua realidade, isso não é proibido por lei, muito pelo contrário, é um direito constitucional delas. Nós não podemos compactuar com isso e vamos fazer todo o possível para acabar com isso”, afirma Cláudia Ávila, advogada do MST.
De acordo com o governo do estado e o MP, se os estudantes continuarem nas escolas itinerantes, não vão receber os certificados de conclusão de curso. E os pais podem ser responsabilizados por abandono intelectual.
“A partir de hoje se não estiverem dentro da escola, começam a receber falta”, alerta Cristina Schwahn, coordenadora adjunta de ensino de Canoas.G1
Adolescente morta em apartamento no litoral de SP foi esganada, aponta laudo
A adolescente Léia Cristina da Quinta Schenkel, de 16 anos, encontrada morta em 25 de janeiro em seu apartamento em São Vicente, na Baixada Santista, morreu em consequência de esganadura, de acordo com o laudo emitido pelo Instituto Médico-Legal de Santos, também na baixada. O documento foi encaminhado no final da tarde desta segunda-feira (2) ao delegado Jorge Álvaro Cruz, do 2º Distrito Policial do município.
O laudo também revelou que o corpo não apresentava sinais de violência sexual. A jovem tinha manchas no pescoço e sinais de esganadura, agora confirmados. A hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte) foi descartada nas primeiras investigações, já que nada foi levado da residência e não foram encontrados sinais de arrombamento do imóvel.
Outro dado considerado importante apontado no laudo foi o horário presumível da morte de Léia que, segundo o IML, deve ter ocorrido entre 13h e 16h do domingo, dia 25.
Segundo o delegado, mais de uma dezena de depoimentos foram ouvidos, incluindo familiares, colegas de trabalho, o atual e o ex-namorado, além de vizinhos.
“Estamos cruzando informações e aguardando ainda o laudo pericial do local do crime, que deve ser entregue até o final da semana, para montar todo o quebra-cabeça”, revelou o delegado. O computador da jovem também foi apreendido, logo após o crime. Dezenas de fotos e algumas mensagens foram encontradas no arquivo, mas nada relevante.
Confronto em favela de São Paulo deixa cinco feridos
Um grupo de vândalos enfrentou a polícia em batalhas de rua em Paraisópolis, na Zona Sul, uma das mais conhecidas favelas de São Paulo, situada junto a bairros de luxo. Os baderneiros atacaram veículos e lojas, promoveram saques e montaram barricadas com móveis, carros e pneus ardendo. Quatro policias e um morador ficaram feridos.
Passava das 6h da tarde quando o vandalismo começou. Reação de um grupo de moradores à morte de um homem que, segundo a polícia, era um ladrão de carros, foragido de um presídio da Grande São Paulo, que ontem foi abordado na favela de Paraisópolis em um carro roubado
O tumulto nos arredores da favela, a segunda maior de São Paulo, e vizinha ao bairro nobre do Morumbi, logo deu sequência à selvageria.

Em poucos minutos, pelo menos oito carros foram destruídos. Um restaurante foi invadido e saqueado. “Foi um susto enorme. A gente não sabia o que fazer”, declarou o gerente do estabelecimento, Sidney Araújo.
A polícia demorou para chegar, e quando entrou na favela foi recebida com pedras e fogos de artifício. Várias barricadas foram erguidas com carcaças de carros em chamas. Só com a chegada da Tropa de Choque, os policiais conseguiram avançar. Um blindado da Polícia Militar não tomou conhecimento dos obstáculos. Uma a uma, as barricadas caíram.
Apesar de toda confusão, o capitão da PM, Eliezer Klinger assegurou: “a situação está sob controle, nunca saiu de controle”. Mas minutos depois, o próprio capitão Klinger foi baleado na barriga e levado para um hospital da região.
Além dele, três policiais saíram feridos da Paraisópolis. Dois baleados na perna e um PM da Tropa de Choque atingido na cabeça por uma pedra.
PM ocupa a favela
Mesmo depois do fim do confronto, a Polícia Militar continuou ocupando a favela. Os policiais fizeram uma operação “pente fino”. Qualquer pessoa que estivesse nas ruas era abordada e revistada. Tudo isso para evitar que o tumulto recomeçasse.
Nove pessoas foram presas. A empregada doméstica Maria da Silva diz que o filho é coletor de lixo e foi levado por engano.
“Eu sou honesta, ele é honesto, todo mundo aqui é trabalhador. Aqui não tem ladrão não. A gente mora na favela, mas temos dignidade”, falou Maria.
O fotógrafo Durval da Silva, morador da favela, levou um tiro no ombro durante o confronto e foi socorrido pelos vizinhos.
À noite, o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, voltou a afirmar que a situação na favela estava controlada.
“Está sob controle no sentido de que as questões mais graves e mais emergenciais estão resolvidas. É evidente que são necessárias investigações posteriores, mas, enfim, as partes mais latentes já passaram”, declarou Marzagão.
Saiba mais sobre o local
A favela de Paraisópolis, na Zona Sul, é a segunda maior da cidade de São Paulo, ficando atrás apenas da favela de Heliópolis. Ela está situada no meio de uma das áreas mais caras da cidade, o bairro do Morumbi.A favela tem mais de 84 mil moradores, segundo a Subprefeitura de Campo Limpo.
O local é considerado com um dos mais perigosos da cidade em índices de criminalidade e violência, segundo o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo. A favela é composta de três complexos (Paraisópolis, Jardim Colombo e Porto Seguro) que ocupam uma área de um milhão de metros quadrados. Parte dos moradores vive em área de risco, a passagem do Córrego do Brejo. A população da favela também enfrenta problemas nas infra-estruturas da rede de água, esgoto e drenagem.G1
Polícia procura falso guia de turismo que matou estudante no PR
A polícia procura pelo falso guia de turismo que matou um estudante de 22 anos e estuprou a namorada da vítima, de 23 anos, em Matinhos (PR), no fim de semana. Segundo os primeiros depoimentos ouvidos pelos policiais, o criminoso é um homem alto, meio gordo, de cerca de 30 anos, olhos e cabelos castanhos, mas calvo e rosto redondo
Os dois estudantes subiram uma trilha, ao lado de uma praia lotada, no sábado (31). Um homem se ofereceu para mostrar o caminho e, depois de 15 minutos de escalada, rendeu o casal.
Como eles não tinham dinheiro, foram levados para uma gruta. O falso guia atirou nos dois, porque eles teriam reagido a uma tentativa de estupro. O rapaz morreu na hora. A namorada ficou gravemente ferida. O assassino fugiu, mas voltou à noite para violentar a moça.
Os dois jovens foram encontrados no domingo (1º). Os bombeiros resgataram a jovem no começo da tarde. Ela foi levada de helicóptero para Paranaguá para ser operada. Nesta segunda-feira (2), a jovem está em estado grave.
Polícia apreende 170 kg de crack em monomotor que caiu em SP
A Polícia Civil de São Paulo apreendeu, na tarde de sexta-feira, cerca de 170 kg de crack e pasta base para a fabricação da droga depois que um avião de pequeno porte caiu em uma plantação de cana no município de Sales Oliveira, na região de Ribeirão Preto, a 362 km da capital paulista. Segundo o Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), essa é a maior apreensão de crack dos últimos três anos.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), funcionários de uma usina de processamento de cana-de-açucar acionaram a Polícia Militar da cidade devido à queda de um monomotor. Além do crack, os PMs encontraram 7 kg de cocaína em pó.
O crack estava embalado e distribuído em tijolos protegidos por sacos de nylon, dentro e fora do avião, e em um galão azul com capacidade de 25 l. Em consulta a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a polícia identificou o dono da aeronave. As investigações continuam e o homem será averiguado.
O delegado titular de Sales Oliveira, Vinicius Alexandre Marini, afirmou que nunca havia visto tamanha apreensão de drogas na cidade. “Nunca vi algo desse tipo, pois nossa cidade não é rota de tráfico de drogas. A última apreensão de drogas da qual eu me recordo foi em 2004, em que apreendemos pouco mais de 3 mil tubos de lança-perfume”, afirmou.
Uma sacola de um shopping da cidade de Pedro Juan Caballero, que fica no Paraguai, foi encontrada dentro da aeronave.
Terra
Sorocaba – Rapaz de 22 anos é suspeito de matar ex-namorada de 16
A jovem Camila Silva Araújo, de 16 anos, foi morta neste domingo (19) com um tiro na cabeça na Rua Carlos Chagas, em Sorocaba, a 99 km de São Paulo. O principal suspeito do crime é o ex-namorado da jovem, de 22 anos, que tem várias passagens pela polícia. Ele está foragido.
A Camila rompeu o relacionamento com ele há 4 meses. Neste domingo (19), o rapaz teria ido até a casa da vítima e dito ao pai dela que estava melhorando de vida. Meia hora depois, ele teria voltado à casa da ex-namorada armado, colocado a família dela no quarto e seguido em direção ao quarto da jovem.G1
Preso, Marcos Valério chega à sede da PF em SP
O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza chegou à Superintendência da Polícia Federal em São Paulo nesta noite. Ele havia deixado a sede da PF em Belo Horizonte (MG) às 17h10. Valério, que ficou conhecido pelo envolvimento no caso do mensalão, foi preso nesta manhã e transferido de Belo Horizonte para a capital paulista com outros três detidos na Operação Avalanche da PF. As informações são da Globonews.
Ele e outros três suspeitos devem prestar depoimento em São Paulo. Além do empresário, também está entre os presos Rogério Tolentino, advogado da empresa de publicidade SMP&B.
Segundo a Polícia Federal, no total, 30 mandados de busca e apreensão e foram cumpridos 17 mandados de prisão contra policiais federais, civis, despachantes, advogados e empresários, entre eles, Valério. Em Belo Horizonte, foram presas quatro pessoas. A PF também apreendeu cerca de R$ 700 mil, entre reais e moedas estrangeiras.
Conforme a PF, o bando recebia informações privilegiadas sobre empresas com dívida na Receita Federal. Com base nesses dados, eles pediam dinheiro aos empresários em troca da promessa de resolver os problemas deles junto à Receita.
A Polícia Federal informou ainda que não há nenhuma ligação entre a prisão e o caso do mensalão. Valério é um dos 40 denunciados pelo esquema do mensalão, processo que corre no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi apontado como o operador do suposto esquema de compra de apoio político pelo governo no Congresso.
A denúncia do mensalão foi feita pela Procuradoria Geral da República em 2006, acatada pelo tribunal em agosto do ano seguinte e convertida em ação penal em 12 de novembro.
Divididos em grupos
A investigação da PF agiu em três linhas, dividindo o grupo suspeito em três. O primeiro grupo, por meio de contatos públicos como Polícia Civil e Federal, Receita Federal e Estadual obteria informações privilegiadas sobre determinados empresários que apresentavam problemas com o Fisco e com base nesses dados praticavam extorsão, exigindo valores em troca de uma possível solução.
O segundo grupo atuaria em fraudes fiscais praticando importações ilegais por meio de empresas de fachada e contava com a ação de despachantes aduaneiros no Porto de Santos. Já o terceiro grupo foi identificado quando uma empresa que havia sido autuada pela Receita Estadual em mais de R$ 100 milhões, usou como defesa a desmoralização dos fiscais responsáveis pela fiscalização.
Os envolvidos responderão por crimes de corrupção ativa e passiva, extorsão, formação de quadrilha, contrabando e descaminho, quebra de sigilo e divulgação de dados sigilosos. As penas somadas podem chegar a 15 anos de prisão.