Mai
14
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou nesta terça-feira (13) a resolução que institui a criação do SisEmbrio (Sistema Nacional de Produção de Embriões), que monitorará quantos embriões humanos produzidos no país com a fertilização in vitro já foram utilizados e quantos continuam disponíveis.
O programa também permitirá o controle da quantidade de embriões usados em pesquisas científicas ou terapias.
Com a criação do SisEmbrio, as 120 clínicas de reprodução existentes no país passarão a informar, por meio eletrônico, a quantidade de embriões congelados a cada ano e também quantos deles foram doados.
Conforme estabelece a resolução da Anvisa, as clínicas terão 60 dias para informar o número de embriões produzidos até 31 de dezembro de 2007, e que não foram utilizados. Os dados referentes a embriões produzidos após esta data deverão ser atualizados uma vez por ano.
Atualmente a constitucionalidade das pesquisas feitas com células embrionárias está para ser decidida pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Segundo o novo presidente do STF, Gilmar Mendes, o julgamento da liberação das pesquisas com células-tronco embrionárias deve ser retomado em maio e pode ser concluído ainda nesse semestre.
“Eu tenho a expectativa de que ainda em maio nós retomemos esse julgamento e esperamos concluí-lo ainda nesse semestre. Todos estão nessa grande ansiedade em relação à definição do tema e é justo que nós tenhamos condições de dar essa resposta, com a devida cautela”, disse o presidente do STF.
O julgamento foi interrompido no dia 5 de março devido a um pedido de vista do processo feito pelo ministro Carlos Alberto Menezes Direito.
A regulamentação prevê que os embriões usados estejam congelados há três anos ou mais e veta a comercialização do material biológico. Também exige a autorização do casal.
A ação foi proposta em 2005 pelo então procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, que defende que o embrião pode ser considerado vida humana.Folha
Mai
14
“Como existem diversas criaturas na Terra, poderiam existir também outros seres inteligentes, criados por Deus”, disse o diretor do observatório conhecido como Specola Vaticana.
“Isso não contradiz nossa fé porque não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus”, acrescentou Funes, em entrevista ao jornal L’Osservatore Romano, órgão oficial de imprensa da Santa Sé.
Na entrevista ao jornal do papa, o padre Funes, jesuíta argentino de 45 anos de idade, cita São Francisco ao dizer que possíveis habitantes de outros planetas devem ser considerados como nossos irmãos.
“Para citar São Francisco, se consideramos as criaturas terrestres como ‘irmão’ e ‘irmã’, por que não poderemos falar tambem de um ‘irmão extraterrestre’?”, pergunta o padre. “Ele tambem faria parte da criação.”
Perspectiva
Na opinião do astrônomo do Vaticano, podem haver seres semelhantes a nós ou até mais evoluídos em outros planetas, ainda que não haja provas da existência deles.
“É possível que existam. O universo é formado por 100 bilhões de galáxias, cada uma composta de 100 bilhões de estrelas, muitas delas ou quase todas poderiam ter planetas”, afirmou Funes.
“Como podemos excluir que a vida tenha se desenvolvido também em outro lugar?”, acrescentou. “Há um ramo da astronomia, a astrobiologia, que estuda justamente este aspecto e fez muitos progressos nos últimos anos.”
Segundo o cientista, estudar o universo não afasta, mas aproxima de Deus porque abre o coração e a mente e ajuda a colocar a vida das pessoas na “perspectiva certa”.
Padre Funes diz ainda que teorias como a do Big Bang e a do evolucionismo de Darwin, que explicam o nascimento do universo e da vida na Terra sem fazer relação com a existência de Deus, não se chocam com a visão da Igreja.
“Como astrônomo, eu continuo a acreditar que Deus seja o criador do universo e que nós não somos o produto do acaso, mas filhos de um pai bom”, afirma.
“Observando as estrelas, emerge claramente um processo evolutivo, e este é um dado cientifico, mas não vejo nisso uma contradição com a fé em Deus.”
Ateísmo
Na visão do religioso, estudar astronomia não leva necessariamente ao ateísmo.
“É uma lenda achar que a astronomia favoreça uma visão atéia do mundo”, disse o padre. “Nosso trabalho demonstra que é possível fazer ciência seriamente e acreditar em Deus. A Igreja deixou sua marca na história da astronomia.”
Diretor da Specola Vaticana desde 2006, padre Funes lembrou na entrevista que astrônomos do Vaticano fizeram importantes descobertas como o “raio verde”, o rebaixamento de Plutão e trabalhos em parceria com a Nasa, por meio do centro astronômico do Vaticano em Tucson, nos Estados Unidos.
A sede do observatório do Vaticano se localiza em Castelgandolfo, cidade próxima de Roma, onde fica situado o palácio de verão do papa, desde 1935.
O interesse dos pontífices pela astronomia surgiu com o papa Gregório 13, que promoveu a reforma do calendário em 1582, dividindo o ano em 365 dias e 12 meses e introduzindo os anos bissextos.BBC
Mai
7
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), via Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa), informa que determinou como medida de interesse sanitário, a suspensão da fabricação, distribuição, comércio e uso do produto SEM Expectorante, fabricado pela empresa SEM S/A, de Hortolândia (São Paulo).
O referido produto não possui registro na Anvisa. As mesmas medidas foram adotadas pela Anvisa para o produto Pomada Milagrosa, fabricada por Davi José Martins, de Barra de São Francisco (Espírito Santo), por não possuir registro/notificação e não ser detentor de autorização de funcionamento na agência.
Mai
6
São Paulo - O maior hospital da América Latina especializado em câncer será inaugurado hoje (6), às 15h, na capital paulista. O Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira recebeu investimentos de R$ 270 milhões em obras e equipamentos, para atender à população de todo o estado.
Com gestão da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o novo hospital terá 580 leitos e irá triplicar o número de vagas exclusivas para atendimento de câncer na cidade. A instituição fica em Cerqueira César, zona oeste da capital.
O governador José Serra e o secretário de Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, participam da inauguração.
Mai
3
Um suplemento alimentar à base de um cogumelo revela “grande eficácia” no combate ao câncer do colo do útero, afirmou o diretor da Unidade de Patologia Cervical do Instituto Português de Oncologia de Coimbra, José Silva Couto.
O especialista disse à Agência Lusa que o tratamento com Coriolus versicolor (cogumelo sem nome popular), aplicado a um grupo de 43 mulheres acompanhadas no IPO de Coimbra durante um ano, “revelou grande eficácia”.
Couto disse que foi “muito positivo” o impacto terapêutico do Coriolus versicolor, realçando a eficácia do uso de comprimidos à base deste cogumelo, cujo “efeito imunomodulador” é conhecido em várias culturas antigas da Ásia.
“A biomassa do Coriolus versicolor é um imunomodulador não específico e, como tal, usada como coadjuvante nutritivo para equilíbrio do sistema imunológico em pacientes submetidos a quimioterapia e radioterapia”, diz uma síntese do estudo.
Estudo
Segundo Couto, a pesquisa foi realizada juntamente com o diretor do Serviço de Ginecologia do instituto, Daniel Pereira da Silva. Um grupo de 43 mulheres com lesões cervicais, provocadas pelo human papilona vírus (HPV), foi dividido ao acaso em dois subgrupos.
Ficou demonstrado que o Coriolus versicolor teve “grande eficácia, quer na regressão da displasia (lesão de baixo grau), quer no desaparecimento do HPV de alto risco”.
Um dos subgrupos, formado por 22 pacientes, recebeu suplementação com Coriolus versicolor durante um ano, tomando seis comprimidos por dia, num total de três gramas.
As demais 21 doentes, o denominado “grupo controle”, não foram abrangidas pelo tratamento.
Segundo José Silva Couto, nenhum dos subgrupos foi submetido a qualquer procedimento terapêutico, permitindo uma “avaliação dos efeitos” do cogumelo em doentes “não submetidos a tratamento cirúrgico habitual”.
Entre as 43 doentes que iniciaram o estudo, só 39 completaram o protocolo, levando até o fim um ano de acompanhamento. Das 18 que utilizaram Coriolus versicolor ao longo de um ano, 13 (72%) manifestaram “citologia cervical normal”.
Em contrapartida, das 21 pacientes que não receberam suplementação, apenas dez tinham “citologia cervical normal”.
José Silva Couto e Daniel Pereira da Silva concluíram também que o tratamento, além do “impacto positivo” na regressão das lesões de baixo grau, pode ajudar também as doentes sujeitas a tratamento por lesões de alto grau, quando “o HPV de alto risco persiste após a cirurgia”.
Ag. Lusa
Abr
28
A equipe de pesquisadores analisou 50 mil casos de melanoma e descobriu que as pessoas com câncer de pele nestas áreas têm o dobro de chances de morrer do que as que têm a doença nos braços ou pernas.
Segundo os cientistas, parece haver um elemento mais perigoso no câncer de pele quando localizado nesta área.
A taxa de sobrevivência de cinco anos para pacientes com câncer de pele no couro cabeludo ou pescoço foi de 83%, comparada com 92% para os pacientes que tiveram a doença no rosto, orelhas ou nas extremidades, braços, pernas, mãos e pés.
A taxa de sobrevivência de pacientes com câncer de pele é relativamente alta. O estudo foi publicado na revista especializada Archives of Dermatology.
Demora
A equipe da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte descobriu que o câncer de pele, quando localizado no pescoço ou no couro cabeludo, parece ser mais espesso e tem mais chances de desenvolver ulcerações do que o câncer de pele localizado em outro local.
Os gânglios linfáticos também são afetados com mais freqüência em pacientes com câncer de pele nestas áreas do que em outras.
Os cientistas reconhecem que o câncer de pele no couro cabeludo ou no pescoço pode ficar escondido pelo cabelo e, por isso, pode ser detectado mais tarde.
Mas, mesmo depois de adicionar este fator à análise, os cientistas observaram que a taxa geral de sobrevivência é pior, o que levou a equipe a concluir que existem diferenças biológicas entre os tipos de câncer.
“Apenas 6% dos melanomas são concentrados no couro cabeludo ou no pescoço, mas, entre estes pacientes, 10% são casos de mortes causadas por estes melanomas”, disse Nancy Thomas, professora de dermatologia que liderou a pesquisa.
“Por isso, precisamos de mais tempo para examinar o couro cabeludo durante os exames de pele”, acrescentou.
Os pesquisadores afirmam que os pacientes que têm câncer de pele nestas áreas são um pouco mais velhos (têm, em média, 59 anos), em comparação com a média de 55 anos dos pacientes analisados, e têm mais probabilidade de ser homens.
A organização britânica especializada em câncer de pele, British Skin Foundation, afirma que o estudo aponta que o “pescoço e o couro cabeludo não devem ser ignorados” e que todas as áreas do corpo “devem ser examinadas regularmente”.BBC
Abr
28
Uma terapia genética experimental permitiu restaurar parcialmente a visão de pessoas afetadas pela cegueira progressiva congênita, segundo um estudo hoje publicado que poderá abrir caminho ao tratamento de um conjunto de doenças irreversíveis da retina.
Este ensaio clínico foi realizado com êxito em três adultos jovens no Hospital Pediátrico de Filadélfia (Pensilvânia) que sofriam de amaurose congênita de Leber (ACL), uma degenerescência rara incurável dos receptores de luz da retina de acometimento precoce que leva à cegueira progressiva e total.
Outro estudo clínico foi realizado separadamente com outros três adultos jovens por Robin Ali, professor de Oftalmologia no University College de Londres, mas só resultou num dos três.
Embora os quatro pacientes não tenham recuperado totalmente a visão, estes resultados preliminares poderão estimular outros estudos que desenvolvam este tratamento inovador contra a ACL e outras doenças da retina, segundo Albert Maguire, professor de Pediatria no serviço de Oftalmologia da Faculdade de medicina da Universidade da Pensilvânia.
Maguire é um dos principais autores destes trabalhos realizados por uma equipa internacional e publicados na revista New England Journal of Medicine.
Os resultados deste ensaio clínico mostram provas objetivas de uma melhoria da capacidade da retina de captar a luz” num campo de investigação que em 15 anos teve poucos resultados, considera Katherine High, do Hospital Pediátrico de Filadélfia.
Depois do tratamento, os três pacientes nos Estados Unidos, italianos, duas mulheres e um homem, com idades entre 19 e 26 anos, conseguiram ler linhas do quadro usado pelos oftalmologistas para testar a visão, quando antes podiam apenas detectar os movimentos da mão.
No grupo do Reino Unido, o tratamento resultou num jovem de 18 anos.
Os oftalmologistas utilizaram como vector um adenovírus modificado para introduzir por injeção na retina milhões de versões normais do gene RPE65, de que uma mutação é responsável pela ACL.
Os pacientes constataram melhoras duas semanas depois.
Aparentemente, esta terapia não provocou inflamação da retina nem outros efeitos secundários tóxicos, sublinharam os investigadores norte-americanos.
“Pensamos que as melhorias da visão seriam ainda mais pronunciadas se este tratamento fosse realizado na infância, antes da doença progredir”, segundo um dos autores do estudo, Jean Bennet, professor de Oftalmologista da Universidade da Pensilvânia.
Maguire e Jean Bennet, sua mulher, fizeram parte da equipe de investigadores que conseguiu pela primeira vez inverter a cegueira em cães afetados por uma degenerescência semelhante da retina, recorrendo à mesma terapia.
Abr
26
A neutralização de uma proteína humana poderá abrir caminho para o combate mais eficaz ao HIV, causador da aids. Sem ela, o vírus perde os meios para se multiplicar e dar continuidade à infecção do organismo, segundo pesquisa divulgada ontem no website da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). Os cientistas, liderados por Pamela Schwartzberg, do Instituto Nacional de Investigação sobre o Genoma Humano, dos Estados Unidos, conseguiram, em testes laboratoriais em culturas de células, bloquear uma infecção desativando a proteína ITK.
Segundo Pamela, a proteína é essencial na ativação de funções dos leucócitos T necessárias para a replicação do HIV, “incluindo a expressão dos genes do vírus e sua penetração na célula”. Com isso, a equipe demonstrou, na prática, que a neutralização da ITK (interleucina 2, quinase induzida de célula T), reduz drasticamente a capacidade do HIV de se reproduzir no organismo. “A ITK é uma proteína importante para ativar os leucócitos T, uma célula fundamental para o sistema imunológico normal, e um dos alvos principais da infecção por HIV”, explica um dos autores do artigo que descreve a nova técnica, Andrew Henderson, da Universidade Estadual da Pensilvânia.AE
Abr
25
A Polícia Civil de Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba (SP), ouviu hoje o empresário Jorge Roberto de Oliveira Rodrigues, de 40 anos, que confessou ter aplicado a chamada “vacina do sapo” no comerciante Ademir Tavares, de 52 anos, no sábado. Tavares foi submetido à aplicação da substância, retirada pelos índios amazonenses da pele de um anfíbio, e morreu em seguida, na casa do empresário, onde estavam mais quatro pessoas.
Entre os amigos de Rodrigues, estava o filho do comerciante, Luiz Augusto Tavares, de 25 anos, que também recebeu a “vacina”, passou mal e está com inflamação no braço. “Ele contou que passou muito mal e que tinha ido à casa do empresário porque seu pai, Ademir, insistiu muito”, afirmou o delegado responsável pelas investigações, Vicente Lagiotto.
Ainda segundo Lagiotto, Ademir Tavares demorou muito para voltar do banheiro, o que chamou a atenção dos presentes. “Quando foram até o banheiro, encontraram-no caído, de olhos abertos e sem respirar. Foi socorrido, mas, segundo os médicos, já chegou morto ao hospital”, completou o delegado responsável pelas investigações. Os outros que estavam na residência não receberam a administração da “imunização”, que ocorre no braço ou nas pernas. “O empresário contou que ele mesmo usou por várias vezes nos últimos oito meses e que nunca teve reação nenhuma. Informou que mandou buscar no Acre a substância e que não cobrava nada dos amigos.”
Segundo Lagiotto, Rodrigues, que “receitou” o suposto remédio, tinha consciência do que fazia. “Ele disse que sabia que a substância era forte e, por isso, a diluía em água.” Rodrigues responderá por exercício ilegal da medicina e homicídio doloso. “Houve dolo porque ele sabia dos riscos. Vai responder em liberdade porque não oferece risco e apresentou-se, voluntariamente.”
Rã
Apesar de conhecida como “vacina do sapo”, a substância é retirada da pele da rã kambô (Phillomedusa bicolor) pelos índios da Amazônia. Sem comprovação científica de que é um produto seguro, o uso não tem a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e tem a publicidade proibida desde 2004.
“Retirada da barriga da rã Phyllomedusa bicolor, a substância é usada pelos índios para acabar com a má sorte na caça e na pesca. Não existem pesquisas que assegurem o uso da ‘vacina do sapo’ kambô para as indicações feitas no site; portanto, o paciente que consome o produto está sujeito a sérios e desconhecidos agravos à saúde”, diz a portaria da Anvisa, publicada em 30 de abril de 2004. A substancia provoca, segundo apuração da policia, aumento da pressão arterial e dos batimentos cardíacos. Hoje, a policia recolheu todo material encontrado na casa do empresário.
Abr
24
Uma boa notícia para quem aguarda a revolução das células-tronco na medicina: cientistas canadenses conseguiram criar uma espécie de “célula cardíaca faz tudo” a partir de células-tronco embrionárias. A nova estrutura é capaz de se transformar em qualquer uma das células que compõem um coração funcional e até bate como um.
A experiência até agora só foi feita em camundongos e é muito cedo para afirmar se a técnica será capaz de tratar seres humanos. Mas um passo importante foi dado: a célula obtida em laboratório conseguiu recuperar danos no coração das cobaias.
As células-tronco embrionárias guardam promessas por teoricamente serem capazes de se transformar em qualquer tecido do corpo humano. Obter um coração, no entanto, era algo considerado difícil, porque ele é feito de três tecidos diferentes: músculos que bombeiam o sangue, que formam os vasos e células que cobrem os vasos coronarianos.
Para conseguir o feito, a equipe de Gordon Keller, do Centro McEwen de Medicina Regenerativa de Toronto, alterou a “receita” usada para fazer um dos tecidos, acrescentando algumas proteínas. A pequena mudança acabou gerando os três tipos. As células batem como pequenos corações nas placas de Petri do laboratório de Keller. “É fascinante”, diz ele.
O próximo passo da pesquisa será tentar fazer a mesma coisa com as chamadas células “induzidas” -– células da pele que são reprogramadas para se comportarem como células-tronco embrionárias.G1