A polícia de Goiânia prendeu na manhã de hoje Mohma D’Ali Carvalho dos Santos, de 20 anos, acusado de matar e esquartejar a namorada, a estudante inglesa C.M.B., de 17 anos, no último fim de semana, em . Carvalho foi dentro do setor universitário da cidade, após anônima.

Durante depoimento, ele confessou ter matado a namorada, que trouxe da Inglaterra e dividia apartamento com ele há três meses, porque ela ameaçava contar aos pais que ele era viciado em . Parte do corpo foi encontrado na segunda-feira dentro de uma mala às margens de um rio na Vila Yate, na periferia na cidade. A foi identificada pela família através de uma imagem exibida em um canal de notícia. Os parentes reconheceram uma tatuagem da menor.AE

A Prefeitura de Itumbiara (GO), encerra nesta quarta (23) o período de inscrições para o que preencherá 510 oportunidades em todos os níveis de escolaridade. As remunerações variam de R$ 415 a R$ 2.045.

As inscrições poderão ser feitas através do site www.nucleodeselecao.ueg.br. A taxa de participação varia de R$ 49 a R$ 99 e pode ser paga até 24 de julho.

O processo de seleção acontecerá no dia 31 de agosto, na cidade de , com provas objetivas para todos os cargos. Os candidatos às vagas de professor de ensino fundamental, Inspetor escolar, Psicólogo, Fonoaudiólogo e Assistente social também realizarão no mesmo dia uma prova discursiva. Estes deverão ainda entregar, entre 27 a 29 de outubro, os títulos que possuam.

Além das 510 oportunidades disponíveis, os demais candidatos aprovados irão compor o cadastro reserva. Do total de vagas, 5% estão destinadas aos deficientes físicos aprovados no . O resultado final deve ser divulgado em 4 de dezembro. Eventuais recursos referentes às etapas do e dos resultados devem ser interpostos no prazo de dois dias úteis, a contar da divulgação oficial.

Confira abaixo, a relação de cargos e o número de oportunidades em cada área:

Nível Superior - 130 vagas

Assistente Social (1), Fiscal de tributos (3), Fiscal de Vigilância Sanitária (3), Fonoaudiólogo (1), Inspetor Escolar (1), Psicólogo (1).

Vagas para professores de ensino fundamental nas áreas de: Artes (6), Ciências Físicas e Biológicas (2), Educação Física (3), Filosofia (2), Geografia (1), História (2), Informática (7), Língua Estrangeira - Espanhol (2), Língua Estrangeira Inglesa (1), Língua Portuguesa (2), Matemática (2), professor de 1º a 5º série (90).

Nível Técnico, com registro no órgão controlador de classe (se houver) – 161 vagas

Técnico em Enfermagem (80), Técnico em Higiene Dentária (15) Técnico em Informática (4), Técnico em Magistério (60),Técnico em Segurança do (2).

Nível Médio – 141 vagas

Auxiliar Administrativo (28), Auxiliar de Educação infantil (20), Auxiliar de Laboratório (5), Auxiliar de Secretaria (30), Motorista (8), Motorista Hospitalar (10), Músico (10) – com registro na OMB, Recepcionista (30).

Nível fundamental – 78 vagas

Cozinheira (12), Merendeira (20), Sepultador (6), Zelador (40).
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Resultado Mega Sena
Nenhum apostador acertou as dezenas sorteadas no concurso 986 da Mega Sena, na noite deste sábado (12), em (GO). A estimativa de prêmio para o próximo , que será sorteado na quarta-feira (16), é de R$ 21 milhões.

Os números sorteados nesta quarta-feira são: 06, 15, 19, 24, 31 e 32.

A Quina deve ser dividida entre os donos de 120 bilhetes. Cada aposta deve receber R$ 15.043,78. Já a Quadra premiou 7.953 apostas, com R$ 226,99.
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A Justiça de Goiás condenou nesta segunda-feira (30) os envolvidos no crime de contra a estudante L., de 12 anos, que, ao longo de dois anos, sofreu as brutais agressões na casa onde vivia. A empresária Sílvia Calabresi Lima, responsável pela criação de L. e pelas sessões de , ficou com a pena mais pesada: 14 anos, 11 meses e 5 dias de prisão, em regime fechado. A doméstica Vanice Maria Morais, acusada de ajudar Sílvia na , foi condenada a 7 anos e 11 dias de detenção, também em regime fechado.

O juiz José Carlos Duarte, da 7ª Vara Criminal, considerou que Vanice Maria, a princípio, cumpria ordens, mas depois começou a agredir a menina por conta própria, longe dos olhos da empresária. Também o marido de Sílvia, Marco Antônio Calabresi, foi considerado culpado por ter se omitido diante do sofrimento de L.. Antônio Calabresi recebeu a pena de 1 ano e 8 meses de reclusão, mas, por ser primário e ter bons antecedentes, foi convertida em prestação de serviços à comunidade. O filho de Sílvia, Thiago Calabresi Lima, que também havia sido denunciado pelo Ministério Público (MP) por omissão, foi absolvido.

L. Soube hoje mesmo da decisão da Justiça e considerou a pena leve. A menina afirmou achar que Sílvia ficará presa por pouco tempo e teme que ela a procure depois que sair da cadeia. A garota vive hoje num refúgio do Centro de Valorização da Mulher (Cevam), onde ficará até agosto, quando o Juizado da Infância e Juventude de decidirá se a guarda ficará com o pai ou com a mãe (eles são separados). L. está no Cevam desde que foi encontrada pela polícia, depois de uma anônima, amarrada e amordaçada no apartamento de Sílvia, num bairro nobre da capital goiana.

No depoimento à Justiça, a menina afirmou que teve a língua cortada com alicate, os dedos golpeados com martelo e fechados nas frestas das portas e era obrigada a ficar vários dias sem comer. A estudante também disse que foi sufocada com saco plástico e ainda era obrigada a fazer todo o serviço da casa, sem receber nada por isso. Exames feitos pelo Instituto Médico-Legal (IML) apontaram lesões permanentes na vítima.Agência Estado

- Sob suspeita de falso testemunho à Justiça, o porteiro Miguel Francisco Pereira, que trabalha no prédio onde mora a família da empresária Silvia Calabresi Lima, foi hoje, durante uma audiência no Tribunal Regional do (TRT) de Goiás, em , por determinação da juíza Maria Aparecida Prado Fleury Bariani. Silvia responde a ação trabalhista e por reduzir a menor L.R.S., de 12 anos, à situação análoga de escrava.

L.R.S. foi encontrada e libertada pela Polícia Civil presa em correntes e amordaçada, há dois meses, no apartamento da empresária. O pedido de prisão e de indenização foi apresentado pela procuradora do Janilda Guimarães Collo. Pereira, que era uma das testemunhas de acusação, negou um depoimento anterior e foi levado para a Polícia Federal (PF) para outro testemunho.AE

A dona de casa Dionice Gualberto de Brito, viúva de 34 anos, foi presa em flagrante no sábado sob acusação de e de manter em cárcere privado quatro filhos. A prisão ocorreu na cidade de Mambaí, com pouco mais de seis mil habitantes, a 575 quilômetros de (GO). “Nunca vi nada igual”, disse o sargento da Polícia Militar José Carlos Ferreira, que efetuou a prisão após receber de Diego de Brito, de 22 anos, um dos filhos da viúva. “Minha mãe está batendo demais nas meninas”, teria dito o .

Quando a chegou, Eva, de 12 anos, estava acorrentada junto à cama num dos quartos da casa. Laís, de 10 anos, mostrou as marcas das queimaduras nas costas com água fervente. “Ela estava cozinhando arroz e ficou brava porque brigava com minha irmã”, contou. As queimaduras são de 2º e 3º graus, segundo exames realizados no hospital de Mambaí e constatadas durante exame de corpo de delito realizado hoje no Instituto Médico Legal (IML) de Formosa (GO).

Além de Eva e Laís, outras duas menores estavam na casa e revelaram sinais de . Segundo a versão de Dionice, as meninas apanhavam “para não dar ” e porque “brigavam tempo todo”. Dionice disse que acorrentava Eva porque a criança sofre de transtornos mentais e também tem por hábito, segundo ela, furtar pequenas coisas dos vizinhos. “Tinha que prender ela”, justificou Dionice.

O Ministério Público de Goiás ofereceu hoje contra cinco pessoas envolvidas na da menina L., de 12 anos, que foi encontrada acorrentada e amordaçada em um apartamento de cobertura em um bairro nobre de , com ferimentos feitos com alicate, martelo e ferro quente.

A empresária Sílvia Calabresi, que criava a menina e foi acusada das torturas, e a doméstica Vanice Maria Novais, que seria responsável pela execução de alguns dos castigos, foram denunciadas pelos crimes de , cárcere privado e maus-tratos, e podem ser condenadas a até 31 anos de prisão.

O promotor Cássio Sousa Lima, da 46ª Promotoria Criminal, destacou nos autos a forma cruel com que a foi praticada e o fato do crime ter começado quando a vítima era criança, com menos de 12 anos, deixando lesões permanentes.

Também foram denunciados o marido da empresária, o engenheiro Marco Antônio Calabresi, o filho do casal, Thiago Calabresi Lima, ambos por omissão, e a salgadeira Joana d’Arc da Silva, mãe da vítima, por ter entregado a filha a Sílvia mediante pagamento.

Segundo denúncias feitas à polícia, a mulher recebia eventualmente ajuda financeira da empresária a quem sua filha foi doada.

Na , o promotor expõe detalhes da barbárie. “O que aconteceu com a menina é muito pior do que foi retratado pela imprensa, é algo além da ”, diz.

Ele detalha que quando L. era acorrentada, ficava com as mãos para cima, apoiada na ponta dos pés. Ela era mantida amordaçada com esparadrapo e um pano dentro da boca, o que aumentava sua fadiga e impedia que gritasse por socorro.

A empresária e a doméstica ainda torturavam a menina, usando alicates para mutilar sua língua, colocando pimenta em sua boca, nariz e olhos, sufocando-a com sacola de plástico, esmagando seus dedos em portas, prática que, segundo ele, é utilizada em guerras.

A Perdigão anunciou ontem um investimento de R$ 1,1 bilhão na ampliação de seus negócios em Goiás. Os recursos serão usados para integrar novos produtores rurais que passarão a fornecer aves e suínos para a e para aumentar a capacidade de produção das unidades da Perdigão no Estado, principalmente a de Jataí.

Os recursos previstos para os produtores integrados (cerca de R$ 700 milhões) serão financiados pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), por meio do Banco do .

“Com esses projetos, a Perdigão consolidará sua presença no sudoeste de Goiás, que hoje já é um de seus principais pólos de produção, comercialização e exportação de produtos alimentícios”, disse a , em comunicado.

Em Jataí, a Perdigão prevê inicialmente dobrar a capacidade de abate, das atuais 70 mil para 140 mil aves por dia, consumindo parte dos R$ 165 milhões dos recursos previstos para todo o projeto de expansão.

A longo prazo, de acordo com a , essa capacidade será elevada para 280 mil aves por dia, com a construção de uma nova unidade industrial em terreno ao lado da planta atual, que será doado pela Prefeitura Municipal. O restante dos recursos anunciados ontem serão investidos em projetos nas unidades localizadas nos municípios de Mineiros e Rio Verde.
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A Justiça do decretou hoje o bloqueio dos bens do casal Sílvia Calabresi Lima e Marco Antônio Calabresi, até o limite de R$ 120 mil.

A empresária Sílvia Calabresi é acusada de torturar ou maltratar seis meninas que viveram com sua família ao longo dos últimos 17 anos, entre elas L., uma garota de 12 anos que foi encontrada acorrentada pela polícia, com marcas de marteladas e ferimentos feitos com alicate. A medida cautelar inominada foi proposta pela procuradora do Janilda Guimarães de Lima Collo e concedida pela juíza Maria Aparecida Prado Fleury Bariani, da 10ª Vara do .

O bloqueio foi determinado como forma de garantir a preservação do patrimônio da família, para pagamento de indenização relativa a ação civil pública e ação reclamatória trabalhista em nome de L. A procuradora do acredita que o valor da indenização pode chegar a R$ 3 milhões, mas o cálculo dependerá de levantamento dos bens do casal.

O Ministério Público do afirma que o pode ser considerado de exploração de mão-de-obra em condições de escravidão, já que a menina era acorrentada e amordaçada, além de ser obrigada a fazer todo o serviço de casa sem remuneração e sob diversos tipos de ameaças e torturas.

Seis pessoas foram indiciadas hoje pela polícia, em razão das atrocidades cometidas contra a menina.

Sílvia foi indiciada por , cárcere privado e redução à condição análoga de escravidão, com pena que pode chegar a 32 anos, e seu marido por omissão em de , crime que pode resultar em 4 anos de prisão.

O filho do casal, Tiago Calabresi Lima, de 24 anos, e a mãe adotiva da empresária, Maria de Lourdes Bianchi Arantes, de 82 anos, também foram indiciados por omissão. Já a empregada da casa, Vanice Maria Novaes, foi acusada de e cárcere privado, e a mãe biológica de L., Joana d’Arc da Silva, pode pegar 8 anos por omissão e entrega ilegal de criança.
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A família da empresária Silvia Calabresi Lima é a principal envolvida por ação ou omissão no de e cárcere privado da menor L.R.S., de 12 anos, descoberto na semana passada.

A da mãe da empresária, do marido e do filho será feita amanhã à Justiça de Goiás pela delegada de Proteção à Criança e Adolescente (DPCA), Adriana Accorsi, de , cidade onde o crime ocorreu. A menina sofreu maus-tratos e foi torturada nos últimos dois anos na casa de Silvia Calabresi.

A delegada concluiu após dez dias de investigações que o silêncio e a omissão dos membros da família Calabresi Lima foram os fatores fundamentais para a continuidade das violações contra a adolescente.

O relatório com mais de 100 páginas descreve a maneira como L.R.S. era torturada, os locais, horários e instrumentos empregados para , que contou com ajuda da empregada doméstica Vanice Maria Novaes, de 23 anos. A empresária e a empregada estão presas na Casa de Prisão Provisória (CPP), em Aparecida de .

“A foi sistematicamente empregada contra a menor”, disse a delegada, que relacionou a mãe de Silvia Calabresi, Maria de Lourdes Biachi Arantes, de 82 anos, o marido Marco Antonio Calabresi Lima, de 42 anos, e o filho Tiago Calabresi Lima, de 24 anos.

A mãe e o filho da empresária não se apresentaram hoje à para prestar depoimento. A mãe de L.R.S., Joana Darc da Silva, de 40 anos, que “doou” a filha para Silvia, também está sendo denunciada por omissão e entrega ilegal de criança.

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