A Federação das Indústrias do Estado de (Fiesp) promove hoje o Revisitando os Acordos Bilaterais de Investimento. O encontro será aberto às 9h.  No primeiro painel será abordado o tema a Experiência Mundial com os Acordos de Investimento.

Também serão discutidos Os Principais Aspectos dos Acordos de Investimento e A Posição do com relação aos Acordos Bilaterais de Investimento.

Participam Ronaldo Costa Filho, do Ministério das Relações Exteriores, e Srilal Perera, do Banco Mundial.Agência

A do dólar na abertura do mercado de divisas de Londres é a seguinte:

0,6771 euro.

0,5358 libra.

105,48 ienes. EFE

O presidente do , Rafael Correa, ordenou, por meio de um decreto, o embargo dos bens da brasileira Odebrecht e proibiu que funcionários da deixem o país.

De acordo com o ministro de Setores Estratégicos, Derlis Palacios, a medida significa a expulsão da do país.

“Sim, é uma expulsão”, afirmou Palácios, ao ser questionado sobre o alcance da medida do presidente equatoriano.

Correa ordenou a militarização imediata das obras que estão sob responsabilidade da Odebrecht, entre elas uma outra hidrelétrica, uma rodovia e um aeroporto.

O governo equatoriano exige o pagamento de uma indenização por parte da devido a falhas no funcionamento e da posterior paralisação da central hidrelétrica San Francisco, construída pela empreiteira.

“Ordena-se a mobilização nacional, econômica e militar das Forças Armadas para a custódia dos bens e instalações da Central Hidrelétrica San Francisco” e das outras obras a cargo da construtora, diz o decreto presidencial.

O documento ainda ordena o “confisco de todos os bens, móveis e imóveis (da construtora) com a finalidade de empregá-los para superar a emergência, para o qual se encarrega o Comando Conjunto das Forças Armadas”.

Correa também pede “a suspensão dos direitos constitucionais” de quatro funcionários da .

Apagões

De acordo com o governo, a San Francisco apresentou falhas e deixou de funcionar um ano depois de serem concluídas as obras.

A hidrelétrica é a segunda maior do país e sua paralisação estaria colocando em risco o abastecimento de no .

Por meio do decreto, Correa declarou “emergência nacional” para prevenir uma diminuição dos serviços de e para “evitar um estado de comoção interna diante da possibilidade de apagões de luz generalizados no território nacional”, diz o texto.

A hidrelétrica está fechada desde 6 de junho, quando técnicos apontaram erros estruturais na obra.

“Por aqui”

Há uma semana, o presidente equatoriano chegou a ameaçar expulsar a se não fosse paga a indenização exigida pelo Estado e disse que a empreiteira está sendo investigada por suposta corrupção.

Correa afirmou que algumas obras da construtora foram realizadas “com um terço de capacidade e o triplo de custo”.

“Estou ‘por aqui’ com a Odebrecht, quanto mais cavo mais lama encontro (…) Estes senhores (da construtora) foram corruptos e corruptores, compraram funcionários do Estado. O que está sendo feito é um assalto ao país”, afirmou.

Foram gastos na construção da San Francisco US$ 338 milhões, com uma capacidade estimada de geração de 12% do total da elétrica consumida no país.

Proposta

Por meio de uma nota oficial divulgada na noite desta terça-feira, a construtora Odebrecht disse ter uma proposta “altamente positiva para o governo equatoriano” onde resguarda as possíveis perdas da Hidropastaza, proprietária da central hidrelétrica.

O comunicado reitera ainda que, até o momento, “os trabalhos prosseguem dentro do cronograma estabelecido”.

A empreiteira afirma estar disposta a pagar uma garantia de US$ 43 milhões exigida pelo Estado e contratar “uma auditoria independente a fim de determinar as responsabilidades das partes envolvidas no projeto”.

A construtora disse estar disposta a pagar os trabalhos imediatos de recuperação da central hidrelétrica, “independente do resultado da auditoria” e “estender a garantia das obra”.

“O Consórcio continua comprometido a retomar a operação da Central dentro da normalidade, o mais breve possível”, diz a nota.

Segundo a assessoria de imprensa da , 30 brasileiros participam das obras da empreiteira no , “mas não há de violência”.

O Itamaraty informou que está avaliando o caso e que “oportunamente se pronunciará”.BBC

A parcela de recursos de pequenos investidores aplicada em fundos de ações caiu desde maio, segundo relatório do site financeiro Fortuna. Em 20 de maio, quando o índice Bovespa bateu recorde de alta de pontuação, fechando a 73.516 pontos, o patrimônio dessas aplicações representava 14% das reservas de 516 fundos de varejo oferecidos pelos principais bancos comerciais do País, selecionados pelo Fortuna.

Na última sexta-feira (dia 19), esse porcentual havia caído para 10%, enquanto a fatia destinada aos fundos referenciados DI, de curto prazo e de renda fixa aumentou de 77% para 81%. Já os multimercados e balanceados, que representavam 9% da carteira dos investidores, passaram a corresponder a 8%.

Até fundos DI e de renda fixa registraram saques na semana passada. A mudança do patamar dos fundos de ações, de acordo com o Fortuna, não tem a ver com resgates. O fluxo líquido entre aplicações e saques neste período, aliás, se manteve estável. O problema foi o péssimo retorno conseguido pela aplicação. Só em rentabilidade, os fundos de ações perderam R$ 13,9 bilhões nos quatro meses desde maio.

Em contrapartida, os fundos referenciados DI, de curto prazo e de renda fixa perderam R$ 13,3 bilhões com resgates, apesar de terem registrado ganho de R$ 7,7 bilhões em rentabilidade. Os fundos multimercados e balanceados não renderam praticamente nada no período, mas registraram saques líquidos de R$ 4,5 bilhões, segundo o Fortuna.

Risco

Apesar do rebalanceamento registrado nos últimos meses, com maior participação de DI e renda fixa, a carteira de fundos dos pequenos investidores está mais sujeita a risco agora do que estava em maio. De acordo com a medida de risco “value at risk”, calculada pelo Fortuna, o portfólio de fundos de varejo estava sujeito a uma perda de até 1,78% em um horizonte de investimento de um mês. Mas a elevação da volatilidade desde então faz a carteira do pequeno estar sujeita, hoje, a uma perda de até 3,05%.AE

O dólar comercial abriu em baixa hoje, de 1,97%, cotado a R$ 1,795 no mercado interbancário de câmbio. Na última sexta-feira (dia 19), a moeda americana fechou em forte queda, de 5,13%, a R$ 1,831. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista era negociado a R$ 1,80 (-1,59%), após abertura em baixa de 1,86% a R$ 1,795.

Depois de uma sexta feira de euforia, os investidores internacionais retomam os hoje mostrando cautela. Nada mais adequado para uma segunda-feira que se segue a uma semana que mudou o das finanças. Ainda que o socorro do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e demais BCs globais ao sistema financeiro seja suficiente e ainda que tudo retome o caminho da normalidade, ainda existe uma retração econômica a ser enfrentada e debelada. A confiança dos investidores não será restabelecida de uma hora para a outra e certamente não se dará sem que as mudanças nas regras estejam claras e se mostrando eficientes.

E o dá sinais de que, se é verdade que o pânico foi abafado, também é certo que a retração permanece. Por aqui, ainda que no exterior a cautela seja o tom, internamente, a interrupção do pânico que levou o dólar à máxima de R$ 1,96 na semana passada está sendo suficiente para manter certo otimismo nas mesas de negociação.

Quanto à posição do Banco Central, que na última quinta-feira (dia 18) anunciou que proverá o de liquidez em dólar por meio de leilões de venda com compromisso de recompra, o aceitou bem a medida. Mas, por enquanto, o efeito dela mistura-se à mudança de humor no exterior. Hoje não deve haver operação, segundo operadores, pois o BC não anunciou nada na sexta-feira passada (dia 19). Nos dois primeiros leilões, ambos realizados na última sessão, o BC vendeu um total de US$ 500 milhões.AE

O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) aprovou, na noite de ontem, os pedidos do Goldman Sachs e Morgan Stanley para alterarem seu status para holdings financeiras.

Com a medida, Wall Street deixará de existir na forma como tem sido conhecida há muito tempo - um pequeno grupo de corretoras independentes que compram e vendem títulos, prestam consultoria e são menos reguladas que os bancos tradicionais. As duas instituições de maior prestígio de Wall Street ficarão sob a supervisão estrita dos reguladores bancários nacionais, sujeitando-se a novas exigências de capital, maior fiscalização e muito menor rentabilidade do que têm desfrutado.

A transformação em holding pode ajudar o Morgan Stanley e o Goldman a organizar seus ativos e a se colocar numa posição muito melhor para serem comprados, fundirem-se ou comprarem menores com depósitos garantidos. A mudança também pode permitir que ambos evitem o uso da contabilidade com marcação a mercado - que obriga as a avaliar seus ativos com base no atual preço de . Em vez disso, elas podem classificar os ativos como “mantidos para investimento“, como fazem muitos bancos.AE

A valorização do dólar nos últimos dias - especialmente ontem, quando a moeda americana subiu 3,3% e fechou o dia valendo R$ 1,93 - já traz o risco de impacto sobre os indicadores de custo de vida do País e conseqüente pressão sobre a inflação ainda em 2008. Ontem, na máxima do dia, a moeda americana chegou a valer R$ 1,96. Ao longo do mês de setembro, o dólar acumula alta de 18,2%, e chegou ao maior valor desde setembro de 2007.

“A alta do dólar traz dois impactos importantes: um é a pressão sobre os preços livres, como o dos itens importados, por exemplo. O outro impacto é sobre os preços administrados por índices de inflação como os Índice Gerais de Preços (IGPs), que são referenciais de preços de contratos como aluguéis,seguros e tarifas públicas”, explica o economista Márcio Nakane, coordenador técnico da Tendências Consultoria. Segundo ele, os dois tipos de impacto têm pesos semelhantes sobre a inflação - em média, a cada 10% de elevação do dólar, existe um impacto de 1% no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). “Ou seja, primeiro ocorre uma pressão sobre os preços no atacado, no IGP, que depois é repassada para o varejo”, afirma Nakane.

No entanto, ele avisa que esse cálculo é uma simulação e não leva em consideração outras forças em atuação na . “Há muitas coisas acontecendo. Ao mesmo tempo que o dólar sobe, há fatores que podem amenizar o impacto inflacionário, como a queda das commodities (matérias-primas) e a elevação dos juros”, observa. De acordo com Nakane, ainda é cedo, no entanto, para prever o comportamento da moeda americana nos próximos dias e seu impacto efetivo sobre a inflação. “A pressão vai existir sim, mas é muito difícil prever o quanto neste momento. O dólar a R$ 1,90 é reflexo dos acontecimentos da semana.” AE

O dólar disparou hoje, reflexo de mais um capítulo da falta de vendedores no mercado interbancário de câmbio. Na taxa máxima do dia, chegou a ser negociado a R$ 1,962, o que significou uma valorização de 5,03%. Nesse cenário, o Banco Central decidiu intervir e, de Nova York, o presidente da autoridade monetária, Henrique Meirelles, anunciou a decisão de promover leilões de venda de dólares conjugados com compra futura. A ação visa a corrigir distorções de liquidez no .

No fim da sessão do interbancário, o dólar comercial reduziu a alta a 3,32% e fechou a R$ 1,93 - o maior valor desde 19 de julho de 2007. Na taxa mínima do dia, a moeda registrou R$ 1,867. Com a elevação de hoje, o dólar registra ganho acumulado de 18,19% no mês de setembro.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar dos contratos de liquidação à vista subiu 3,71% e fechou a R$ 1,93. Na máxima, chegou a R$ 1,9605 e na mínima, a R$ 1,8709. De acordo com informações do , o volume de somava US$ 5,5 bilhões.

De acordo com operadores, os vendedores permaneceram ausentes e a falta de oferta de linhas de câmbio por parte dos bancos levou os clientes a buscarem dólar “físico”, pressionando as no segmento à vista, onde a liquidez (não necessariamente o volume transacionado) segue apertada. Nesse contexto, foi bem recebida a ação do BC, que, combinada com a melhora expressiva dos mercados acionários em Nova York e no , ajudou a abrandar a forte valorização da moeda americana nas operações domésticas.

“A ação do BC é uma notícia positiva porque com tal operação ele dá liquidez ao ”, afirmou o economista-sênior do Santander, Maurício Molan. Ele acrescenta que, neste momento de forte desmonte de posições de investimento para gerar caixa, sem focar em fundamentos, a única fonte que pode interromper esse círculo vicioso é a ação de uma entidade que costuma ficar de fora do , como o governo. “Isso traz alguma racionalidade”, avalia. “O precisava disso”, reforça o estrategista-chefe de um banco estrangeiro em , que classificou a atitude do BC como “muito boa”. Ele ponderou, contudo, que, embora traga “algum equilíbrio”, “alguma normalidade”, mas não blinda o da atual .

Na entrevista, em Nova York, Meirelles disse que os detalhes sobre os leilões serão divulgados ainda hoje. Ele afirmou que “a liquidez continua normal em reais, com bom funcionamento da brasileira”. “Agora, existe, não há dúvida, uma questão de liquidez em dólar nos EUA, que é o grande provedor de dólares, e isso se reflete nas linhas interbancárias de dólares”, admitiu. “Em função disso, o BC reagiu e tomou a decisão hoje de promover leilões de venda de dólares conjugados com compra futura. Isto é, o BC vai prover liquidez”, explicou. Ele disse que a é “séria e não está debelada”.

Até a quarta-feira da semana passada, o Banco Central vinha atuando diariamente como comprador de dólares no . No último leilão de compra, a taxa de corte das propostas foi de R$ 1,7812.AE

11:13 - O dólar ampliou a alta em relação ao real e sobe mais de 2%, negociado acima de R$ 1,86 no mercado doméstico de câmbio.

Por volta das 11h10 (de Brasília), o dólar comercial subia 2,25% a R$ 1,861 no interbancário de câmbio, na taxa máxima do dia até o momento. Na abertura, a moeda americana exibiu alta de 0,16% a R$ 1,823. No mesmo horário, na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista avançava 2,31%, também cotado a R$ 1,861, após abertura em leve alta, de 0,06%, a R$ 1,82.

“Ninguém quer vender dólar”, afirmou hoje um operador de uma corretora, resumindo o quadro no cambial doméstico esta manhã. “Estamos vendo resgates de fundos e é o () estrangeiro (que está) saindo (do )”, completou.AE

Os bancos centrais do Japão e da Austrália voltaram a injetar recursos no mercado financeiro nesta quarta-feira, buscando garantir a liquidez doméstica em meio à turbulência em Wall Street. As medidas complementam as que foram adotadas ontem pelos bancos centrais dos países mais ricos do , que tiveram de injetar US$ 210 bilhões para acalmar os mercados.

O Banco do Japão colocou mais 2 trilhões de ienes (US$ 18,791 bilhões), um dia depois de ter realizado duas injeções num total de 2,5 trilhões de ienes e de divulgar um comunicado manifestando a intenção de ajudar os mercados japoneses a enfrentar a financeira dos EUA.

O Banco Central da Austrália, em suas operações diárias, colocou 4,29 bilhões de dólares australianos (US$ 3,447 bilhões) para cobrir um déficit de 2,2 bilhões, o que resultou num injeção líquida de 2,1 bilhões de dólares australianos - a maior desde 30 de junho. Desde segunda-feira, o Banco Central da Austrália já realizou uma injeção líquida de 4,7 bilhões de dólares australianos no .AE

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