Ago
21
O dólar abriu em queda nesta quinta-feira, apontando o que seria a terceira baixa consecutiva da moeda americana em relação ao real. No início dos negócios do dia, a divisa era vendida a R$ 1,615, com desvalorização de 0,31%.
A entrada de capitais no País, a recuperação do preço das commodities no exterior e ajustes de posição de estrangeiros no mercado futuro têm permitido a queda do dólar ante o real nos últimos dias.
Ago
20
O dólar abriu os negócios desta quarta-feira em leve queda, seguindo o movimento da véspera. Nos primeiros negócios do dia a moeda americana era vendida a R$ 1,624, com baixa de 0,18%. Na terça-feira, a divisa quebrou um ciclo de três altas seguidas e fechou em queda de 0,79%, a R$ 1,627.
Na véspera, a desvalorização global do dólar e a entrada de recursos no País impediram que a taxa de câmbio alcançasse R$ 1,65. Nesta sessão, no entanto, o dólar exibia ligeira alta no mercado internacional
Ago
20
A norte-americana McAfee, empresa dedicada a tecnologias de segurança, conclui a aquisição da Reconnex por US$ 46 milhões.
Com a compra, as tecnologias Reconnex serão incorporadas à unidade de negócios de produtos de Proteção de Dados (Data Protection) da McAfee, administrada por Gerhard Watzinger.
A Reconnex, de acordo com pesquisas internacionais, lidera o segmento de prevenção de perda de dados (DLP) com uma tecnologia exclusiva que aprende e se adapta para automatizar a segurança contínua dos dados.
A perspectiva é que a tecnologia da Reconnex ajude a empresa a proteger todos os recursos de informações em sua rede sem exigir conhecimento antecipado do que precisa estar seguro, independentemente de como essas informações sejam armazenadas, protegidas ou comunicadas.
“Os produtos da Reconnex se alinham à visão da McAfee para oferecer uma solução de conformidade e proteção completa de dados aos clientes, atendendo à demanda significativa por proteção adaptável de dados”, diz o comunicado da empresa.A McAfee antecipa que os produtos da Reconnex serão integrados ao McAfee ePolicy Orchestrator (ePO) em 2009.InvestNews
Ago
19
A norma do Banco Central que simplifica as regras do mercado de câmbio e de capitais internacionais está publicada na edição de hoje (19) do Diário oficial da União.
De acordo com a Circular n.º 3.401, não há mais a limitação de que as corretoras e distribuidoras de títulos e valores só podem operar até US$ 500 mil.
O Banco Central eliminou, ainda, a obrigação que o cliente tinha de informar à autoridade monetária, com antecedência mínima de 30 dias, a quitação antecipada de compromissos de natureza financeira no exterior, registrados no BC. O comunicado, agora, pode ser feito até no momento da liqüidação da operação.
Ago
19
Os bancos Bradesco e Tokyo-Mitsubishi UFJ firmaram uma aliança entre as respectivas áreas de gestão de recursos para cooperar na administração e distribuição de fundos de investimento.
Segundo o Bradesco, o acordo prevê, inicialmente, a constituição de um fundo de renda fixa no Japão, que investirá seus recursos em ativos no Brasil, destinado a investidores japoneses do segmento de varejo. A administração será feita pela Mitsubishi UFJ Asset Management e sua gestão fica sob a responsabilidade da Bradesco Asset Management, que exercerá a função de advisor do fundo.
“A aliança permitirá aos investidores japoneses o acesso a ativos brasileiros por intermédio da rede de distribuição do Mitsubishi UFJ Financial Group”, informou o banco brasileiro. A Bradesco Asset Management irá criar uma estrutura de atendimento em Tóquio.
A Bradesco Asset Management tem sob sua gestão R$ 147,3 bilhões (US$ 92,5 bilhões), segundo dados de junho da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid). A Mitsubishi UFJ Asset Management, por sua vez, possui sob sua administração, no Japão, recursos de terceiros da ordem de 7,2 trilhões de ienes (US$ 65 bilhões).AE
Ago
19
O dólar abriu os negócios desta terça-feira em alta.
No início da manhã, a moeda americana era vendida a R$ 1,646, com ganho de 0,37%.
Na véspera, após operar o dia em queda, o dólar virou ao final do pregão, fechando com leve avanço, de 0,06%. No mês, a divisa acumula alta de quase 5%.
Ago
18
As principais bolsas européias passaram a sustentar alta firme na manhã de hoje, ajudadas pelo bom desempenho das ações de petrolíferas e mineradoras, em meio à recuperação dos preços das matérias-primas (commodities) e com o balanço positivo da mineradora anglo-australiana BHP Billiton. Por outro lado, a leve alta do petróleo prejudica as ações de companhias aéreas, enquanto a leve valorização do euro ante o dólar derruba os papéis de exportadoras.
Às 8h32 (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,62%, a Bolsa de Paris avançava 0,98% e a Bolsa de Frankfurt tinha alta de 0,42%. Segundo um operador, o volume mais fraco de negócios contribui para acentuar as movimentações dos índices.
No mesmo horário, o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em setembro tinha leve alta de 0,02%, a US$ 113,79 por barril, na sessão eletrônica da Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês).
As ações da siderúrgica ArcelorMittal registravam ganho de 2%, em meio ao avanço dos metais básicos, enquanto as petrolíferas Total subia 3% e Repsol avançava 1,7%; e as mineradoras Rio Tinto tinha alta de 2,1% e Anglo American, de 2,9%.
A BHP Billiton exibia alta de 1,3%, depois de anunciar aumento no lucro líquido do ano fiscal até 30 de junho e ter considerado o impacto da fraqueza dos mercados desenvolvidos na demanda por commodities como “mínimo”. A mineradora australiana informou que seu lucro líquido no ano fiscal subiu 14,7%, para um recorde de US$ 15,39 bilhões, puxado pelo alta dos preços e dos volumes de produção.
Já exportadoras e companhias aéreas devolviam os ganhos recentes. Air-France KLM caía 0,5%, EADS cedia 1,02% e a exportadora fabricante de chips Infineon Technologies perdia 0,17%.
As ações da fabricante de equipamentos para semicondutores ASM International avançavam 4,8% em reação à notícia de que o presidente-executivo da empresa foi retirado das discussões com a fabricante de chips americana Applied Materials sobre a venda de unidades. As informações são da Dow Jones.
Ago
14
Após o dólar atingir a cotação máxima do dia ante o euro, que caiu até US$ 1,4770 pouco depois das 13 horas, reagindo à contração do PIB europeu no segundo trimestre e à queda do petróleo, a moeda norte-americana no mercado à vista ficou mais pressionada e renovou por volta das 15 horas as cotações máximas da sessão.
Há instantes, o pronto voltou à máxima de R$ 1,625 (+0,62%) no comercial, já registrada anteriormente às 15h01. Há instantes, a moeda à vista era cotada a R$ 1,624, alta de 0,56%. Já o euro reduzia a queda para 0,56%, a US$ 1,48,15.
Essa correção do dólar à vista está sendo feita com um forte volume de negócios, que reflete um aumento de posições defensivas dos investidores e o fluxo cambial negativo. Há pouco, o giro financeiro total à vista somava cerca de US$ 5,8 bilhões, valor 42% maior do que todo o volume movimentado ontem, de US$ 4,070 bilhões.
“O dólar spot acompanha a correção externa da moeda ante o euro, que se amparou na queda de 0,2% do PIB do segundo trimestre da zona do euro ante o primeiro trimestre, e nas perdas de mais de 2% do petróleo“, disse um operador. Às 15h20, o petróleo para setembro em Nova York caía 2,24%, a US$ 113,40 por barril.
Ao mesmo tempo em que os sinais de recessão na zona do euro reforçaram as avaliações de que os juros na região tendem a permanecer estáveis, o índice de inflação ao consumidor nos EUA em julho (CPI) veio acima do esperado hoje, provocando aumento das apostas futuras em elevação da taxa dos Fed Funds em outubro, observou a fonte. As informações são da Dow Jones.AE
Ago
14
A continuidade da recuperação das commodities metálicas e o otimismo dos investidores com dados corporativos domésticos levavam a Bolsa de Valores de São Paulo para cima nesta quinta-feira.
Às 11h44 (horário de Brasília), o Ibovespa avançava 1,79 por cento, para 55.550 pontos. O giro financeiro totalizava 1,1 bilhão de reais.
A mineradora Vale , a mais negociada, ditava o ritmo do pregão, subindo 3,63 por cento, para 36,85 reais. A companhia divide com Petrobras o foco dos investidores no mercado de opções sobre ações, que tem vencimento na próxima segunda-feira.
“As commodities bem lá fora deram um fôlego e estamos seguindo”, disse Carlos Alberto Ribeiro, diretor da Novação Distribuidora.
O momento internacional positivo do segmento de metais também alcançava as fabricantes brasileiras de aço, com destaque para Gerdau Metalúrgica , que subia 3,63 por cento, para 39,69 reais.
Outro destaque era Usiminas , com valorização de 2,73 por cento, a 57,85 reais, depois de a siderúrgica ter anunciado pela manhã que registrou lucro líquido de 861 milhões de reais no segundo trimestre, 7 por cento a mais do que o ganho apurado no mesmo período do ano passado.
As preferenciais da Petrobras tinham incremento de 0,68 por cento, cotadas a 33,98 reais, seguindo a leve valorização do barril de petróleo .
Mas a líder de alta era Ultrapar , com uma disparada de 7,66 por cento, valendo 57,36 reais. A companhia anunciou nesta quinta-feira a compra do negócio de distribuição da Texaco no Brasil, por 1,16 bilhão de reais.
Num dia de otimismo, em que 59 das 66 ações do Ibovespa exibiam elevação, até a AmBev , que reportou queda no lucro trimestral, subia 1,51 por cento, para 100,60 reais.
Os dados corporativos se sobrepunham à influência externa negativa de Wall Street, em meio a dados desanimadores da economia dos Estados Unidos. Entretanto, depois de abrir no terreno negativo, o índice Dow Jones subia 0,58 por cento.
Pela manhã, foi divulgado que os preços ao consumidor norte-americano subiram 0,8 por cento em julho, o dobro da previsão de analistas e a maior alta na comparação anual em 17 anos e meio. O dado ofuscou o resultado trimestral mais forte que o esperado do Wal-Mart.
O patinho feio da Bovespa era Lojas Renner , com queda de 4,83 por cento, a 28,55 reais, embora a rede varejista de vestuário tenha reportado aumento no lucro líquido do segundo trimestre.Reuters
Ago
14
Após uma abertura em baixa, o dólar inverteu o sinal e passou a ser negociado em alta em relação ao real, aproximando-se do nível de R$ 1,62.
Às 12h30 (de Brasília), o dólar comercial subia 0,19%, cotado a R$ 1,618 no mercado interbancário de câmbio. Na máxima do dia até o momento, a moeda americana avançou 0,25%, a R$ 1,619. No mesmo horário, na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista ganhava 0,25%, a R$ 1,6175, na máxima do dia até então.
Por volta das 12 horas, o Banco Central interveio no mercado de câmbio, com o anúncio do leilão de compra de dólares. A autoridade monetária pagou taxa de corte de R$ 1,614, na operação. O BC aceitou três propostas, de cinco declaradas por cinco instituições diferentes. As taxas variavam de R$ 1,6127 a R$ 1,6145.