O dólar comercial abriu em baixa de 0,13% hoje, cotado a R$ 1,575 no mercado interbancário de . Ontem, a moeda americana fechou em alta de 0,13%, a R$ 1,577. Na de Mercadorias & Futuros (BM&F), às 10 horas (de Brasília), o dólar à vista era negociado a R$ 1,575 (-0,1%), ainda na mesma da abertura.

O dia promete ser intenso no mercado mundial de moedas. Logo pela manhã, os bancos Central Europeu e da Inglaterra corroboraram a expectativa dos analistas e mantiveram as taxas de estáveis, em 4,25% ao ano e 5% ao ano, respectivamente. Mas as palavras do presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, que já estão sendo proferidas, são observadas com ansiedade pelos mercados e têm grande potencial para determinar os não só de hoje, mas dos próximos dias, com respingos no mercado de câmbio também por aqui. Até porque, a relação dólar/real deve mostrar-se mais influenciável pela trajetória da moeda americana este mês, em que as férias do hemisfério norte tendem a diminuir os fluxos internacionais de recursos.

Internamente, vale registrar que, como mostraram os dados do fluxo cambial de ontem, anunciados pelo Banco Central, embora não haja uma sangria, o dinheiro dos investidores estrangeiros continua saindo mais do que entrando no País. Em julho, completou-se dois meses de fluxo cambial negativo, com saídas total de US$ 3,371 bilhões no período. Pela primeira vez desde setembro de 2005, o BC registrou dois meses consecutivos de fluxo cambial negativo. E nada indica que tenha havido mudança significativa nos últimos dias.AE

Com a concorrência cada vez mais acirrada, algumas montadoras apostam em tecnologia para se destacar no mercado nacional de veículos e, para isso, lançam modelos equivalentes aos vendidos no europeu. É o caso do Honda Fit, que lidera a categoria monovolume. Apesar de a nova geração chegar ao em outubro, já foram vendidas até julho 25.597 unidades, o que garante 38,24% de participação no .

“É um produto que caiu no gosto do consumidor. Não importa se vai entrar uma nova geração, o brasileiro não se preocupa com isso”, afirma o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Sérgio Reze.

De acordo com levantamento feito pela Fenabrave, o Honda Fit ganha de modelos como o Fiat Idea, com 17.750 unidades emplacadas no período e o Chevrolet Meriva, com 14.639 unidades.

“O grande fenômeno não é ter o mesmo modelo que é vendido fora do país, mas ter um modelo muito mais moderno que os outros”, afirma o sócio-diretor da Trevisan Consultoria e especialista no setor automotivo, Olivier Girard. Na opinião do consultor, a vantagem em fazer um lançamento semelhante ao modelo estrangeiro é justamente a tecnologia mais recente e a de escala.

Sobre a preferência pela tecnologia, Girard lembra do impulso na venda dos modelos que trouxeram o sistema bicombustível, como o Volkswagen Gol e o Chevrolet Corsa, e, mais antiga, a chegada da injeção eletrônica para substituir o carburador. “A GM ficou muito famosa por trazer a injeção eletrônica”, observa.G1

A de começa a semana com um pregão morno, em um dia em que a agenda de indicadores é fraca e não há anúncios de balanços trimestrais com força o suficiente para abalar os mercados.

Pela manhã, há divulgação do relatório Focus, com a perspectiva de 100 instituições financeiras para diversos indicadores econômicos. “O mercado deve continuar monitorando a expectativa para a , mas não deve ter grandes surpresas. A já trabalha com um juro de 15% ao ano até o final de 2008 e com uma alta de 0,75% na próxima reunião do Banco Central”, avalia a chefe de análise da corretora SLW, Kelly Trentin.

“As notas sobre conta corrente e sobre o Investimento Estrangeiro Direto (IED) deverão ser mais importantes, mas os mercados só serão influenciados negativamente se os números vierem muito abaixo do esperado”, explica Trentin.

As transações correntes, que mostra o saldo das operações de troca ou empréstimo do e os demais países do , pode ter déficit de US$ 829 milhões. Já o IED deve registrar o ingresso de US$ 3 bilhões em junho, segundo projeções da MCM Consultores Associados.

A agenda de divulgações de balanços também não trás resultados com força o suficiente para mexer com os mercados. No local, apenas a Perdigão divulga os números. Nos EUA, não há nenhum anúncio relevante.

“Dados de maior importância, como a de desemprego nos e a ata do Copom, saem mais para o fim da semana, a partir de quinta-feira”, aponta. Com a agenda fraca desta segunda-feira, a tem espaço para se recuperar das quedas dos últimos dias. Somente nos dois últimos dias da semana, o – principal índice de ações da – recuou 3,75%.AE

As americanas iniciaram o pregão regular de hoje com ganhos, após o avanço inesperado de 0,8% nas de bens duráveis em junho nos , quando o estimado pelos analistas era queda de 0,5%. O dado melhor que o esperado deu impulso aos índices futuros de ações. Às 10h33 (de Brasília), o índice da de avançava 0,33% a 11.387 pontos; o Nasdaq subia 0,52% a 2.291 pontos e o S&P 500 ganhava 0,30% a 1.256 pontos.

O mercado acionário ainda se ressente, porém, da forte queda dos índices de ações em ontem, na casa dos 2%, e aguarda outros dados da americana, como o sentimento do consumidor de Michigan (às 10h55) e as de imóveis residenciais novos (às 11h). A expectativa é de que ambos apresentem quedas.

No campo dos balanços, a agenda hoje é mais leve. Entre empresas que divulgaram resultados nesta sexta-feira estão a administradora de recursos Legg Mason, que teve prejuízo de US$ 31,3 milhões no primeiro trimestre fiscal. Em igual período de 2007, a companhia teve lucro de US$ 191 milhões. Ainda no setor financeiro, as ações das agências de hipotecas Fannie Mae avançavam 3,16% e as da Freddie Mac subiam 4,20% - ambas fecharam com perdas de quase 20% ontem. O pacote imobiliário que traz ajuda para as duas agências hipotecárias, e que foi aprovado pela Câmara americana na quarta-feira, ainda precisa ser apreciado pelo Senado, o que pode ocorrer nesta sexta ou sábado.

As ações do banco Washington Mutual declinavam 3,95% - ontem, as ações fecharam com queda de mais de 13%. Ontem, a companhia de pesquisa de dívida Gimme Credit LLC disse que vários clientes estavam retirando recursos dos silenciosamente. Os papéis do Wachovia cediam 2,68%. Ontem, o diretor-financeiro do banco, Thomas J. Wurtz, anunciou que deixaria o posto. As informações são da e das agências internacionais.

O Índice Geral de - Mercado (IGP-M) novamente salgado, combinado com a alta do e o ambiente externo tenso, reforçam o nervosismo no futuro de , que começa a questionar se o Banco Central poderá, realmente, manter o ritmo de aperto monetário diante do atual cenário.

As taxas dos contratos de depósito interfinanceiro (DIs) vêm ampliando a alta. Mas, desta vez, operadores consideram que a curva de assume um nível mais alto porque, de fato, o está vislumbrando o risco de o BC ter de adotar uma nova estratégia de política monetária. “Embora o BC afirme que a alta da já estava no cenário, o vai testar a convicção do BC”, afirma um operador. Nos dois últimos encontros, o Comitê de Política Monetária (Copom), elevou a básica de , a Selic, em 0,50 ponto porcentual cada, para os atuais 12,25% ao ano.

Lá fora, a aversão ao risco segue pesando sobre os . E o alimenta o medo da global. Ontem, o barril bateu a inédita marca de US$ 140,00 durante a sessão de e hoje a matéria-prima (commodity) já é negociada acima deste nível na Mercantil de (Nymex, na sigla em inglês).

Por aqui, as notícias também não amenizam. O Índice Geral de - (IGP-M) mostrou nova aceleração em junho, eliminando por completo a percepção de que a poderia, enfim, ingressar em um período de acomodação. A subiu 1,98% este mês, ante alta de 1,61% em maio. Foi a maior para esse índice de desde fevereiro de 2003, quando subiu 2,28%.

Por causa da constatação de que a continua em uma trajetória ascendente - o que já havia sido mostrado pelo Índice de ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de junho, nesta semana -, e de que o e as commodities estão longe de dar um refresco, o começa a considerar que o BC vai ter de ajustar seu passo. Investidores já apostam em uma alta de 0,75 ponto porcentual na Selic nas próximas reuniões do ano, inclusive na de julho. “O mudou de patamar, porque enxerga uma nova piora no balanço de riscos”, afirma um operador.

Após abertura dos na de Mercadorias & Futuros (BM&F), o DI com vencimento em janeiro de 2010 avançava para 15,01% ao ano, de 14,98% ao ano ontem; o DI com vencimento em janeiro de 2009 subia de 13,30% ao ano para 13,32% ao ano.

Em um pregão instável, a de passou a registrar valorização em suas negociações. Por volta das 12h40, o indicador - referência para o mercado brasileiro - aponta um crescimento de 0,25%, aos 67.371 pontos.

Mais cedo, o indicador havia recuado em meio ao preço recorde do alcançado nas negociações em . Segundo analistas, o novo relatório Focus - que apontou uma maior expectativa de pelo - também influi no humor dos investidores.

Fechamento da semana

Na sexta-feira, em um pregão instável, a fechou em leve queda. O índice registrou baixa de 0,17%, terminando a semana aos 67.204 pontos.

Mais cedo, o índice chegou a subir 0,82%, atento à estréia das ações da OGX , que chegam ao Novo da sob o código OGXP3. A oferta movimentou de R$ 6,7 bilhões.

Efeito de OGX e Petrobras

Entretanto, apesar do sucesso do primeiro dia de negociações, a OGX não faz parte do e, portanto, não influencia o principal indicador do paulista.

As ações da Petrobras, que confirmou na quinta-feira mais um reservatório de leve na Bacia de Santos, ajudaram impedir uma queda maior do índice. A nova área fica no mesmo bloco BM-S-9 onde foi encontrado o reservatório Carioca. As ações da estatal subiram 1,5% no dia.G1

As ações brasileiras são negociadas com desvalorização nos primeiros desta segunda-feira, no início desta sessão na ( de ). Investidores e analistas continuam preocupados com a e a perspectiva de um aperto monetário (alta dos básicos de uma ) em nível mundial.

Na semana passada, alguns agentes financeiros começaram a operar sob perspectiva de uma possível alta dos americanos em 0,25 ponto percentual.

O , principal índice de ações da paulista, cede 0,91%, para os 66.594 pontos. Na sexta-feira, a fechou em baixa de 0,17%.

O dólar comercial é negociado a R$ 1,630 para venda, em retração de 0,36%. A de risco-país marca 187 pontos, número 1,63% superior à pontuação final da semana passada.

Na Ásia, as principais de Valores tiveram um momento de recuperação, após dias de quedas consecutivas, a exemplo de Xangai (0,2%) e Tóquio (2,72%). Na Europa, a de Londres perde 0,57%.

Entre as primeiras notícias do dia, o barril de já bate novo recorde, a US$ 138,60 na praça de , nos primeiros desta segunda-feira.

O boletim Focus, do Banco Central, revelou que os economistas do setor financeiro revisaram pela 12ª semana consecutiva suas projeções para a : o IPCA previsto para 2008 subiu de 5,55% para 5,80%. Eles também aumentaram suas apostas para a Selic, de 14% para 14,25%.

Na sexta-feira à noite, a Petrobras informou que sua produção média de e gás natural cresceu 7% em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado e 0,4% sobre abril. A produção ficou em 2.165.430 barris de óleo equivalente por dia (boe).

Os ao consumidor da zona do aumentaram mais que o esperado em maio, segundo dados revisados da Eurostat. Os nos 15 países da Europa que usam o subiram 0,6% sobre abril e 3,7% ante maio de 2007, impulsionados pelos maiores custos de combustível e alimentos. A ficou acima da estimativa inicial de 3,6%, divulgada no mês passado. Em abril, os subiram 0,3% sobre março e 3,3% na comparação anual.

Nos 12 meses até maio, os de combustível para transporte subiram 15,2%, enquanto o óleo para calefação saltou 47,5%, impulsionando a de em comparação anual para seu maior patamar desde junho de 1992.

O núcleo da , que exclui alimentos, energia, álcool e tabaco, subiu 0,3% no mês e 1,7% na comparação anual. As informações são da .

- O dólar fechou o dia mantendo o sinal negativo apresentado pouco após a abertura dos . O dólar chegou a subir ante o real no começo do dia, acompanhando o movimento da moeda norte-americana nos mercados internacionais, mas acabou cedendo com a percepção de fluxo positivo e com o bom comportamento das em .

Os dados da dos anunciados hoje mostraram altos das importações e um ritmo das do varejo norte-americano melhor que o esperado. Ambos indicadores corroboraram os temores com a e as de alta dos dos EUA, dando fôlego para a valorização do dólar ante as principais moedas estrangeiras. Aqui também houve pressão e o dólar comercial atingiu a máxima de R$ 1,648 no mercado interbancário de .

A escalada, no entanto, durou pouco. Mais uma vez, o fluxo de recursos positivo falou mais alto e levou as para baixo. Na mínima, a moeda norte-americana foi negociada a R$ 1,6325 na BM&F e a R$ 1,633 no interbancário.

No meio do tarde, o Banco Central interveio no de , com o anúncio do leilão de de dólares. A autoridade monetária pagou de corte de R$ 1,6341 no leilão. Segundo um operador, a autoridade monetária aceitou apenas uma proposta, entre as sete que tiveram suas taxas declaradas, de R$ 1,6341 na mínima à R$ 1,6365 na máxima. Doze instituições não informaram suas ofertas na operação.

A , ao final do período, foi de R$ 1,634 (-0,37%) no pregão da de Mercadorias & Futuros (BM&F) e de R$ 1,635 (-0,43%) no interbancário de .AE

SÃO PAULO, 11 de junho de 2008 - O dólar comercial fechou a sessão com queda de 0,30%, cotado a R$ 1,639 na e a R$ 1,641 na venda. Ao longo do dia, a moeda saiu na máxima de R$ 1,652 e na mínima de R$ 1,639.
No mercado futuro, os contratos de com vencimento em julho subiam 0,54%, a R$ 1,647, após 264,1 mil . Com base nos no interbancário, o estima que a Ptax (média das apurada pelo BC) tenha ficado em R$ 1,6428 na venda, com giro no interbancário de US$ 4,1 bilhões.
No paralelo, as trocas ocorreram entre R$ 1,73 e a R$ 1,83. No , o dólar saiu entre R$ 1,57 e R$ 1,73, enquanto o traveller check foi transacionado entre R$ 1,605 e R$ 1,715. No flanco externo, a de risco-País subia 0,53%, aos 189 pontos. (Simone e Silva Bernardino - InvestNews)

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