O Ministério da Defesa do Chile assina hoje de manhã, em São José dos Campos (), o contrato de compra de 12 aviões Supertucano, turboélices de treinamento e ataque leve fabricados pela Embraer. O negócio é estimado em cerca de US$ 120 milhões, envolvendo peças, componentes, documentação de manutenção e treinamento de pessoal. O governo chileno pediu que a solenidade fosse reservada.

Até ontem à noite, a presença do ministro da Defesa, José Goñi, não estava confirmada. As entregas começam ainda este ano. O lote será produzido na unidade de Gavião Peixoto, a 350 quilômetro (km) de São Paulo. Todos os aviões serão bipostos, e configurados para emprego na instrução avançada de pilotos - a Força Aérea do Chile é a mais bem equipada do continente, empregando supersônicos americanos F-16 de duas diferentes gerações. São 28 caças, dez dos quais do tipo Block 60, o mais moderno, e 18 mais antigos, comprados na Holanda e revitalizados.

Na América Latina, também o Equador confirmou a aquisição de 24 Supertucanos, embora ainda não tenha formalizado a encomenda, avaliada em US$ 250 milhões. A versão escolhida é semelhante à especificada pela Aeronáutica da Colômbia - que encomendou 25 aeronaves em 2005 e recebeu todas - com pesada carga eletrônica, destinada a missões de combate e capacitação. A transação foi anunciada pelo presidente Rafael Corrêa em 27 de abril, pouco mais de três semanas depois do ataque devastador da aviação da Colômbia, contra um centro de comando e controle da guerrilha das Farc que funcionava em território do Equador.AE

A mineradora Vale anunciará hoje, no Pará, um projeto de investimentos de US$ 5 bilhões até 2012 para a criação de um pólo siderúrgico no Estado. A maior parte dos aportes, de US$ 3,3 bilhões, será destinada para a construção de uma usina siderúrgica com capacidade de de 2,5 milhões de toneladas de aço ao ano, em Marabá (PA), que deve entrar em operação daqui a quatro ou cinco anos.

Ao contrário dos demais projetos da Vale no setor de siderurgia, este empreendimento será voltado para o mercado interno e incluirá não apenas a de aço bruto, mas itens como bobinas a quente, chapas grossas e tarugos.

A segunda fase do projeto da usina, que ainda está em estudo, poderá incluir investimentos adicionais de US$ 2 bilhões para atingir uma capacidade anual de 5 milhões de toneladas de aço, segundo o diretor do Departamento de Participações Siderúrgicas da Vale, James Pessoa. Ele afirmou que cerca de dois terços da será voltada para bobinas a quente e chapas grossas, e o restante para tarugos. “Criaremos uma base para atrair fabricantes de vagões, dormentes e tubos para a região”, disse.

Até o momento, a Vale não conta com um parceiro estratégico para desenvolver o projeto. “A Vale vai tornar este projeto realidade com a ajuda do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social). O ingresso de um sócio operador não é pré-condição”, disse. Todos os demais projetos da Vale neste setor foram constituídos em parceria com siderúrgicas estrangeiras que agregam valor às placas de aço produzidas pela usina no mercado externo. A ausência deste parceiro explica a destinação do material para o mercado interno no projeto do Pará. Mesmo assim, Pessoa destacou que a Vale poderá admitir um sócio no futuro.

A intenção de instalar a usina no Estado paraense foi manifestada pela Vale no início deste ano, mas sua efetivação dependia de investimentos do governo em logística. Segundo Pessoa, os governos federal e estadual estão realizando obras para a construção de uma hidrovia no Rio Tocantins e eclusas em Tucuruí.

Pacote de investimentos

O pacote de investimentos no Pará incluirá ainda US$ 898 milhões para a construção de uma usina térmica com potência instalada de 600 megawatts (MW) para abastecer os projetos de exploração mineral da Vale no Estado. Segundo Walter Cover, diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Vale, as licenças para a usina devem ser obtidas até o mês que vem.

Outros US$ 300 milhões serão direcionados para um projeto de recuperação da mata nativa na Amazônia, batizado de Vale Florestar. Deste montante, US$ 60 milhões serão investidos ainda em 2008. A meta do programa é atingir uma área de 300 mil hectares no Sudeste do Pará. Hoje, ele ocupa 50 mil hectares. Cerca de 40% das árvores plantadas serão voltadas para usos comerciais para dar viabilidade econômica ao programa, segundo o diretor do Departamento de Relações Institucionais e Sustentabilidade Regional América do Sul e Central da Vale, Guilherme Escalhão. Uma das parcerias foi fechada recentemente com a Suzano, que comprará madeira da Vale para abastecer sua nova a ser instalada no Maranhão.

O programa de investimentos da Vale no Pará contempla ainda US$ 10 milhões para a implantação de um centro de tecnologia em bauxita e alumina em Belém. A Vale controla a Alunorte e a Albras, produtoras de alumina e alumínio, respectivamente, em Barcarena. Outros US$ 7,6 milhões serão voltados para qualificação de profissionais. Destes, US$ 6,2 milhões serão destinados para a concessão de 400 bolsas de estudo de mestrado e doutorado e US$ 1,4 milhões para cursos profissionalizantes em mecânica, eletromecânica e química.

Os executivos destacaram que a Vale já havia anunciado investimentos de US$ 20 bilhões no Pará para o período entre 2008 e 2012, parte do plano de crescimento orgânico (ou seja, sem considerar aquisições) anunciado no ano passado, de US$ 59 bilhões. Segundo a Vale, a contrapartida dada pelo governo do Estado será em forma de licenciamentos e incentivos que ainda estão em negociação. (Natalia Gómez)

Informação é do blog TechCrunch: acordo para a aquisição do estaria em torno de US$ 200 milhões

Google está perto de fechar negócio para a compra do Digg e trazê-lo para o seu serviço de busca de notícias, o Google News. A informação é do blog TechCrunch, que atribui a notícia a fontes de informação, e informa que o acordo para a aquisição do estaria em torno de US$ 200 milhões.

Os em torno de Google- foram anunciados em março, mas foram negados pelo CEO da empresa, Jay Adelson. O site afirma ainda que a Microsoft, que havia manifestado interesse pela , deu um passo atrás na sua oferta. Grande parte da renda do tem origem em um acordo de três anos com a empresa de Bill Gates.

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