Jul
20
O velório da atriz Dercy Gonçalves, na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), será retomado nesta segunda-feira (21) a partir das 7h. Dercy foi velada neste domingo, das 10h às 19h.
Na segunda, às 9h, o corpo segue para a cidade natal da atriz, Santa Maria Madalena, região serrana do estado do Rio, onde ocorrerá outro velório, no Clube Montanhês, com banda de música e samba, a pedido da própria atriz.
O enterro está previsto para a terça-feira, ao meio-dia, no mausoléu da família.
O corpo da atriz chega a Santa Maria Madalena no dia da padroeira da cidade. “Ela vai chegar num dia de festa; a cidade está pronta para recebê-la ao som do samba da Viradouro de 1992, ano em que ela foi tema do enredo da escola”, diz Decimar Senra, filha de Dercy.
Aos 101 anos, Dercy Gonçalves morreu às 16h45 de sábado (19) no Hospital São Lucas, em Copacabana, Zona Sul do Rio. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, Dercy foi internada na madrugada do próprio sábado, com um quadro de pneumonia comunitária grave, que evoluiu para insuficiência respiratória.G1
Jul
15
O delegado que investiga a morte do administrador de empresas Luiz Carlos Soares da Costa, de 36 anos, José de Moraes Ferreira, disse hoje que o caso foi registrado como latrocínio (roubo seguido de morte) e tentativa de homicídio. Os dois crimes foram atribuídos ao suposto assaltante Jefferson dos Santos Leal, de 18 anos, que está internado no Hospital Geral de Bonsucesso, no Rio, onde se recupera de uma cirurgia no abdome, depois de ter sido atingido por um tiro.
Para Ferreira, a morte de Costa foi um “erro de execução”, que não existe como crime. Na opinião do delegado que investiga a morte dele, foi o roubo ao carro e o seqüestro relâmpago a que o administrador foi submetido que o levou à morte. “Por isso, foi registrado como latrocínio cometido pelo assaltante. A princípio, prevalece a versão dos policiais militares, mas vamos continuar apurando o caso”, disse.
Segundo Ferreira, pelo que se tem apurado do crime até o momento, os quatro policiais militares que atiraram contra o automóvel “em legítima defesa” não devem ser enquadrados em homicídio, mesmo tendo assassinado por engano a vítima do assalto. “Eles não sabiam que, no carro, havia um inocente. Os policiais militares revidaram depois de o assaltante, que dirigia o carro, atirar primeiro. Então, foi uma reação”, entendeu. Ferreira afirmou, no entanto que, depois de encaminhar o caso para o Ministério Público (MP), os promotores podem discordar dele e “até levar os PMs a júri”.
Cerca de 300 pessoas acompanharam hoje o enterro do administrador de empresas, no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju. Emocionada, Simone, mulher de Costa, foi amparada por parentes e amigos. O administrador, que também era pastor evangélico, foi enterrado ao som de hinos religiosos e gritos por justiça.AE
Jul
7
A Polícia Militar (PM) instaurou hoje um Inquérito Policial Militar (IPM) e determinou a prisão administrativa por 72 horas de um cabo e um soldado do 6º Batalhão de Polícia Militar (BPM) suspeitos de metralhar por engano o carro de uma família e matar o menino João Roberto Amorim Soares, de 3 anos, ontem, na Tijuca (bairro de classe média da zona norte do Rio). João Roberto voltava para casa com a mãe, a advogada Alessandra Soares, e o irmão Vinícius, de 9 meses, de uma festa. A morte cerebral de João Roberto foi confirmada hoje pela equipe médica que o atendeu no Hospital Copa D’ or. Alessandra teve ferimentos leves por estilhaços de bala e Vinícius nada sofreu.
Ontem, o cabo Elias Gonçalves da Costa Neto e um soldado que não teve o nome divulgado trafegavam em patrulhamento rotineiro na Rua Uruguai, quando avistaram cerca de quatro homens dentro de um Fiat Stilo preto em atitude suspeita. Minutos antes, Costa Neto e o soldado receberam um informe pelo rádio que relatava assaltos nas proximidades de onde estavam. Segundo o cabo afirmou em depoimento na delegacia, quando o carro da PM se aproximou do Fiat, o motorista acelerou em fuga e a perseguição foi iniciada. Em poucos minutos, os suspeitos entraram na Rua General Espírito Santo Cardoso, onde houve o tiroteio. A rua, onde fica a delegacia de polícia, é caminho para pelo menos três morros da região - do Cruz, do Borel e da Formiga.
A mãe do menino voltava para casa dirigindo o Fiat Palio Weekend grafite. Estava a menos de 50 metros da esquina do prédio onde mora, quando percebeu um carro da polícia em alta velocidade atrás. Em frente ao número 399 da mesma via, encostou o automóvel para dar passagem. O cabo e o soldado saíram do veículo, posicionaram-se atrás dele e dispararam com fuzil e pistola. Hoje, ainda havia cápsulas deflagradas num bueiro da rua.
Em depoimento na delegacia, Costa Neto e o soldado afirmaram que o carro de Alessandra ficou no meio do fogo cruzado porque os criminosos atiraram contra eles. No entanto, testemunhas ouvidas pela reportagem, que pediram para não ser identificadas por temer represálias, afirmam que os policiais se confundiram. Uma dona de casa que mora em frente ao local disse que a mãe de João Roberto chegou até a jogar pela janela do automóvel uma bolsa infantil na tentativa de chamar a atenção dos policiais.
Veículo
O veículo de Alessandra, estacionado na mesma rua, foi perfurado por um tiro. A advogado disse que os policiais só pararam de atirar quando ela saiu do carro, gritando que eles tinham matado um dos filhos. Segundo Alessandra, quando os policiais se deram conta que haviam disparado contra o automóvel, começaram a gritar, pegaram João Roberto e a mãe, puseram correndo na viatura e levaram para o Hospital do Andaraí, onde eles receberam o primeiro atendimento.
Uma professora de 58 anos que também mora em frente ao local disse que viu quando um dos PMs colocou as mãos na cabeça, como um sinal de preocupação e desespero. Para ela, está claro que os policiais se confundiram porque o veículo tem película automotiva, o que impedia que vissem quem estava dentro dele. A professora disse que viu tudo e que os policiais dispararam muitos tiros contra o carro da advogada. O carro dos supostos criminosos, o Fiat preto, havia deixado o local e tinha até batido em dois que estavam parados na rua. A professora disse que viu quando um dos policiais pegou o bebê de dentro do carro e entregou a um morador. Depois, retirou João Roberto, ensangüentado (dos tiros na cabeça e no glúteo) do automóvel, pegou a mãe e levou para o hospital.
O morador que cuidou do bebê, um cabeleireiro de 57 anos, disse que Vinícius não parecia assustado, nem estava ferido. Ele declarou que limpou a cabeça da criança, que tinha muitos cacos de vidro das janelas perfurada, e ficou com ele em frente ao prédio onde mora até o pai do menino surgir correndo e berrando pela rua perguntando onde estava o filho.
A região, segundo os moradores, é muito perigosa. Emocionado pela morte de João Roberto, o segurança do prédio onde mora a família disse que não são raros os roubos de veículos, bicicletas e pedestres. Ele afirmou que ouvir tiros dos morros próximos é rotina e que ali, apesar de ser um local com muitas casas e vilas, ninguém fica na rua à noite.AE
Jun
16
RIO - O delegado Ricardo Dominguez, titular da 4ª DP (Central do Brasil), disse pediria, ainda na noite deste domingo(15), a prisão temporária de 11 militares do Exército. Eles são acusados de terem entregue três moradores do Morro da Providência a traficantes do Morro da Mineira, no Catumbi, controlado por uma facção rival do tráfico de drogas.
Os corpos dos três moradores foram encontrados neste domingo no Aterro Sanitário de Gramacho, em Duque de Caxias, com diversas marcas de tiros.
De acordo com o delegado, todos os 11 militares - entre eles um oficial, três sargentos e sete soldados - serão indiciados por triplo homicídio. Em depoimento, alguns dos militares teriam confessado o crime. Ainda segundo o delegado, neste momento os 11 militares estão presos administrativamente no Comando Militar do Leste (CML).
Funcionários do Instituto Médico-Legal (IML) de Duque de Caxias informaram que os corpos dos três jovens foram examinados e liberados. Eles serão transferidos na manhã de segunda-feira para o Cemitério São João Batista, em Botafogo, onde serão enterrados. Ainda não há horário marcado para os sepultamentos e não se sabe se os corpos serão velados.
Morador confirma participação de militares
Um morador da área da Mineira, localizado pelo GLOBO, mas que pediu anonimato, contou em detalhes a ação em que militares do Exército teriam entregado, anteontem, três jovens do Morro da Providência a traficantes da favela do Catumbi. Segundo a testemunha, cerca de dez soldados fardados e armados com fuzis, como se estivessem em serviço, chegaram com os rapazes a um dos acessos da Mineira, num caminhão do Exército.
Logo em seguida, os soldados teriam dado ordens para os três descerem do veículo. Pelo menos seis militares acompanharam calmamente os jovens até um grupo de traficantes, que já aguardava numa das entradas da favela onde haveria uma boca-de-fumo. De acordo com o morador, foram 15 minutos de terror, que começou às 11h:
O morador afirma ainda que um dos rapazes tentou fazer uma ligação por celular, mas foi impedido por um dos traficantes, que exigiu o aparelho e outros pertences, como um cordão. Um outro jovem também tentou fugir, mas foi rapidamente dominada e levado com os outros para o alto da favela, aos gritos de que iam matá-lo. Por volta das 11h, a denúncia chegou à polícia, mas só às 17h um blindado foi visto circulando na comunidade. Oglobo
Jun
12
White Martins abre 30 vagas para engenheiros
Amazonas, Concursos, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo | 1 Comment
A White Martins, empresa que atua no mercado de gases industriais e medicinais, abriu inscrições para 30 vagas de engenheiros, preferencialmente para as especialidades de mecânica, elétrica e química. As vagas são para o Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Recife, Salvador e Manaus.
Os selecionados atuarão nas áreas de engenharia, negócios ou de manutenção. Para as vagas de gerente de negócios, além da formação em engenharia, os profissionais devem ter perfil comercial. Todos os candidatos devem ter conhecimentos em informática e inglês. As inscrições podem ser feitas pelo site da empresa, no endereço www.whitemartins.com.br, no link Recursos Humanos / Trabalhe Conosco.
Jun
9
Rio - A grife Têca abriu o terceiro dia de desfile do Fashion Rio com uma coleção alegre e colorida. Inspirada no livro “Mulheres Vestidas de Sol“, de Ariano Suassuna, a estilista Helô Rocha abusou do comprimento bem curto e da cintura no lugar. “Busquei referência nos lugares ensolarados, como Guatemala e Índia, para vestir uma mulher sensual, feminina, que gosta de cores”, disse a estilista. Os 26 looks foram compostos ora de vestidos justos, tipo tubinho, ora soltinhos, com a cintura marcada por um fino cinto de couro, saias justas ou godês, shorts, bermudas e coletes.
O linho foi o tecido-chave da coleção. Helô também apostou nos bordados em linha e richelieu. Destaque para a estampa de xadrez tipo madras, que apareceu em coletes, saias e vestidos. A cenografia de Aldanisa Sá foi composta por esteiras de palha e o material rústico também estava presente nos brindes, uma simpática ventarola. O único senão foi que a esteira fez algumas modelos tropeçarem.AE
Jun
8
Uma criança de dois anos morreu neste sábado(7) após um muro desabar sobre ele no Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, em São Cristóvão, na zona norte do Rio de Janeiro. O acidente ocorreu em um dos restaurantes da feira. A criança ainda chegou a ser levada para o Hospital Souza Aguiar, mas não resistiu aos ferimentos.
O muro de alvenaria que atingiu o menino servia como divisória entre as barracas do evento. Mas a associação dos feirantes da região alega que a mureta não fazia parte da área comum do centro. A família da criança participava de um evento em comemoração às festas juninas. Em luto, os organizadores da feira decidiram cancelar a programação que aconteceria pelo resto do dia.
Desde 2003, a tradicional feira passou a funcionar no pavilhão do Campo de São Cristóvão, que foi reformado pela prefeitura do Rio e transformado em Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas. Atualmente existem 700 barracas fixas na feira. A polícia informou que irá investigar o caso.AE
Jun
7
Rio de Janeiro - O 4º Feirão Caixa da Casa Própria, que começou no último dia 5 no Rio de Janeiro, deve atrair, até o fim do dia de hoje (7), mais de 40 mil pessoas. A previsão é do superintendente regional da Caixa Econômica Federal no estado do Rio de Janeiro, José Domingos Vargas. Segundo ele, nos dois últimos dias, a feira de imóveis foi visitada por cerca de 39,3 mil pessoas.
O superintendente da Caixa disse ainda que na edição deste ano do feirão, a meta é fechar 7,3 mil operações, com financiamento de R$ 600 milhões. No ano passado, a Caixa efetuou 5,5 mil negócios, no valor total de R$ 500 milhões.
O 4º Feirão Caixa da Casa Própria está oferecendo financiamento de 55 mil imóveis para todas as faixas de renda, englobando imóveis novos, usados e na planta. De acordo com o superintendente, este ano o número de imóveis na planta e novos cresceu: “eles representam 42% do número de unidades em oferta. Nos anos anteriores, era em torno de 21%”.
Nesta edição do feirão, a Caixa está, pela primeira vez, financiando até 100% do valor dos imóveis, inclusive para imóveis usados. José Domingos Vargas afirma que a medida contribui para que mais pessoas tenham acesso ao financiamento da Caixa. Ele destacou que muitas operações que estão sendo fechadas oferecem prestações decrescentes e inferiores ao valor do aluguel pago atualmente pelos novos mutuários.
O prazo máximo de financiamento da Caixa é de até 30 anos. As taxas de juros variam de 5,5% a 11% ao ano, mais a Taxa de Referência.
Vargas revelou que a maior procura tem sido principalmente por parte de casais jovens, em especial noivos procurando imóveis na planta, na faixa dos 25 a 35 anos. Há também pais que trazem os filhos para adquirir seu primeiro imóvel, seja para emancipação na questão da moradia seja para investimento.
Os interessados podem se dirigir ao pavilhão de exposições do Riocentro, na zona oeste da cidade, até amanhã (8) às 18 horas, quando o feirão será encerrado. A Caixa tem uma equipe de plantão para informações e esclarecimentos pelo telefone 0800 726 0101 ou pelo site, onde podem ser feitas simulações de prestações.
Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil
Jun
6
O Tribunal de Justiça condenou, nesta sexta-feira (6), a Light, companhia responsável pelo fornecimento de energia elétrica no Rio, a pagar uma indenização de R$ 8 mil a uma consumidora. Segundo o TJ-RJ, a mulher estava em dia com suas contas, mas teve o serviço de fornecimento de energia suspenso pela empresa sem notificação.
A Light, por sua vez, alegou que a suspensão se deu em razão de um débito pendente que era decorrente de uma irregularidade constatada no relógio medidor da usuária.
De acordo com o TJ-RJ, a consumidora teve sua energia cortada em maio de 2005, embora não estivesse inadimplente. Ela acabou ficando dois dias sem o serviço.
“É certo que os serviços considerados essenciais e contínuos estão sujeitos à interrupção no caso de descumprimento da obrigação contratual por parte do consumidor. Entretanto, esta não é a hipótese dos autos”, afirmou o desembargador Carlos Eduardo da Fonseca Passos, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, na decisão.
O desembargador disse ainda que, na época da autuação lesiva da concessionária, não havia débito da cliente capaz de justificar a suspensão do serviço, conforme demonstra sua conta, que não acusa valores em aberto. Além disso, a suspensão do serviço não foi precedida de notificação.
“A interrupção ocasiona sérios transtornos ao consumidor, que se vê privado da prática de atividades cotidianas, além da pecha de inadimplente”, ressaltou o desembargador, que diminuiu o valor da verba indenizatória de R$ 15 mil, que havia sido definida na sentença, para R$ 8 mil.G1
Jun
4
Rio - Um balão caiu ontem de madrugada dentro de um apartamento em Copacabana e feriu uma mulher. A massoterapeuta Flávia Regina Nunes Pedro Brandão, 34, sofreu queimaduras nas mãos e na barriga enquanto dormia. A cangalha com fogos explodiu sobre ela. O balão de 1,20 metro ficou preso à janela de Flávia e pegou fogo, no 10º andar do prédio 441 da Avenida Nossa Senhora de Copacabana.
O marido, os três filhos e a sobrinha da massoterapeuta não se feriram e conseguiram apagar as chamas antes da chegada dos bombeiros, às 5h, impedindo um acidente ainda mais grave. A explosão pôde ser ouvida num raio de 500 metros. Assustados, vizinhos pensaram se tratar de confronto entre traficantes de favelas da região.
“Acordamos com aquele estrondo e vi minha mãe ensangüentada. A sorte é que meu pai apagou o fogo com a toalha, senão poderíamos estar todos muito feridos, sobretudo meu irmão de 5 anos”, lembrou a estudante Fernanda Nunes Brandão, 16.
BALÃO MAL TERIA SUBIDO
A massoterapeuta foi levada por policiais do 19º BPM (Copacabana) para o Hospital Miguel Couto, no Leblon. De lá, ela seguiu para uma clínica particular na Tijuca. “Estou com muita dor. É um crime. Você está em casa, um local que você acha ser seguro, e acorda de noite com uma bomba explodindo em você”, disse Flávia, que está com dificuldades para ouvir devido à explosão.
Bombeiros de Copacabana encontraram o balão preso a um ar-condicionado no 9º andar. Ele era pesado e deve ter caído logo após ser posto no ar. “Devem ter soltado de algum prédio aqui. É um absurdo. Os responsáveis têm ser presos”, afirmou a cunhada da vítima, a também massoterapeuta Danuse Rosa de Lima, 35.
Policiais da 12ª DP (Copa) tentam achar quem o soltou. Culpados responderão por crime ambiental, lesão corporal culposa e incêndio sem intenção e podem e pegar até seis anos de prisão.
QUEDA EM VIADUTO QUASE PROVOCA TRAGÉDIA
Os balões representam perigo até no trânsito. Dia 25, um modelo grande caiu sobre o viaduto que liga a Rua Pinheiro Machado ao Túnel Santa Bárbara, em Laranjeiras, e quase provocou uma tragédia. “Dois jovens pararam o carro onde estavam e atravessaram a pista correndo para pegar o balão. Quase foram atropelados por um ônibus”, relembra o analista de sistemas Paulo César Bastos, 48 anos, que fotografou a cena da janela de seu apartamento. “Aos domingos, isso é comum por aqui”, conta.
Bombeiros mantêm seu avião de combate em alerta nos fins de semana para impedir que balões caiam nas matas, como aconteceu semana passada no Morro Dois Irmãos. O Disque-Denúncia (2253-1177) recebeu em maio 120 queixas sobre baloeiros. No período, 56 balões foram apreendidos. Informações que levarem a apreensão ou prisão poderão valer até R$ 1 mil. Balões já causaram 500 dos cerca de 2.000 incêndios em vegetação só este ano.