No dia 29 de Maio é celebrado a Ascensão até o topo do .

A primeira ascensão até o topo foi feita pela expedição anglo-neozelandesa em 1953, dirigida por John Hunt. O pico foi alcançado em 29 de Maio por Edmund Hillary e Tenzing Norgay.

O Everest (ou Evereste) é a mais alta do . Está localizado na cordilheira do Himalaia. Situa-se na fronteira entre o e o (China). Em ês, o pico é chamado de Sagarmatha (rosto do céu), e em tibetano Chomolangma ou Qomolangma (mãe do universo).

Mallory e Irvine

Desde 1921, diversas tentativas de escalada foram feitas. Em 6 de Junho de 1924, George Mallory e Andrew Irvine, ambos britânicos, fizeram uma tentativa de ascensão da qual jamais retornaram. Não se sabe se atingiram o pico e morreram na descida, ou se não chegaram até ele, já que o corpo de Mallory, encontrado em 1999, estava com objetos pessoais, mas sem a foto da esposa, que ele prometera deixar no pico.

A primeira ascensão até o topo foi feita pela expedição anglo-neozelandesa em 1953, dirigida por John Hunt. O pico foi alcançado em 29 de Maio por Edmund Hillary e Tenzing Norgay, data esta que denominou-se como “Ascensão até o topo do

Em 16 de Maio de 1975, Junko Tabei tornou-se a primeira mulher a alcançar o topo do Everest. A primeira ascensão sem oxigênio foi feita por Reinhold Messner e Peter Habeler em 1978. Em 1980, Reinhold Messner efetua a primeira ascensão solitária. Em 25 de Maio de 2001 Erik Weihenmayer tornou-se o primeiro alpinista cego a atingir o topo.

Com novos aparelhos de medição, cientistas descobrem que o Everest cresceu e se move

Vinte satélites a postos, dezenas de sensores eletrônicos e câmaras à disposição de seis pesquisadores para ajudar a responder à questão: qual a altura real do mais alto ponto da Terra? A compilação dos dados recolhidos pela Expedição Milênio no , no , durou seis meses.

Os equipamentos sofisticados utilizados desta vez permitiram descobrir que o teto do tem 2 metros a mais do que a altitude medida por geógrafos indianos em 1954 e utilizada oficialmente desde então. Os alpinistas que se aventurarem agora no Everest enfrentarão uma escalada de 8850 metros até o cume.

Além de descobrir o aumento na altura, a missão chefiada pelo cientista Bradford Washburn, um veterano de 89 anos, produziu uma revelação surpreendente. A gigantesca formação rochosa move-se 6 centímetros por ano no sentido nordeste. Parece incrível pensar que o Everest, maior do que se imaginava, está se movendo. É isso mesmo.
“Nada é fixo naquela região”, explica o professor Vladimir Shukowsky, do Instituto Astronômico e Geofísico da Universidade de , USP. “A cresce e avança porque uma falha nas placas tectônicas puxa vagarosamente a Índia em direção ao e à China.”

Três outras missões de pesquisadores escalaram o Everest desde 1995 financiados pela Expedição Milênio. Os cientistas posicionaram equipamentos de medição em pontos-chave da para coletar informações que foram transmitidas à frota de satélites do sistema de posicionamento global, GPS. Essa tarefa durou meses até que os primeiros números fossem compilados.

O resultado da expedição subverte toda a geografia daqui para a frente. A National Geographic Society, dona de conceituadíssimo departamento cartográfico, informou que revisará todos os novos mapas e globos por causa do que foi descoberto pela equipe de Bradford Washburn.

“Foi a mais sofisticada análise sobre a altura do ponto mais alto da Terra”, avalia Allen Carroll, cartógrafo-chefe da Geographic. Uma pesquisa semelhante à do Everest foi realizada recentemente no norte da Tanzânia, na África. O GPS ajudou a mensurar a altura real do topo do Kilimanjaro, a maior africana. Sabe-se agora que ela mede 5891 metros, cerca de 3 a menos do que a altura oficial.

O Kilimanjaro não se moveu ou encolheu. Havia um erro de medição. Pelo que se sabe, só o Everest se move. Enquanto continuar a acomodação das placas tectônicas, dificilmente o pico do estará estável. “Neste momento o Everest já pode ser um pouco mais alto e ligeiramente mais a nordeste em relação à posição determinada agora”, diz Bradford Washburn.Veja

A Índia registrou o recorde de 5 milhões de visitas turísticas em 2007, o que representa um aumento de mais de 12% em relação ao ano anterior, segundo estimativas do Ministério do .

O aumento do número de turistas se traduziu em um aumento da arrecadação no setor de divisas estrangeiras, que totalizaram US$ 11,96 bilhões em 2007, um aumento de 33,8% se comparado ao ano anterior.

Uma fonte do ministério disse à Agência Efe que por enquanto não se conhece a quantidade exata de turistas que visitaram o país.

O Ministério do vinculou o aumento das visitas turísticas à imagem positiva que o país adquiriu com a campanha de promoção “Incredible India”, através da qual foram realizados vários e alguns monumentos foram restaurados.

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