O líder do movimento que varreu o no último ano ao encorajar os usuários da Web a compartilharem porções de suas vidas com amigos seletos falou na quarta-feira sobre espalhar seus serviços por toda a Web e chegou a se desculpar por excessos passados.

Mark Zuckerberg, 24, explicou a uma platéia de mil executivos do setor, programadores de software e jornalistas –e a seu pai e mãe– como os recursos oferecidos pelo site da estarão disponíveis em outros sites.

O “ Connect” transformará a rede social fechada do site em um fenômeno que atingirá toda a Web, sob o qual produtores de software, com autorização dos usuários, poderão usar dados sobre os membros da rede em seus sites, afirmou o executivo.

“O Connect é a nossa versão do para o resto da Web”, disse Zuckerberg durante a segunda conferência anual da .

O , criado em 2004 como site social para os alunos da Harvard University, tem hoje 90 milhões de membros, ante 24 milhões pouco mais de um ano atrás, o que o levou a superar o rival MySpace e a se tornar a maior rede social do .

A atraiu 400 mil programadores, que criaram software para o site, desde que o abriu à colaboração externa, em maio de 2007. Agora, o permite que os programadores criem software em sites afiliados, para celulares ou para serviços que se dirigem a aplicativos de computador como o sistema Outlook, da Microsoft.

Nos próximos meses, a permitirá que os programadores que criam software para o produzam simultaneamente versões para o iPhone, da Apple .

“À medida que o tempo passa, o movimento será menos sobre o e a plataforma que criamos e mais sobre as aplicações que outras pessoas construíram”, disse Zuckerberg. “Este ano, vamos nos esforçar por promover paridade entre os aplicativos para o e para outros sites.”

Ao fazê-lo, o site está se posicionando para desempenhar papel semelhante àquele que a Microsoft por muito tempo exerceu junto aos programadores, com seu sistema operacional Windows.

Comentários

Comentar



Clicky Web Analytics