A de começa a semana com um pregão morno, em um dia em que a agenda de indicadores é fraca e não há anúncios de balanços trimestrais com força o suficiente para abalar os mercados.

Pela manhã, há divulgação do relatório Focus, com a perspectiva de 100 instituições financeiras para diversos indicadores econômicos. “O mercado deve continuar monitorando a expectativa para a inflação, mas não deve ter grandes surpresas. A Bolsa já trabalha com um juro de 15% ao ano até o final de 2008 e com uma alta de 0,75% na próxima reunião do Banco Central”, avalia a chefe de análise da corretora SLW, Kelly Trentin.

“As notas sobre conta corrente e sobre o Investimento Estrangeiro Direto (IED) deverão ser mais importantes, mas os mercados só serão influenciados negativamente se os números vierem muito abaixo do esperado”, explica Trentin.

As transações correntes, que mostra o saldo das operações de troca ou empréstimo do e os demais países do , pode ter déficit de US$ 829 milhões. Já o IED deve registrar o ingresso de US$ 3 bilhões em junho, segundo projeções da MCM Consultores Associados.

A agenda de divulgações de balanços também não trás resultados com força o suficiente para mexer com os mercados. No local, apenas a Perdigão divulga os números. Nos EUA, não há nenhum anúncio relevante.

“Dados de maior importância, como a taxa de desemprego nos Estados Unidos e a ata do Copom, saem mais para o fim da semana, a partir de quinta-feira”, aponta. Com a agenda fraca desta segunda-feira, a Bolsa tem espaço para se recuperar das quedas dos últimos dias. Somente nos dois últimos dias da semana, o Ibovespa – principal índice de ações da Bolsa – recuou 3,75%.AE

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