Após o dólar atingir a cotação máxima do dia ante o , que caiu até US$ 1,4770 pouco depois das 13 horas, reagindo à contração do PIB europeu no segundo trimestre e à queda do petróleo, a moeda norte-americana no mercado à vista ficou mais pressionada e renovou por volta das 15 horas as cotações máximas da sessão.

Há instantes, o pronto voltou à máxima de R$ 1,625 (+0,62%) no comercial, já registrada anteriormente às 15h01. Há instantes, a moeda à vista era cotada a R$ 1,624, alta de 0,56%. Já o reduzia a queda para 0,56%, a US$ 1,48,15.

Essa correção do dólar à vista está sendo feita com um forte volume de negócios, que reflete um aumento de posições defensivas dos investidores e o fluxo cambial negativo. Há pouco, o giro financeiro total à vista somava cerca de US$ 5,8 bilhões, valor 42% maior do que todo o volume movimentado ontem, de US$ 4,070 bilhões.

“O dólar spot acompanha a correção externa da moeda ante o , que se amparou na queda de 0,2% do PIB do segundo trimestre da zona do ante o primeiro trimestre, e nas perdas de mais de 2% do petróleo“, disse um operador. Às 15h20, o petróleo para setembro em Nova York caía 2,24%, a US$ 113,40 por barril.

Ao mesmo tempo em que os sinais de recessão na zona do reforçaram as avaliações de que os juros na região tendem a permanecer estáveis, o índice de inflação ao consumidor nos EUA em julho (CPI) veio acima do esperado hoje, provocando aumento das apostas futuras em elevação da taxa dos Fed Funds em outubro, observou a fonte. As informações são da Dow Jones.AE

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