Brasília - A BBC reproduz hoje (23) trechos de matérias publicadas no o jornal americano Wall Street Journal e na revista semanal britânica The Economist nesta semana sobre a nova descoberta de na Bacia de . Segundo o jornal americano, o anúncio feito na última quarta-feira (21), “esquenta especulações” sobre a a ascensão brasileira ao grupo dos grandes exportadores globais. a revista britânica traz artigo segundo o qual  o é uma “superpotência econômica” e que possivelmente se tornará uma potência de .

De acordo com a BBC , “a descoberta é a última em uma série de ações bem sucedidas da [Petrobras], aumentando as esperanças de que o será a grande novidade em global”. A agência cita trecho da publicação norte-americana, segundo o qual com o preço do batendo novos recordes, grandes descobertas no iriam aumentar o otimismo da indústria energética de que o país poderia suprir suficiente para manter o ritmo da crescente demanda.

As descobertas, de acordo com a BBC , seriam especialmente bem-vindas nos Estados Unidos, garantindo uma nova fonte de em seu hemisfério. A agência cita o jornal americano, segundo o qual “o foco de atenção é a Bacia de , uma série de campos de potenciais enterrados sob milhas de águas oceânicas, terra e uma teimosa camada de sal. A perfuração exploratória em diferentes campos produziu bastante similar, alimentando uma excitante nova teoria: de que a bacia pode ser um contínuo mega-depósito de ”.

A BBC informa que o Wall Street Journal alerta para o otimismo exagerado, visto que “a exploração e a extração de em águas super-profundas são uma empreitada cara e arriscada”. Mesmo com os riscos, diz o jornal americano, os investidores não estão esperando para apostar neste potencial. “A fatia da Petrobras negociada publicamente aumentou tanto este ano que o valor de mercado da companhia ultrapassou o de empresas de nomes conhecidos, como a General Electric e a Microsoft“, afirma o jornal.

A agência pública de notícias inglesa dá destaque a afirmação do editorial “Uma superpotência econômica, e agora com também”, da revista The Economist, segundo o qual “há motivos para se acreditar que a potência econômica da América do Sul de 190 milhões de habitantes está começando a fazer a diferença no ”.

A revista, segundo a BBC , diz que a comparação do crescimento do com a forte expansão chinesa é “enganosa”, já que a China é um país mais pobre. “É muito mais difícil para um país de média renda, como o , crescer neste ritmo”, diz a revista.
Ivan Richard
Da Agência

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