Lisboa - A Energias de (EDP) discute com a argelina Sonatrach e com parceiros brasileiros a viabilidade da construção de terminais de gás natural liquefeito no para operacionalizar a construção de centrais de ciclo combinado, afirmou o presidente da portuguesa nesta quinta-feira (08).

António Mexia afirmou, durante a apresentação dos resultados trimestrais, que o precisa de mais produção elétrica e que, para além da hídrica e do vento, “as centrais de ciclo combinado têm um papel essencial”.

“Estamos a estudar o modo de lá fazer chegar o gás natural e a avaliar a possibilidade de participar em projetos de construção de terminais de gás natural liquefeito”, afirmou aos jornalistas após a conferência de imprensa.

António Mexia revelou ainda que a EDP negocia com a Petrobras “o gás natural que têm disponível”, mas que é necessário também “levar gás de fora”. “Até ao final do ano teremos novidades”, adiantou.

O responsável já tinha afirmado anteriormente que a parceria com a Sonatrach para a Península Ibérica poderia estender-se a outras locais.

A EDP adiantou hoje que tem em estudo no projetos em várias tecnologias (hídrica, ciclo combinado, biomassa e eólica) correspondentes a uma capacidade de 4.000 megawatts.

Em relação à parceria com a International Petroleum Investment Company (IPIC), de Abu Dhabi, António Mexia adiantou que tem sido identificados “projetos onde podemos investir em conjunto”. “É qualquer coisa que nos abre boas perspectivas”, afirmou.

Quanto aos leilões para as barragens em e a possíveis parcerias, António Mexia afirmou que a EDP está neste momento a realizar os “estudos de viabilidade econômica e técnica” e que somente depois serão ou não definidas as parcerias.
AG. Lusa
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