A da Colômbia disse que já está em contato com o grupo rebelde Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia () em uma tentativa de garantir a libertação de mais reféns em poder dos guerrilheiros.

O presidente da Conferência Episcopal da Colômbia (CEC), Luis Augusto Castro, disse que está mantendo contatos “discretos” com os rebeldes para que eles concordem com uma visita de representantes da Cruz Vermelha a mais de 40 reféns, incluindo a ex-candidata a presidente Ingrid Betancourt.

O governo oferece às um encontro em uma zona neutra para discutir o acordo para a libertação.

Segundo as autoridades colombianas, o local teria cerca de 150 quilômetros quadrados, de preferência em área rural pouco povoada e sem postos militares ou policiais.

Reféns libertadas

Na segunda-feira, o presidente Álvaro se reuniu, ao lado do alto comissário para Paz da Presidência, Luis Carlos Restrepo, e de outros representantes do governo, com as reféns libertadas Consuelo González e Clara Rojas.

Durante a reunião, eles discutiram possíveis locais para o encontro com as .

Restrepo sugeriu ainda que o lugar pode ser decidido em um encontro com o “chanceler” das , Rodrigo Granda.

As libertaram as duas reféns na semana passada. A ex-parlamentar Consuelo González apresentou cartas de alguns dos reféns que deixou para trás, no cativeiro, e que revelam o sofrimento físico e mental deles.

Desde o final de 2006, quando decidiu encerrar a mediação do presidente venezuelano Hugo Chávez com as , autorizou a do país a entrar em contato com o grupo guerrilheiro.

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