O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu hoje que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) libertem a colombiana Ingrid Betancourt - que também tem nacionalidade francesa -, e disse estar disposto a ir pessoalmente buscá-la, se fosse a condição exigida pela guerrilha.

Sarkozy fez este pedido às a partir da África do Sul, onde realiza uma visita oficial, um dia depois de dois ex-parlamentares colombianos, libertados nesta quarta-feira pela guerrilha, afirmarem que Betancourt está “muito mal”.

São testemunhos “arrasadores” sobre “uma crueldade e uma barbárie”, afirmou o chefe de Estado francês, cujas declarações foram retransmitidas por emissoras em Paris.

“As têm que saber e entender que o martírio que impõem a Ingrid Betancourt é um martírio que infligem à França“, disse.

Ao solicitar que a guerrilha liberte Betancourt sem demora, Sarkozy disse que é “uma questão de vida ou morte”, “uma questão de urgência humanitária”.

“Não podem deixar esta mulher morrer”, disse Sarkozy.

Acrescentou que, “como deseja” o presidente venezuelano, Hugo Chávez, está “disposto a ir pessoalmente à fronteira da Venezuela com a Colômbia buscar Ingrid Betancourt, se fosse uma condição imposta pelas ”.

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