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O chefe de polícia da Colômbia, Oscar Naranjo, disse hoje que outros documentos recuperados de um laptop de um líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) mostram que os rebeldes, aparentemente, estavam interessados em comprar urânio.
“Quando eles mencionam negociações por 50 quilos de urânio, isto significa que as Farc estão dando grandes passos no mundo do terrorismo para se tornarem um agressor global. Não estamos falando de guerrilha doméstica, mas de terrorismo transnacional”, disse, sem dar mais detalhes.
Essas e outras supostas ligações entre as Farc e os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e do Equador, Rafael Correa, foram repudiados pelos respectivos governos. “Estamos acostumados as mentiras do governo colombiano”, disse o vice-presidente da Venezuela, Ramon Carrizalez, rejeitando as acusações de financiamento para os rebeldes.
“Tudo que eles disserem não tem importância. Eles podem inventar qualquer coisa agora para tentarem escapar daquela violação do território equatoriano que eles cometeram”, acrescentou.
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