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	<title>Plantas medicinais</title>
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	<pubDate>Fri, 09 May 2008 04:46:41 +0000</pubDate>
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		<title>Espinafre é bom para aumentar os músculos, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 04:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernand</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde em foco]]></category>

		<category><![CDATA[capacidade cerebral]]></category>

		<category><![CDATA[espinafre]]></category>

		<category><![CDATA[musculos]]></category>

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		<description><![CDATA[A tese, defendida nos desenhos animados do marinheiro Popeye, foi testada em laboratórios por especialistas da Universidade                   de Rutgers, em Nova Jersey.
Os cientistas extraíram esteróides encontrados nas folhas da verdura e avaliaram sua ação quando em contato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="storytext">A tese, defendida nos desenhos animados do marinheiro Popeye, foi testada em laboratórios por especialistas da Universidade                   de Rutgers, em Nova Jersey.</p>
<p class="storytext">Os cientistas extraíram esteróides encontrados nas folhas da verdura e avaliaram sua ação quando em contato com amostras de                   tecido muscular humano.</p>
<p class="storytext"><!-- end_story -->Eles perceberam que os esteróides aumentaram a velocidade do crescimento dos músculos em até 20%.</p>
<p class="storytext">Os especialistas acreditam que o esteróide age diretamente sobre proteínas, transformando-as em massa muscular.</p>
<p class="storytext">O estudo, publicado pela <em>New Scientist</em>, repetiu os testes com ratos e observou que o efeito foi o mesmo.</p>
<p class="storytext">Os pesquisadores afirmaram, no entanto, que quem deseja contar com a ajuda do espinafre para ficar mais forte deve comer pelo                   menos 1 quilo da verdura diariamente.</p>
<p class="storytext">Estudos anteriores sugerem que o espinafre pode ajudar pessoas com excesso de peso a emagrecer, ao diminuir a velocidade da                   digestão de gordura e prolongar a sensação de saciedade.</p>
<p>Outras pesquisas também já mostraram que a verdura pode aumentar a capacidade cerebral ao manter a mente aberta.BBC</p>
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		<title>Cavalinha</title>
		<link>http://ultimas-noticias.org/plantas-medicinais/cavalinha-equisetum-ssp/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 03:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernand</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Depurativas]]></category>

		<category><![CDATA[Diuréticas]]></category>

		<category><![CDATA[afecções da bexiga]]></category>

		<category><![CDATA[anti-hemorrágica]]></category>

		<category><![CDATA[antiinflamatória]]></category>

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		<category><![CDATA[desintoxicação]]></category>

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		<category><![CDATA[febre puerperal]]></category>

		<category><![CDATA[hemorragia uterina]]></category>

		<category><![CDATA[Menstruação dolorosa]]></category>

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		<category><![CDATA[pulmão]]></category>

		<category><![CDATA[úlcera gastroduodenal]]></category>

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		<description><![CDATA[Cavalinha

A Cavalinha é uma excelente planta indicada para períodos de desintoxicação e emagrecimento .
É depurativa, emenagoga, diurética, antiinflamatória e anti-hemorrágica .
A cavalinha é uma planta perene. Não possui flores e, conseqüentemente, nem sementes; algumas espécies possuem folhas verticiladas, mas reduzidas a tamanho insignificante.
Uso Medicinal

Menstruação dolorosa ou excessiva, hemorragia uterina , febre puerperal (relativa ao parto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Cavalinha<br />
</strong></span><br />
A Cavalinha é uma excelente planta indicada para períodos de desintoxicação e emagrecimento .<br />
É depurativa, emenagoga, diurética, antiinflamatória e anti-hemorrágica .</p>
<p>A cavalinha é uma planta <span class="mw-redirect">perene</span>. Não possui flores e, conseqüentemente, nem sementes; algumas espécies possuem folhas <span class="new">verticiladas</span>, mas reduzidas a tamanho insignificante.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #008000;"><strong>Uso Medicinal<br />
</strong></span></span></p>
<p>Menstruação dolorosa ou excessiva, hemorragia uterina , febre puerperal (relativa ao parto ), úlcera gastroduodenal, afecções da bexiga e dos rins, doenças da prostata, pulmonares, gripes.<br />
Nas inflamações dos olhos e em feridas, aplica-se cataplasma ou compressa quente com chá da planta.</p>
<p>Nas hemorragias internas e nas regras excessivas, usa-se como hemostático. Após o parto e em casos de corrimento vaginal, usa-se o chá para aplicação de ducha vaginal.</p>
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		<title>Governo federal convoca Nordeste contra a dengue</title>
		<link>http://ultimas-noticias.org/plantas-medicinais/governo-federal-convoca-nordeste-contra-a-dengue/</link>
		<comments>http://ultimas-noticias.org/plantas-medicinais/governo-federal-convoca-nordeste-contra-a-dengue/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 14:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernand</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde em foco]]></category>

		<category><![CDATA[dengue]]></category>

		<category><![CDATA[doenças]]></category>

		<category><![CDATA[Maceió]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, mobilizarão os estados do Nordeste para uma ampla ação contra a dengue. Eles participam nesta quarta-feira (30), em Maceió (Alagoas), do VII Fórum de Governadores do Nordeste.  No encontro, o ministro irá expor a situação da dengue no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, mobilizarão os estados do Nordeste para uma ampla ação contra a dengue. Eles participam nesta quarta-feira (30), em Maceió (Alagoas), do VII Fórum de Governadores do Nordeste.  No encontro, o ministro irá expor a situação da dengue no Brasil e no Nordeste. O Fórum reunirá os governadores de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Sergipe, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Piauí. Também será divulgado um balanço da doença na região, que variou de -66,7% a 1.271,6%.<br />
<a title="boletim da dengue janeiro a abril de 2008" href="http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=28469" target="_blank"></a><br />
O objetivo é convocar os governadores para uma agenda de combate ao mosquito transmissor durante todo o ano, para evitar o agravamento da dengue no próximo verão de 2008/2009. O Brasil enfrenta a circulação de três diferentes sorotipos do vírus. Além disso, neste ano de campanhas municipais, o Ministério da Saúde quer evitar que as equipes de combate às endemias sejam desmobilizadas pelos gestores e espera que haja uma grande mobilização social e do poder público contra o avanço da doença.</p>
<p>“O calendário de combate à dengue de 2009, já começou. Somente com uma ampla mobilização, que seja feita durante todo o ano, conseguiremos combater a dengue. Para a doença, não existe vacina, o que nos coloca um desafio ainda maior”, afirmou Temporão. Ele cita também que há possibilidade da entrada de um novo sorotipo da doença no país, o DEN 4, e a única prevenção para evitar a contaminação da população é diminuir a quantidade de vetores, o Aedes Aegypti.</p>
<p>A mais recente avaliação de dengue no Brasil mostra uma queda de 10,8% dos casos da doença, entre janeiro e abril deste ano em relação ao mesmo período de 2007. Ao todo, foram 230.829 notificações nos quatro primeiros meses deste ano, contra 258.795 em 2007. Isso representa menos 27.966 pessoas doentes no período avaliado.</p>
<p>O boletim aponta que, do total de registros, 1.069 evoluíram para o quadro hemorrágico, com 77 óbitos. Além dos casos hemorrágicos, 3.298 pessoas tiveram complicações decorrentes da dengue, das quais 53 morreram.</p>
<p>Quanto à distribuição de casos por região, houve aumento nas regiões Norte (49,34%), Nordeste (30,54%) e Sudeste (19,82%); e redução dos registros nas regiões Sul (-72,6%) e Centro-Oeste (-71,72 %).</p>
<p>De acordo com o Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD), em função da circulação de três sorotipos do vírus da doença, o número de casos de Febre Hemorrágica de Dengue (FHD) e a sua taxa de letalidade vêm aumentando no país.</p>
<p><strong>Região Nordeste</strong><br />
Quanto à Região Nordeste, as notificações chegaram a 54.180 casos, um aumento de 30,5% quando comparado ao mesmo período de 2007. Foram confirmados 231 casos de FHD, sendo que 14 desses evoluíram para óbito. Foram registrados ainda 142 casos de dengue com complicação com 3 óbitos.</p>
<p>De acordo com o balanço do PNCD, quando se compara o número de casos notificados em 2008 com o mesmo período de 2007, observa-se redução nos estados do Maranhão (-66,7%), Piauí (-64,9%) e Pernambuco (-31,5%). Os estados que tiveram aumento foram Sergipe (1.271,6%), Bahia (245,1%), Rio Grande do Norte (238,3%), Alagoas (33,4%), Paraíba (20,7%) e Ceará (1,8%).</p>
<p><strong>Região Centro-Oeste</strong><br />
A Região Centro-Oeste notificou 20.936 casos de dengue, uma redução de 71,72% quando comparado ao mesmo período de 2007. Foram confirmados 38 casos de FHD, sendo que 3 destes tiveram evolução para óbito, além de 8 casos de dengue com complicação, com 5 óbitos. O estado de Goiás e o Distrito Federal apresentaram aumento no número de notificações da ordem de 40,79% e 15,36%, respectivamente. Reduções foram notadas nos estados de Mato Grosso do Sul (-96,10%) e Mato Grosso (-57,70%).</p>
<p><strong>Região Norte</strong><br />
Na Região Norte, o registro foi de aumento de 49,3%. Foram notificados 34.893 casos de dengue, com 109 registros de FHD, com 14 óbitos. Comparados com o número de casos notificados em 2008, no mesmo período de 2007, por estado, há redução nos estados do Amapá (-75,3%) e Tocantins (-8,2%), e aumento nos demais, 547,7% no Amazonas, 490,5% em Rondônia, 91,3% no Pará, 27,6% no Acre e 18,2% em Roraima.</p>
<p><strong>Região Sudeste</strong><br />
A Região Sudeste apresentou um aumento de 19,82% (114.051) no número de notificações, quando comparado com o mesmo período de 2007. Foram confirmados 691 casos de FHD com 46 óbitos. Houve ainda 3.148 casos de dengue com complicação com 45 óbitos. Houve redução em São Paulo (-96,6%) e Minas Gerais (-2,6%); e aumento no Rio de Janeiro (214,8%) e Espírito Santo (186%).</p>
<p><strong>Região Sul</strong><br />
A Região Sul notificou 6.769 casos de dengue, uma redução de 72,6% quando comparado com o mesmo período de 2007. Entre os estados, o Paraná teve uma redução de 74,8%. Apenas no estado do Paraná foi registrada transmissão autóctone (transmissão local) de dengue em 2008. Não houve caso de FHD confirmado na região. O sorotipo DENV3 foi o único identificado no monitoramento viral.</p>
<p>Embora o Rio Grande do Sul tenha notificado os primeiros registros confirmados de dengue autóctone (contraída no estado) em 2007, neste ano os 344 casos notificados são importados. Santa Catarina continua sem transmissão autóctone de dengue, mas teve o registro de 317 casos importados.</p>
<p>Principais Ações Desenvolvidas pelo Ministério da Saúde, em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Saúde, desde janeiro de 2007, para o controle da dengue em 2008:</p>
<p>• O Ministério da Saúde desencadeou, em 2007, um processo de avaliação independente do PNCD, com participação de especialistas e organismos internacionais e da comunidade científica, que ratificaram as ações desenvolvidas afirmando que tudo o que está disponível no mundo para uso no campo já está implantado no Brasil;</p>
<p>• Garantia da transferência dos recursos do Teto Financeiro de Vigilância em Saúde para todos os estados e municípios certificados, no montante de R$ 821,5 milhões, em 2007;</p>
<p>• Garantia do fornecimento de inseticidas, bio-larvicidas e kits para diagnóstico para todas as Secretarias Estaduais de Saúde;</p>
<p>• Realização, em novembro, do Levantamento Rápido de índices de Infestação por Aedes aegypti – LIRAa em 164 municípios de maior risco para dengue. O LIRAa permite a identificação das principais áreas de risco em cada município e os principais criadouros do vetor, para direcionar a intensificação das ações de combate;</p>
<p>• Elaboração e distribuição de 380 mil exemplares do manual “Dengue Diagnóstico e Manejo Clínico – adulto e criança” para as unidades de saúde do SUS;</p>
<p>• Elaboração e distribuição de 350 mil CD-ROM sobre a atenção ao paciente com dengue, em articulação com o Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Médica Brasileira (AMB);</p>
<p>• Elaboração e distribuição de 330.000 exemplares do manual técnico Dengue – Manual de Enfermagem adulto e criança;</p>
<p>• Envio de correspondência para cada médico e todas as equipes de saúde da família do Brasil, ressaltando a importância do diagnóstico precoce e uma atenção oportuna aos pacientes suspeitos de dengue;</p>
<p>• Elaboração de um número específico sobre Vigilância em Saúde na série de cadernos de Atenção Básica.</p>
<p>Em parceria com o setor privado e o não governamental, o poder público desenvolveu e está veiculando campanhas educativas e de mobilização em caráter permanente e regionalizada, observando as especificidades locais. Esse trabalho iniciou com a veiculação da campanha “Combater a dengue é um dever seu, meu e de todos nós. A dengue pode matar”. Alguns dos parceiros: Unilever, Rede Mc Donald´s, Ambev, Cesp, Leroy Merlin, CNI, CEF, Banco do Brasil, Rede Globo, Infraero, Anfarmag, Jornal JB, Rádio Nova Brasil FM, Bandas Musicais, Associação Brasileira de supermercados, SESI, etc;<br />
Mais informações<br />
Atendimento ao cidadão<br />
0800 61 1997 ou 61 3315-2425<br />
Atendimento à Imprensa<br />
(61) 3315-3580 ou 3315-2351</p>
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		<title>Camomila - Matricária Recutita</title>
		<link>http://ultimas-noticias.org/plantas-medicinais/camomila-matricaria-recutita/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 05:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernand</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Depurativas]]></category>

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		<category><![CDATA[tensão nervosa]]></category>

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		<description><![CDATA[Camomila
Nomes científicos:Matricária Recutita / M.chamomilla L proparte / Chamomilla recutita L Rauschert / Família compostas.
A Camomila é uma das ervas mais antigas que a humanidade já utilizou.
O intenso aroma despertou o interesse pela planta e antigos pesquisadores, atraídos pelo doce perfume, acabaram por descobrir várias das propriedades que tornaram a camomila tão famosa.
Uso medicinal

O chá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Camomila<br />
<span style="color: #008000;"><span style="text-decoration: underline;">Nomes científicos</span>:</span></strong><em>Matricária Recutita / M.chamomilla L proparte / Chamomilla recutita L Rauschert</em> / Família compostas.</p>
<p>A <strong>Camomila</strong> é uma das ervas mais antigas que a humanidade já utilizou.<br />
O intenso aroma despertou o interesse pela planta e antigos pesquisadores, atraídos pelo doce perfume, acabaram por descobrir várias das propriedades que tornaram a camomila tão famosa.</p>
<p><span style="color: #008000;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Uso medicinal<br />
</strong></span></span></p>
<p>O chá de camomila é indicado nos distúrbios digestivos, menstruação dolorosa, inflamações das vias urinárias, tensão nervosa, acne, diarréia, náuseas . É depurativa, sudorífera e calmante.</p>
<p><strong>Uso interno e externo</strong></p>
<p><strong>Uso externo</strong> - Os chás podem ser usados como compressas quentes e úmidas sobre inflamações dos olhos, ouvidos e estômago .O pó das sementes esmiuçadas pode ser colocado sobre feridas dificeis de curar, acnes e hemorróidas.<br />
Em bochechos a camomila é largamente utilizada para inflamações da boca e garganta.</p>
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		<item>
		<title>Barbatimão - Stryphnodendron barbatimam Mart</title>
		<link>http://ultimas-noticias.org/plantas-medicinais/barbatimao-stryphnodendron-barbatimam-mart/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 03:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernand</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cicatrizantes]]></category>

		<category><![CDATA[Barbatimão]]></category>

		<category><![CDATA[blenorragia]]></category>

		<category><![CDATA[Cicatrizante]]></category>

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		<category><![CDATA[leucorréia]]></category>

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		<description><![CDATA[ O Barbatimão é uma árvore típica do cerrado e suas propriedades terapêuticas destinam-se à cicatrização de machucados e úlceras de pressão. É muito usado por moradores da área rural e comunidades indígenas.
Nomes Populares:
Barba-de-timão, Barba-de-timan, Casca da virgindade, Casca da mocidade, Iba-timão, Paricarana ,Barbatimão verdadeiro , Charãozinho roxo.
Uso medicinal
Cicatrizante, blenorragia , diarréia, hemorragias, hemoptises, leucorréia.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="texto"> O <strong>Barbatimão</strong> é uma árvore típica do cerrado e suas propriedades terapêuticas destinam-se à cicatrização de machucados e úlceras de pressão. É muito usado por moradores da área rural e comunidades indígenas.</span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Nomes Populares:</strong></span><br />
Barba-de-timão, Barba-de-timan, Casca da virgindade, Casca da mocidade, Iba-timão, Paricarana ,Barbatimão verdadeiro , Charãozinho roxo.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Uso medicinal</strong></span></p>
<p>Cicatrizante, blenorragia , diarréia, hemorragias, hemoptises, leucorréia.</p>
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		<title>Abacateiro - Abacate</title>
		<link>http://ultimas-noticias.org/plantas-medicinais/abacateiro-abacate/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 02:26:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernand</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diuréticas]]></category>

		<category><![CDATA[Laxativas]]></category>

		<category><![CDATA[abacate]]></category>

		<category><![CDATA[abacateiro]]></category>

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		<description><![CDATA[O abacateiro é uma planta popular por quase toda extensão do território brasileiro, de origem estrangeira, mas aclimatada muito bem entre nós, sendo de vegetação espontânea em muitos lugares.
Uso Medicinal
São usadas as folhas, as quais possuem qualidades diuréticas e laxativas, auxiliando o organismo na eliminação de líquidos e toxinas acumuladas.
Indicado para regimes de emagrecimento, nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O abacateiro é uma planta popular por quase toda extensão do território brasileiro, de origem estrangeira, mas aclimatada muito bem entre nós, sendo de vegetação espontânea em muitos lugares.</p>
<p><strong>Uso Medicinal</strong></p>
<p>São usadas as folhas, as quais possuem qualidades diuréticas e laxativas, auxiliando o organismo na eliminação de líquidos e toxinas acumuladas.</p>
<p>Indicado para regimes de emagrecimento, nas doenças renais,  vias urinárias e pertubações hepáticas.</p>
<p>Atua como carminativo e tem suave ação laxativa e diurética, promovendo a eliminação do excesso de líquidos no organismo e esvaziamento do intestino.<br />
Usado também para combater gases intestinais</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nível de colesterol continua subindo.Por quê?</title>
		<link>http://ultimas-noticias.org/plantas-medicinais/nivel-de-colesterol-continua-subindo-porque/</link>
		<comments>http://ultimas-noticias.org/plantas-medicinais/nivel-de-colesterol-continua-subindo-porque/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 12:54:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernand</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde em foco]]></category>

		<category><![CDATA[colesterol]]></category>

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		<description><![CDATA[As pessoas têm colesterol elevado por tês razôes.
Em primeiro lugar, comem demais gorduras saturadas de origem animal, fontes precursoras do colesterol. Cerca de 30% de todo o colesterol que circula no sangue vem da dieta.
Em segundo lugar, muito se esquecem de que nosso fígado produz,naturalmente, o colesterol que necessitamos.
A ingestão excessiva de colesterol de origem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas têm colesterol elevado por tês razôes.<br />
Em primeiro lugar, comem demais gorduras saturadas de origem animal, fontes precursoras do <strong>colesterol</strong>. Cerca de 30% de todo o colesterol que circula no sangue vem da dieta.</p>
<p>Em segundo lugar, muito se esquecem de que nosso fígado produz,naturalmente, o <strong>colesterol</strong> que necessitamos.<br />
A ingestão excessiva de colesterol de origem animal, que deveria ser prudentemente evitada, faz com que o fígado produza colesterol demais , que somando com o colesterol que ingerimos, leva fatalmente à um aumento no nível de colesterol na circulação.</p>
<p>Finalmente, como resultado de hábitos não saudáveis e de um a <strong>dieta</strong> pobre em alimentos naturais , rico em fibras, o organismo não elimina quantidade suficiente de colesterol através dos ácidos biliares.<br />
Por outro lado , tambem se constatou que existem pessoas que nunca elevam suas taxas de colesterol, independentemente daquilo que comem, enquanto há outros que por uma caracteristica genética exibem taxas altíssimas de colesterol mesmo quando seguem uma dieta natural vegetariana</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os “brancos” de memória, o fenômeno que nos impedem de recordar nomes e palavras</title>
		<link>http://ultimas-noticias.org/plantas-medicinais/os-%e2%80%9cbrancos%e2%80%9d-de-memoria-o-fenomeno-que-nos-impedem-de-recordar-nomes-e-palavras/</link>
		<comments>http://ultimas-noticias.org/plantas-medicinais/os-%e2%80%9cbrancos%e2%80%9d-de-memoria-o-fenomeno-que-nos-impedem-de-recordar-nomes-e-palavras/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 01:06:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>fernand</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde em foco]]></category>

		<category><![CDATA[“branco” na memória]]></category>

		<category><![CDATA[memória]]></category>

		<category><![CDATA[TOT]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span class="texto12"> O leitor certamente já passou por essa aflitiva experiência. Você tenta se lembrar de um termo ou do nome de alguém familiar à sua frente, mas dá um “branco” na memória. A palavra em questão, apesar de parecer muito próxima, mostra-se esquiva e arredia e não lhe vem à mente. Por isso, esse bloqueio é chamado por psicólogos de língua inglesa de TOT – sigla para <em>tip of the tongue,</em> ou “ponta da língua”.</p>
<p>Esse fenômeno, familiar a professores como eu, nos acomete ocasionalmente e nos causa a sensação de incapacidade e certo sofrimento. Mas como explicar esse processo? Como pode um simples ato cotidiano que utilizamos milhares de vezes ao dia – o acesso à memória – simplesmente falhar?</p>
<p>O fenômeno TOT é um velho conhecido de cientistas e pensadores – ele teria sido citado até pelo filósofo grego Aristóteles, no século 4 a.C. Sua primeira menção na literatura cientifica foi feita em 1890 pelo psicólogo americano William James (1842-1910) no livro <em>Os princípios da psicologia.</em> O autor descreveu essa experiência como a incapacidade de verbalizarmos uma palavra embora tenhamos a impressão de que ela está logo ali em nossa memória.</p>
<p>O TOT produz reações psicológicas facilmente reconhecíveis e pronunciadas: as pessoas que o experimentam sentem que a palavra bloqueada está próxima de ser recuperada – figurativamente, na “ponta da língua”. Como essa recuperação pode tardar, o TOT muitas vezes se associa a sentimentos de inacessibilidade e de iminência.</p>
<p>O fenômeno tem sido relatado por pessoas das mais diversas culturas e talvez seja universal. Além disso, ele parece dependente da faixa etária, por ser muito mais freqüente em indivíduos mais idosos. O estresse e a depressão podem também tornar esse fenômeno mais freqüente. Mais comumente, ele está associado com substantivos, principalmente nomes próprios. A boa notícia é que, em média, na metade das vezes, a palavra buscada acaba sendo lembrada após algumas tentativas.</p>
<p><strong> Memória de longa duração<br />
</strong> A palavra que tentamos recordar fica armazenada em nossa memória de longa duração, de onde pode ser recuperada e usada ocasionalmente. Por isso, poderíamos especular que o “branco” que experimentamos no fenômeno TOT poderia ser explicado por algum bloqueio temporário na capacidade do cérebro de recuperar essa memória. </span></span></p>
<p><span><span class="texto12"> Interessantemente, a habilidade de lembrar palavras associadas ao termo esquecido é perdida em portadores do mal de Alzheimer e demência. Essas patologias envolvem falhas na capacidade de recuperação de memórias localizadas em áreas especificas do cérebro. Algo similar pode ocorrer quando esquecemos algo.</p>
<p>Embora o TOT se torne mais comum à medida que envelhecemos, ele não deve ser considerado – desde que não exceda limites normais – sinal de alguma patologia. Esse fenômeno nos dá, contudo, pistas de como o nosso cérebro normalmente produz o vocabulário que utilizamos para nos comunicarmos.</p>
<p>Há uma série enorme de termos, pessoas e definições que precisamos estocar em nosso cérebro para que estejam facilmente ao nosso alcance no dia-a-dia. Tenho de conhecer nominalmente, por exemplo, todos os parentes de minha esposa, todos os alunos e pessoas com quem mantenho relações diárias. Preciso também me lembrar dos milhares de termos biológicos que uso em minhas aulas. Além disso, devo ter em mente informações sobre uma série de temas do meu interesse – os resultados do meu time do coração, os filmes de Akira Kurosawa e Woody Allen, os livros de Guimarães Rosa e García Márquez etc.</p>
<p>Essas informações não ficam estocadas em um local específico, mas sim em diversos pontos de nosso cérebro. Assim, as características físicas de uma pessoa normalmente ficam armazenadas em um local, enquanto seu nome pode estar em outro. Por isso, muitas vezes, reconheço alguém como meu aluno, mas sou incapaz de lembrar seu nome. Há, portanto, uma falha na conexão entre esses dois locais.</p>
<p><strong> Déficits de transmissão<br />
</strong> Com a idade, os problemas nessa rede de comunicações tendem a aumentar, devido ao surgimento de “déficits de transmissão”. Essas falhas são mais freqüentes quando tentamos acessar muitas informações simultâneas. No meu caso, por exemplo, elas podem ocorrer quando estou lecionando em turmas novas e ao mesmo tempo tentando lembrar os nomes corretos de alunos. Elas também são mais comuns quando tentamos lembrar de algum dado que não foi acessado por muito tempo. Nesse caso, as informações podem ainda estar em nosso cérebro, mas sua lembrança requer certo reforço.</p>
<p>Um estudo publicado recentemente no                            <em>Journal of Cognitive Neuroscience</em> pela equipe de Meredith Shafto, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), recorreu à ressonância magnética para avaliar a capacidade de voluntários de lembrar nomes de pessoas famosas a partir de fotos. O estudo indicou uma correlação entre dificuldades e atrofias em regiões do córtex insular esquerdo.</p>
<p>Resultados interessantes foram obtidos por um estudo anterior, realizado pela equipe de Anat Maril, da Universidade Harvard (EUA), também com exames de ressonância magnética. O grupo mostrou que a atividade de áreas do córtex cingulado e da porção inferior direita do córtex pré-frontal pode ser mais intensa durante experiências de TOT do que quando nos lembramos facilmente de alguma palavra. </span></span></p>
<p><span><span class="texto12"> A equipe de Maril mostrou que, durante as tentativas de se recuperar a informação, os pacientes recorreram a memórias visuais. Alguns deles descreveram que se lembravam do rosto da pessoa durante a tentativa de recordar seu nome; quando se tratava do autor de um livro, as pessoas relataram que estavam tentando ler seu nome em um livro imaginário.</p>
<p>Mas o que isso significa? Ainda restam muitos pontos a explicar até que entendamos plenamente o fenômeno TOT. O córtex cingulado anterior é uma região promissora para estudos, pois está associada a desordens como depressão e déficit de atenção ligado à hiperatividade. Ela também está envolvida em fenômenos como antecipação de recompensas, tomada de decisões, empatia e emoções. Similarmente, acredita-se o córtex pré-frontal esteja ligado à organização de pensamentos e ações.</p>
<p><strong> Por que nomes próprios?<br />
</strong> Essas descobertas podem explicar por que pessoas mais velhas experimentam mais freqüentemente episódios de TOT. Elas não indicam, contudo, por que a recordação de nomes próprios é o aspecto mais afetado de nossa memória.</p>
<p>Para entendermos isso, devemos retornar à teoria do déficit de transmissão. Diferentemente de outras palavras, os nomes próprios são arbitrários e nada nos dizem sobre o rosto das pessoas. No caso daqueles com quem temos relações mais próximas, há uma maior chance de reconhecimento, pois associamos os rostos com os nomes das pessoas. Há, portanto, mais possibilidades de conexões. É por isso que guardamos primeiro o nome dos melhores e dos piores alunos!</p>
<p>O mesmo não vale para pessoas com quem temos relações mais distantes. Podemos até lembrar a letra inicial ou mesmo a sonoridade do nome, mas somos incapazes de recordar integralmente o nome da pessoa. Essa é uma das razões por que o TOT pode ser tão frustrante&#8230;</p>
<p>É claro que existem técnicas para que recordemos com mais facilidade o nome das pessoas com quem temos relações mais distantes: uma delas, por exemplo, consiste em associar seu nome a alguma característica física desses indivíduos. É por isso que, geralmente, nos lembramos mais facilmente de personagens cujo nome está relacionado a alguma característica física, como o Homem-Aranha ou a Pantera Cor-de-rosa.</p>
<p>A atividade de certas regiões cerebrais durante os episódios de TOT sugere que a falha em uma função específica de algum mecanismo cerebral possa ser responsável por esse fenômeno. Contudo, os cientistas ainda não são capazes de definir com clareza por que acontecem esses lapsos de memória. A resposta talvez esteja na ponta da língua deles&#8230; </span></span></p>
<p><span><span class="texto12"><br />
<strong>Jerry Carvalho Borges<br />
</strong> Colunista da CH On-line </span></span></p>
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