A polícia de prendeu, na última quarta-feira (23), um homem que era da Justiça há quase dez anos. C.R.R.C. era procurado desde março de 1999 pela prática de um latrocínio tentado, mas como ele não foi encontrado até 2002, a validade do mandado foi expirada. Nesta semana, a mulher de C. o denunciou por , e os da delegacia local conseguiram localizá-lo e prendê-lo.

A foi feita na segunda-feira (21). Ao pesquisar a ficha criminal do indivíduo, o escrivão Joel Rigoni Costa descobriu um processo da Primeira Vara de suspenso pela Lei 9.271/96. Ele fez uma consulta e foi informado de que o mandado de expedido contra C. havia expirado a validade em 2002. Joel, então, sugeriu ao cartorário da Primeira Vara que formulasse uma certidão ao Juiz do Processo, informando que sua delegacia sabia do paradeiro do e que outro mandado fosse expedido.

Com um novo mandado em mãos, o escrivão e o investigador Matheus se dirigiram, na terça-feira (22), até a fazendo onde C. estava trabalhando, mas ele não estava. Com isso, os entregaram uma notificação ao patrão do , para que C. comparecesse no dia seguinte à delegacia, deixando a entender que o motivo era a de da mulher.

Na quarta-feira, C. se apresentou na Delegacia de e, após ser indiciado no caso da da companheira, foi intimado de que seria por estar da Justiça há quase dez anos, sendo recolhido à Cadeia Pública de Franca.
SSP

A Justiça decretou na noite de sexta-feira (11) a dos jovens envolvidos na ao ajudante de produção Fabiano Dias Rodrigues, em , a 100 km de . Na madrugada de sábado (12), a polícia prendeu cinco rapazes. A vítima foi espancada por oito jovens em frente a uma boate.

Um dos agressores está e dois adolescentes estão na Fundação Casa. Nesta semana, a polícia concluiu o inquérito da .

Após receber alta no final do mês de junho, Fabiano continua o tratamento em casa. Ele perdeu parte dos movimentos das pernas e das mãos e está fazendo tratamento com fonoaudióloga e fisioterapeuta. O rapaz já começa a dar sinais de melhora.

A vítima precisou passar por uma cirurgia para a retirada de um coágulo no cérebro e ficou três semanas na UTI. Ele se lembra com dificuldade da . “Bateram em mim, uma ou duas pessoas”, disse ele à reportagem do Jornal Nacional.

Os médicos dizem que Fabiano vai demorar a se lembrar da noite em que foi espancado. do circuito de flagraram a .G1

O rapaz que foi agredido, no começo do mês, por oito jovens em frente a uma casa noturna em Sorocaba, a 100 km de , saiu do coma. Sebastiana Dias Rodrigues, mãe de Fabiano Dias Rodrigues, conversou com a polícia e mudou os rumos da . Ela diz que o filho começou a se lembrar da briga e que foi atacado por ter falado para da casa noturna que os rapazes estavam consumindo drogas no banheiro.

O de Sebastiana, Márcio Leme, disse que foi ela quem quis colaborar com as investigações. Em pouco mais de meia hora, ela contou ao delegado a conversa que teve com o filho, ainda internado em um hospital. Segundo ela, apesar de alterar momentos de lucidez e confusão, Fabiano lembrou detalhes da noite que foi espancado.

“Ele entrou no banheiro e viu os oito consumindo o que ele chamou de ‘porcaria’. Aí, chamou . Os rapazes saíram chutando cadeira e foram colocados para fora. O Fabiano também foi tirado. Pagou a comanda e foi tirado de lá”, afirmou Sebastiana.

Para o delegado José Ordele Alves Lima, o depoimento da mãe revela, pela primeira vez, o motivo da briga, o que, agora, determina novos rumos na . Sebastiana disse ainda que o filho lembrou quem o impediu de entrar na casa quando era espancado: o funcionário que recolhe as comandas.

O delegado vai chamar os agressores para o reconhecimento. Dos oito envolvidos, quatro respondem em liberdade por tentativa de . Um está e dois adolescentes foram levados para a Fundação Casa (ex-Febem). Apenas um continua .

O da boate “Soft Music Hall”, Joel de Araújo, diz que ainda não foi informado sobre o teor do depoimento da mãe de Fabiano. Ele nega a afirmação de que há consumo de droga na casa noturna e diz que os banheiros são fiscalizados. O disse também que as mostram Fabiano conversando normalmente com os outros rapazes, antes da briga, e que não foi um que o empurrou para fora do lugar.G1

A Câmara dos Deputados afastou ontem (26) de suas funções os que se envolveram em uma briga com um da Agência Estado, durante a entrega da defesa do deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-) no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.

“Os servidores envolvidos serão identificados e afastados de suas atividades de policiamento até o esclarecimento dos fatos”, afirma nota da assessoria de imprensa da Câmara.

A nota informa que por determinação do diretor-geral da Câmara, Sérgio Sampaio, o Departamento de Polícia Legislativa vai instaurar um inquérito para a “cabal apuração do ocorrido”, inclusive com o uso das do circuito interno da Casa.

A funcionária do gabinete do deputado Paulo Pereira após entregar a defesa no Conselho de Ética teria pedido para não ser fotografada, mas o profissional da Agência Estado insistiu, e então ela pediu ajuda aos . A partir daí teve início um desentendimento, que culminou com a física entre o e os .
Agencia

, - A Justiça de , no de , decretou hoje a de dois dos acusados de espancar brutalmente o metalúrgico Fabiano Dias Rodrigues, de 23 anos, na saída de uma boate, no dia 1º. Os suspeitos, Willy Rosi Athayde e Everton Airton Brás de Lima, os dois de 19 anos, foram reconhecidos nas gravadas da , mas não se apresentaram à polícia. De acordo com o delegado José Ordele de Lima Júnior, Athayde tem antecedente criminal por .

Eles são considerados foragidos e, se forem apanhados, não terão o benefício de responder ao processo em liberdade. Dos seis acusados que foram detidos até agora, apenas o menor E.V.E.O, de 17 anos, está sob custódia. Ele é o principal agressor - pulou com os dois pés sobre a cabeça da vítima -, mas ficou detido porque se encontrava em liberdade assistida em razão de outro crime - . Hoje, o estado de saúde do metalúrgico apresentou ligeira melhora, mas ele continuava em coma. AE

Os pais do auxiliar administrativo Diego de Paula Leopoldo, de 19 anos, cujo corpo será enterrado nesta segunda-feira na zona norte de , acreditam que a morte do rapaz possa estar relacionada com o ocorrido no final da noite do último dia 08, numa festa junina no da Portuguesa de Desportos, na capital paulista.

Segundo amigos de Diego, o rapaz foi visto às 23h15 daquela noite sendo abordado por - todos terceirizados - durante uma confusão em frente ao banheiro químico. Os dominaram Diego e o retiraram da festa. Quinze minutos depois, um caminhoneiro, que trafega pela marginal Tietê, na pista oposta à que passa ao lado do clube, encontrou o rapaz e por pouco não o atropelou.

Um inquérito policial corre no 12º Distrito do Pari. O corpo de Diego está sendo velado no Cemitério da 4ª Parada, no Tatuapé, zona leste, e será enterrado às 9h de hoje no Cemitério Parque dos Pinheiros, em Santana, zona norte de .AE

A casa noturna onde o ajudante de produção Fabiano Rodrigues foi espancado no início deste mês foi fechada na noite desta sexta-feira (13) em Sorocaba, a 100 km de , pela Vigilância Sanitária. O local foi escolhido com base nos depoimentos dos menores que participaram da .

Segundo a polícia, eles disseram ter conseguido comprar bebidas alcoólicas dentro do estabelecimento sem problemas. Fabiano teve traumatismo craniano e está em coma há 13 dias.
Até a manhã deste sábado (14), seis rapazes suspeitos de envolvimento na agressão já haviam se apresentado à polícia. Dois deles, menores de idade, estão sob a custódia da polícia e foram encaminhados à Fundação Casa. Um dos menores afirmou, em depoimento, que todos os agressores estavam sob o efeito de bebida alcoólica.

O da casa noturna informou que neste sábado já foram feitas as adequações pedidas pela Vigilância Sanitária e que o local deve reabrir normalmente.

Filmagem

A foi filmada pelo circuito de da boate. O vídeo, que está com a polícia, mostra um adolescente e outros sete rapazes espancando o ajudante. Só depois da os saem da casa.

As mostram, ainda, que um deles leva quase um minuto para pegar o celular. Ninguém se aproxima da vítima, até que um homem vira o e ainda repreende os . O socorro chegou 15 minutos depois da .

Segundo a polícia, a briga começou dentro da boate e por ciúme. O ajudante de produção teria mexido com a namorada do adolescente. Os investigadores continuam analisando a gravação para saber se houve omissão de socorro dos da casa noturna.G1

- A Polícia Civil prendeu hoje mais dois acusados de espancar brutalmente o metalúrgico Fabiano Dias Rodrigues, de 23 anos, na saída de uma boate, em , de , e apreendeu um menor, de 17 anos. O crime aconteceu na madrugada do dia 1º e as agressões foram gravadas pelas câmeras do estabelecimento. A vítima sofreu traumatismos múltiplos e continua em coma, respirando com a ajuda de aparelhos.

Dois dos acusados, Talisson Augusto Cleis, de 19 anos, e Alberto Gesteira do Nascimento, de 20, identificados pelas , foram apresentados à polícia pelos seus advogados. Cleis, que aparece com uma bermuda branca, era um dos mais violentos do grupo. Eles tiveram a temporária decretada pela Justiça. Também foi detido o menor L.D.M.M., que no próximo dia 22 fará 18 anos. Na quinta-feira, já tinha sido apreendido outro menor, E.V.E.O., de 17 anos, que foi flagrado pelas câmeras pulando com os dois pés sobre a cabeça da vítima.

O delegado José Ordele Lima Júnior identificou outros dois agressores, Willy Rosi Athayde, de 18 anos, e Alton Fernando da Silva Fernandes, de 20, mas eles estão foragidos. As identidades dos outros dois agressores também já são conhecidas. Hoje, o delegado ouviu também o Delson Elias Correia, de ter se omitido no socorro à vítima. Correia alegou que estava no da boate e, quando saiu, o metalúrgico já tinha sido deixado estendido no chão pelos agressores. “O rosto estava muito deformado e não dava coragem de olhar”, afirmou.

A advogada Juliana Torres dos Santos, que auxilia a família do metalúrgico, afirmou que a administração da boate também agiu com omissão. “As agressões começaram dentro do estabelecimento e os colocaram para fora não só os agressores, mas também a vítima, ou seja, praticamente a entregou aos bandidos.” O da boate, Joel de Araújo, disse que a briga ocorreu na rua, uma área pública, fora da responsabilidade do estabelecimento. “A na rua é obrigação do Estado.” AE

- O menor E.V.E.O., de 17 anos, um dos principais agressores do metalúrgico Fabiano Dias Rodrigues, de 23 anos, brutalmente espancado por uma gangue na saída de uma boate, em , disse que a vítima apanhou “de graça”. O , que já esteve internado na Fundação Casa (antiga Febem) em 2007 por , foi detido na quarta-feira, 11, à noite por do 5º Distrito Policial. Ele aparece no vídeo desferindo chutes violentos no rapaz caído, antes de pular com os dois pés sobre a cabeça da vítima.

“A gente pensou que ele estava armado”, disse justificando o crime. “Depois vimos que ele tinha uma carteira na cinta.” Perguntado se a vítima tinha dado algum motivo para a , respondeu: “Essa foi de graça.” Ele disse que viu os amigos brigando com o rapaz e resolveu bater também. “Meus amigos estavam pegando ele, aí eu entrei.” Ao delegado José Ordele Lima Júnior, que o interrogou na tarde desta quinta-feira, 12, o menor preferiu dizer que não conhecia os outros agressores. “Aparentemente ele está tentando proteger os outros”, disse o delegado.

Ele foi detido em sua casa, no bairro Barcelona, zona leste da cidade. Os o encontraram dormindo. O menor negou o crime, depois tentou enganar os que pediram que apresentasse as roupas que usava naquela noite, entregando um tênis e uma calça diferentes das que apareciam no vídeo. Numa busca na casa, os encontraram a calça e o tênis manchados de sangue.De acordo com o promotor Antonio Farto Neto, curador da Infância e da Juventude, que também conversou com o menor, E. demonstrou frieza e não parecia abalado com a gravidade de sua conduta. “Ele pareceu bastante frio, preocupado apenas em saber se voltaria a ser internado.”

Nesta quinta, a Polícia Civil teve acesso à outra fita gravada das agressões. O vídeo mostra que dois da boate demoraram a prestar socorro à vítima. As revelam que um dos agressores continuava no local, olhando o rapaz caído, quando os do serviço de chegaram. O Márcio Leme, contratado pela família do metalúrgico pediu formalmente à polícia que apure crime de omissão de socorro por parte dos donos e da boate Soft. Segundo ele, a gangue costumava arrumar briga na boate e seus integrantes não tiveram a entrada barrada. “Os podiam ter impedido tamanha covardia.”

Um dos sócios da boate, Ricardo Mestre, disse que a ocorreu na hora do fechamento do caixa, quando os funcionários e estavam no do estabelecimento. O socorro foi prestado assim que eles tomaram conhecimento da . Amigos e familiares de Rodrigues disseram que ele não tem o hábito de beber, fumar e andar em grupos. De acordo com , a gangue de E. já tinha se envolvido em outras brigas na boate. O delegado espera prender os outros agressores - são pelo menos sete - em alguns dias. Eles serão acusados de tentativa de , já que agiram com a intenção de matar. Rodrigues continuava em coma nesta quinta-feira, no Hospital Regional de , e seu estado era considerado muito grave. O Estado de S.Paulo

Um cabo da Polícia Militar foi gravemente ferido por um grupo de supostos na madrugada deste domingo na rua Augusta, no centro da capital paulista. Três suspeitos foram detidos.

De acordo com a Polícia Miliar, o policial estava à paisana e foi violentamente espancado ao tentar defender uma pessoa que era atacada pelo bando. O foi encaminhado ao pronto-socorro da Santa Casa de Misericórdia, onde passará por cirurgia plástica, devido a graves ferimentos no rosto.

Um ciclista que passou pelo local avisou que faziam ronda pela região. Ainda segundo a , cerca de 15 pessoas participaram da e se dispersaram ao avistarem os . O caso foi registrado no 4º Distrito Policial, da Consolação.

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