O sócio-fundador do , Daniel , chegou hoje à tarde à Polícia Federal (PF), em , para novo e, de acordo com informações de sua defesa, deverá manter a mesma estratégia dos depoimentos anteriores de não responder às perguntas. Na chegada à PF, o advogado do , Nélio Machado, apresentou à imprensa um documento que será encaminhado às autoridades policiais, ao Ministério Público (MP) e à , questionando a lisura do processo que envolve seu cliente. “Este documento é um protesto formal com respeito a tudo o que vem ocorrendo neste caso, prejulgamento do meu cliente, manobra das prisões. Existe algo de malvadeza nisso, pois o (da Operação ) é uma devassa medieval.”

Machado fez também duras críticas às autoridades governamentais, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da , Tarso Genro. Ele classificou a PF, o Ministério Público Federal paulista (MPF-) e o juiz do caso, Fausto Martin De Sanctis, titular da 6ª Vara Federal Criminal, de “triunvirato acusatório”.

Nas críticas ao presidente Lula e ao ministro Tarso Genro, o advogado de disse: “Freqüento o ambiente da PF há mais de 30 anos e não vejo ministro de Estado e presidente da República falando de . Nunca vi um presidente da República convocando reunião para tratar de um assunto como este. Se Lula está insatisfeito com alguém da PF, ele que mude, que altere ministério”.

O advogado disse lamentar também a celeuma na PF e afirmou achar estranho a divulgação de apenas três minutos da gravação da reunião da PF, em que o Protógenes Queiroz teria pedido para deixar o comando da , porque não se sabe o contexto de toda a conversa a respeito da situação do , que comanda o . Na avaliação de Machado, seu cliente já foi prejulgado e só querem prendê-lo e algemá-lo. “Quero que a seja isenta, o que não vem ocorrendo. Ele () está sendo perseguido.”

Apesar de manter a estratégia do silêncio, Machado disse que e outras ligadas ao , também arroladas no , “atenderam à convocação informal da Polícia Federal para mostrar que confiam na porque ela tarda, mas não falha”. Além de , estão na PF Verônica , a irmã do ; Carlos Bernardo Torres Rodemburg, sócio e vice-presidente do ; Itamar Benigno Filho, Norberto Aguiar Tomáz, Arthur Joaquim de Carvalho, Eduardo Penido Monteiro, Maria Amália Delfin de Melo Coutrin, Dório Ferman e Danielle Silbergleid Ninio.AE

Pode parecer estranho, mas a utilização de de ossos na odontologia está regulamentada e aprovada pelo Ministério da desde 2005. Ainda assim, quando se pensa em de órgãos, raramente se lembra que além de , córneas, fígado e rim, tecidos e ossos também podem ser transplantados, permitindo que diversas se beneficiem.

A de ossos vem sendo muito útil às com perda óssea bucal provocada por tumores e odontológicos. “Um único doador pode beneficiar pelo menos 50 , evitando a extração de osso do próprio paciente”, diz o cirurgião-dentista Marcelo Rezende, diretor da Smiling Dental Care.

“No enxerto ósseo autógeno, antes de qualquer procedimento, o paciente é submetido à extração de osso da bacia, queixo ou maxilar, o que significa maior sofrimento e desgaste emocional”, completa o especialista.

Controle e segurança

Rezende explica que os ossos extraídos de passam por um controle bastante rigoroso, desde o processo de captação até o armazenamento. Geralmente, são utilizados somente seis meses depois do aproveitamento dos demais órgãos do doador.

Depois disso, são cortados em pequenos blocos para serem usados nos enxertos odontológicos. O osso transplantado ativa a regeneração óssea do paciente e, depois de alguns, meses é substituído pelo osso da própria pessoa.

“É importante ressaltar a necessidade de mais campanhas que incentivem a de órgãos, incluindo ossos. As vantagens de se optar por esse tipo de recurso são inúmeras, lembrando que nenhum caso de transmitidas por meio desse procedimento foi notificado até hoje devido aos rigores adotados”, lembra o dentista.

“Além do mais, utilizando o osso doado é possível recuperar volumes ósseos muito maiores do que conseguimos ao contar apenas com o material do próprio paciente, garantindo melhor qualidade de ”, diz Rezende.BR Press

O da Inglaterra (BOE) anunciou hoje um plano de ajuda ao sistema bancário, que enfrenta de liquidez no país. No valor de 50 bilhões de libras, a medida permite que os bancos troquem temporariamente papéis do setor de hipoteca por títulos do governo. O objetivo é destravar as instituições financeiras, pois o elevado risco de contraparte existente hoje está impedindo que os bancos emprestem dinheiro entre si.

“Pelo esquema, os bancos poderão, por um período, trocar ativos sem liquidez por Treasury Bills de boa qualidade”, afirma o comunicado do BOE. Segundo a autoridade monetária, atualmente diversos mercados de crédito estão fechados e os bancos carregam em seus balanços muitos ativos baseados em hipotecas, que hoje não podem ser vendidos nem usados como garantias para a tomada de recursos novos.

No entanto, conforme as regras do plano de ajuda, a responsabilidade pelas perdas com os empréstimos imobiliários continua com as instituições financeiras. A troca por títulos do governo terá período de um ano renovável por no máximo mais três anos. O mecanismo só valerá para ativos existentes no final de 2007 e não poderá ser usado para novos financiamentos.

Durante o período de troca, os bancos terão de pagar uma taxa baseada no juro interbancário (Libor para três meses). O pacote ficará aberto por seis meses, a partir de hoje. “O plano especial do da Inglaterra é desenhado para melhorar a posição de liquidez do sistema bancário e elevar a confiança no mercado financeiro, enquanto assegura que o risco de perdas nos empréstimos feitos ficará com os bancos”, diz o presidente do BOE, Mervyn King, por meio de comunicado.

Informática - Transações na Internet

A parcela de correntistas que usa o banking para fazer transferências de dinheiro, pagar contas ou consultar o saldo recuou 3 pontos porcentuais em 2006 ante 2005, segundo levantamento feito pelo Instituto Fractal, especialista em pesquisas de mercado. Em 2005, 39,4% dos correntistas usavam a para essas operações bancárias; em 2006, a participação, segundo a pesquisa, caiu para 36,3%.

Foram ouvidas pelo instituto, em 12 cidades, pouco mais de 6 mil com renda acima de R$ 800, nos dois anos. ‘A principal razão apontada pelos desistentes desse canal é o medo, a falta de segurança nessas operações’, diz Celso Grisi, diretor-presidente da Fractal e professor da Faculdade de , Administração e Contabilidade da Universidade de .

Do grupo de que participou da pesquisa, Grisi separou os correntistas com renda acima de R$ 4 mil para checar sua forma de uso do banking. ‘Esses são os usuários mais intensivos de pela e por isso representam uma amostra significativa’, justifica o pesquisador.

Ele ressalta que, nesse público, a insatisfação com a segurança na cresceu mais na faixa etária acima de 31 anos. De acordo com a pesquisa, em 2006 ante 2005, o porcentual de com idade de 31 a 60 anos que considera as transações bancárias seguras na caiu 9,2 pontos percentuais, de 58,1% para 48,9%. Entre os usuários com mais de 60 anos, a queda foi de 3,9 pontos percentuais, de 53,9% para 50%. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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