As autoridades britânicas rejeitaram o pedido de um visto de residência do filho de Osama , Omar Osama , porque acreditam que sua presença no país seria preocupante, disse Zaina Alsabah, a mulher do filho do líder da nascida no Reino Unido. Alsabah disse que os advogados do casal vão recorrer da decisão, que ela considerou “ilegal”.

Uma declaração dos advogados cita um funcionário consular britânico não identificado que teria afirmado que o filho de foi rejeitado porque sua presença no Reino Unido causaria “preocupação pública” por causa das declarações que ele deu à imprensa. “Não é uma decisão legal, a decisão não pode ser baseada em informes da mídia”, disse Zaina.

Omar, que afirma que não vê seu pai desde que deixou o Afeganistão em 1999 quando tinha 19 anos, agora vive no Cairo com Zaina, com quem se casou em 2006. O casal quer passar a morar no Reino Unido, terra natal da esposa de Omar. Ele solicitou o visto de residente em outubro do ano passado e foi entrevistado pela embaixada britânica no Cairo em 17 de abril deste ano. As informações são de agências internacionais.

O dissidente saudita Osama pediu aos muçulmanos em uma segunda mensagem de áudio que se unam à inurreição no por esta ser, segundo ele, a melhor forma de apoiar os palestinos.

Na primeira mensagem, divulgada na quarta-feira, o líder da rede extremista al-Qaeda advertiu os governos da União Européia para uma reação forte contra a republicação de uma charge que mostra o profeta Maomé.

Estas duas foram as primeiras mensagens divulgadas de desde novembro.

O tema desta mais recente é a questão dos palestinos. “A Palestina não pode ser retomada por negociações e diálogo, mas a ferro e fogo”, afirmou.

diz que a melhor forma de fazer isso no momento é apoiando a insurreição no , que ele qualifica como o campo mais próximo da Palestina para realizar a chamada guerra santa contra os infiéis, o Jihad.

Ao ressaltar a causa palestina, o líder da Al-Qaeda está levantando uma questão que pode ter ressonância entre muitos muçulmanos.

Na mensagem anterior, ressaltou a idéia de que o Islã e os muçulmanos em toda a parte estão sob ataque.

Embora fontes de inteligência ocidentais continuem a ver Osama como um forte oponente, eles também argumentam que a Al-Qaeda sofreu revéses recentemente, com uma reviravolta no e a morte e captura de vários de seus líderes mais destacados.

O líder da Al-Qaeda não é visto em vídeo desde outubro de 2004.

Acredita-se que esteja escondido na região da fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão.

Apesar de todos os esforços e gastos, os estão mais longe do que nunca de encontrar Osama Bin Laden, líder da organização terrorista al-Qaeda, disse hoje o jornal The New York Times.

Em uma reportagem em que cita altos funcionários dos serviços secretos e do Pentágono, a publicação ressalta a pouca eficácia na luta contra o terrorismo mostrada pelas forças de segurança do Paquistão, que receberam ajudas no valor de US$ 5 bilhões nos últimos seis anos.

Sobre Bin Laden, a situação é ainda mais delicada: um alto funcionário militar disse ao New York Times que o país não conta com uma boa pista sobre o paradeiro do saudita há dois anos. O jornal diz que esta situação é muito desfavorável ao presidente americano, George W. Bush, às vésperas do início do último ano de seu mandato. Funcionários dos serviços de inteligência acham que Osama ainda estará livre quando Bush deixar o cargo, em janeiro de 2009.
Fonte: G1

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