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Dobra o número de casos suspeitos de gripe suína no Brasil

O Ministério da Saúde informou neste sábado (2) que o número de pessoas com suspeita de ter contraído gripe suína no Brasil subiu de sete para 14. Os casos suspeitos estão sendo investigados em quatro estados, todos da Região Sudeste: São Paulo (6), Rio de Janeiro (4), Minas Gerais (3) e Espírito Santo (1).

Outros 37 casos estão sendo monitorados pelo ministério em 15 estados: Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Santa Catarina (quatro cada), seguidos de Bahia e Paraná (três cada),  Amazonas, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo (dois cada), Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Sul (um cada).

O ministério informou ainda que 38 casos que estavam sendo monitorados foram descartados –21 deles em São Paulo.

O diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage, afirmou que nenhum dos suspeitos está em estado grave. Segundo ele, todos os 14 pacientes com suspeita de terem contraído o influenza A estiveram nos últimos dias em países já afetados pelo vírus H1N1.

Hage acrescentou que tão logo o Brasil receba os insumos capazes de fazer diagnósticos específicos para a doença, em cerca de 48 horas será possível detectar se entre os suspeitos há algum caso confirmado da doença.

A representação da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Brasil informou que o pais deve receber em breve kits de diagnóstico da doença. Os kits permitiriam detectar a atual cepa (linhagem) do vírus da gripe de dois a três dias, contra até 15 dias dos exames realizados atualmente.

Eduardo Hage atribui o expressivo aumento na quantidade de casos suspeitos no país à atuação da Vigilância Sanítária nos aeroportos brasileiros. “À medida que aumenta o número de casos nos países, aumenta o alerta em relação à doença”, disse o diretor.

Na sexta-feira (1º), o Ministério da Saúde monitorava sete casos suspeitos no Brasil: três em Minas Gerais, dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e um no Espírito Santo. Ainda havia 41 casos investigados em 13 estados.

Prevenção

Alguns estados e empresas estão adotando medidas extras para se prevenir contra a doença. O governo de Minas Gerais, por exemplo, decretou situação de emergência, para facilitar a liberação de recursos no caso de haver necessidade de compra de materiais e aumento da infraestrutura para o combate da gripe suína.

Apesar do decreto, a administração ressalta o estado “vive um momento de relativa tranquilidade” em relação à doença. “Minas não vive uma situação emergencial; a situação é de vigilância permanente. O decreto nos oferece mecanismos para respondermos prontamente a uma eventualidade”, disse o secretário adjunto de Saúde, Antônio Jorge Souza Marques.

Nesta sexta, a companhia aérea Gol determinou o uso de máscaras aos funcionários que atuam na área do desembarque e conexões de vôos internacionais e na seção de bagagens perdidas de Guarulhos, Florianópolis, Porto Alegre, Campo Grande, Brasília, Curitiba, Galeão (RJ) e Confins (BH).

Pelo mundo

Neste sábado, a OMS contabilizava 615 pessoas contaminadas em 15 países. Só nos Estados Unidos, que faz fronteira com o México, onde surgiu a doença, já são 160 casos da doença em 21 estados, com pelo menos uma morte.
A Itália confirmou também neste sábado seu primeiro caso de gripe H1N1, mas afirmou que o paciente se recuperou depois de apresentar sintomas bastante leves do novo vírus. O paciente, um homem de 50 anos, tinha sido hospitalizado na cidade de Massa, na região da Toscana, em 27 de abril depois de retornar da Cidade do México. Ele foi tratado com antivirais e se recuperou. O país tem outros 13 casos suspeitos.
Em Israel, a imprensa diz que o número de casos agora chega a três –todos de pessoas que estiveram no México recentemente.
Além dos três países, também já tiveram casos confirmados, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS): Áustria (1), Canadá (34), Hong Kong (1), Dinamarca (1), França (1), Alemanha (4), Holanda (1), Nova Zelândia (4), Coreia do Sul (1), Espanha (13), Suíça (1) e Reino Unido (13).
A OMS reiterou que não recomenda a restrição de viagens regulares e o fechamento de fronteiras. Porém, a organização disse considerar “oportuno que as pessoas doentes adiem viagens internacionais”, e que aqueles que desenvolvam sintomas e tenham estado no exterior recentemente busquem atendimento médico.

Carne imune

A OMS assegura que não há risco de infecção pelo consumo de carne de porco bem cozida ou de produtos provenientes do animal. A organização insiste também para que as pessoas reforcem as medidas de higiene pessoal, especialmente lavar as mãos frequentemente com sabão.

Mitsubishi planeja transferir ao Brasil parte de sua produção

A fabricante japonesa de veículos Mitsubishi transferirá parte de sua produção ao Brasil para reduzir o impacto do fortalecimento do iene em seus custos de produção, segundo informou nesta quarta-feira (25) o jornal “Nikkei”.

O objetivo da Mitsubishi é instalar no Brasil sua base de exportação para toda América Latina, segundo o jornal japonês.

A fabricante japonesa escolheu o Brasil como destino para suas fábricas devido às exportações brasileiras contarem com tarifas privilegiadas na região graças ao Mercosul e ao pacto comercial brasileiro com o México.

A Mitsubishi planeja transferir no ano fiscal de 2009, que começa em abril, parte de sua produção nacional de veículos à fabricante MMC Automotores do Brasil, em São Paulo.

A fabricante japonesa ainda vai decidir que modelos fabricará no Brasil, mas a caminhonete Pajero parece ser a primeira candidata, pois tem altos níveis de venda no mercado brasileiro.

A companhia planeja ainda aumentar sua produção no Brasil de maneira progressiva, até chegar aos 50 mil veículos anuais, empregando chassi, motores e outras autopeças fabricadas no Japão.

Brasil não entrará em recessão, diz Mantega

A economia brasileira não entrará em recessão, assegurou nesta quarta-feira (4) o ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante o balanço de dois anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Palácio do Planalto. A recessão se caracteriza por dois trimestres de queda no Produto Interno Bruto (PIB).

“Não teremos recessão. A palavra recessão serve para os Estados Unidos, para os países da União Européia e para o Japão. Mas não para o Brasil”, disse Mantega, acrescentando que mantém a meta de que o país cresça 4% neste ano. O mercado financeiro, porém, já projeta um crescimento abaixo de 2% para 2009.

A certeza do ministro de que não haverá recessão, porém, não é compartilhada pelos representantes do empresariado, que já admitem essa possibilidade no início deste ano.

Desaceleração

O ministro Guido Mantega já admite, porém, que haverá desaceleração da economia brasileira por conta da crise financeira internacional, que tem afetado a concessão de crédito e a demanda (procura por produtos e serviços) interna e externa.

“Esperamos uma desaceleração, que se deu no último trimestre de 2008, e que deverá se acentuar no primeiro trimestre deste ano. Mas a economia brasileira tem uma capacidade de reação grande, e o PAC é parte disso. Não vamos ter recessão em 2009, ao contrário de outros países emergentes. Teremos desaceleração, mas não será tão grave e o Brasil terá crescimento maior do que a maioria dos países”, afirmou o ministro da Fazenda.

Atividade industrial

Mantega afirmou ainda para as pessoas não se “impressionarem” com o forte recuo da atividade industrial registrada nos três últimos meses do ano passado. Acrescentou que, no mês de janeiro, já pode ser vista “alguma retomada” dos investimentos  privados.

“Os números de dezembro mostram um período de impacto forte da crise. O pessoal parou de produzir e queimou estoques. Preferiu vender estoques, que é uma forma de ter capital de giro. Alguns ficaram sem produtos, porque o consumo se manteve”, afirmou ele.

Trabalho escravo ainda é mancha que envergonha o Brasil, avalia Vannuchi

Brasília – O ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), Paulo Vannuchi, disse hoje (9) que o trabalho escravo ainda é “uma mancha que envergonha o Brasil”.

Em entrevista a emisssoras de rádio, durante o programa Bom Dia Ministro, no estúdio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), ele avaliou que os casos de trabalhadores encontrados em condições análogas à escravidão no país representam “pouca gente” entre 20 mil e 50 mil pessoas , mas que cabe ao Estado brasileiro “erradicar essa vergonha”.

“[Os trabalhadores] são levados para a região da Amazônia, de Mato Grosso, do Pará, do Tocantins e lá ficam submetidos a jagunços que não os deixam escapar e a pessoas que criam uma situação de escravidão pela dívida. A pessoa perde a liberdade de ir e vir.”

Para Vannuchi, o trabalho deve ser de prevenção, para o trabalhador “não se deixar atrair por falsas promessas”, além de punição para os “péssimos fazendeiros”. Segundo o ministro, a agricultura do Brasil é a melhor do mundo, caracterizada por solos férteis e pela quebra de recordes na produção de soja e de cana-de-açúcar.

“[O trabalho escravo] pode sujeitar nosso país a ações na Organização Mundial do Comércio [OMC]. A alegação de que aqui se pratica trabalho escravo pode levar a um desastre na nossa folha de exportações.”

Ele reconheceu que ainda existe uma espécie de desconfiança da população em relação à defesa dos direitos humanos. A idéia de que eles existem apenas para proteger os que fazem mal à sociedade, de acordo com Vannuchi, permanece como uma “forte mentalidade nacional”, sobretudo nos segmentos sociais mais pobres e que mais necessitam da garantia de seus direitos.

“É uma explicação enfiada na cabeça deles por setores do regime militar que foram derrotados. Uma visão da polícia como agente de repressão. É preciso corrigir essa má compreensão e o jeito de fazer isso é por meio de longos investimentos em educação. Incluir mais a educação em direitos humanos desde muito cedo.”

Brasileiros levam o prêmio Ig Nobel por estudo com tatus

Dois brasileiros, um deles professor da Universidade de São Paulo (USP), venceram a categoria Arqueologia do prêmio Ig Nobel 2008, concedido pela revista Anais da Ciência Improvável. Astolfo Gomes de Mello Araújo e José Carlos Marcelino foram premiados por sua pesquisa sobre a contribuição que os tatus podem dar às escavações arqueológicas. O anúncio dos ganhadores em dez categorias, que vão da Literatura à Ciência Cognitiva, foi feito hoje na Universidade de Harvard, em Boston, nos Estados Unidos.

Os brasileiros descobriram que os tatus podem movimentar artefatos para cima, para baixo, e mesmo lateralmente, por vários metros à medida que cavam dentro de sítios arqueológicos. Suas tocas podem ir de túneis emergenciais de 50 centímetros de profundidade a “casas” mais permanentes, a seis metros dentro da terra, com redes de túneis e múltiplas entradas, de acordo com o site da Sociedade Humanística dos EUA.

Araújo, professor de Arqueologia da USP, comemorou o prêmio. “Não existe prêmio Nobel para arqueologia, então o Ig Nobel é uma coisa boa”, afirmou, por e-mail. Na categoria Química, Sheree Umpierre, Joseph Hill e Deborah Anderson “descobriram” que a Coca-Cola é um eficiente espermicida. C.Y. Hong, CC. Shieh, P. Wu e B.N. Chiang foram co-ganhadores da categoria por provarem o contrário.

País pode ser economia petrolífera

Por conta da exploração da camada do pré-sal, localizada abaixo do leito marinho, o Brasil poderá se tornar uma “economia petrolífera” a partir de 2020, quando o País deverá exportar 1,4 milhão de barris de petróleo por dia, obtendo uma receita naquele ano de US$ 37 bilhões a US$ 63 bilhões, dependendo do preço do barril. As simulações foram apresentadas ontem pelo economista Antonio Barros de Castro, assessor da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), durante palestra no seminário comemorativo dos 200 anos do Ministério da Fazenda. Em 2025, as exportações poderão chegar a 3,3 milhões de barris por dia, com receitas entre US$ 93 bilhões e US$ 158 bilhões.

Para evitar os efeitos negativos da excessiva entrada de dólares no País, principalmente uma supervalorização do real, e permitir que a indústria nacional tenha tempo para se adaptar à nova realidade econômica criada pelo pré-sal, Castro defendeu o controle pelo governo da velocidade de exploração do petróleo. O economista coordenador do grupo de Petróleo, Gás e Etanol do BNDES, citou três razões que fortaleceriam a sua tese.

Em primeiro lugar, lembrou que serão necessários vultosos investimentos para explorar o pré-sal. A segunda razão é que a indústria naval brasileira precisa de tempo para se tornar capaz de fornecer os navios, embarcações e plataformas que serão utilizadas na exploração do pré-sal. A terceira razão apontada por Castro diz respeito às adaptações do setor industrial brasileiro à nova realidade econômica, o que levará algum tempo. “São três fortíssimas razões para segurar a velocidade de produção do pré-sal”, afirmou o economista.AE

Brasil é o país com maior número de ‘expulsos’ da Grã-Bretanha

O Brasil aparece no topo da lista dos países com maior número de cidadãos expulsos da Grã-Bretanha em 2007, de acordo com dados divulgados pelo Ministério do Interior britânico.

Os números mostram que 11,4 mil brasileiros foram mandados de volta no ano passado. Do total, 4,7 mil foram barrados nas fronteiras e 6,7 mil foram deportados após um período na ilegalidade – a cifra inclui um pequeno número de retornos voluntários e de pedidos de asilo negados.

O total representa um ligeiro aumento em relação a 2006, quando 11,3 mil brasileiros foram repatriados – 4,9 mil foram impedidos de entrar na Grã-Bretanha e 6,3 mil imigrantes ilegais foram mandados de volta ao Brasil.

O segundo país em número de remoções de imigrantes ilegais da Grã-Bretanha é a Índia (3,3 mil), seguido pelo Paquistão (2,9 mil), Nigéria (2,8 mil) e Estados Unidos (2,2 mil).

Admissões

O Brasil vem ocupando a primeira posição no ranking de países com maior número de cidadãos barrados e imigrantes ilegais deportados na Grã-Bretanha desde 2004.

Até então, a Polônia era a primeira da lista, mas a situação do país mudou com a entrada na União Européia em maio de 2004.

Em 2005, a Grã-Bretanha chegou a expulsar mais de 12 mil brasileiros. No ano seguinte, o número caiu para 11,3 mil e, em 2007, voltou a subir.

Por outro lado, o Brasil também figura entre as primeiras posições na relação de países com o maior número de pessoas admitidas na Grã-Bretanha.

Em 2007, o país foi o quarto com a maior quantidade de cidadãos autorizados a entrar no país europeu – 205 mil, atrás apenas de Estados Unidos, Canadá e Rússia.

Ainda segundo os números do governo britânico, nos seis primeiros meses deste ano, 32.230 pessoas foram removidas do país, um aumento de 6% em relação à primeira metade do ano passado. O governo não divulgou dados por nacionalidade.

O secretário de Imigração britânico, Liam Byrne, disse que as fronteiras do país estão “mais fortes do que nunca” e que “a cada oito minutos um ilegal é removido”.

Em novembro, o governo britânico pretende introduzir um sistema que obrigará residentes estrangeiros a carregar carteiras de identidade, em que constarão dados biométricos como impressões e fotografias digitais para facilitar a distinção entre imigrantes legais e ilegais.BBC

IBGE: sem capitais, Guarulhos-SP é a mais populosa

Estimativas populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2008 apontam que dois municípios paulistas, Guarulhos (1,28 milhão de habitantes) e Campinas (1,06 milhão) estão no topo da lista dos 10 municípios mais populosos do País que não são capitais de Estado, segundo divulgou o IBGE. Os dois municípios mantiveram a posição que tinham em 2000. No terceiro, quarto e quinto lugar da lista estão os municípios fluminenses de São Gonçalo (982,8 mil), Duque de Caxias (864 mil,2 mil) e São Bernardo do Campo (801,5 mil).

A divulgação de estimativas populacionais do IBGE é feita anualmente e obedece à Lei complementar nº 59, de 22 de dezembro de 1988, assim como ao artigo 102 da Lei nº 8443, de 16 de julho de 1992. Segundo explica o documento de divulgação do instituto, as estimativas populacionais, fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos intercensitários, servem também como parâmetro para a distribuição, destinada pelo Tribunal de Contas da União, das quotas partes relativas ao Fundo de Participação de Estados e Municípios, de acordo com o dispositivo constitucional.AE

Lula diz que as mulheres “estão com a bola toda”

GramadoO presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que as mulheres estão com a “bola toda” no Brasil. Em discurso bem-humorado no 18º Congresso Brasileiro de Contabilidade, o presidente reconheceu que ainda há no Brasil preconceito contra as mulheres. E, às vésperas das eleições municipais, disse esperar que mais mulheres ocupem cargos públicos.

“Eu espero que outras mulheres e mais outras comecem a ocupar cada vez mais cargos públicos e cada vez mais importância na administração das empresas, porque assim a gente vai de uma vez por todas diminuir o preconceito de gênero que existe no Brasil”, afirmou.

O presidente elogiou a participação das mulheres na Olimpíada. “As mulheres estão com a bola toda. Se não bastassem na Olimpíada darem o banho que deram, mesmo quando perderam, como a nossa seleção de futebol feminino, elas foram consideradas melhores que as suas competidoras”.AE

Maurren diz que não pensa em parar e rebate críticas

De volta ao Brasil após a medalha de ouro conquistada em Pequim, Maurren Maggi afirmou que ainda não pensa em aposentadoria. A atleta, que tornou-se a primeira brasileira campeã olímpica em uma competição individual, chegou nesta terça-feira a São Paulo.

“Por eu ter voltado a saltar sete metros com 32 anos de idade, não dá para parar por aqui. Acho que tem muita coisa ainda”, disse Maurren, durante entrevista coletiva na capital paulista.

A atleta levou o ouro no salto em distância e soube que será homenageada com uma estátua de 7,04 metros em São Carlos. O tamanho é uma referência à marca que garantiu a conquista.

Sorridente e emocionada pelo reencontro com a família, Maurren só mudou a expressão ao falar sobre as críticas da inglesa Jade Johnson, sétima colocada na final em Pequim. A adversária disse que a brasileira não deveria ter voltado a competir depois da suspensão por doping.

“Ela não sabe o que aconteceu na minha vida. Não conhece a minha história. Comentários assim não vão apagar o meu brilho”, disse a campeã olímpica, que cumpriu dois anos de suspensão depois de ter sido flagrada pelo uso de clostebol. Maurren afirma, desde sempre, que a substância estava em um creme pós-depilação.AE
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