Contratado oficialmente pelo nesta terça-feira, Gaúcho é mais um a integrar a legião brasileira no italiano. Afinal, ele terá a companhia de outros cinco atletas do no novo time: Kaká, Alexandre Pato, Emerson, Dida e Digão. E isso porque, recentemente, dois brasileiros foram embora: Serginho e Cafu.

O primeiro a jogar no foi Vincente Gabardo, em 1935. Em 1958, foi a vez de Altafini, o Mazola. Na década de 60, Amarildo e Sormani também defenderam o italiano. Seguiu-se um longo período sem brasileiros, até que, na década de 90, André Cruz e Leonardo (hoje dirigente do ) aportaram por lá. Outro defensor, Roque Júnior, passou pelo na temporada de 2003. E um atacante, Ricardo Oliveira, também jogou pelo time.

Mas nem sempre grandes craques brasileiros fizeram sucesso no . O meia-atacante Rivaldo, por exemplo, fez em 2002 o mesmo caminho que Gaúcho percorre agora. Deixou o em alta, mas teve passagem apenas regular por Milão. Na temporada 2007/2008, foi a vez de : fez um punhado de gols, mas depois se machucou e não teve o contrato renovado.AE

O vai para Pequim com a difícil missão de conquistar uma , feito só obtido pelo peso mosca Servílio de Oliveira, há 40 anos, nos Jogos da . Os seis pugilistas classificados para entrar em ação de 9 a 24 de agosto no Ginásio dos Trabalhadores, na capital chinesa, sabem que o sorteio das chaves será decisivo para um bom .

O meio-médio-ligeiro (até 64 quilos) paraense Myke Carvalho só tem 24 anos, mas, ao lado do meio-pesado Washington Silva, é o mais experiente da equipe brasileira - ele esteve nos Jogos de Atenas, em 2004. “Fiquei deslumbrado com a quantidade de pessoas, o tamanho daquilo tudo. Subi no e minhas pernas não paravam de tremer”, lembrou. Resultado: derrota na primeira rodada para o porto-riquenho Alexander de Jesus por 39 a 24.

Com a bandeira do tatuada no ombro esquerdo, Myke confia em chegar até as quartas-de-final dos Jogos de . Serão 28 atletas em sua categoria. Com um sorteio a seu favor, o poderá precisar de apenas duas vitórias para atingir seu objetivo. “Daí para frente, tudo poderá acontecer. Mais uma vitória e a estará garantida”, disse o , que está em intensivo em , juntamente com os companheiros Washington Silva, Paulo Carvalho, Robenilson Vieira, Robson Conceição e Everton Lopes.AE

A primeira vez é inesquecível. Pois para o piloto Nelsinho Piquet, seu primeiro fim de semana na Fórmula 1 como titular da Renault tem tudo para ser justamente o contrário, ou seja, ser esquecido, ficar no passado.

A sucessão de problemas no Grande Prêmio da começou nos treinos livres e culminou na corrida, com o abandono na 30.ª volta. O motivo? Novamente, a caixa de câmbio, a mesma que lhe criou problema nos treinos.

“Eu até que larguei bem, mas na primeira curva me coloquei por dentro, sei que bati no da Force India (em Giancarlo Fisichella), e a conseqüência disso é que meu ficou impossível de guiar. Quebrou alguma coisa na traseira e voltei a ter dificuldades no câmbio, até o ponto que não trocou mais marcha e fiquei parado na pista”, explica o piloto.

Nelsinho acredita que a adaptação à categoria é questão de tempo. “As coisas aqui acontecem muito rápido, tudo tem de ser decidido rapidamente, mais rápido do que nas outras categorias. Só fico frustrado mesmo é por não ter marcado pontos”, completa.

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