- Pela primeira vez, a Polícia Federal (PF) surpreendeu integrantes do Primeiro Comando da Capital () usando doleiros para efetuar pagamentos e dividir lucros entre os integrantes da facção. O esquema foi desarticulado ontem, com a prisão de 15 pessoas em três Estados, durante a Operação Downtown. Cerca de R$ 1,1 milhão em euros, dólares e reais foram apreendidos pelos agentes federais. “Não sabemos quanto disso pertence ao , mas esse dinheiro representa o que os doleiros movimentavam por dia”, afirmou o delegado José Alberto Iegas, da PF.

Ao todo, 50 mandados de busca e apreensão foram expedidos e 15 de prisão, todos cumpridos. Os doleiros são acusados de evasão de divisas, operação de instituição financeira sem autorização, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. Os agentes prenderam dez doleiros em , a maioria com escritórios no centro da cidade, quatro em e um no Rio. “Estamos investigando se a facção usou doleiros para enviar dinheiro para o exterior”, afirmou.

O delegado pretende ainda conseguir provas de que o dinheiro movimentado pela facção por meio dos presos era proveniente de contribuições de associados ou do . Definindo a origem criminosa dos recursos, será possível acusar os envolvidos por lavagem de dinheiro do crime organizado. Para ele, o começou a utilizar-se de doleiros a fim de garantir movimentação mais rápida e eficaz para o dinheiro, ao mesmo tempo em que driblava os controles sobre operações financeiras em contas bancárias, que podem ser rastreadas pela polícia. Presos de uma penitenciária do interior do Estado contatavam os doleiros.

As investigações da PF começaram há seis meses. Os policiais estavam atrás de doleiros que agiam no centro de . Além de clientes do , os detidos eram usados por outros grupos criminosos. Eles serviriam, por exemplo a integrantes da máfia nigeriana, envolvida no . Os nigerianos contratavam as pessoas do esquema para enviar dinheiro à África do Sul. Os acusados também enviavam dinheiro à China para o pagamento de importações subfaturadas por comerciantes chineses que trabalham na região da Rua 25 de Março.

O dólar abriu os desta quarta-feira em leve queda, seguindo o movimento da véspera. Nos primeiros do dia a moeda americana era vendida a R$ 1,624, com baixa de 0,18%. Na terça-feira, a divisa quebrou um ciclo de três altas seguidas e fechou em queda de 0,79%, a R$ 1,627.

Na véspera, a desvalorização global do dólar e a entrada de recursos no País impediram que a de alcançasse R$ 1,65. Nesta sessão, no entanto, o dólar exibia ligeira alta no mercado

A norma do que simplifica as regras do mercado de e de capitais internacionais está publicada na edição de hoje (19) do Diário oficial da União.

De acordo com a Circular n.º 3.401, não há mais a limitação de que as corretoras e distribuidoras de títulos e valores só podem operar até US$ 500 mil.

O Banco Central eliminou, ainda, a obrigação que o cliente tinha de informar à autoridade monetária, com antecedência mínima de 30 dias, a quitação antecipada de compromissos de natureza financeira no exterior, registrados no BC. O comunicado, agora, pode ser feito até no momento da liqüidação da operação.

O dólar comercial abriu em baixa de 0,13% hoje, cotado a R$ 1,575 no mercado interbancário de . Ontem, a moeda americana fechou em alta de 0,13%, a R$ 1,577. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), às 10 horas (de Brasília), o dólar à vista era negociado a R$ 1,575 (-0,1%), ainda na mesma da abertura.

O dia promete ser intenso no mercado mundial de moedas. Logo pela manhã, os bancos Central Europeu e da Inglaterra corroboraram a expectativa dos analistas e mantiveram as taxas de juros estáveis, em 4,25% ao ano e 5% ao ano, respectivamente. Mas as palavras do presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, que já estão sendo proferidas, são observadas com ansiedade pelos mercados e têm grande potencial para determinar os não só de hoje, mas dos próximos dias, com respingos no mercado de câmbio também por aqui. Até porque, a relação dólar/real deve mostrar-se mais influenciável pela trajetória da moeda americana este mês, em que as férias do hemisfério norte tendem a diminuir os fluxos internacionais de recursos.

Internamente, vale registrar que, como mostraram os dados do fluxo cambial de ontem, anunciados pelo Banco Central, embora não haja uma sangria, o dinheiro dos investidores estrangeiros continua saindo mais do que entrando no País. Em julho, completou-se dois meses de fluxo cambial negativo, com saídas total de US$ 3,371 bilhões no período. Pela primeira vez desde setembro de 2005, o BC registrou dois meses consecutivos de fluxo cambial negativo. E nada indica que tenha havido mudança significativa nos últimos dias.AE

- O dólar fechou o dia mantendo o sinal negativo apresentado pouco após a abertura dos . O dólar chegou a subir ante o real no começo do dia, acompanhando o movimento da moeda norte-americana nos mercados internacionais, mas acabou cedendo com a percepção de fluxo positivo e com o bom comportamento das Bolsas em Nova York.

Os dados da dos anunciados hoje mostraram preços altos das importações e um ritmo das vendas do varejo norte-americano melhor que o esperado. Ambos indicadores corroboraram os temores com a e as de alta dos juros dos EUA, dando fôlego para a valorização do dólar ante as principais moedas estrangeiras. Aqui também houve pressão e o dólar comercial atingiu a máxima de R$ 1,648 no mercado interbancário de .

A escalada, no entanto, durou pouco. Mais uma vez, o fluxo de recursos positivo falou mais alto e levou as para baixo. Na mínima, a moeda norte-americana foi negociada a R$ 1,6325 na BM&F e a R$ 1,633 no interbancário.

No meio do tarde, o interveio no de , com o anúncio do leilão de de dólares. A autoridade monetária pagou de corte de R$ 1,6341 no leilão. Segundo um operador, a autoridade monetária aceitou apenas uma proposta, entre as sete que tiveram suas taxas declaradas, de R$ 1,6341 na mínima à R$ 1,6365 na máxima. Doze instituições não informaram suas ofertas na operação.

A , ao final do período, foi de R$ 1,634 (-0,37%) no pregão da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e de R$ 1,635 (-0,43%) no interbancário de .AE

SÃO PAULO, 11 de junho de 2008 - O dólar comercial fechou a sessão com queda de 0,30%, cotado a R$ 1,639 na e a R$ 1,641 na venda. Ao longo do dia, a moeda saiu na máxima de R$ 1,652 e na mínima de R$ 1,639.
No mercado futuro, os contratos de com vencimento em julho subiam 0,54%, a R$ 1,647, após 264,1 mil . Com base nos no interbancário, o estima que a Ptax (média das apurada pelo BC) tenha ficado em R$ 1,6428 na venda, com giro no interbancário de US$ 4,1 bilhões.
No paralelo, as trocas ocorreram entre R$ 1,73 e a R$ 1,83. No , o dólar saiu entre R$ 1,57 e R$ 1,73, enquanto o traveller check foi transacionado entre R$ 1,605 e R$ 1,715. No flanco externo, a de risco-País subia 0,53%, aos 189 pontos. (Simone e Silva Bernardino - InvestNews)

A Delegacia de Polícia Federal em , interior paulista, fechou hoje, um escritório de clandestino que funcionava em um edifício comercial localizado no centro da cidade.

No local, foram apreendidos mais de US$ 15 mil, em euros e pesos, além de documentos que indicam ordens de depósito de elevadas quantias em contas bancárias de agências localizadas em Hong Kong, China, e França.

De acordo com a PF, a ação teve início em Brasília quando, no dia 20 de abril deste ano, policiais federais prenderam em flagrante traficantes de cocaína com 18 quilos da droga.

Investigações mostraram que a quadrilha utilizava várias contas bancárias para suas transações financeiras, dentre elas uma de Rio Preto. A conta estava em nome de uma jovem que teria como endereço comercial uma sala no edifício Hopase.

Munidos de um mandado de busca e apreensão, expedido pela 4ª Vara Criminal de Luziânia, em Goiás, os policiais federais de Rio Preto foram ao local, onde encontraram um escritório clandestino de monetário, gerenciado pelo pai da jovem.

O negócio foi fechado, o material apreendido posto à disposição da Justiça e um inquérito policial foi instaurado. O proprietário do negócio poderá ser indiciado por crime contra o sistema financeiro nacional, com pena de até quatro anos de prisão e multa.

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