Um suplemento alimentar à base de um cogumelo revela “grande eficácia” no combate ao , afirmou o diretor da Unidade de Patologia Cervical do Instituto Português de Oncologia de Coimbra, José Silva Couto.

O especialista disse à Agência Lusa que o tratamento com Coriolus versicolor (cogumelo sem nome popular), aplicado a um grupo de 43 mulheres acompanhadas no IPO de Coimbra durante um ano, “revelou grande eficácia”.

Couto disse que foi “muito positivo” o impacto terapêutico do Coriolus versicolor, realçando a eficácia do uso de comprimidos à base deste cogumelo, cujo “efeito imunomodulador” é conhecido em várias culturas antigas da Ásia.

“A biomassa do Coriolus versicolor é um imunomodulador não específico e, como tal, usada como coadjuvante nutritivo para equilíbrio do sistema imunológico em pacientes submetidos a quimioterapia e radioterapia”, diz uma síntese do estudo.

Estudo

Segundo Couto, a pesquisa foi realizada juntamente com o diretor do Serviço de Ginecologia do instituto, Daniel Pereira da Silva. Um grupo de 43 mulheres com lesões cervicais, provocadas pelo human papilona vírus (), foi dividido ao acaso em dois subgrupos.

Ficou demonstrado que o Coriolus versicolor teve “grande eficácia, quer na regressão da displasia (lesão de baixo grau), quer no desaparecimento do de alto risco”.

Um dos subgrupos, formado por 22 pacientes, recebeu suplementação com Coriolus versicolor durante um ano, tomando seis comprimidos por dia, num total de três gramas.

As demais 21 doentes, o denominado “grupo controle”, não foram abrangidas pelo tratamento.

Segundo José Silva Couto, nenhum dos subgrupos foi submetido a qualquer procedimento terapêutico, permitindo uma “avaliação dos efeitos” do cogumelo em doentes “não submetidos a tratamento cirúrgico habitual”.

Entre as 43 doentes que iniciaram o estudo, só 39 completaram o protocolo, levando até o fim um ano de acompanhamento. Das 18 que utilizaram Coriolus versicolor ao longo de um ano, 13 (72%) manifestaram “citologia cervical normal”.

Em contrapartida, das 21 pacientes que não receberam suplementação, apenas dez tinham “citologia cervical normal”.

José Silva Couto e Daniel Pereira da Silva concluíram também que o tratamento, além do “impacto positivo” na regressão das lesões de baixo grau, pode ajudar também as doentes sujeitas a tratamento por lesões de alto grau, quando “o de alto risco persiste após a cirurgia”.
Ag. Lusa

Os pesquisadores das universidades de Sheffield, Keele e Nottingham afirmam que a inovação pode servir como alternativa mais eficiente para o tratamento de tumores.

A pesquisa foi publicada nesta semana na revista científica Gene Therapy.

A atual técnica de insere genes dentro de células cancerosas, com o objetivo de matar os tumores. A terapia genética é usada como alternativa à tratamentos convencionais como radioterapia.

Imãs escolares

Um dos principais problemas desta técnica é conseguir inserir o gene anticâncer nos tumores.

Para contornar o problema, os cientistas britânicos retiraram glóbulos brancos de ratos cancerosos e os carregaram com imãs minúsculos.

Os glóbulos brancos foram injetados novamente nos ratos. Um imã maior foi usado para atrair os glóbulos imantados para a região do tumor.

“Tudo que temos que fazer é passar os imãs – o tipo de imã que as crianças usam em escolas – no lado de fora do tumor. Isso cria um campo magnético ao redor e através do tumor, e é suficiente para puxar esses glóbulos brancos imantados para a massa do tumor”, afirma a pesquisadora Claire Lewis, da Universidade de Sheffield, que liderou o .

Lewis acredita que a técnica força os genes anticâncer a entrarem mais profundamente no tumor, aumentando as chances de sucesso nos tratamentos.

Como a técnica envolve a utilização de glóbulos brancos dos próprios pacientes, ela acredita que os riscos de uma reação adversa do sistema imunológico do corpo são reduzidos.

Um caso famoso de reação deste tipo aconteceu em 1999, quando a foi usada para tratar um distúrbio de metabolismo raro. O tratamento acabou matando um jovem de 18 anos.

Em outros casos de aplicação da terapia, crianças desenvolveram leucemia em decorrência do tratamento.

Apesar destes fracassos, muitos cientistas acreditam que a é o futuro no tratamento contra câncer.

Quando o coreógrafo americano Michael Kidd ganhou um Oscar honorário em 1997, em homenagem à sua carreira, a atriz Jane Powell, que estrelou o musical Sete Noivas para Sete Irmãos, de Stanley Donen, foi taxativa em uma entrevista à revista Variety: Read more

Os cientistas do Instituto Nacional do Câncer americano dizem que um em cada dez casos de câncer de pulmão e de intestino poderia ser evitado se as pessoas diminuíssem a Read more

O câncer de pele é uma denominação genérica para vários tipos de tumores que afetam este órgão. Os tumores possuem alguns fatores de risco em comum, destacando-se a exposição Read more

Beverly Sills, soprano que marcou a história da ópera nos , morreu nesta segunda-feira aos 78 anos, de câncer, segundo informações oficiais. Seu agente disse que ela morreu em Nova York, após uma longa luta contra o câncer, desde 1974, quando foi operada e o problema parecia ter sido eliminado.Sills, Read more

← Previous Page

Clicky Web Analytics