O tenente Vinicius Ghidetti de Andrade Moraes, de 25 anos, mantém uma página no , é casado e tem um filho. No seu perfil da rede social, fala sobre as paixões. Diz que ama a farda, a verdade, a dignidade e o .

O já confessou à polícia ter comandado a entrega dos três jovens do Morro da Providência aos de um morro rival. Nesta terça-feira (17), na página, foi muito atacado em centenas de mensagens.

Os onze que participaram do crime cumprem temporária no de Polícia do Exército.

Nesta terça-feira, o delegado continuou a tomar os dos envolvidos para esclarecer a participação de cada um no .

Os ocupam o Morro da Providência desde o fim do ano passado. Com a dos rapazes, a presença deles no está sendo questionada. A Defensoria da União, no , vai entrar com uma ação civil pública pedindo a retirada do Exército do Morro da Providência, com base na Constituição. A lei não prevê participação do Exército na pública.

Em nota divulgada nesta terça (17), o Exército afirma que a presença no morro não é uma operação em prol da pública, que necessite de determinação da presidência da república e de aprovação no congresso nacional. Mas sim uma ação subsidiária, permitida pela Constituição, com o objetivo de revitalizar moradias.

O da , Nelson Jobim, veio ao acompanhar as .
Participou de uma reunião no Comando do Leste. Depois, foi ao Morro da Providência. Caminhou pelas ruas da comunidade e se encontrou com parentes dos jovens .

O pediu desculpas às famílias.

“Vamos deixar bem claro a indignação do governo, a indignação de todos nós. Agora, o que não podemos é confundir o fato que aconteceu com a ação do Exército e com as obras que estão sendo realizadas aqui”, disse o Nelson Jobim.

O da , Tarso Genro, tem uma diferente.

“O Exército estava dando proteção para as pessoas que estão trabalhando e aí ocorreu essa que é absolutamente lamentável. Isso comprova uma visão, que é a visão do presidente, que é majoritária em toda a sociedade, de que as Forças Armadas não são aptas para tratar da pública”, disse Genro.

O que garantiu a presença dos no Morro da Providência foi um acordo firmado entre os Ministérios da e das . Os foram convocados para ajudar num projeto de reforma das casas, chamado Cimento Social, idealizado pelo senador Marcelo Crivela, pré-candidato à prefeitura do .

Transeuntes encontraram a parte do boiando na água, na costa de um subúrbio de Westham Island, na de British Columbia, na segunda-feira.

É o quinto pé humano a ser encontrado na desde agosto do ano passado. Mas este é esquerdo, enquanto os outros quatro eram direitos.

A polícia está conduzindo para tentar estabelecer se a descoberta tem relação com outras na mesma área. Todos os pés estavam calçando sapatos e haviam passado bastante tempo na água.

PraiaA porta-voz da polícia Sharlene Brooks disse que o está sendo tratado como uma criminal.

“Nós certamente não descartamos a possibilidade de que o pé tenha relação com um dos outros pés encontrados, mas ainda é muito prematuro e seria muito especulativo para a gente até imaginar algo nesse momento”, disse a policial.

Ela disse que deve levar algum tempo até que a polícia possa responder se o DNA do pé pertence a alguma pessoa desaparecida, ou se é compatível com um dos outros pés já encontrados na .

Descobertas horríveis

Em agosto passado, dois pés humanos apareceram em de pequenas ilhas ao norte de Vancouver. Em fevereiro, um terceiro pé direito apareceu. O quarto pé foi descoberto em uma em um subúrbio de Vancouver em maio passado.

Todos estavam calçados com de corrida.

Nos jornais e cafés da cidade circulam teorias sobre o misté, afirma o correspondente da BBC em Vancouver Ian Gunn.

Crime organizado, acidentes de barco e até o tsunami que atingiu o Pacífico asiático em 2004 são apresentados como possíveis explicações.

A polícia afirma que não há evidências de que os pés tenham sido cortados deliberadamente ou removidos à força.

Médicos legistas afirmam que não é incomum que partes de corpos se soltem depois de passar um longo tempo na água.BBC

- Sob suspeita de falso testemunho à , o porteiro Miguel Francisco Pereira, que trabalha no prédio onde mora a família da empresária Silvia Calabresi Lima, foi hoje, durante uma audiência no Tribunal Regional do (TRT) de Goiás, em , por determinação da juíza Maria Aparecida Prado Fleury Bariani. Silvia responde a ação trabalhista e por reduzir a menor L.R.S., de 12 anos, à situação análoga de escrava.

L.R.S. foi encontrada e libertada pela Polícia Civil presa em correntes e amordaçada, há dois meses, no apartamento da empresária. O pedido de e de indenização foi apresentado pela procuradora do Janilda Guimarães Collo. Pereira, que era uma das testemunhas de acusação, negou um anterior e foi levado para a Polícia Federal (PF) para outro testemunho.AE

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