Mais dois suspeitos de participar da de seis jovens na última terça-feira em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte, foram presos nesta madrugada. Orli Araújo, de 29 anos, e Leonardo Domingues de Oliveira, de 25 anos, foram detidos por volta da meia-noite de ontem no Bairro Imbiruçu.

Com eles foram apreendidos 103 papelotes de cocaína, R$ 178,00 em dinheiro e três celulares. Na madrugada de ontem, Cledimar Carvalho Pereira, de 28 anos, um dos suspeitos de matar e queimar os jovens, já havia sido . Segundo a polícia, o confessou com detalhes o que aconteceu e disse que os jovens foram mortos por vender drogas de outro .AE

Três pessoas foram assassinadas e uma ficou ferida, por volta das 20h de ontem, no interior de um bar, no Jardim Padroeira, um dos bairros mais violentos de , na região oeste da Grande .

Armados com revólver e pistola, dois desconhecidos invadiram o bar, atiraram em direção aos clientes e, em seguida, fugiram a pé, apesar de terem chegado ao local em um veículo preto. A dupla não usava máscaras ou capuzes.

Quatro homens foram baleados e três morreram na hora, incluindo Vagner Liduíno do Nascimento, de 38 anos, irmão do proprietário do bar. Ele tomava conta do local enquanto o irmão tomava banho. Os outros mortos são Anderson Fernando Faria Galvão e Adriano de Oliveira Galvão, ambos de 26 anos.

Ferido com quatro tiros, André Nascimento da Silva, também de 26 anos, que não corre risco de morte, foi levado pela PM para o pronto-socorro municipal do Jardim Santo Antônio e transferido para o Hospital Antônio Giglio. Com exceção do comerciante, que escapou ileso, as vítimas não tinham ficha criminal. A polícia acredita que o estabelecimento é usado como ponto de venda de drogas.

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e a Corregedoria da Polícia Militar prenderam ontem quatro PMs do 18º Batalhão, localizado na zona norte. Os policiais tiveram a prisão por 30 dias decretada por um juiz do 2º Tribunal do Júri. Segundo o DHPP, eles são suspeitos de, em 24 de maio, terem cometido uma num bar do Jaraguá, zona norte, e matado dois homens com ficha criminal para encobrir o crime.A força-tarefa deteve o sargento José Rivanildo da Silva Sá, de 38 anos, e os soldados Ricardo Gonçalves de Moraes, de 38, Eliabe Antonio de Mello, de 32, e Luzinário Moreira do Nascimento, de 32, todos da Força Tática do 18º Batalhão. Segundo o DHPP, ainda não há indícios de envolvimento deles na execução, em 16 de janeiro, do coronel José Hermínio Rodrigues, comandante da PM na zona norte, mas isso será investigado. O DHPP apreendeu armas particulares e da PM usadas pelos quatro.

Os PMs detidos são suspeitos do assassinato de Charles Wagner Felício, de 32 anos, e Cleiton de Souza, de 25. Na versão dos militares, no dia 24, pouco depois das 20 horas, Charles e Cleiton executaram três pessoas no Jaraguá, foram perseguidos e morreram durante tiroteio.

A versão apurada pelo DHPP é bem diferente. “A suspeita principal é esta: que (os PMs) teriam abordado esses dois presidiários (na verdade, ex-presidiários), depois teriam feito o ataque ao bar e simulado a resistência seguida de morte”, disse o delegado Marcos Carneiro Lima.

O DHPP levantou provas de que os dois acusados já estavam presos horas antes da . Isso porque, sem os PMs verem, Charles usou um celular para tirar fotos dele e de Cleiton num carro, ao lado do qual aparece uma Blazer igual às da Força Tática. As imagens foram feitas às 16h51 e 16h52 do dia 24. Charles escondeu na cueca o celular, só encontrado quando ele foi levado ao Hospital de Taipas, onde morreu.

Além disso, a mulher de Charles, Maricleide da Silva Felício, de 32 anos, afirmou ter visto quando o marido e o parceiro foram detidos pelos policiais, às 15h30 do dia 24, na Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, Freguesia do Ó. Ela reconheceu o sargento Rivanildo como o homem que colocou Charles e Cleiton no compartimento de presos de uma Blazer. E disse que o soldado Ricardo assumiu a direção do Corsa, que estava registrado no nome do marido. Charles tinha cumprido pena de 13 anos de prisão por tráfico de drogas e estava solto havia 3 anos. Condenado por , Cleiton estava em liberdade condicional.

‘Justiça’

“Eu quero justiça, mas estou apavorada. O meu marido e o Cleiton foram vítimas. ‘Tô’ com medo até de atender telefone”, afirmou ontem Maricleide. Testemunha-chave do caso, desde o primeiro dia ela tinha procurado a polícia para denunciar os PMs. “Não me deram crédito, né? Primeiro eu era mulher de vagabundo, depois diziam que eu não valia nada, que o que eu queria era arrumar ‘pros polícia’. O que me deixa triste é que o coronel teve de morrer ‘pra’ essas pessoas acreditarem em mim”, afirmou.

O oficial citado por ela é o coronel Hermínio. Ele investigava a atuação de um grupo de extermínio formado por PMs e foi morto com tiros da mesma pistola calibre 380 usada na execução de seis pessoas, em 29 de junho, na Água Fria. Testemunhas afirmaram que o atirador que matou o coronel calçava coturnos, levantando a suspeita de que seja um PM.

Os quatro detidos foram levados ao DHPP às 14h20. Estavam com roupas civis e sem algemas. Além das prisões, o DHPP pediu mandados de busca. Foram revistadas residências dos policiais - Luzinário era o único que estava em casa quando os investigadores chegaram - e até seus armários no quartel.

O advogado Antônio Carlos Ferreira de Toledo foi ao DHPP para defender o soldado Luzinário. Ele disse que o PM é vizinho do sargento Helber Antônio de Freitas, em janeiro sob a acusação de matar a mãe de um e de receptação de cheques roubados. Freitas está sendo investigado pela morte do coronel. “Ele (Luzinário) está bem tranqüilo, porque não fez nada de errado.”AE

O crime ocorreu na região do Tremembé, próximo à Rodovia Fernão Dias.
Duas vítimas foram levadas em estado grave para o hospital.

Sete pessoas morreram numa na madrugada desta quinta-feira (17) na Zona Norte da capital paulista. O ocorreu no Jardim São Luiz, na região do Tremembé, próximo à Rodovia Fernão Dias.
Nove pessoas estavam em um bar quando foram surpreendidas por suspeitos que começaram a atirar. Seis homens e uma mulher morreram na hora e as outras duas vítimas foram levadas em estado grave para o hospital.

No local do foram encontrados muitos cartuchos de bala. A polícia não conseguiu localizar so autores dos disparos.

A informação de que um primo do craque de futebol Ronaldo Fenômeno estava entre as vítimas de um atirador, ontem à noite, foi confirmada hoje. O entregador Igor Nazário da Silva, de 25 anos, foi morto ontem, por volta das 22h, com duas Read more

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