Set
10
Um britânico afirmou ter instalado um software espião no computador de sua filha de 15 anos para descobrir se ela estava se relacionando com seu instrutor de hockey.
Nicholas Lovell, 38, era professor da menina em 2006, quando o relacionamento entre os dois começou. Na ocasião, ele foi alertado pela polícia a manter-se afastado da aluna e chegou a assinar um acordo, mas não obedeceu à determinação.
O pai contou à BBC que, estranhando o comportamento da menina, instalou um software no computador da família e durante três ou quatro semanas todos os e-mails e mensagens enviadas por Lovell.
Para não ser descoberto, o instrutor usava diferentes nomes para entrar em contato com a adolescente. Ele mantinha relações sexuais com ela e a apresentava aos amigos como namorada.
Segundo a BBC, Lovell foi condenado a quatro anos e meio de prisão por manter relações sexuais com uma menor de idade.
Set
9
Software, logiciário ou programa de computador é uma sequência de instruções a serem seguidas e/ou executadas, na manipulação, redirecionamento ou modificação de um dado/informação ou acontecimento.
Software também é o nome dado ao comportamento exibido por essa seqüência de instruções quando executada em um computador ou máquina semelhante.
Tecnicamente, Software também é o nome dado ao conjunto de produtos desenvolvidos durante o Processo de Software, o que inclui não só o programa de computador propriamente dito, mas também manuais, especificações, planos de teste, etc.
Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um programa correto e funcional, essa sequência segue padrões específicos que resultam em um comportamento desejado.
Um programa pode ser executado por qualquer dispositivo capaz de interpretar e executar as instruções de que é formado.
Quando um software está representado como instruções que podem ser executadas diretamente por um processador dizemos que está escrito em linguagem de máquina. A execução de um software também pode ser intermediada por um programa interpretador, responsável por interpretar e executar cada uma de suas instruções. Uma categoria especial e notável de interpretadores são as máquinas virtuais, como a JVM (Máquina Virtual Java), que simulam um computador inteiro, real ou imaginado.
O dispositivo mais conhecido que dispõe de um processador é o computador. Atualmente, com o barateamento dos microprocessadores, existem outras máquinas programáveis, como telefone celular, máquinas de automação industrial, calculadora, etc.
Set
8
Denomina-se computador uma máquina capaz de variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Exemplos de computadores incluem o ábaco, a calculadora, o computador analógico e o computador digital. Um computador pode prover-se de inúmeros atributos, dentre eles armazenamento de dados, processamento de dados, cálculo em grande escala, desenho industrial, tratamento de imagens gráficas, realidade virtual, entretenimento e cultura.
No passado, o termo já foi aplicado a pessoas responsáveis por algum cálculo. Em geral, entende-se por computador um sistema físico que realiza algum tipo de computação. Existe ainda o conceito matemático rigoroso, utilizado na teoria da computação.
Assumiu-se que os computadores pessoais e laptops são ícones da Era da Informação[1]; e isto é o que muitas pessoas consideram como “computador“. Entretanto, atualmente as formas mais comuns de computador em uso são os sistemas embarcados, pequenos dispositivos usados para controlar outros dispositivos, como robôs, câmeras digitais ou brinquedos.
Ago
18
A Intel, num esforço para aumentar o desempenho de aplicativos baseados em Windows Vista, fez uma atualização da tecnologia Turbo Memory, baseada em memória flash. A iniciativa pode ser vista como uma resposta às críticas feitas pela Microsoft à performance dos seus produtos.
A tecnologia permitirá que o usuário escolha qual aplicativo usará uma memória adicional dentro do programa. Uma vez selecionado, o programa usará a memória flash como um cache entre o disco rígido do computador e a memória RAM, em conjunto com as tecnologias ReadyBoost e ReadyDrive (No Windows Vista).
Programas que necessitam de uso intensivo de memória, como jogos e edição de arquivos de mídia, são alguns exemplos de aplicativos que podem tirar mais proveito da tecnologia, de acordo com a Intel. Nos testes apresentados em um notebook com chipset Intel Centrino Core 2 Duo, foi possível usar dois programas pesados, como Google Earth e o Adobe Photoshop Elements 5.0, sem que o rendimento da máquina caísse; pelo contrário, o tempo de resposta caiu de 189 para 83 segundos, uma melhora de 127%.
Quando testado com o PCMark 2005, o ganho foi de 36%. A Intel disse que a tecnologia é compatível com toda linha Centrino e Centrino 2 para notebooks e Intel Core 2 Duo e Quad para desktops. Ambos devem utilizar o Windows Vista.
Para os usuários que já tem equipamentos com esses chipsets a Intel não foi clara, e sugeriu que a tecnologia seja solicitada quando comprar um novo computador. Aparentemente o Turbo Memory não poderá ser instalado em máquinas já adquiridas. Não há informação de preço disponível.WNews
Jun
28
Pela primeira vez, o número de usuários de internet no País ultrapassou a barreira dos 40 milhões. Segundo estudo do Ibope NetRatings, havia 41,565 milhões de internautas no fim do primeiro trimestre deste ano. O total corresponde a maiores de 16 anos que acessam a rede em qualquer ambiente, o que inclui a residência, escola, trabalho, lan houses e outros. Trata-se do maior número desde setembro de 2000, quando a empresa iniciou as medições no País.
“O grande novo entrante é a classe C”, afirmou Alexandre Magalhães, gerente de análise do Ibope NetRatings. A redução de impostos, a ampliação do financiamento e a queda do dólar têm permitido o acesso de consumidores de renda mais baixa ao computador. No ano passado, foram vendidos 10,5 milhões de computadores no País. Pela primeira vez, as pessoas compraram mais computadores do que televisores. “As pessoas compram computadores porque acreditam que isso vai melhorar a vida dos filhos”, disse Magalhães.
O Ibope NetRatings apontou que, em maio, 35,5 milhões de brasileiros tinham acesso em casa. Desse total, 23,1 milhões eram internautas ativos. Ou seja, acessaram a rede pelo menos uma vez no mês. O número de internautas ativos cresceu 29% em relação ao mesmo mês de 2007. O tempo médio que o internauta brasileiro passa na internet aumentou uma hora e um minuto em relação a abril, chegando a 23 horas e 48 minutos por mês. Os brasileiros continuam sendo a população que passa mais tempo na internet entre os dez países onde é feita a pesquisa da NetRatings. O Japão está em segundo lugar da lista, com 21 horas e 34 minutos, seguido da França (20 horas e 23 minutos) e dos Estados Unidos (19 horas e 46 minutos).AE
Jun
17
O navegador, aquela janela para o horizonte infinito da internet, está prestes a ganhar novas funcionalidades.
Em junho, após três anos de desenvolvimento e seis meses de testes com o público, o Mozilla, desenvolvedor de navegador rebelde que surgiu das cinzas do Netscape, irá lançar o Firefox 3.0. Ele vai oferecer novos truques que podem mudar a forma como as pessoas organizam e encontram os sites que visitam com mais freqüência.
Para não ficar para trás, a Microsoft anunciou recentemente a primeira versão beta (de testes) da última edição do Internet Explorer, que é usado por cerca de 75% dos proprietários de computadores, de acordo com a Net Applications, uma empresa de monitoramento de participação de mercado. A versão final do Internet Explorer 8 poderá ser lançada até o fim do ano e, espera-se, terá funcionalidades adicionais.
Até mesmo a Apple, que mantinha seu navegador Safari timidamente confinado em suas próprias máquinas, está dando um passo ousado para entrar nos computadores de usuários do Windows.
Em outras palavras, a guerra dos navegadores – que envolveu a Microsoft em problemas antitruste nos anos 1990 – está se acirrando novamente.
“O navegador típico do consumidor de hoje não é nem um pouco diferente do navegador de dez anos atrás”, afirmou Larry Cheng, sócio da Fidelity Ventures, uma das empresas que investiu no Flock, um navegador novo no mercado. “Essa é uma tendência insustentável que representa o ponto de partida para a segunda guerra dos navegadores, que não será vencida pela força monopolística, mas pela inovação”.
Navegadores sempre foram vistos como entradas cruciais para a internet. Apesar disso, depois de vencer o Netscape, o primeiro desenvolvedor de navegador comercial, a Microsoft esperou cinco anos para lançar a sexta versão do Internet Explorer em 2006. Dean Hachamovitch, gerente geral da divisão Internet Explorer da Microsoft, diz que a empresa estava focada em corrigir falhas na segurança durante esse período.
A América Online, que adquiriu o Netscape, se desfez da fundação sem fins lucrativos Mozilla Foundation em 2003. Seu navegador Firefox logo inspirou um movimento de código aberto respaldado por entusiastas da computação.
Versões anteriores do Firefox introduziram funcionalidades como um bloqueador de pop-up embutido, para acabar com as propagandas não desejadas, e navegação tabulada, que permite ao usuário alternar as janelas da Internet.
O Firefox tem hoje 170 milhões de usuários no mundo e 18% de participação no mercado de navegadores, segundo a Net Applications. Isso é particularmente impressionante, já que a maioria dos seus usuários escolheu baixar o software da internet por vontade própria, mesmo com o Internet Explorer já instalado de fábrica nos seus PCs.
Além de trazer à Microsoft um pouco de competição, o Firefox também reforçou para a indústria de alta tecnologia o valor financeiro e estratégico do navegador. Em 2004, o Google fechou um acordo com o Mozilla para incluir a caixa de pesquisa do Google no canto do navegador Firefox. Segundo os últimos documentos fiscais do Mozilla, em 2006 o Google pagou a esse navegador US$ 65 milhões pelo tráfego gerado em suas listas de busca.
Com tarefas como e-mail e editor de texto agora migrando do PC para a internet, analistas e executivos da indústria acreditam que o navegador se tornará ainda mais valioso e importante estrategicamente.
“A indústria prevê uma era em que, para muita gente, a única coisa necessária em um computador será um navegador”, disse Mitch Kapor, pioneiro do software que hoje administra a Mozilla Foundation e criador da FoxMarks, que está desenvolvendo uma ferramenta para sincronizar favoritos entre computadores. “O navegador tem enorme valor estratégico”.
Essa noção ajudou a reacender a guerra dos navegadores e resultou na última onda de inovação. O Firefox 3.0, por exemplo, é executado no mínimo duas vezes mais rapidamente do que a versão anterior, apesar de usar menos memória, afirma a Mozilla.
O navegador também é mais inteligente e armazena três meses do histórico de navegação de um usuário para tentar prever que sites ele poderia querer visitar. Ao digitar a palavra “futebol” no navegador, por exemplo, rapidamente é gerada uma lista de todos os sites visitados com a palavra “futebol” no nome ou na descrição.
O Firefox chamou essa nova ferramenta de “barra incrível” e diz que ela pode eliminar a necessidade de as pessoas manterem grandes e bagunçadas listas de sites favoritos. Ela também vai personalizar o navegador para um usuário particular.
“Usar o computador de outra pessoa, com um navegador diferente, vai se tornar uma experiência bem estranha”, disse Mitchell Baker, presidente da Mozilla Foundation.
O Internet Explorer 8, da Microsoft, também promete seus próprios truques. Uma nova ferramenta, “trechos de web”, permite ao usuário marcar como favorito uma parte dinâmica de um site, como um leilão on-line ou um placar de jogo, e salvá-lo na margem do seu navegador, que o usuário poderá visualizar enquanto a informação muda.
Outra nova funcionalidade, chamada de “atividades”, permite ao usuário destacar textos em uma página, clicar neles, e então mandá-lo instantaneamente a outro site, como serviços de mapas, e-mail ou blog.
Questionado se a popularidade crescente do Firefox motivou essas e outras melhorias, Hachamovitch, da Microsoft, respondeu apenas: “Adoramos competir.” Mas ele reconheceu que devido às novas pressões competitivas, “a qualidade e a quantidade da minha equipe aumentou significativamente”.
Sua equipe terá que ficar de olho em outra empresa, além da Mozilla: o navegador de Internet Safari, da Apple, com pouco mais de 5% do mercado, segundo a Net Applications, e sobrevive em grande parte da lealdade de proprietários de Macs e iPhones.
Mas em março, usando o tipo da estratégia jiu-jitsu geralmente associada à Microsoft no passado, a Apple começou a usar o software de atualização automática que vem com seu tocador de música iTunes para fornecer o Safari aos computadores de usuários do Windows – os usuários tinham que recusar explicitamente a oferta se não quisessem o Safari instalado em seu computador.
A tática irritou até os fãs da Apple na blogosfera e também os navegadores rivais da Apple. Mas pelo menos ela teve um pouco de sucesso: a Net Applications informou que a participação de mercado da Apple em computadores Windows triplicou desde março.
Em uma declaração divulgada mês passado tentando apaziguar os comentários sobre a manobra, a Apple disse que facilitou aos clientes distinguir entre as atualizações pequenas e os novos programas fornecidos através da atualização do software.
A ousadia da Apple ressalta a importância do navegador de internet em um mundo que está se tornando cada vez mais on-line.
Shawn Hardin, diretor da Flock, empresa que desenvolve um navegador que ajuda os usuários a compartilhar fotos, vídeos e entradas de blog mais facilmente, disse que os consumidores são os mais beneficiados pela nova guerra dos navegadores. “Estamos enxergando, pela primeira vez em anos, o fator de escolha surgir como uma força realmente significativa no mercado de navegadores,” disse Hardin.