Pesquisadores da área de querem que radares da Aeronáutica passem a monitorar a região de , a 562 km de , para verificar o que tem causado estranhas marcas, em formato circular de cerca de 60 metros de diâmetro, no perto do Rio Grande.

O fenômeno foi registrado no início desta semana.

Pesquisadores do Instituto de e Espaciais (Inape) estão preparando um relatório para a Aeronáutica sobre o que ocorreu na região.
Usando um GPS, aparelho de por satélite, o especialista do Inape, identificou as do local.
O ufólogo Jorge Néri deve concluir um relatório sobre o episódio até o final desta semana. O documento vai ser encaminhado à Aeronáutica, para um setor especializado na desse tipo de fenômeno.

O pesquisador descarta a possibilidade de as marcas terem sido causadas por um fenômeno natural.
O depoimento de Maurício Pereira da Silva, morador que contou ter visto um objeto não identificado sobre o , vai ser a principal informação no relatório preparado pelo especialista.

“Levantei 3h de sábado para domingo e escutei um barulho da cana quebrando. Falei ‘meu Deus, se for vento vai derrubar tudo’. Na hora que eu olhei para cima da cana eu observei [o objeto]. Explicar o jeito, a forma, o tamanho é difícil porque o susto é muito grande. A única coisa que você pensa é correr para dentro”.

Os pesquisadores Paulo César Rapassi e Maria José Antunes Francisco contam que já analisaram outras ocorrências perto de Votuporanga e que é o quarto ou quinto caso observado na região.

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