11:13 - O dólar ampliou a alta em relação ao real e sobe mais de 2%, negociado acima de R$ 1,86 no mercado doméstico de .

Por volta das 11h10 (de Brasília), o dólar comercial subia 2,25% a R$ 1,861 no interbancário de , na máxima do dia até o momento. Na abertura, a moeda americana exibiu alta de 0,16% a R$ 1,823. No mesmo horário, na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista avançava 2,31%, também cotado a R$ 1,861, após abertura em leve alta, de 0,06%, a R$ 1,82.

“Ninguém quer vender dólar”, afirmou hoje um operador de uma corretora, resumindo o quadro no cambial doméstico esta manhã. “Estamos vendo resgates de fundos e é o (investidor) estrangeiro (que está) saindo (do )”, completou.AE

Após fechar a véspera acima de R$ 1,80 pela primeira vez desde janeiro, o dólar abriu os desta sexta-feira em queda. A moeda americana é vendida a R$ 1,801, com desvalorização de 0,83% ante o real.

Na quinta-feira, a divisa fechou o dia cotada em R$ 1,816, com avanço de 1,74% ante a moeda brasileira. Com o fechamento, o dólar ficou no maior patamar desde o dia 23 de janeiro.Reuters

A fragilidade dos mercados internacionais empurrou o dólar acima de R$ 1,80 pela primeira vez desde janeiro, com a saída de recursos do país provocando nesta quinta-feira (11) a nona alta consecutiva da moeda norte-americana.

A divisa subiu 1,74%, para R$ 1,816, maior patamar desde 23 de janeiro. Em setembro, a valorização acumulada pela moeda já é de 11,27%. A “disparada” foi determinada no início do dia, refletindo o medo dos investidores de uma nova “quebra” no setor financeiro dos .

Depois do Bear Stearns, que afundou em março, o mercado está apreensivo com a saúde do Lehman Brothers, quarto maior banco de de Wall Street. A incerteza provocou a fuga de mais arriscados. “Teve uma saída grande hoje”, disse Sérgio Falcão, consultor da SLW Corretora.

Com a falta de dólares no , o Banco Central interrompeu os leilões de compra de moeda que eram promovidos diariamente desde 24 de março. Com os leilões, as reservas do país subiram para mais de US$ 206 bilhões.G1

O dólar operava em alta de mais de 1% nos primeiros desta quinta-feira, e era cotado acima do patamar de R$ 1,80 pela primeira vez desde 24 de janeiro. Às 9h18, a moeda americana subia 1,46%, para R$ 1,811.

No exterior, o cenário se mantinha turbulento. O risco subia 4 pontos, os futuros de Wall Street exibiam forte queda e moedas de outros países emergentes, como Turquia e África do Sul, também tinham desempenho muito ruim frente ao dólar.

O dólar fechou em alta pela oitava sessão consecutiva nesta quarta-feira, acompanhando mais uma vez o cenário e os preços das commodities.

A moeda americana terminou o dia cotada a R$ 1,785, com valorização de 0,68%.

Na véspera, a divisa já havia subido cerca de 2% ante o real, respondendo a preocupações dos investidores com a saúde financeira dos .

O dólar comercial abriu em baixa hoje, de 0,12%, cotado a R$ 1,63 no mercado interbancário de . Instantes após a abertura, a moeda americana ampliava a baixa e caía 0,25% a R$ 1,628, na mínima do dia até as 10h17. Ontem, o dólar comercial fechou em alta de 0,62%, a R$ 1,632. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista cedia 0,32%, a R$ 1,627, também na mínima do dia, após abertura em baixa, a R$ 1,6305 (-0,1%).

Uma sexta-feira que amanhece cheia de acontecimentos no e com vários eventos ainda previstos em agenda para o restante do dia. E os mercados não encontram rumo único - o petróleo sobe, as bolsas européias operam sem direção definida e os índices futuros de Nova York caem. No geral, as praças financeiras optam por manter cautela perante tudo que já ocorreu, sobretudo na Ásia e na Europa, no aguardo do que ainda está por vir, principalmente em relação aos .

Para o de doméstico, no entanto, mais que tudo isso tende a pesar a formação da ptax ( de de referência do Banco Central) que será usada na segunda-feira (dia 1º) para liquidar os contratos futuros de setembro.

Além de tudo isso, os investidores ainda têm pela frente o feriado do Dia do nos na próxima segunda-feira, vários mercados fecham mais cedo hoje, acentuando o tom de cautela.AE
Dolar hoje

O dólar comercial abriu em alta hoje, de 0,37%, cotado a R$ 1,639 no mercado interbancário de . Ontem, a moeda americana fechou em alta de 0,31% a R$ 1,633. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista era negociado em alta de 0,4%, a R$ 1,6395, após abertura em alta a R$ 1,6385 (+0,34%).

A alemã dá novos sinais de fraqueza e derruba os preços das matérias-primas (commodities), tanto metálicas quanto agrícolas, criando um negativo nos mercados. Com isso, o dólar sai fortalecido e sobe ante o euro e o iene, enquanto os investidores aguardam a divulgação dos dados econômicos dos previstos para hoje, além da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que sairá à tarde.

O Produto Interno Bruto (PIB) alemão do segundo trimestre deste ano recuou 0,5% na comparação com o período anterior, conforme dado anunciado hoje. Além disso, o índice Ifo de dos caiu de 97,5 em julho para 94,8 em agosto, ao menor nível em três anos.

Por aqui, além da influência do comportamento de moedas e do fluxo do dia, o doméstico de deve ser influenciado pelo leilão do Banco Central que oferece 27,6 mil contratos de swap cambial reverso para rolagem de US$ 1,3 bilhão que vence em 1º de setembro. A oferta equivale à rolagem integral dos contratos que vencem na próxima segunda-feira. As ofertas serão recebidas pelo BC entre 12 horas e 13 horas e o resultado será divulgado a partir das 14h30.AE

- O dólar fechou o dia mantendo o sinal negativo apresentado pouco após a abertura dos . O dólar chegou a subir ante o real no começo do dia, acompanhando o movimento da moeda norte-americana nos mercados internacionais, mas acabou cedendo com a percepção de fluxo positivo e com o bom comportamento das Bolsas em Nova York.

Os dados da dos anunciados hoje mostraram preços altos das importações e um ritmo das vendas do varejo norte-americano melhor que o esperado. Ambos indicadores corroboraram os temores com a e as de alta dos juros dos EUA, dando fôlego para a valorização do dólar ante as principais moedas estrangeiras. Aqui também houve pressão e o dólar comercial atingiu a máxima de R$ 1,648 no mercado interbancário de .

A escalada, no entanto, durou pouco. Mais uma vez, o fluxo de recursos positivo falou mais alto e levou as para baixo. Na mínima, a moeda norte-americana foi negociada a R$ 1,6325 na BM&F e a R$ 1,633 no interbancário.

No meio do tarde, o Banco Central interveio no de , com o anúncio do leilão de compra de dólares. A autoridade monetária pagou de corte de R$ 1,6341 no leilão. Segundo um operador, a autoridade monetária aceitou apenas uma proposta, entre as sete que tiveram suas taxas declaradas, de R$ 1,6341 na mínima à R$ 1,6365 na máxima. Doze instituições não informaram suas ofertas na operação.

A , ao final do período, foi de R$ 1,634 (-0,37%) no pregão da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e de R$ 1,635 (-0,43%) no interbancário de .AE

O dólar ampliou a alta em relação ao real, apresentada na abertura dos hoje, e é cotado acima de R$ 1,70.

Às 10h20 (de Brasília), o dólar comercial subia 0,89%, cotado a R$ 1,703, na máxima do dia até o momento. Na abertura, a moeda americana apresentou alta de 0,47% a R$ 1,696.

No mesmo horário, na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista avançava 0,92% a R$ 1,703, também na máxima do dia até o momento. Na abertura, os contratos de liquidação à vista do dólar apresentaram alta de 0,5% a R$ 1,696.

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