Set
17
11:13 - O dólar ampliou a alta em relação ao real e sobe mais de 2%, negociado acima de R$ 1,86 no mercado doméstico de câmbio.
Por volta das 11h10 (de Brasília), o dólar comercial subia 2,25% a R$ 1,861 no mercado interbancário de câmbio, na taxa máxima do dia até o momento. Na abertura, a moeda americana exibiu alta de 0,16% a R$ 1,823. No mesmo horário, na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista avançava 2,31%, também cotado a R$ 1,861, após abertura em leve alta, de 0,06%, a R$ 1,82.
“Ninguém quer vender dólar”, afirmou hoje um operador de uma corretora, resumindo o quadro no mercado cambial doméstico esta manhã. “Estamos vendo resgates de fundos e é o (investidor) estrangeiro (que está) saindo (do mercado)”, completou.AE
Set
12
Após fechar a véspera acima de R$ 1,80 pela primeira vez desde janeiro, o dólar abriu os negócios desta sexta-feira em queda. A moeda americana é vendida a R$ 1,801, com desvalorização de 0,83% ante o real.
Na quinta-feira, a divisa fechou o dia cotada em R$ 1,816, com avanço de 1,74% ante a moeda brasileira. Com o fechamento, o dólar ficou no maior patamar desde o dia 23 de janeiro.Reuters
Set
11
A fragilidade dos mercados internacionais empurrou o dólar acima de R$ 1,80 pela primeira vez desde janeiro, com a saída de recursos do país provocando nesta quinta-feira (11) a nona alta consecutiva da moeda norte-americana.
A divisa subiu 1,74%, para R$ 1,816, maior patamar desde 23 de janeiro. Em setembro, a valorização acumulada pela moeda já é de 11,27%. A “disparada” foi determinada no início do dia, refletindo o medo dos investidores de uma nova “quebra” no setor financeiro dos Estados Unidos.
Depois do Bear Stearns, que afundou em março, o mercado está apreensivo com a saúde do Lehman Brothers, quarto maior banco de investimentos de Wall Street. A incerteza provocou a fuga de investimentos mais arriscados. “Teve uma saída grande hoje”, disse Sérgio Falcão, consultor da SLW Corretora.
Com a falta de dólares no mercado, o Banco Central interrompeu os leilões de compra de moeda que eram promovidos diariamente desde 24 de março. Com os leilões, as reservas do país subiram para mais de US$ 206 bilhões.G1
Set
11
O dólar operava em alta de mais de 1% nos primeiros negócios desta quinta-feira, e era cotado acima do patamar de R$ 1,80 pela primeira vez desde 24 de janeiro. Às 9h18, a moeda americana subia 1,46%, para R$ 1,811.
No exterior, o cenário se mantinha turbulento. O risco Brasil subia 4 pontos, os futuros de Wall Street exibiam forte queda e moedas de outros países emergentes, como Turquia e África do Sul, também tinham desempenho muito ruim frente ao dólar.
Set
10
O dólar fechou em alta pela oitava sessão consecutiva nesta quarta-feira, acompanhando mais uma vez o cenário internacional e os preços das commodities.
A moeda americana terminou o dia cotada a R$ 1,785, com valorização de 0,68%.
Na véspera, a divisa já havia subido cerca de 2% ante o real, respondendo a preocupações dos investidores com a saúde financeira dos Estados Unidos.
Ago
29
O dólar comercial abriu em baixa hoje, de 0,12%, cotado a R$ 1,63 no mercado interbancário de câmbio. Instantes após a abertura, a moeda americana ampliava a baixa e caía 0,25% a R$ 1,628, na taxa mínima do dia até as 10h17. Ontem, o dólar comercial fechou em alta de 0,62%, a R$ 1,632. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista cedia 0,32%, a R$ 1,627, também na mínima do dia, após abertura em baixa, a R$ 1,6305 (-0,1%).
Uma sexta-feira que amanhece cheia de acontecimentos no mundo e com vários eventos ainda previstos em agenda para o restante do dia. E os mercados não encontram rumo único - o petróleo sobe, as bolsas européias operam sem direção definida e os índices futuros de Nova York caem. No geral, as praças financeiras optam por manter cautela perante tudo que já ocorreu, sobretudo na Ásia e na Europa, no aguardo do que ainda está por vir, principalmente em relação aos Estados Unidos.
Para o mercado de câmbio doméstico, no entanto, mais que tudo isso tende a pesar a formação da ptax (taxa de câmbio de referência do Banco Central) que será usada na segunda-feira (dia 1º) para liquidar os contratos futuros de setembro.
Além de tudo isso, os investidores ainda têm pela frente o feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos na próxima segunda-feira, vários mercados fecham mais cedo hoje, acentuando o tom de cautela.AE
Dolar hoje
Ago
26
O dólar comercial abriu em alta hoje, de 0,37%, cotado a R$ 1,639 no mercado interbancário de câmbio. Ontem, a moeda americana fechou em alta de 0,31% a R$ 1,633. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista era negociado em alta de 0,4%, a R$ 1,6395, após abertura em alta a R$ 1,6385 (+0,34%).
A economia alemã dá novos sinais de fraqueza e derruba os preços das matérias-primas (commodities), tanto metálicas quanto agrícolas, criando um clima negativo nos mercados. Com isso, o dólar sai fortalecido e sobe ante o euro e o iene, enquanto os investidores aguardam a divulgação dos dados econômicos dos Estados Unidos previstos para hoje, além da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que sairá à tarde.
O Produto Interno Bruto (PIB) alemão do segundo trimestre deste ano recuou 0,5% na comparação com o período anterior, conforme dado anunciado hoje. Além disso, o índice Ifo de clima dos negócios caiu de 97,5 em julho para 94,8 em agosto, ao menor nível em três anos.
Por aqui, além da influência do comportamento internacional de moedas e do fluxo do dia, o mercado doméstico de câmbio deve ser influenciado pelo leilão do Banco Central que oferece 27,6 mil contratos de swap cambial reverso para rolagem de US$ 1,3 bilhão que vence em 1º de setembro. A oferta equivale à rolagem integral dos contratos que vencem na próxima segunda-feira. As ofertas serão recebidas pelo BC entre 12 horas e 13 horas e o resultado será divulgado a partir das 14h30.AE
Jun
12
São Paulo - O dólar fechou o dia mantendo o sinal negativo apresentado pouco após a abertura dos negócios. O dólar chegou a subir ante o real no começo do dia, acompanhando o movimento da moeda norte-americana nos mercados internacionais, mas acabou cedendo com a percepção de fluxo positivo e com o bom comportamento das Bolsas em Nova York.
Os dados da economia dos Estados Unidos anunciados hoje mostraram preços altos das importações e um ritmo das vendas do varejo norte-americano melhor que o esperado. Ambos indicadores corroboraram os temores com a inflação e as perspectivas de alta dos juros dos EUA, dando fôlego para a valorização do dólar ante as principais moedas estrangeiras. Aqui também houve pressão e o dólar comercial atingiu a máxima de R$ 1,648 no mercado interbancário de câmbio.
A escalada, no entanto, durou pouco. Mais uma vez, o fluxo de recursos positivo falou mais alto e levou as cotações para baixo. Na mínima, a moeda norte-americana foi negociada a R$ 1,6325 na BM&F e a R$ 1,633 no mercado interbancário.
No meio do tarde, o Banco Central interveio no mercado de câmbio, com o anúncio do leilão de compra de dólares. A autoridade monetária pagou taxa de corte de R$ 1,6341 no leilão. Segundo um operador, a autoridade monetária aceitou apenas uma proposta, entre as sete que tiveram suas taxas declaradas, de R$ 1,6341 na mínima à R$ 1,6365 na máxima. Doze instituições não informaram suas ofertas na operação.
A cotação, ao final do período, foi de R$ 1,634 (-0,37%) no pregão da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e de R$ 1,635 (-0,43%) no mercado interbancário de câmbio.AE
Abr
29
O dólar ampliou a alta em relação ao real, apresentada na abertura dos negócios hoje, e é cotado acima de R$ 1,70.
Às 10h20 (de Brasília), o dólar comercial subia 0,89%, cotado a R$ 1,703, na taxa máxima do dia até o momento. Na abertura, a moeda americana apresentou alta de 0,47% a R$ 1,696.
No mesmo horário, na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista avançava 0,92% a R$ 1,703, também na cotação máxima do dia até o momento. Na abertura, os contratos de liquidação à vista do dólar apresentaram alta de 0,5% a R$ 1,696.