A filipina Sulpicio Lines, dona do barco que naufragou sábado nas após a passagem do tufão “Fengshen”, informou neste domingo (22) que havia 845 pessoas a bordo, e não 747, como havia sido dito anteriormente. A informação é da agência Reuters.

O barco foi encontrado a três quilômetros da costa, virado de cabeça para baixo.

Seis corpos foram encontrados até agora, e há quatro sobreviventes que conseguiram nadar até ilhas próximas.

Segundo um porta-voz da guarda, os devem ter sido levados pela correnteza durante a tempestade. Há a expectativa de que existam mais sobreviventes em ilhas próximas. Havia no barco pelo menos 53 , 33 delas de colo.

“Fui informada de que o barco tem um grande rombo na parte central do casco, disse a prefeita de San Fernando, Nanette Tansingco, a uma rádio local.

“Muitos de nós pularam, as ondas eram muito grandes, e a era forte”, disse a uma rádio local um dos sobreviventes, identificado apenas como Jesse. “Houve apenas um anúncio pelo megafone, cerca de 30 minutos antes do barco virar. Imediatamente depois que eu pulei, o virou, e as pessoas mais velhas foram deixadas lá.”

O ‘Princess of Stars’ afundou no sábado (21), mas a guarda costeira foi incapaz de alcançá-lo por causa do mar agitado e do mau tempo causado pelo tufão. As autoridades haviam perdido contato com a barco à 0h de sábado, depois que ele havia zarpado da capital, Manila, rumo à ilha de Cebu, a 600 km.

Pelo menos três estão participando dos trabalhos de . Na segunda-feira, mergulhadores devem vasculhar o barco, que não tem sinais de vazamento de combustível.

Vários parentes das vítimas, alguns em lágrimas, lotaram o escritório da Sulpicio na cidade de Cebu em busca de informação. O barco tinha para 1.900 pessoas.

“Meu pai era um dos passageiros. Até agora as notícias não são boas”, disse Lani Dakay. “Meu pai tem 59 anos, eu nem mesmo sei se ele consegue nadar.”

Se for confirmada a dos , este será o maior desastre marítimo no país desde dezembro de 1987, quando cerca de 4.400 morreram no sul do país depois que um barco chocou-se com um petroleiro.

233

O tufão já deixou pelo menos 233 em todo o país segundo o Conselho para a Coordenação de Desastres e a Cruz Vermelha.

As províncias mais afetadas são a de Iloilo e Mindanao. “Esse é o pior desastre que já tivemos na nossa história”, disse Neil Tupaz, governador de Iloilo.
Com de 120 km/h e seqüências de até 150, a tempestade mudou de trajetória de madrugada e se aproximou de Manila, onde arrancou árvores e causou cortes na energia elétrica em amplas áreas da zona metropolitana. Agora, ela ruma para o noroeste do país e, em seguida, deve partir para Taiwan, onde deve chegar em alguns dias, segundo a meteorologia.

Cerca de 20 tufões atingem as a cada ano. Em 2006, quatro tempestades de intensidade incomum alagaram várias regiões de Luzon com que deixaram mais de 1.300 , quase três milhões de e meio milhão de casas destruídas.

Com de Reuters, EFE e AP

O governo brasileiro terá uma lista negra das empresas que usam infantil. O objetivo será o de identificar as companhias e impedi-las de ter acesso a financiamento do Banco de Econômico e Social (BNDES), isenções fiscais ou de participar de públicas. Hoje, a Organização das Nações Unidas (ONU) ainda divulgou um que alerta que, apesar de o número de trabalhando estar diminuindo, elas chegam a 218 milhões em todo o . No , o do , Carlos Lupi, defende uma estratégia comum com o Ministério da para garantir que as que sejam retiradas dos locais de tenham escola.

Lupi também decidiu atacar o setor empresarial. O Ministério do está preparando um balanço da situação em todo o País como uma primeira etapa do projeto. A fase seguinte será a criação de uma lista das empresas que empregam . Para a Força Sindical da , existem cerca de 2,7 milhões de nessa situação no País. Lupi afirma ser difícil saber exatamente quantos são. Um dos obstáculos é que parte delas estão trabalhando em empresas ou mesmo como empregadas domésticas.

Mesmo assim, Lupi acredita que lista pode dar resultados também na questão do infantil. “O é parecido ao da lista suja que existe sobre forçado. A lista que publicamos com as empresas que cometem esse crime está dando resultado. A que é listada praticamente fecha diante da repercussão”, afirmou Lupi.

Rio - O servente de obras Atilson Fidélis dos Santos, de 19 anos, confessou hoje ter assassinado uma menina de 4 anos por vingança, segundo a polícia do . A menina, A. B. S. , foi encontrada morta em um brejo no sábado, a poucos metros da casa da avó em , na Zona Oeste do Rio. Ela estava desaparecida desde o Dia das Mães.

“Ele contou que teve uma briga com o pai da menina, que o acusou de bater em uma das filhas com uma vara, e resolveu se vingar”, disse o delegado-titular da 43ª Delegacia de Polícia de , Renato Soares Vieira. O assassino disse que usou uma faca que depois jogou no brejo, mas investigadores disseram acreditar que a menina foi estrangulada.AE

A primeira-dama Marisa Letícia da Silva participa amanhã, no Rio, do lançamento oficial do III Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de e Adolescentes. Dona Marisa é a presidente de honra do evento, organizado pela Secretaria Especial dos . O início do congresso está previsto para as 10 horas, no Palácio Guanabara. O tema do encontro é “Garantia de Direitos da e do Adolescente e a sua Proteção Contra a Exploração Sexual - Por uma Visão Sistêmica“.

Segundo o Ministério do Turismo, um dos órgãos que patrocinam o evento, o objetivo do encontro é mobilizar o governo brasileiro, a iniciativa privada e a sociedade para lutar pela garantia do direito de proteção de e adolescentes. Busca também definir e compartilhar estratégias e experiências para o enfrentamento da exploração sexual de e adolescentes.

De 2005 para 2006, o número de registros de violência sexual triplicou, passando de 2.250 para 6.580. Em 2007, o número, que já havia crescido, duplicou, somando cerca de 12,5 mil denúncias. Nos quatro primeiros meses de 2008, o serviço já contabiliza cerca de 5,3 mil registros, o que indica, na avaliação da subsecretária da e do Adolescente, Carmem Oliveira, que o número de denúncias deve chegar a 15 mil no ano. Segundo Carmem, depois de recebida, a denúncia é repassada em até 24 horas para órgãos locais responsáveis, como os Conselhos Tutelares e serviços de assistência social, médica e psicológica, nos casos de abuso na própria família. Em determinadas situações, principalmente as que envolvem exploração sexual de adolescentes, também podem ser acionadas as polícias Militar, Federal e Rodoviária Federal.AE

Brasília - Embora o aumento das denúncias sobre violência sexual contra e adolescentes no país seja um avanço no enfrentamento no problema, ainda não existe um monitoramento capaz de apurar em que medida as vítimas estão sendo atendidas e os agressores responsabilizados.

A informação é de Carmem Oliveira, subsecretária da e do Adolescente, da Secretaria Especial de (SEDH), da Presidência da República.

O órgão é responsável pela operação do Disque 100, o tele-denúncias que recebe sobre casos de violação de direitos de e adolescentes, como situações de negligência, de violência física e psicológica e de abuso e exploração sexual.

De 2005 para 2006 o número de registros de violência sexual triplicou, passando de 2.250 para 6.580. Em 2007, o número, que já havia crescido, duplicou, somando cerca de 12,5 mil denúncias. Nos quatro primeiros meses de 2008, o serviço já contabiliza cerca de 5,3 mil registros, o que indica, na avaliação da subsecretária, que o número de denúncias deva chegar a 15 mil no ano.

Segundo Carmem Oliveira, depois de recebida, a denúncia é repassada em até 24 horas para órgãos locais responsáveis, como os Conselhos Tutelares e serviços de assistência social, médica e psicológica, nos casos de abuso na própria família. Em determinadas situações, principalmente as que envolvem exploração sexual de adolescentes, também podem ser acionadas as polícias Militar, Federal e Rodoviária Federal.

Uma equipe de profissionais da SEDH é responsável pelo atendimento das denúncias, outra pelo contato com os órgãos que compõem as redes locais de atendimento à e ao adolescente, mas não há ainda um acompanhamento sobre o desenrolar dos casos.

“Nós encaminhamos, fazemos a nossa parte, mas o que aconteceu quando a denúncia chegou na ponta: a foi protegida? O agressor foi responsabilizado? No momento não temos esse monitoramento. Então estamos implantando essa fase, que é fundamental, porque hoje o grande problema que temos com a violência sexual de e adolescentes é o alto grau de impunidade, seja quando acontece no ambiente doméstico ou quando se trata da exploração sexual nas ruas, bares, estradas ou praias”, afirmou.

Segundo Carmem, uma equipe de profissionais já está sendo treinada para dar início ao de monitoramento, para acompanhar o fluxo seguido pelas denúncias, mas ainda não há data prevista para que o serviço comece a funcionar.

Ela destacou ainda que hoje não é possível chegar a um número de e adolescentes vítimas de abuso e exploração sexual no país, porque não há uma unificação dos dados.

De acordo com ela, os cerca de 12,5 mil registros nacionais não incluem denúncias feitas por meio de serviços telefônicos estaduais e operados por organizações não-governamentais. Além disso, casos de violência sexual chegam por diversos serviços e iniciativas implantados no país.

Entre as fontes de identificação de abusos e exploração de , Carmem citou os Conselhos Tutelares, as escolas, os serviços de saúde e operadores de turismo.

Segundo Carmem, professores vêm sendo capacitados para identificar e notificar problemas de violação de direito da e adolescente, a partir do rendimento escolar e do comportamento dos alunos, por meio do programa Escola que Protege, desenvolvido pelo Ministério da desde 2005, em parceria com universidades públicas.

Equipes do Programa de Saúde da Família também estão mobilizadas para fazer a notificação de situações de abuso, já que têm contato mais direto com as famílias.

Ações de conscientização Ministério do Turismo são desenvolvidas junto a estabelecimentos como hotéis, agências de turismo e trabalhadores ligados ao setor, como os taxistas.

Embora reconheça que a dispersão e capilarização das ações dificulte o acompanhamento dos dados, Carmem apontou que a intersetorialidade da rede de proteção que vem sendo montada é um dos diferenciais da proposta brasileira para enfrentamento do problema, reconhecida internacionalmente, e um dos motivos da escolha do país para sediar em esse ano o 3º Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de e Adolescentes.
Adriana Brendler
Agência

A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou, ontem, substitutivos ao projeto de lei 2808/97 que estenderam para de até 16 anos a necessidade de autorização para fazer viagens sem a companhia dos pais. Atualmente, apenas até os 12 anos precisam de autorização. O projeto tramita em caráter conclusivo, e agora será analisado pela Comissão de Constituição e e de Cidadania.

Na avaliação do deputado Geraldo Resende (PMDB-MS), autor dos substitutivos, a medida dificultará o aliciamento de adolescentes, pois contribuirá para aumentar a vigilância em rodoviárias e aeroportos.

Por sua vez, O Conselho de (CNJ) aprovou, em sessão plenária, no último dia 13, uma mudança na Resolução 51 que diz respeito à autorização para viagens de e adolescentes ao exterior. Com a alteração, para que o menor possa viajar para o exterior sozinho, ou acompanhado de apenas um dos pais, será exigida autorização simples em nome de ambos os pais, ou uma autorização judicial em nome de um deles.

Anteriormente, quando não era possível que um dos dois pudesse conceder a autorização, era necessário que o outro “comprovasse impossibilidade material registrada perante a autoridade policial” (o pai ou a mãe precisavam ir até uma delegacia e comprovar que não foi possível encontrar o outro para pedir a autorização). Com a nova medida, no entanto, o uso da autorização judicial substitui o registro na delegacia. As são do Conselho de e da Agência Câmara.AE

O Conselho de (CNJ) lança hoje (29) o Cadastro de (CNA), que vai integrar as listas de que podem ser adotadas e de candidatos a adotá-las, existentes nas Varas da Infância e da Juventude  de todo o país.

Segundo a juíza Andréa Maciel Pachá, coordenadora do Comitê Gestor do CNA, ao centralizar e cruzar , o sistema vai permitir a aproximação entre que aguardam por uma família em 6 mil abrigos brasileiros e pessoas de todos os estados que tentam uma .

“Pode acontecer que haja, por exemplo, no Maranhão uma com perfil desejado por um casal do Rio Grande do Sul e atualmente não temos como saber disso. A partir do cadastro, isso será possível com um simples cruzamento das , que ficarão disponíveis para todos os juízes da infância e da adolescência”, explicou a juíza.

De acordo com Andréa Pachá, o sistema vai reduzir a burocracia do processo pois uma pessoa considerada apta à em sua comarca (área jurisdicional que abrange um ou mais municípios) ficará habilitada a adotar em qualquer outro lugar do país.

Atualmente, os interessados em adotar passam por um processo de habilitação (que inclui entrega de documentos, entrevistas com psicólogos e assistentes sociais e um parecer do juiz da Vara da Infância e da Juventude) para entrar numa fila de pretendentes e aguardar uma com o perfil desejado. O processo, no entanto, só é válido para a localidade onde a pessoa ou o casal mora, exigindo uma nova habilitação para buscar uma em outra comarca.

“Com a criação do cadastro , isso acaba: uma vez habilitado, o requerente está apto à em qualquer lugar do ”, afirmou a juíza.

Ela destacou que além de aumentar as chances de encontrar compatíveis com as procuradas pelos pretendentes, o cadastro vai permitir traçar um quadro sobre a no e as estatísticas vão servir para subsidiar a implementação de políticas públicas na área pelo Poder Executivo. A parceria se dará por um termo de cooperação, a ser assinado em maio entre a Secretaria Especial de (SEDH), ligada à Presidência da República, e o CNJ.

“Hoje, qualquer política para esse segmento é feita em cima de dados presumíveis, porque não existem confiáveis e reais”, disse Andréa. Ela lembrou que a idéia de um cadastro já vinha sendo desenvolvida pela SEDH, que buscava dados nos tribunais de dos estados, mas a criação recente do CNJ facilitou a criação do cadastro, uma vez que o órgão pode aglutinar as do Judiciário.

A coleta de dados, informou a juíza, vai permitir saber com precisão quantos são os meninos e meninas disponíveis para no país, quanto tempo vem durando os processos, quantos são os pretendentes e se existe um perfil de procuradas por eles.

Segundo a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), um dos problemas da no é a preferência por brancas e com menos de um ano de idade, que torna o processo lento, já que a maior parte das que estão disponíveis para não tem esse perfil.

De acordo com a juíza, o cadastro não muda esse quadro pois não irá alterar a sistemática de nem as questões culturais envolvidas no processo, mas os dados podem lançar luzes sobre a questão.

“O cadastro não tem como alterar a cultura das pessoas e, num passe de mágica, resolver essa situação que é grave e lamentável. Mas os dados revelados podem indicar um caminho para que organizações desenvolvam campanhas que resultem na diminuição dessas exigências, numa mudança para que o processo de seja visto como um ato pleno e incondicional, como são a paternidade e a maternidade”, afirmou.

A estimativa da AMB é de que existam hoje 80 mil e adolescentes em abrigos no , mas somente cerca de 10% deles estão aptos para , já que o processo só pode ocorrer nos casos em que os pais já tiverem morrido ou  sejam desconhecidos, tiverem sido destituídos do poder familiar ou concordar que os filhos sejam adotados.

Segundo o Estatuto da e do Adolescente (ECA), só podem ser colocados à e adolescentes para os quais todos os recursos para mantê-los no convívio com a família de origem tiverem sido esgotados.

O processo de inclusão de dados para formação do Cadastro de começa hoje (29) em todo o , com previsão de conclusão em seis meses. Depois disso, o sistema será alimentado permanentemente pelos juizados da e do Adolescente, pela internet.

A iniciativa será lançada pelo presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, às 14h, no plenário da instituição em Brasília.

O aposentado Genival Fernandes da Silva, de 71 anos, vai prestar depoimento hoje na sede da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), no , para responder à acusação de ter engravidado sua neta de 10 anos.

Segundo a polícia, Silva foi na semana passada, na cidade de , na , quando foi receber sua aposentadoria. A menina deu à luz em janeiro e, de acordo com os policiais da Deam, a filha e bisneta de Genival tem quadro de saúde estável.

A Polícia Militar realizou, na manhã desta quarta-feira (23), dois partos na Capital, um em uma Base Comunitária de Segurança, na Vila Guilherme, zona norte, e outro em uma loja popular, no bairro de São Matheus, zona leste. Nas duas histórias, os policiais foram surpreendidos por uma situação que não é comum no cotidiano deles: mães que já estavam em de adiantado e precisavam de uma atitude imediata para ter os filhos com segurança.

nasce dentro de estacionamento de Base Comunitária

Hoje, por volta das 12 horas, um homem desceu de um veículo Corsa e foi até a Base Comunitária de Segurança Oscar da Silva, que fica na Praça Oscar da Silva, no cruzamento da rua Maria Cândida com a rua Coronel Jordão, na Vila Guilherme. O rapaz bateu na porta e disse que a irmã estava no carro passando mal e possivelmente em de .

O sargento Luis Carlos Pereira foi até o veículo e constatou que Leila Gomes Ferreira, de 27 anos, que o líquido amniótico estava saindo e que ela estava com contrações. Pereira conduziu o carro até o estacionamento da Base e lá iniciou o , após colocar as luvas, com a ajuda do soldado Alexandre Prado, de 39 anos, e da soldado Elaine Ferraz, de 27 anos.

A mulher estava com dores e chorava, mas Pereira a acalmava e massageava sua barriga enquanto pedia para ela fazer força. O bebê nasceu bem e foi colocado em cima da barriga de Leila sem ter o cordão umbilical cortado, pois os policiais não tinham material para fazê-lo.

No mesmo carro, Leila e seu filho foram levados pelo sargento Pereira e pelo soldado Prado, que era quem dirigia, para o Pronto Socorro de Santana. Os dois passam bem.

Esse foi o primeiro de Pereira “É diferente, é algo que foge da nossa rotina. Fiquei temeroso, eu tinha medo que alguma coisa acontecesse com a . Não dá para explicar…Deixei na mão de Deus e graças a ele deu tudo certo.”
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faz prematuro em loja popular na zona leste

“Eu nunca tinha feito um antes. Foi emocionante colaborar com nascimento de uma , é uma mistura de alegria, nervosismo e euforia”, explicou a soldado Elaine Cristina Lopes, que passava em frente a uma loja popular, na avenida Mateo Bei, no bairro de São Matheus, quando notou uma aglomeração de pessoas dentro do estabelecimento e percebeu que uma adolescente estava em de .

Em seguida ela afastou os curiosos que estavam próximos da jovem Suélen, de apenas 15 anos, e pediu ajuda de duas funcionárias do local para pegarem panos e água. Segundo Lopes, da 2ª Companhia do 38º Batalhão, o bebê estava prestes a nascer, e ela pediu para a mãe que ela não gritasse, para que tudo ocorresse de forma tranqüila. Após o , ela desobstruiu a boca da recém nascida e apoiou seu na barriga da mãe para receber calor.

A sogra de Suélen, que estava com ela fazendo compras para o enxoval da , afirmou que o nervosismo tomou conta de todos e que foi bom ver a policial dedicada a ajudar. “O dela foi maravilhoso. Ela pediu que as pessoas ajudassem e acalmou todo . Foi bom ver minha neta nascer saudável em uma situação tão inesperada”, revelou Elza Santos Argolo.

A , que vai se chamar Camile, nasceu prematura, com sete meses, e foi encaminhada com a mãe para o Pronto Socorro de Sapopemba e passam bem. O pai de primeira viagem, Alison Argolo Borges, de 19 anos, ficou sabendo do nascimento pelo telefone e em seguida foi ver a menina. “Fiquei assustado quando me contaram. Que bom que a policial feminina estava lá para ajudar”, contou.

A soldado Lopes, que é mãe de uma menina de quatro anos, descreveu que pensou como se pudesse acontecer com ela. “Você logo pensa que pode ser você, a sua menina e fica apreensiva para cuidar de tudo”, destacou.

Policiais militares femininas do 38º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano auxiliaram na realização de um na manhã de hoje dentro de uma loja no bairro de São Mateus, zona leste da cidade de .

De acordo com a , as policiais foram solicitadas por populares para atender uma mulher grávida no interior da loja. Ao chegarem, a gestante já estava em de , dando à luz uma menina.

Mãe e filha foram conduzidas ao pronto-socorro Sapopemba para receberem os primeiros socorros e passam bem.

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