O candidato a vereador pela cidade de , na região metropolitana do Rio de Janeiro, Antônio Carlos Souza Silva, 47 anos, conhecido como Lorinho, foi executado com mais de 20 tiros, a maioria no rosto. O crime aconteceu na Baixada Fluminense. Os autores seriam três homens encapuzados que estavam em um Gol branco, sem placa.

Lorinho foi atacado na rua Doutor Daniel de Melo, atrás do Posto de Saúde Miguel Couto, no bairro Nossa Senhora das Graças, próximo ao centro de , e ainda chegou a ser socorrido e levado para o Hospital da Posse, onde chegou morto.

O político trabalhava como tesoureiro da Guarda Portuária e era muito conhecido na cidade. Segundo a polícia, o comércio está fechado em várias ruas do centro de .O Dia

Um candidato a vereador do município de Saloá, em Pernambuco, foi morto a tiros no sábado (20) depois de participar de um comício.

Fernando Luiz Soares de Melo, o Fernando de Galdino, do PR, participou do comício no distrito de Iatecá e decidiu ir até o comitê do partido junto com o filho, de 17 anos, de moto.

Segundo o filho, que testemunhou o crime, eles foram abordados por dois motoqueiros, que mandaram deitar no chão. Após serem revistados, um deles deu um tiro na nuca do candidato e fugiram levando a moto de Galvino.

O filho de Galvino não sofreu agressões e correu para pedir ajuda em uma casa perto do local do .

“As investigações estão adiantadas. Só não posso revelar nada para não atrapalhar”, afirmou o delegado Jonas Fraga, que disse ter outras testemunhas.
Saloá fica a cerca de 225 quilômetros de Recife, no Agreste pernambucano. A cidade tem 12.352 eleitores e 15.027 habitantes.G1
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região Saloá:
Garanhuns, Angelim, Bom Conselho, Brejão, Caetés, Calçado, Canhotinho, Correntes, Iati, Jucati, Jupi, Jurema, Lagoa do Ouro, Lajedo, Palmeirina, Paranatama, Saloá, São João, Terezinha

da morte dos dois irmãos esquartejados em , no ABC, começou por volta das 9h10 desta sexta-feira (12). O pai das que, segundo a polícia, confessou sua participação e a da madrasta no crime é o primeiro a participar da encenação.

Ainda não há confirmação se a madrasta aceitará participar do procedimento. Segundo a polícia, caso a madrasta não queira participar da , uma policial fará o papel dela na encenação do , seguindo o que foi contado pelos suspeitos sobre a ocorrência.

De acordo com um delegado que participa da , o advogado da madrasta, que está dentro da casa acompanhando o relato feito pelo pai dos meninos, afirmou que ela não participará da .

Entretanto, segundo o policial, ela pode ser levada ao local mesmo que não queria participar da . De acordo com a polícia, ela não é obrigada a fazer o procedimento.

Dezenas de populares estão nas proximidade da casa onde o aconteceu. Na chegada do pai dos garotos, soltaram gritos por ‘justiça’. Para evitar que o seja prejudicado, policiais militares contêm os populares.

Quatro delegados e quatro peritos criminais participam do processo. Tudo é registrado com fotografias. Dois bonecos são usados para representar as vítimas. Uma faca e uma foice semelhantes às usadas no também estão na casa para serem utilizadas na .

Um representante da Ordem dos Advogados do (OAB), do Ministério Público e uma tia dos meninos também acompanham a , segundo informou o presidente da OAB de Ribeirão Pires, Patrick Pavan. Ele disse que a presença do representante da ordem visa a assegurar que não haja ilegalidade no processo, já que o ainda não tem advogado constituído.

A OAB disse que só pode indicar um advogado para o  depois que for instaurado um processo penal contra ele. Segundo Pavan, a ordem vai analisar todo o histórico da família, desde as primeiras agressões registradas contra as , para saber se os procedimentos adotados foram corretos.

Esclarecimento

O delegado seccional de Santo André Luiz Carlos dos Santos afirmou na quinta (11) que com a , pretendia esclarecer divergências dos depoimentos do casal sobre a execução do . ”Eles divergem de detalhes de como foi feito”, disse o delegado Luiz Carlos dos Santos.

A área da casa onde o casal morava com os dois garotos, de 12 e 13 anos, vai ser isolada pela polícia durante a . Os peritos produzirão um laudo técnico sobre a , que será anexado ao inquérito policial.

O pai e a madrasta das estão presos desde sábado (6) e foram indiciados por duplo homicídio qualificado, ocultação e vilipêndio de cadáver.

De acordo com o delegado seccional de Santo André, Luiz Carlos dos Santos, o pai disse em depoimento na madrugada de quarta (10) ter matado o mais novo sufocado e afirma que a madrasta dos garotos assassinou o mais velho com facadas na barriga.

Em depoimento quando foi presa logo após o , segundo a polícia, a madrasta disse que o pai matou os dois sufocados com um saco plástico. Ela disse ainda que ajudou a esquartejá-los e a esconder os pedaços das em sacos plásticos. Depois colocou esses sacos na rua para serem recolhidos pelo serviço de limpeza da cidade.

Segundo o delegado, a real participação de cada um no deve ser esclarecida na .G1

O pai dos garotos de 11 e 12 anos mortos e esquartejados na sexta-feira (5), em , no ABC, confessou ter participado do assassinato dos filhos, segundo informou a polícia na tarde desta quarta-feira (10). O pai e a madrasta das estão presos desde sábado (6) e foram indiciados por duplo homicídio qualificado, ocultação e vilipêndio de cadáver.

De acordo com o delegado seccional de Santo André, Luiz Carlos dos Santos, o pai disse em depoimento na madrugada desta quarta (10) ter matado o mais novo sufocado e afirma que a madrasta dos garotos assassinou o mais velho com facadas na barriga.

Em seu depoimento quando foi presa logo após o crime, segundo a polícia, a madrasta disse que o pai matou os dois sufocados com um saco plástico. Ela teria dito ainda que ela ajudou a esquartejá-los e a esconder os pedaços das em sacos plásticos e colocar esses sacos na rua para serem recolhidos pelo serviço de limpeza da cidade.

Segundo o delegado, a real participação de cada um no deve ser esclarecida na , que vai ser feita ainda nesta semana. Santos não descarta a possibilidade de haver uma acareação entre os dois suspeitos.

De acordo com a polícia, o pai das confessou o em depoimento na madrugada desta quarta-feira, no qual estava acompanhado de uma irmã. A Polícia Civil não soube informar se casal já tem advogado. Os investigadores interrogaram o após terem ido até a casa onde houve o assassinato com peritos e constatarem manchas de sangue que haviam sido limpas.

As marcas foram identificadas por meio do produto luminol, que é capaz de apontar manchas de sangue mesmo após elas terem sido removidas. Segundo o delegado, o luminol identificou manchas nas paredes do corredor, da cozinha e também em dois pares de chinelo que pertencem ao casal. As provas foram mostradas ao na tentativa de que ele confessasse o .

Discussão

No depoimento, o pai contou, de acordo com a polícia, que o assassinato das não foi planejado. Ele disse, segundo o delegado, que cometeu o após ter tido uma discussão com a madrasta e um desentendimento com o filho mais novo.

O pai afirmou, ainda segundo a polícia, que no dia anterior à ocorrência, na quinta-feira (4), teve uma discussão com a madrasta das e havia decidido se separar dela por causa da impossibilidade de manter uma convivência harmônica entre o casal e as .

“Ele demonstra que tem um apego muito grande a ela [a madrasta]. Não mostrou ter raiva da mulher”, afirmou o delegado, segundo o qual o pai chorou durante o depoimento e demonstrou estar arrependido.

Para a polícia, o está esclarecido e tanto as provas como o depoimento do casal sinalizam que não houve a participação de uma terceira pessoa na ocorrência.G1

A madrasta suspeita de matar os dois enteados, com a ajuda do pai deles, voltou a confessar o crime, segundo a Folha de S.Paulo. Eliane Aparecida Rodrigues, 36 anos, contou em depoimento à polícia, ontem, detalhes do assassinato, afirma o jornal.
Ainda de acordo com o jornal, o pai teria asfixiado um dos filhos após uma briga porque ele teria contado à polícia que ele o irmão foram expulsos de casa.

O casal foi na última sexta-feira. Os corpos foram descobertos por lixeiros, que acharam os membros junto a detritos quando faziam a coleta. Eles teriam sido mortos asfixiados com sacos plásticos e o pai e a madrasta teriam tentado queimar seus corpos com querosene antes de decidir esquartejá-los.

Os adolescentes eram acompanhados pelo Conselho Tutelar da cidade. Segundo a polícia, o pai, vigilante, confessou ter matado os filhos. Eles seriam espancados constantemente em casa e por isso haviam tentado fugir.Terra

A Polícia Civil descartou o envolvimento de uma terceira pessoa na morte e esquartejamento de duas na sexta-feira (5) em , na Grande .  O pai dos meninos, um segurança de 32 anos, e a madrasta, de 36 anos, foram presos na madrugada do sábado (6) suspeitos de esquartejar os dois filhos dele e espalhar pedaços do corpo nas proximidades da casa em que moravam.

A polícia pretende fazer a do crime ainda nesta semana e aguarda os laudos periciais ficarem prontos para concluir o inquérito. A madrasta foi indiciada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O pai das ainda sera interrogado oficialmente. Os dois tiveram a prisão temporária decretada por 30 dias.

Casa onde moravam os meninos que foram esquartejados (Foto: Luísa Brito/G1)Em depoimento prestado nesta segunda-feira (8), a madrasta, segundo a polícia, contou detalhes da morte dos garotos e continuou incriminando o pai das . “Ela disse que ele sufocou as às 15h de sexta-feira. O menino [mais velho] estava na sala, o pai levou para a cozinha e o sufocou com um saco plástico. Depois ele chamou o outro que estava no quarto e também o sufocou com um saco”, afirmou o delegado.

De acordo com a polícia, a madrasta disse que em seguida o pai a chamou no quarto e ela o ajudou a pôr em parte dos corpos e esquartejá-los. Depois, ainda segundo a polícia, o pai das saiu para trabalhar e a madrasta ficou responsável por espalhar pelas ruas cinco sacos de plástico com os pedaços dos corpos. A polícia já localizou os cinco sacos.

As estudavam à tarde, mas, segundo a polícia apurou com a diretoria da escola, os garotos não haviam ido para ao colégio nem na quinta (4) nem na sexta-feira (5).

O pai teria matado as , segundo o delegado, em represália ao fato de os garotos terem saído de casa na quarta-feira (3) e procurado a polícia pedindo para voltar a um abrigo, onde já haviam passado um tempo por alegarem serem mal-tratados em casa.

No depoimento, a madrasta também indicou a camisa que o pai vestia na hora do e qual a faca que foi usada no esquartejamento, além de uma foice já apreendida pela polícia. De acordo com o delegado Santos, a camisa apresenta manchas, mas só a perícia poderá apontar se são de sangue. A polícia já havia apreendido outras roupas que estavam sendo lavadas na máquina de lavar quando o casal foi .

O  delegado disse que a madrasta demonstra arrependimento, mas não chega a chorar. Segundo ele, ela diz que não gostava das porque elas tumultuavam o relacionamento do casal. A madrasta tem um filho mais velho que os garotos que também não conseguiu conviver com o casal e não morava com eles. “Eles tinham um relacionamento conturbado”, afirmou Santos.

De acordo com o delegado, o depoimento da madrasta foi esclarecedor, pois ela aponta detalhes do , que indicam a participação do pai. Em uma conversa extra-oficial com os policiais, ele diz que estava trabalhando em São Bernardo do Campo, no ABC, e que não teve participação no assassinato. A polícia afirma que o supervisor da onde o pai é empregado confirma que ele se apresentou às 18h da sexta-feira para trabalhar, como fazia diariamente. Segundo o delegado, a informação não inviabiliza a participação dele no porque a madrasta diz que os garotos foram mortos às 15h.

Terceira pessoa

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, a madrasta disse ter ajudado o pai dos meninos no . A família do pai afirma que ele nega o assassinato e diz que estava trabalhando quando os meninos foram mortos. A polêmica da possível participação de uma terceira pessoa no surgiu após ter sido encontrado um saco com pedaços dos corpos das numa praça da cidade no domingo (7), após o casal ter sido .

De acordo com o delegado seccional de Santo André, Luiz Carlos do Santos, sem saber da localização desse saco, a madrasta descrevu os locais onde deixou os cinco sacos com as partes dos corpos dos meninos, e um dos pontos fica próximo à praça. “Alguém pode ter sentido um mal cheiro e colocou o saco na praça”, afirmou o delegado, que disse ter descartado, em princípio, a participação de uma terceira pessoa no .

Histórico

De acordo com informações do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe), o histórico do pai e da madrasta dos meninos era de rejeição e abandono. Foram registrados dois boletins de ocorrência, um em 2005, de abandono, e outro em 2007, de desaparecimento e localização das vítimas.

Em maio deste ano, saiu uma decisão da Justiça para que eles saíssem do abrigo em que estavam. A decisão, segundo o secretário-geral do Condepe, Ariel de Castro Alves, cita que os dois “seriam desabrigados em face da não confirmação dos fatos que causaram o abrigamento” e que “os dois manipulam a realidade para contemplar seus desejos pessoais”.

A família paterna diz que a mãe abandonou os filhos há cerca de seis anos para viver com outro homem. A tia disse ter procurado a mãe dos garotos seis meses depois, mas afirma que ela se recusou a ficar com eles. O G1 não conseguiu contato com a mãe das .

Funcionários de uma de coleta de lixo encontraram parte de um corpo dentro de um dos sacos de lixo que estavam no caminhão, por volta das 0h15 de sábado. De acordo com o boletim de ocorrência, eles seguiram imediatamente para a delegacia central da cidade com o veículo.

Em busca na caçamba, policiais civis e um perito encontraram outras partes parcialmente carbonizadas, misturadas a outros objetos. Por volta da 2h de sábado, a Polícia Civil e a Guarda Civil Metropolitana foram até a casa das possíveis vítimas, mas ninguém atendeu.

Ao perceberem uma das portas abertas e o vulto de uma mulher, os policiais entraram na casa. Questionada pela polícia sobre onde estavam os meninos, a madrasta disse que eles não haviam voltado do colégio. Nos cômodos da casa, os policiais encontraram manchas de sangue e de queimado, além de um forte cheio de água sanitária.G1

G1- O engenheiro na manhã desta sexta-feira (5) em é de ter molestado pelo menos seis meninas, com idades entre 4 e 12 anos, segundo afirmou o delegado Ubiracyr Pires da Silva, do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic).

O , de 42 anos, foi detido em seu apartamento, no bairro da Mooca, Zona Leste, após ter a prisão temporária de 30 dias decretada. Na casa dele, foram apreendidos brinquedos e balas.

Cenas

A durou cerca de uma semana. Os trabalhos começaram depois que uma testemunha entregou uma fita à polícia. Segundo o delegado, outros vídeos encontrados na casa do engenheiro mostram “cenas grotescas” entre o e as .

Às 12h, o prestava depoimento. Segundo o delegado, ele respondia às perguntas de forma evasiva. Silva informou também que o tem um relacionamento com uma mulher e não tem filhos.

Além de ir à casa do engenheiro, policiais fizeram ao longo da manhã buscas na dele, no bairro do Tatuapé, também na Zona Leste. Segundo a polícia, o desenvolve projetos de informática e presta serviço para escolas infantis.

O delegado informou que já havia uma fotografia do nos arquivos do Deic. Eles vão investigar agora se o engenheiro já esteve envolvido em outros crimes e se participa de alguma rede de .

O idoso Zaquel Luis Toledo, de 76 anos, foi assassinado a golpes de facão por seu inquilino Valdir Braga, de 71, em , Paraná. O crime aconteceu ontem à tarde. Segundo informações da polícia, Valdir desconfiava de uma suposta relação extraconjugal de sua esposa com a vítima.

O autor do e a mulher, Nilde Braga, de 50 anos, são casados há 20 anos e moravam nos fundos da casa de Zaquel. Segundo Nei Marques Bonfim, investigador da Delegacia de Homicídios, Valdir era extremamente ciumento, suspeitava da traição e aproveitou que a esposa estava trabalhando para cometer o .

Segundo testemunhas, Valdir fugiu do local de bicicleta. A polícia realiza buscas na região, mas ele ainda não foi encontrado. A arma do também não havia sido localizada, mas exames do Instituto Médico Legal confirmaram que Zaquel Luis foi assassinado com um facão.AE
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Uma prestação de contas que seria encaminhada à cúpula do Primeiro Comando da Capital () mostra que a organização lavava cerca de R$ 15 milhões por ano só na de Ônibus Andirossi. Mais conhecida como Expresso 15.3.3., a tinha 11 ônibus usados exclusivamente para distribuir cestas básicas na zona leste e transportar as visitas de presos das penitenciárias de Avaré, Presidente Venceslau e Presidente Bernardes, onde estão os principais líderes da facção criminosa. A descoberta foi feita pelos policiais da Delegacia Seccional de São Bernardo do Campo, que prendeu, ontem, Dalmir Cerqueira, o Capela, de 30 anos, piloto (espécie de gerente) do na cidade.

Capela assumiu o cargo há duas semanas, depois das prisões de Paulo Freire da Silva, o Noturno, de Renato Kauffman da Costa, o Cauã, e de Alberto Dovanci, o Beto Alemão. Os três eram integrantes do tribunal do da região, responsável pela execução de quatro pessoas em julho. Cerqueira, que havia assumido no lugar dos presos, foi localizado pelos policiais na Rua Paranapuã, no Jardim Represa. “Ele estava com 1,8 quilo de cocaína”, afirmou o delegado Marco Antônio de Paula Santos, titular da Seccional de São Bernardo.

Durante as investigações sobre as atividades do na região, os policiais descobriram a existência da de ônibus, que estava em nome de Marcelo Rossinholli, o Atalaia, e de sua sócia, Andrea Martins de Oliveira, mulher de um integrante do com Rossinholli na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau. Na sede da , os policiais apreenderam documentos para análise.

Foi esse que levou à descoberta da prestação de contas feita por Andrea e por Augusto Martins, que trabalhou quatro anos como gerente da . Martins foi interrogado ontem pela polícia e confirmou que Rossinholli era o dono. Depois de prender 14 e indiciar 33 acusados por formação de quadrilha, e homicídio, a polícia passou a apurar em separado a lavagem de dinheiro.

A de ônibus seria usada pelo para lavar dinheiro obtido com . “Temos provas do crime precedente (tráfico), o que é necessário para caracterizar a lavagem”, disse o delegado. Segundo ele, a não cobrava pelos serviços, embora movimentasse R$ 15 milhões por ano. Todo o dinheiro para mantê-la vinha do .AE

Um homem é considerado de ter ateado ontem à tarde na ex-mulher, que estava dentro de um carro, na Rua da Saudade, no Bairro Jardim Leblon, em Cuiabá. O motivo do crime, segundo o boletim de ocorrência, foi uma briga pela divisão de bens.

Tatiane Carvalho Bom Despacho, de 25 anos, teve 80% do corpo queimado e está internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá. Embora consciente, ela respira com a ajuda de aparelhos e seu estado é muito grave.

O ex-marido de Tatiane, Luciano Pereira da Silva, de 30 anos, foi perseguido pela polícia, mas conseguiu fugir e continuava foragido até o começo desta tarde, segundo o Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC) de Cuiabá. Quatro pessoas testemunharam a agressão, que aconteceu perto de uma unidade da de energia Centrais Elétricas Mato-grossenses (Cemat). Segundo a polícia, a vítima conseguiu sair do veículo, com o corpo em chamas, e foi socorrida por funcionários da Cemat.AE

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