A juíza titular da 5ª Vara Criminal do , Simone Schreiber, adiou, sem nova data, o que o ex- Salvatore Cacciola daria amanhã à .

O responde a processo de crime contra o sistema financeiro. De acordo com informações do Federal do , o pedido de adiamento foi feito tanto pela de Cacciola quanto pelo Ministé Público Federal e foi acatado pela juíza.

Além do processo da 5ª Vara, o ex- responde a processos na 2ª e 6ª varas criminais, este último relativo ao Marka.AE

O sócio-fundador do , Daniel , chegou hoje à tarde à Polícia Federal (PF), em , para novo e, de acordo com informações de sua , deverá manter a mesma estratégia dos anteriores de não responder às perguntas. Na chegada à PF, o advogado do , Nélio Machado, apresentou à imprensa um documento que será encaminhado às autoridades policiais, ao Ministé Público (MP) e à , questionando a lisura do processo que envolve seu cliente. “Este documento é um protesto formal com respeito a tudo o que vem ocorrendo neste , prejulgamento do meu cliente, manobra das prisões. Existe algo de malvadeza nisso, pois o (da Operação ) é uma devassa medieval.”

Machado fez também duras críticas às autoridades governamentais, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o da , Tarso Genro. Ele classificou a PF, o Ministé Público Federal paulista (MPF-) e o juiz do , Fausto Martin De Sanctis, titular da 6ª Vara Federal Criminal, de “triunvirato acusató”.

Nas críticas ao presidente Lula e ao Tarso Genro, o advogado de disse: “Freqüento o ambiente da PF há mais de 30 anos e não vejo de Estado e presidente da República falando de . Nunca vi um presidente da República convocando reunião para tratar de um assunto como este. Se Lula está insatisfeito com alguém da PF, ele que mude, que altere ministé”.

O advogado disse lamentar também a celeuma na PF e afirmou achar estranho a divulgação de apenas três minutos da gravação da reunião da PF, em que o Protógenes Queiroz teria pedido para deixar o comando da , porque não se sabe o contexto de toda a conversa a respeito da situação do , que comanda o . Na avaliação de Machado, seu cliente já foi prejulgado e só querem prendê-lo e algemá-lo. “Quero que a seja isenta, o que não vem ocorrendo. Ele () está sendo perseguido.”

Apesar de manter a estratégia do silêncio, Machado disse que e outras pessoas ligadas ao , também arroladas no , “atenderam à convocação informal da Polícia Federal para mostrar que confiam na porque ela tarda, mas não falha”. Além de , estão na PF Verônica , a irmã do ; Carlos Bernardo Torres Rodemburg, sócio e vice-presidente do ; Itamar Benigno Filho, Norberto Aguiar Tomáz, Arthur Joaquim de Carvalho, Eduardo Penido Monteiro, Maria Amália Delfin de Melo Coutrin, Dó Ferman e Danielle Silbergleid Ninio.AE

O Ricardo Lewandowski, do (), decidiu, em caráter liminar, aceitar o pedido de habeas-corpus dos bispos da Igreja Universal do Reino de Deus Fernando Aparecido da Silva e Joel Miranda. Havia mandado de preventiva decretado contra eles porque os dois são suspeitos de matar o adolescente Lucas Terra, 14 anos, em (BA). Fernando foi no último dia 23 de maio, em (PE), e Joel ainda não havia sido encontrado.
Em sua decisão, o -relator alegou que a Primeira Turma, da qual participa, já tem acórdão anterior que defere os pedidos de habeas quando há falta de adequada fundamentação. Neste , Lewandowski disse que “os pacientes são acusados de ocorrido há mais de sete anos, com relação ao qual subsistem controvérsias acerca da autoria e motivação do crime“. No habeas, os dois alegaram que o único indício de sua participação no seria o de um ex-pastor, Silvio Galiza, condenado a pena de 18 anos de .

Segundo o Superior Tribunal de (), os pastores teriam dificultado o recebimento das cartas precatórias que os intimavam a colaborar com as . Mas isso não significou, na do relator, motivo para a . Lewandowski disse que a resistência não importa em prejuízo para a instrução criminal, nem coloca em risco a aplicação da lei penal.

Fernando e Joel tiveram habeas-corpus concedido pela Primeira Turma do , contra a temporária decretada pelo juiz da Vara da Infância e da Juventude de . A decisão foi em agosto de 2007. Naquela ocasião, os ministros declararam estar configurado o excesso de prazo, visto que os acusados permaneceram 18 meses detidos.

Lucas Terra, que freqüentrava a Universal desde os 9 anos, desapareceu em 21 de março de 2001. O corpo do adolescente foi encontrado carbonizado e com marcas de estrangulamento dois dias depois em um caixote em um terreno da avenida Vasco da Gama, na capital baiana.

O ex-presidente do Metrô Luiz Carlos David prestou ontem (26) à polícia sobre o ocorrido em janeiro do ano passado na estação Pinheiros do metrô e que provocou a de sete pessoas. O foi dado ao Eduardo Aoki da 3ª Delegacia Seccional, na zona oeste da capital paulista, e durou cerca de uma hora e meia.

Segundo informações da Secretaria de Pública (SSP), 80 pessoas já foram ouvidas pelo , que afirma que “o está caminhando conforme o previsto”. O conteúdo do e a previsão de término das policiais não foram divulgados.

No dia 6 de junho, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) entregou ao Metrô o laudo final sobre o na estação Pinheiros. De acordo com o laudo, que pode ser consultado resumidamente em vídeo no site do Metrô (www.metro.sp.gov.br), o colapso do túnel de obras da estação Pinheiros poderia ter sido evitado se “tivessem sido tomadas as ações corretas”.

De acordo com o IPT, a mostrou “não conformidades no processo de construção” e destacou como possíveis causas para o : a inversão da escavação; a escavação além do previsto da rampa de acesso ao túnel no projeto; a não-consideração das características geológicas do terreno durante a obra; a dimensão menor do que a prevista nas placas de concreto para apoio das cambotas; a deficiência de fiscalização e de controle de auto-certificação; a presença de água acima da calota, embora o projeto previsse que o túnel fosse escavado na condição drenado, isto é, sem pressão de água acima dela; e a inexistência de gerenciamento de risco em condições de prover adequada nas frentes de obra e na população vizinha.

Ainda segundo o laudo, em janeiro do ano passado, dias antes do , a escavação avançou em direção ao poço numa velocidade 70% maior do que a utilizada em dezembro do ano anterior.

Às 14 horas do dia 12 de janeiro, os trabalhadores da obra observaram trincas no interior do túnel e na parede do poço e se retiraram do . “Às 14h53 ocorreu o colapso total do túnel da estação. Nenhum trabalhador que se encontrava no interior do túnel sofreu qualquer ferimento, entretanto, houve sete vítimas que estavam na superfície. Não havia um procedimento formal, sistematizado e estruturado para gestão de risco, plano de contingência e plano de emergência”, conclui o laudo do IPT.

Um novo laudo sobre o ocorrido na estação Pinheiros vai ser apresentado na próxima semana pelo Consórcio Via Amarela, responsável pelas obras. O laudo foi elaborado pelos próprios técnicos do consórcio e pretende discutir e contestar alguns dos pontos apresentados no laudo do IPT, como o que aponta a inexistência de um plano de contenção de acidentes. Em agosto, um outro laudo, elaborado pelo Instituto de Criminalística (IC), também deve ser divulgado.

As obras na estação Pinheiros foram retomadas na segunda quinzena de maio deste ano, após autorização da Superintendência Regional do e do Emprego. Segundo o Metrô e a assessoria do Consórcio Via Amarela, as obras da linha 4-amarela seguem em ritmo normal em 26 frentes de . A expectativa do Metrô é que a linha 4 transporte mais de 1 milhão de pessoas quando estiver com as 11 estações previstas operando, em 2013.

O porteiro do Edifício London, na Vila Isolina Mazzei, de , Valdomiro da Silva Veloso, que estava de serviço na noite da da Isabella Nardoni, disse ontem(18), em no Fórum de Santana, que se passaram dois minutos entre a queda da e a chegada do pai dela, o Alexandre Nardoni, ao jardim do . Veloso relatou não ter ouvido gritos ou percebido qualquer anormalidade no condomínio naquele dia

Ele afirmou que estava dentro da guarita, com os vidros fechados, pois fazia frio, quando ouviu um barulho semelhante ao de uma batida de carro. Quando abriu a janela, percebeu que Isabella estava caída no jardim. Em seguida, informou o ocorrido ao morador do primeiro andar Antônio Lúcio Teixeira para que ele chamasse o resgate.

Depois de dois minutos, afirmou, Alexandre Nardoni apareceu sozinho no térreo, dizendo que haviam arrombado seu apartamento, cortado a tela de proteção e jogado a filha da janela. Segundo Veloso, o pai de Isabella insistia em que ele subisse para procurar o . Poucos minutos depois, a de Alexandre Nardoni e da , Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, apareceu e, sem olhar a , dirigiu-se ao porteiro, aos xingamentos, apontando falta de no . Segundo Veloso, a polícia chegou dez minutos depois, fechou todos os portões do edifício, pediu que ninguém saísse e iniciou uma varredura.

Durante o do porteiro, que durou uma hora e 20 minutos, os do e da dele fizeram dezenas de perguntas sobre a rotina na portaria e a no condomínio. Veloso respondeu que tinha controle sobre a entrada e saída no edifício e que os prestadores de serviços tinham os nomes registrados numa lista. O porteiro afirmou ainda que, naquele dia, dois visitantes estiveram no para ver apartamentos que estavam à venda. Depois de Veloso, começou a depor a avó materna de Isabella, Rosa Maria Cunha de Oliveira.AE

O tenente Vinicius Ghidetti de Andrade Moraes, de 25 anos, mantém uma página no , é casado e tem um filho. No seu perfil da rede social, fala sobre as paixões. Diz que ama a farda, a verdade, a dignidade e o .

O já confessou à polícia ter comandado a entrega dos três jovens do Morro da Providência aos de um morro rival. Nesta terça-feira (17), na página, foi muito atacado em centenas de mensagens.

Os onze que participaram do crime cumprem temporária no de Polícia do Exército.

Nesta terça-feira, o continuou a tomar os dos envolvidos para esclarecer a participação de cada um no .

Os ocupam o Morro da Providência desde o fim do ano passado. Com a dos rapazes, a presença deles no está sendo questionada. A Defensoria da União, no , vai entrar com uma ação civil pública pedindo a retirada do Exército do Morro da Providência, com base na Constituição. A lei não prevê participação do Exército na pública.

Em nota divulgada nesta terça (17), o Exército afirma que a presença no morro não é uma operação em prol da pública, que necessite de determinação da presidência da república e de aprovação no congresso nacional. Mas sim uma ação subsidiária, permitida pela Constituição, com o objetivo de revitalizar moradias.

O da , Nelson Jobim, veio ao acompanhar as .
Participou de uma reunião no Comando do Leste. Depois, foi ao Morro da Providência. Caminhou pelas ruas da comunidade e se encontrou com parentes dos jovens .

O pediu desculpas às famílias.

“Vamos deixar bem claro a indignação do governo, a indignação de todos nós. Agora, o que não podemos é confundir o fato que aconteceu com a ação do Exército e com as obras que estão sendo realizadas aqui”, disse o Nelson Jobim.

O da , Tarso Genro, tem uma diferente.

“O Exército estava dando proteção para as pessoas que estão trabalhando e aí ocorreu essa que é absolutamente lamentável. Isso comprova uma visão, que é a visão do presidente, que é majoritária em toda a sociedade, de que as Forças Armadas não são aptas para tratar da pública”, disse Genro.

O que garantiu a presença dos no Morro da Providência foi um acordo firmado entre os Ministérios da e das . Os foram convocados para ajudar num projeto de reforma das casas, chamado Cimento Social, idealizado pelo senador Marcelo Crivela, pré-candidato à prefeitura do .

O casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, respectivamente pai e da Isabella, morta no dia 29 de março, aguarda na manhã desta quarta-feira, no Fórum de Santana ( de ), para prestar ao juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri. Os dois estão presos desde o último dia 7.

Entre a noite de ontem (27) e a madrugada desta quarta-feira, os dois foram levados das penitenciárias em que estavam, na cidade de Tremembé (138 km de ), para . Jatobá foi levada para a feminina do Carandiru ( de ), e Nardoni ficou no CDP (Centro de Detenção Provisória) de Guarulhos (Grande ). Jatobá chegou por volta das 10h e Nardoni, por volta das 11h.

Nos dias seguintes aos dos dois acusados, o juiz ouvirá as testemunhas listadas pelo promotor Francisco Cembranelli e pela e, depois de ouvir ambos lados, irá decidir se o pai e a irão a júri popular.

Nardoni e Jatobá são acusados de qualificado –por asfixia, por crime motivado por intenção de impunidade e por impossibilidade de da vítima– e fraude processual –os dois, segundo Cembranelli, alteraram provas do .

Desde o último dia 9, a advogada Cristina Christo Leite representa a mãe de Isabella, Ana Carolina Cunha de Oliveira, no processo. Ela atua como assistente de acusação. Ela teria autorização para acompanhar os dos dois réus, mas não está confirmada a presença dela no fórum.

Habeas corpus

Ontem (27), a 5ª Turma do (Superior Tribunal de ) confirmou a negativa do último pedido de habeas corpus feito pela do casal. Os ministros entenderam que o não poderia julgar o mérito do habeas corpus por força da súmula 691 do (), que veta a concessão de liminar quando a instância anterior –neste , o TJ (Tribunal de ) de – não apreciou o mérito da questão.

Para a , não há justa causa para a preventiva do casal; e o recebimento da denúncia (acusação formal) feita por Cembranelli deve ser anulado, já que o despacho do magistrado –Fossen– demonstra pré-julgamento por parte dele. Folha Online

Clicky Web Analytics