O aparece no topo da lista dos países com maior número de cidadãos expulsos da Grã-Bretanha em 2007, de acordo com dados divulgados pelo Ministério do Interior britânico.

Os números mostram que 11,4 mil foram mandados de volta no ano passado. Do total, 4,7 mil foram barrados nas fronteiras e 6,7 mil foram após um período na ilegalidade - a cifra inclui um pequeno número de retornos voluntários e de pedidos de asilo negados.

O total representa um ligeiro aumento em relação a 2006, quando 11,3 mil foram repatriados - 4,9 mil foram impedidos de entrar na Grã-Bretanha e 6,3 mil ilegais foram mandados de volta ao .

O segundo país em número de remoções de ilegais da Grã-Bretanha é a Índia (3,3 mil), seguido pelo Paquistão (2,9 mil), Nigéria (2,8 mil) e (2,2 mil).

Admissões

O vem ocupando a primeira posição no ranking de países com maior número de cidadãos barrados e ilegais na Grã-Bretanha desde 2004.

Até então, a Polônia era a primeira da lista, mas a situação do país mudou com a entrada na União Européia em maio de 2004.

Em 2005, a Grã-Bretanha chegou a expulsar mais de 12 mil . No ano seguinte, o número caiu para 11,3 mil e, em 2007, voltou a subir.

Por outro lado, o também figura entre as primeiras posições na relação de países com o maior número de pessoas admitidas na Grã-Bretanha.

Em 2007, o país foi o quarto com a maior quantidade de cidadãos autorizados a entrar no país europeu – 205 mil, atrás apenas de , Canadá e Rússia.

Ainda segundo os números do governo britânico, nos seis primeiros meses deste ano, 32.230 pessoas foram removidas do país, um aumento de 6% em relação à primeira metade do ano passado. O governo não divulgou dados por nacionalidade.

O secretário de Imigração britânico, Liam Byrne, disse que as fronteiras do país estão “mais fortes do que nunca” e que “a cada oito minutos um ilegal é removido”.

Em novembro, o governo britânico pretende introduzir um sistema que obrigará residentes estrangeiros a carregar carteiras de identidade, em que constarão dados biométricos como impressões e fotografias digitais para facilitar a distinção entre legais e ilegais.BBC

O departamento de imigração americano está fechando o cerco contra os ilegais . Segundo informação do Consulado-Geral do em Boston, o número de presos no Estado de esperando para ser cresceu 25% nos últimos 12 meses. De acordo com o cônsul-geral, Mário Saad, no começo do ano passado havia uma média de 150 presos esperando deportação. No início deste ano, a média subiu para 200. Do segundo semestre para cá, o número médio de por mês passou de 37 para 45 no Estado.

Em fica a maior concentração de em um Estado americano: 230 mil. Não há dados sobre as outras regiões que abrigam muitos “brazucas”, como Flórida, Nova York, New Jersey, Carolina do Sul e Geórgia. Mas líderes da comunidade afirmam que é uma amostra confiável do que acontece nos EUA - e que a perseguição se intensificou em todos o país.

“Tem muita gente vindo da Carolina do Sul e Geórgia, onde a imigração está pegando”, diz Erika Abreu, assistente administrativa no centro Bom Samaritano, em Framingham. O centro ajuda a encontrar .

O grande aperto na fiscalização recomeçou em junho, quando o projeto de reforma das leis de imigração não passou no Congresso. A lei previa um caminho para legalização dos mais de 12 milhões de ilegais - cerca de 1,2 milhão de . Depois que a lei foi rejeitada, a polícia de imigração começou a fazer grandes batidas em vários Estados, com a prisão de centenas de em fábricas, frigoríficos e locais de construção.

“A comunidade brasileira está assustada por causa da falta de um horizonte para a legislação de imigração e por causa da deterioração das condições econômicas daqui”, diz o embaixador Mário Saad. A maioria está ganhando menos e ainda perde na taxa de câmbio, diz Saad. “Diante da pressão, muitos estão se questionando se vale a pena ficar aqui.”

“É o ?fator medo?. Eles começam a ver muita gente deportada e resolvem ir embora antes que algo aconteça”, diz Ted Welte, presidente da Câmara de Comércio Metrowest, que cuida dos estabelecimentos da região de Framingham. “Temos 12 milhões de ilegais, alguns poucos são criminosos e precisam ir para a cadeia, mas nós precisamos dos outros, que são trabalhadores”, afirma Welte. Para Fausto da Rocha, diretor-executivo do Centro do Imigrante Brasileiro (CIB), toda vez que há econômica, os são perseguidos.

Tramitam no Congresso vários projetos de endurecimento na perseguição aos ilegais, entre eles o projeto que vai exigir de 6 milhões de empregadores a verificação dos documentos de 130 milhões de empregados. Enquanto a legislação não passa no Congresso, muitos Estados estão baixando leis próprias, punindo empregadores que não demitirem ilegais e impedindo que ilegais tirem carteira de motorista.

Sete cidadãos espanhóis foram impedidos de entrar no e mandados de volta para a após terem desembarcado no aeroporto de Salvador, na Bahia, sem apresentar as garantias exigidas por lei para a imigração, informou nesta sexta-feira um funcionário da Polícia Federal.

O repatriamento, ocorrido na noite de quinta-feira, aconteceu um dia após um grupo de ter sua entrada na negada e ter sido retido no aeroporto enquanto aguardava um vôo de volta ao . O episódio irritou as autoridades brasileiras que ameaçaram adotar tratamento similar aos espanhóis que vêm ao país.

Os têm desembarque de volta para o país previsto para esta sexta-feira.

Os espanhóis que tiveram a entrada no recusada –cinco homens e três mulheres– foram mandados de volta para a por não terem apresentado dinheiro suficiente para ficar no e nem reservas em hotéis, entre outros requisitos exigidos pela lei, segundo o funcionário da imigração da PF no Aeroporto de Salvador.

“Eles desembarcaram por volta de 21h30 e voltaram no mesmo vôo, às 23h”, disse à Reuters por telefone o funcionário da PF. “Eles não preenchiam os requisitos para imigração.”

O Ministério das Relações Exteriores do informou na quinta-feira que estava examinando a adoção de medidas em resposta ao ocorrido com brasileiro na , “tendo em conta, inclusive, o princípio da reciprocidade”, segundo nota oficial.

O funcionário da PF informou que a recusa à entrada dos espanhóis se deu exclusivamente por questões imigratórias.

De acordo com a nota divulgada pelo Itamaraty, a negativa dada a que tentam entrar na vêm se repetindo e o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, já declarou ao seu colega espanhol estar “insatisfeito” com essas restrições e pediu “tratamento digno” aos que pretendem entrar na .

No grupo barrado esta semana na , estavam dois estudantes que participariam de um congresso em Lisboa, Portugal, e faziam escala em território espanhol.

Clicky Web Analytics