Mar
20
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na madrugada de hoje, 204 frascos de lança-perfume na rodovia BR-364, em Cuiabá, Mato Grosso (MT).
A apreensão ocorreu durante abordagem a um ônibus, que seguia de Carazinho (RS) a Aripuanã (MT). A droga estava dentro de uma caixa, no bagageiro do veículo. Um passageiro, Leoclides Pinheiro de Oliveira, de 48 anos, foi preso, apontado pela polícia como dono da mercadoria.
Mar
20
A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma estar “muito preocupada” com as informações dadas pela Fundação Nacional do Índio (Funai) de que haveria plantações de coca em tribos indígenas do País e estima que o fato deva servir como um sinal para que a fiscalização na região seja reforçada. O temor das Nações Unidas é o de que os traficantes estejam começando a usar a Amazônia brasileira não apenas para o tráfico das drogas, mas também para sua produção, “exportando” o modelo já usado na Colômbia.No início da semana, o Exército confirmou que encontrou hectares ocupados com pés da droga na região de Tabatinga (AM), que representam pouco em relação à cocaína que passa pelo Brasil mas sinalizam para a necessidade de se reforçar a fiscalização na região. “Isso é algo muito preocupante”, afirmou o representante do Escritório das Nações Unidas Contra Drogas e Crimes (UNODC) para a América do Sul, Giovanni Quaglia. “Existe a coca nativa, que é usada tradicionalmente pelos indígenas há milênios. Mas não cultivada com a finalidade do comércio”, explicou Quaglia.
“Os 7 mil pés de coca encontrados são um sinal de que o governo precisa ficar de olho no que está ocorrendo para evitar que esse volume aumente. A realidade é que o potencial de cultivo na região é enorme”, alertou o representante da ONU. Em termos de condições naturais, a ONU destaca que seria “absolutamente possível” produzir coca no lado brasileiro da Amazônia. “As condições ambientais são iguais no Brasil, Colômbia e Bolívia. Não é verdade que a coca cresce apenas em certas altitudes mais elevadas”, afirmou Quaglia.
Mar
19
O consumo de álcool e drogas começa logo cedo na vida dos jovens da aldeia de Umariaçu 2, em Tabatinga (AM), e acaba repercutindo no desempenho escolar dos estudantes. A avaliação é do professor de artes Nilson Alexandre Ferreira.
“A gente está enfrentando um sério problema, devido ao contato direto com a cidade. Eles estão perdendo sua cultura e trazendo outra cultura que não é deles e estão enfrentando problemas sociais, como as drogas e a violência.”
Por causa das drogas, muitos alunos deixam de estudar. “Eles desistem e não vão para a aula. É uma preocupação muito grande dos professores e das autoridades. A situação é muito difícil e nós temos que nos preocupar com os jovens, oferecer o melhor para eles, porque são o nosso futuro. Oferecer esporte e cultura seria um meio de minimizar a situação. Está faltando apoio das autoridades”, diz o professor.
Ele admite que há pouco o que fazer em relação aos traficantes. “Todo mundo tem medo. Ninguém sabe a que horas eles vêm. É um problema sério”, avaliou Ferreira.
De acordo com o coordenador de Assuntos Indígenas da Prefeitura de Tabatinga, Alberto Gaspar Jorge, o que dificulta o combate ao tráfico na aldeia é justamente sua posição, próxima ao Rio Solimões, em frente à margem peruana e a poucos quilômetros da Colômbia.
“Quem produz droga na Colômbia e no Peru vem vender droga na comunidade. É um problema para nós e para o país também. A cocaína é trazida de fora”, revela Alberto Gaspar Jorge, que mora na aldeia.
Segundo ele, a produção de cocaína já envolve os indígenas dos países vizinhos. “Na comunidade peruana indígena, que fica a aproximadamente três horas de viagem, estão plantando. Na Colômbia é a mesma coisa. Os índios peruanos e colombianos são incentivados por comerciantes brasileiros e colombianos. Se o governo federal não tomar providência, acho que [as comunidades] vão acabar. A coca está acabando com a juventude.”
Mar
18
O radialista cearense, Sezanildo Almeida Araújo, de 28 anos, foi preso com arma e drogas na noite de ontem na região do Itaim Bibi, zona sul de São Paulo.
O comunicador foi flagrado por homens da Força Tática do 23º Batalhão.
Em patrulhamento próximo da Favela da Via Funchal, os PMs viram o rapaz e suspeitaram do nervosismo dele com a aproximação da viatura.
Ao revistá-lo, os policiais encontraram um revólver calibre 38, furtado da polícia, além de cinco pedras de crack e 50 reais.
O radialista levou os PMs até um barraco, onde morava há dois meses, desde que chegou de seu estado. No local, foram apreendidos 118 papelotes de cocaína, 50 trouxinhas de maconha e 196 pedras de crack, além de 68 reais em dinheiro e caderneta com anotações. O caso foi registrado no 15º Distrito Policial.
Jan
22
O casal de traficantes, Elicarlos Pereira dos Santos, de 28 anos, e Icariane Feliz Cerqueira, de 19 anos, foi preso, no início da noite, por policiais militares. Com a dupla, foi encontrado um quilo de cocaína dividido em centenas de papelotes.
O flagrante ocorreu numa casa na rua Biotônico, no Jardim Colorado, em Suzano, região leste da Grande São Paulo. Santos foi abordado no portão da casa e levou os policiais até o interior do imóvel, onde sua namorada separava a droga em papelotes.
No momento em que a PM realizava o flagrante, José Wellington de Oliveira, de 36 anos, passava a pé e parou para perguntar o que ocorria. Acabou levantando suspeita e, detido, foi levado para a delegacia. Lá, foi apurado que Wellington era procurado por não pagar pensão alimentícia. Ele acabou preso.
Jan
17
A comunidade científica está preocupada com a propagação de uma bactéria resistente a antibióticos e capaz de provocar pneumonia letal.
Trata-se de uma nova forma de MRSA, um tipo de Staphylococcus aureus imune às drogas mais usadas. Um estudo publicado na revista “Annals of Internal Medicine”, baseado em registros de hospitais das cidades de São Francisco e Boston, analisa a possibilidade de um surto entre a comunidade gay nos Estados Unidos se espalhar pelo restante da população.
Conhecida como MRSA USA300, a variante da bactéria já foi identificada no Brasil. A infecção ocorre principalmente quando existem lesões na pele. Mas pesquisadores sugerem que o sexo anal, que pode causar lesões na mucosa, seria uma via mais eficiente de transmissão, o que explicaria os casos identificados entre homossexuais nos EUA.
“A bactéria MRSA tem pelo menos 12 variantes principais. Há três anos, conseguimos justamente USA300 no nosso laboratório”, conta a microbiologista Agnes Marie Sá Figueiredo, diretora do Instituto de Microbiologia da UFRJ. “Se conseguimos identificá-la sem procurar muito, certamente devem existir outros casos pelo país. Mas para saber isso com precisão, teríamos que fazer um levantamento mais amplo”.
No passado, a MRSA era comum apenas em infecções hospitalares, mas desde os anos 90 passou a ser registrada também fora dos hospitais. A bactéria é encontrada, por exemplo, na pele e na narina de algumas pessoas sem causar doença. Às vezes, no entanto, pode provocar infecções graves no sangue e no coração, além de pneumonia com necrose no tecido dos pulmões. Em 2005, cerca de 19 mil pessoas morreram nos EUA por infecções causadas pela MRSA.
Além dos homossexuais, a variante da bactéria teria como grupos mais vulneráveis usuários de drogas injetáveis e praticantes de lutas e outros esportes em que há contato direto, porque o microorganismo se espalha por meio de lesões. No bairro de Castro, em São Francisco, que tem uma das maiores comunidades gays dos EUA, um em cada 588 residentes estaria contaminado pela variação da bactéria, segundo o estudo. No restante da cidade, o índice cai para uma em 3.800 pessoas.
“Como a bactéria se espalha de forma casual, ela pode se tornar uma ameaça à toda a população”, diz o médico Bihn Diep, do Hospital Geral de São Francisco,e um dos autores da pesquisa.
Hospitais eram o foco inicial
Agnes diz que os homossexuais das duas cidades americanas podem estar entre os mais afetados pelas infecções por causa de uma possível associação com a Aids.
“Se a pessoa já está com o seu sistema imunológico comprometido, há grandes chances de ela ser afetada pela bactéria. Por isso, a MRSA era mais comum nos pacientes hospitalares. Temos que ter cuidado para não disseminarmos o preconceito”, frisa ela.
De acordo com Diep, a melhor forma de evitar o contágio é lavar o corpo com água e sabão após as relações sexuais.
“Mas o ideal mesmo é que as pessoas usem preservativo. Isso evitaria o contato com a bactéria e também o HIV”, ressalta Agnes.
Os cientistas salientam que a MRSA USA 300 não é uma nova Aids e que a maior parte dos casos pode ser tratada através de antibióticos específicos e tratamento hospitalar nos casos graves. Mas as infecções, dizem, não devem ser subestimadas.
“Temos que conhecer mais sobre essa bactéria e como ela se dissemina - conta Agnes. “Não podemos fazer qualquer controle sem conhecermos o problema”.
Jan
17
A Polícia Militar prendeu um homem com, aproximadamente, 10 quilos de crack, na manhã desta quarta-feira (16), na rua Roque José de Almeida, no bairro São Bento II, em Sorocaba, a 100 quilômetros da Capital.
Por meio de denúncia anônima sobre ponto de tráfico de drogas, a polícia foi até a residência de D.G.A., de 27 anos. Ao revistar a casa, encontraram uma balança digital, papel alumínio e rolos de fita para embalar o entorpecente.
Além de doze cartuchos calibre nove milímetros, um saco de plástico com pedras de crack moída e nove tijolos de crack.
D.G., que foi detido em flagrante por tráfico de drogas e porte ilegal de munição de uso restrito, já tinha duas passagens pela polícia por roubo. Ele será encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba.
Jan
14
Cientistas chineses anunciaram a descoberta de 396 genes relacionados com a dependência de drogas como a cocaína, ópio, nicotina e álcool, o que pode abrir caminho para tratar o abuso dessas substâncias, informa nesta segunda-feira a imprensa estatal chinesa.
A equipe de cientistas da Universidade de Pequim descobriu também a informação genética relacionada com a dependência e identificou cinco trilhas biológicas comuns ao vício nas quatro substâncias, refere o jornal oficial chinês China Daily.
“A pesquisa permite fazer um retrato mais completo sobre o vício da droga. Os fatores genéticos contribuem em 60% para a vulnerabilidade dos seres humanos ao vício”, disse Wei Liping, director do Centro de Bioinformática da Faculdade de Ciências de Vida da Universidade de Pequim, citado pelo jornal.
“A descoberta abre um caminho potencial para o tratamento do abuso dessas substâncias”, acrescentou Wei, que disse ainda que a identificação de trilhas biológicas comuns permite acreditar no aumento da eficácia dos tratamentos de recuperação de toxicodependentes.
As conclusões do estudo, financiado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia da China, baseiam-se, segundo o China Daily, em 2.343 elementos que provam a relação entre os genes e a dependência.
De acordo com dados relativos a 2006, a China tem 785 mil toxicodependentes, dos quais 89% são viciados em heroína, 69% tem menos de 35 anos, 52% são desempregados e 20% vive em regiões rurais.
O governo chinês obriga os toxicodependentes a registrar-se como tal como condição indispensável para o acesso a tratamentos de reabilitação.
Jan
2
Relação das vítimas:
Donizete Gomes, 41 anos, condenado por tráfico de drogas;
Juarez de Jesus Santos, 28 anos, condenado por furto;
Anderson Dorneles dos Santos, 23 anos, condenado por furto;
Marlon Fernandes, 24 anos, condenado por tentativa de homicídio;
Raimundo Anastácio de Moura, 35 anos, condenado por furto;
Rodrigo Luciano dos Santos, 18 anos, autuado por tráfico de drogas;
Everson Barbosa Ferreira, 18 anos, autuado por tráfico de drogas;
Jaider Martins, 21 anos, autuado por tráfico de drogas. Read more
Dez
31
O traficante Robson André da Silva, o Robinho Pinga, de 33 anos, morreu hoje no Hospital Municipal Souza Aguiar. Pinga, que cumpria pena na penitenciária de segurança máxima de Catanduvas, no Paraná, chegou ao Rio na véspera do Natal para tratar de um tumor no cérebro. O traficante era apontado pela polícia como um dos maiores fornecedores de drogas e armas para favelas da zona oeste carioca. Robinho Pinga era o chefe do Terceiro Comando Puro e estava preso desde 2005.