Set
14
Uma barca que transportava 150 passageiros e 75 veículos naufragou neste domingo, pouco depois de partir do porto turco de Bandirma (noroeste), informaram fontes oficiais citadas pela agência Anatolia.
Equipes da defesa civil e pescadores locais foram mobilizados nos trabalhos de resgate dos passageiros, que pularam na água quando o barco afundou a cerca de 300 metros do cais, informou a imprensa.
O vice-governador de Bandirma, Salih Keser, contou que o capitão da barca foi resgatado e informou que havia 150 pessoas a bordo, além de 73 caminhões e dois carros, segundo a Anatolia.AFP
Jun
22
A empresa filipina Sulpicio Lines, dona do barco que naufragou sábado nas Filipinas após a passagem do tufão “Fengshen”, informou neste domingo (22) que havia 845 pessoas a bordo, e não 747, como havia sido dito anteriormente. A informação é da agência Reuters.
O barco foi encontrado a três quilômetros da costa, virado de cabeça para baixo.
Seis corpos foram encontrados até agora, e há quatro sobreviventes que conseguiram nadar até ilhas próximas.
Segundo um porta-voz da guarda, os desaparecidos devem ter sido levados pela correnteza durante a tempestade. Há a expectativa de que existam mais sobreviventes em ilhas próximas. Havia no barco pelo menos 53 crianças, 33 delas de colo.
“Fui informada de que o barco tem um grande rombo na parte central do casco, disse a prefeita de San Fernando, Nanette Tansingco, a uma rádio local.
“Muitos de nós pularam, as ondas eram muito grandes, e a chuva era forte”, disse a uma rádio local um dos sobreviventes, identificado apenas como Jesse. “Houve apenas um anúncio pelo megafone, cerca de 30 minutos antes do barco virar. Imediatamente depois que eu pulei, o navio virou, e as pessoas mais velhas foram deixadas lá.”
O ‘Princess of Stars’ afundou no sábado (21), mas a guarda costeira foi incapaz de alcançá-lo por causa do mar agitado e do mau tempo causado pelo tufão. As autoridades haviam perdido contato com a embarcação barco à 0h de sábado, depois que ele havia zarpado da capital, Manila, rumo à ilha de Cebu, a 600 km.
Pelo menos três navios estão participando dos trabalhos de resgate. Na segunda-feira, mergulhadores devem vasculhar o barco, que não tem sinais de vazamento de combustível.
Vários parentes das vítimas, alguns em lágrimas, lotaram o escritório da Sulpicio na cidade de Cebu em busca de informação. O barco tinha capacidade para 1.900 pessoas.
“Meu pai era um dos passageiros. Até agora as notícias não são boas”, disse Lani Dakay. “Meu pai tem 59 anos, eu nem mesmo sei se ele consegue nadar.”
Se for confirmada a morte dos desaparecidos, este será o maior desastre marítimo no país desde dezembro de 1987, quando cerca de 4.400 morreram no sul do país depois que um barco chocou-se com um petroleiro.
233 mortos
O tufão já deixou pelo menos 233 mortos em todo o país segundo o Conselho Nacional para a Coordenação de Desastres e a Cruz Vermelha.
As províncias mais afetadas são a de Iloilo e Mindanao. “Esse é o pior desastre que já tivemos na nossa história”, disse Neil Tupaz, governador de Iloilo.
Com ventos de 120 km/h e seqüências de até 150, a tempestade mudou de trajetória de madrugada e se aproximou de Manila, onde arrancou árvores e causou cortes na energia elétrica em amplas áreas da zona metropolitana. Agora, ela ruma para o noroeste do país e, em seguida, deve partir para Taiwan, onde deve chegar em alguns dias, segundo a meteorologia.
Cerca de 20 tufões atingem as Filipinas a cada ano. Em 2006, quatro tempestades de intensidade incomum alagaram várias regiões de Luzon com enchentes que deixaram mais de 1.300 mortos, quase três milhões de desabrigados e meio milhão de casas destruídas.
Com informações de Reuters, EFE e AP
Jun
3
São Paulo - A Capitania dos Portos e o Corpo de Bombeiros da Paraíba retomam amanhã as buscas por Wesley, de 4 anos. O menino é uma das vítimas de um acidente com duas canoas que aconteceu ontem no final da tarde no Rio Paraíba, em João Pessoa. Quatro pessoas morreram afogadas e oito conseguiram escapar sem ferimentos. As buscas foram suspensas às 18 horas, quando anoiteceu e a visibilidade ficou baixa.
O capitão dos Portos do Estado, Paolo Coirolo, relata que o grupo voltava da comemoração do aniversário de Marco Antonio da Silva, na praia fluvial de Prainha. Eram todos familiares ou amigos próximos. De repente, a embarcação que vinha à frente com oito pessoas a bordo virou. Silva, que estava na canoa de trás, pulou na água para tentar socorrer as vítimas, mas morreu afogado. O susto fez com que a segunda embarcação também virasse. Mesmo assim, os demais passageiros da canoa sobreviveram.
Morreram no acidente ainda Gilkelly Martins de Almeida, Jacilene Cosme do Rêgo e Giovanni Salvino da Silva. Segundo Coirolo, a Marinha abrirá inquérito para apurar as causas do acidentes, mas alguns motivos já estão claros. “Havia excesso de passageiros na primeira canoa, que tem cerca de 5 metros.” Além disso, o capitão aponta que não havia coletes salva-vidas nas embarcações e, por estar voltando de uma festa, é possível que o grupo tenha ingerido bebida alcoólica. “Esses fatores somados levaram ao acidente.”
Mai
7
As equipes de resgate encontraram hoje pela manhã mais um corpo de vítima do naufrágio do barco Comandante Sales, ocorrido na madrugada de domingo, no Rio Solimões, no Amazonas. Com isso, subiu para 35 o número de corpos recolhidos por bombeiros, homens da Marinha e funcionários da prefeitura de Manacapuru. Cinco equipes, com 40 integrantes, trabalharam a noite toda, mas o serviço foi prejudicado pela forte chuva na região.
A vítima fatal, um homem, foi localizada próximo ao encontro das águas dos Rios Negro e Solimões, a cerca de 30 quilômetros do local do acidente. Ainda há pelo menos de 20 a 25 desaparecidos e as buscas continuam. Hoje, 52 bombeiros estão fazendo uma varredura a cerca de 50, 60 quilômetros do local onde o barco naufragou, pois a forte correnteza pode ter arrastado parte das vítimas. A embarcação transportava entre 80 e 100 pessoas que haviam participado de uma festa a cerca de 1h20 de barco de Manacapuru.