Jun
12
O co-fundador do Google, Sergey Brin, pagou US$ 5 milhões pela reserva de uma vaga para viajar futuramente como turista espacial, informou hoje a companhia Space Adventures, que organiza estas viagens ao cosmos.
Tenho grande confiança “na exploração e no desenvolvimento comercial do espaço e espero ir ao espaço”, assegurou Brin.
A Space Adventures anunciou a criação do chamado Círculo de Exploradores de Missão Orbital, que permitirá reservar uma vaga em uma futura viagem espacial àquelas pessoas que o desejarem e tenham o dinheiro para isso.
“Para chefes-executivos com sucesso, executivos, investidores e empresários que queiram ir ao espaço e investir em uma vaga em uma futura missão espacial, este é um excelente mecanismo para conservar a opção para uma aventura que pode se realizar uma vez na vida”, declarou o presidente e CEO do Space Adventures, Eric Anderson.
Esta companhia explicou que quem desejar seguir os passos de Brin e reservar um vôo espacial só é preciso depositar US$ 5 milhões, o que lhes garantirá uma vaga em uma futura missão. EFE
Mai
10
A Justiça de São Paulo determinou no começo desta semana a penhora do terreno com o metro quadrado mais caro do País, no quarteirão formado pela Avenida Brigadeiro Faria Lima e pelas Ruas Horácio Lafer, Iguatemi e Aspásia, na zona sul. O lote de 120 mil metros quadrados - vendido no fim de abril para o Grupo Victor Malzoni, a construtora Company e a Brascan Residential Properties por cerca de R$ 700 milhões - agora é alvo de uma antiga disputa judicial entre empresa da família Audi e o empresário Naji Nahas, ex-dono do terreno.
No dia 25 de março, a Artemis Serviços de Cobranças (substituta da Química Paulista, braço petroquímico da família Audi falido no ano passado) entrou com pedido de declaração de fraude à execução para anular a venda do terreno e penhorar o imóvel. O objetivo era garantir o pagamento de uma dívida que hoje soma R$ 136 milhões.
O processo contra a Coprotrade S/A, fundada por Nahas, corre desde 1979. Com o anúncio da venda do terreno, a briga voltou à tona. Na ação, a Artemis diz que o imóvel ainda é do empresário.
O juiz Antonio Manssur Filho, da 3ª Vara Cível de São Paulo, constituiu Nahas como fiel depositário do bem. Segundo a Justiça, o empresário, que foi dono do terreno nos anos 80, “pulverizou seu patrimônio por meio da utilização de inúmeras sociedades, ensejando patente confusão patrimonial.”
O juiz concluiu que o “imóvel na verdade nunca saiu do patrimônio do executado, ao passo que esteve sob titularidade de sociedades constituídas, anotando-se, a este propósito, que inclusive foi utilizado para garantir dívidas pessoais do co-executado Naji Nahas”. AE
Abr
17
Um empresário do Rio caiu hoje numa emboscada na Rodovia Anchieta (SP-150), em Cubatão, na Baixada Santista (SP), após se encontrar com supostos vendedores de um carro que havia negociado pela internet. Foram mortos dois policiais. O empresário dos ramos da aviação e segurança Ricardo Malaguti, de 29 anos, havia negociado por meio de uma página de venda de automóveis na internet a compra de um Jeep Hummer.
De acordo com a Polícia Civil, Malaguti chegou hoje de avião à Base Aérea de Santos, no Guarujá (SP), e seguiu para o encontro com o vendedor, marcado, inicialmente, para acontecer em frente ao Aquário Municipal de Santos. Porém, o local foi alterado e ele seguiu para Cubatão, onde se encontrou com dois suspeitos, aparentemente menores de idade, na frente das Lojas Pernambucanas.
Malaguti estava acompanhado dos policiais civis Sérgio Gomes de Carvalho Filho, de 51 anos, e Leandro da Costa Santos, de 32, que faziam a segurança dele. Ele, Carvalho Filho e Santos encontraram-se com os dois supostos vendedores e os cinco seguiram num Astra pela rodovia para o local onde fariam a vistoria do Jeep.
No entanto, quando estavam numa estrada de serviço na altura do quilômetro 49 da Anchieta, o veículos deles foi interceptado por outro, cujo motorista desceu armado. Os dois jovens do Astra também estavam armados e houve troca de tiros. Os policiais foram executados e Malaguti fugiu. A polícia informou acreditar que o crime foi um seqüestro frustrado. “Já houve cativeiro ali, a nossa hipótese é que eles iam seqüestrar, mas perceberam que os dois acompanhantes eram policiais”, afirma o diretor do Departamento de Policia Judiciária do Interior 6 (Deinter) de Santos, delegado Waldomiro Bueno Filho.
Seqüestro
De acordo com Bueno Filho, existe seqüestro com o modus operandi de venda de objetos caros por meio de computadores. “Eles sabiam que a vítima tinha dinheiro; esse Jeep custa R$ 175 mil”, disse, revelando que a polícia tem pistas de quem seriam os três suspeitos e que deverá chegar a eles rapidamente.