O co-fundador do , Sergey Brin, pagou US$ 5 milhões pela reserva de uma vaga para viajar futuramente como turista , informou hoje a companhia Space Adventures, que organiza estas viagens ao cosmos.

Tenho grande confiança “na exploração e no comercial do espaço e espero ir ao espaço”, assegurou Brin.

A Space Adventures anunciou a criação do chamado Círculo de Exploradores de Missão Orbital, que permitirá reservar uma vaga em uma futura viagem àquelas pessoas que o desejarem e tenham o para isso.

“Para chefes-executivos com sucesso, executivos, investidores e empresários que queiram ir ao espaço e investir em uma vaga em uma futura missão , este é um excelente mecanismo para conservar a opção para uma aventura que pode se realizar uma vez na vida”, declarou o e CEO do Space Adventures, Eric Anderson.

Esta companhia explicou que quem desejar seguir os passos de Brin e reservar um vôo só é preciso depositar US$ 5 milhões, o que lhes garantirá uma vaga em uma futura missão. EFE

A de determinou no começo desta semana a penhora do terreno com o metro quadrado mais caro do País, no quarteirão formado pela Avenida Brigadeiro Faria Lima e pelas Ruas Horácio Lafer, Iguatemi e Aspásia, na zona sul. O lote de 120 mil metros quadrados - vendido no fim de abril para o Grupo Victor Malzoni, a construtora Company e a Brascan Residential Properties por cerca de R$ 700 milhões - agora é alvo de uma antiga disputa judicial entre da família Audi e o Naji Nahas, ex-dono do terreno.

No dia 25 de março, a Artemis Serviços de Cobranças (substituta da Química Paulista, braço petroquímico da família Audi falido no ano passado) entrou com pedido de declaração de fraude à execução para anular a venda do terreno e penhorar o imóvel. O objetivo era garantir o pagamento de uma dívida que hoje soma R$ 136 milhões.

O processo contra a Coprotrade S/A, fundada por Nahas, corre desde 1979. Com o anúncio da venda do terreno, a briga voltou à tona. Na ação, a Artemis diz que o imóvel ainda é do .

O juiz Antonio Manssur Filho, da 3ª Vara Cível de , constituiu Nahas como fiel depositário do bem. Segundo a , o , que foi dono do terreno nos anos 80, “pulverizou seu por meio da utilização de inúmeras sociedades, ensejando patente confusão patrimonial.”

O juiz concluiu que o “imóvel na verdade nunca saiu do do executado, ao passo que esteve sob titularidade de sociedades constituídas, anotando-se, a este propósito, que inclusive foi utilizado para garantir dívidas pessoais do co-executado Naji Nahas”. AE

Um do Rio caiu hoje numa emboscada na Rodovia Anchieta (-150), em , na Baixada Santista (), após se encontrar com supostos vendedores de um carro que havia negociado pela internet. Foram mortos dois . O dos ramos da aviação e segurança Ricardo Malaguti, de 29 anos, havia negociado por meio de uma página de venda de automóveis na internet a compra de um Jeep Hummer.

De acordo com a Polícia Civil, Malaguti chegou hoje de avião à Base Aérea de Santos, no Guarujá (), e seguiu para o encontro com o vendedor, marcado, inicialmente, para acontecer em frente ao Aquário Municipal de Santos. Porém, o local foi alterado e ele seguiu para , onde se encontrou com dois suspeitos, aparentemente menores de idade, na frente das Lojas Pernambucanas.

Malaguti estava acompanhado dos civis Sérgio Gomes de Carvalho Filho, de 51 anos, e Leandro da Costa Santos, de 32, que faziam a segurança dele. Ele, Carvalho Filho e Santos encontraram-se com os dois supostos vendedores e os cinco seguiram num Astra pela rodovia para o local onde fariam a vistoria do Jeep.

No entanto, quando estavam numa estrada de serviço na altura do quilômetro 49 da Anchieta, o veículos deles foi interceptado por outro, cujo motorista desceu armado. Os dois jovens do Astra também estavam armados e houve troca de tiros. Os foram executados e Malaguti fugiu. A polícia informou acreditar que o crime foi um seqüestro frustrado. “Já houve cativeiro ali, a nossa hipótese é que eles iam seqüestrar, mas perceberam que os dois acompanhantes eram ”, afirma o diretor do Departamento de Judiciária do Interior 6 (Deinter) de Santos, delegado Waldomiro Bueno Filho.

Seqüestro

De acordo com Bueno Filho, existe seqüestro com o modus operandi de venda de objetos caros por meio de computadores. “Eles sabiam que a vítima tinha ; esse Jeep custa R$ 175 mil”, disse, revelando que a polícia tem pistas de quem seriam os três suspeitos e que deverá chegar a eles rapidamente.

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