A Justiça decretou na noite de sexta-feira (11) a prisão dos jovens envolvidos na ao ajudante de produção Fabiano Dias Rodrigues, em , a 100 km de . Na madrugada de sábado (12), a polícia prendeu cinco rapazes. A vítima foi espancada por oito jovens em frente a uma boate.

Um dos agressores está foragido e dois adolescentes estão na Fundação Casa. Nesta semana, a polícia concluiu o inquérito da .

Após receber alta no final do mês de junho, Fabiano continua o tratamento em casa. Ele perdeu parte dos movimentos das pernas e das mãos e está fazendo tratamento com fonoaudióloga e fisioterapeuta. O rapaz já começa a dar sinais de melhora.

A vítima precisou passar por uma cirurgia para a retirada de um coágulo no cérebro e ficou três semanas na UTI. Ele se lembra com dificuldade da . “Bateram em mim, uma ou duas pessoas”, disse ele à reportagem do Jornal Nacional.

Os médicos dizem que Fabiano vai demorar a se lembrar da noite em que foi espancado. Imagens do circuito de segurança flagraram a .G1

A Justiça de Goiás condenou nesta segunda-feira (30) os envolvidos no crime de contra a estudante L., de 12 anos, que, ao longo de dois anos, sofreu as brutais agressões na casa onde vivia. A empresária Sílvia Calabresi Lima, responsável pela criação de L. e pelas sessões de , ficou com a pena mais pesada: 14 anos, 11 meses e 5 dias de prisão, em regime fechado. A doméstica Vanice Maria Morais, acusada de ajudar Sílvia na , foi condenada a 7 anos e 11 dias de detenção, também em regime fechado.

O juiz José Carlos Duarte, da 7ª Vara Criminal, considerou que Vanice Maria, a princípio, cumpria ordens, mas depois começou a agredir a menina por conta própria, longe dos olhos da empresária. Também o marido de Sílvia, Marco Antônio Calabresi, foi considerado culpado por ter se omitido diante do sofrimento de L.. Antônio Calabresi recebeu a pena de 1 ano e 8 meses de reclusão, mas, por ser primário e ter bons antecedentes, foi convertida em prestação de serviços à comunidade. O filho de Sílvia, Thiago Calabresi Lima, que também havia sido denunciado pelo Ministério Público (MP) por omissão, foi absolvido.

L. Soube hoje mesmo da decisão da Justiça e considerou a pena leve. A menina afirmou achar que Sílvia ficará presa por pouco tempo e teme que ela a procure depois que sair da cadeia. A garota vive hoje num refúgio do Centro de Valorização da Mulher (Cevam), onde ficará até agosto, quando o Juizado da Infância e Juventude de decidirá se a guarda ficará com o pai ou com a mãe (eles são separados). L. está no Cevam desde que foi encontrada pela polícia, depois de uma denúncia anônima, amarrada e amordaçada no apartamento de Sílvia, num bairro nobre da capital goiana.

No depoimento à Justiça, a menina afirmou que teve a língua cortada com alicate, os dedos golpeados com martelo e fechados nas frestas das portas e era obrigada a ficar vários dias sem comer. A estudante também disse que foi sufocada com saco plástico e ainda era obrigada a fazer todo o serviço da casa, sem receber nada por isso. Exames feitos pelo Instituto Médico-Legal (IML) apontaram lesões permanentes na vítima.Agência Estado

O rapaz que foi agredido, no começo do mês, por oito jovens em frente a uma casa noturna em Sorocaba, a 100 km de , saiu do coma. Sebastiana Dias Rodrigues, mãe de Fabiano Dias Rodrigues, conversou com a polícia e mudou os rumos da . Ela diz que o filho começou a se lembrar da briga e que foi atacado por ter falado para seguranças da casa noturna que os rapazes estavam consumindo drogas no banheiro.

O advogado de Sebastiana, Márcio Leme, disse que foi ela quem quis colaborar com as investigações. Em pouco mais de meia hora, ela contou ao delegado a conversa que teve com o filho, ainda internado em um hospital. Segundo ela, apesar de alterar momentos de lucidez e confusão, Fabiano lembrou detalhes da noite que foi espancado.

“Ele entrou no banheiro e viu os oito consumindo o que ele chamou de ‘porcaria’. Aí, chamou segurança. Os rapazes saíram chutando cadeira e foram colocados para fora. O Fabiano também foi tirado. Pagou a comanda e foi tirado de lá”, afirmou Sebastiana.

Para o delegado José Ordele Alves Lima, o depoimento da mãe revela, pela primeira vez, o motivo da briga, o que, agora, determina novos rumos na . Sebastiana disse ainda que o filho lembrou quem o impediu de entrar na casa quando era espancado: o funcionário que recolhe as comandas.

O delegado vai chamar os agressores para o reconhecimento. Dos oito envolvidos, quatro respondem em liberdade por tentativa de homicídio. Um está e dois adolescentes foram levados para a Fundação Casa (ex-Febem). Apenas um continua foragido.

O advogado da boate “Soft Music Hall”, Joel de Araújo, diz que ainda não foi informado sobre o teor do depoimento da mãe de Fabiano. Ele nega a afirmação de que há consumo de droga na casa noturna e diz que os banheiros são fiscalizados. O advogado disse também que as imagens mostram Fabiano conversando normalmente com os outros rapazes, antes da briga, e que não foi um segurança que o empurrou para fora do lugar.G1

Foi nesta quarta-feira (25) um jovem de 19 anos que é de ser o sétimo de envolvimento na ao metalúrgico Fabiano Dias Rodrigues, de 24 anos, na saída de uma boate em , no último dia 1º. O espancamento foi filmado por uma câmera instalada na fachada do estabelecimento. Lima, que estava com a prisão temporária decretada pela Justiça, foi apresentado ao delegado do 5º Distrito Policial (DP), José Ordele de Lima, por seu advogado.

Depois de interrogado, ele foi levado algemado para a Cadeia Pública de Mairinque. O oitavo suposto agressor, também de 19 anos, continua foragido. O delegado vai pedir sua prisão preventiva e, caso não seja encontrado, ele será indiciado à revelia. O inquérito deve ser concluído em uma semana. Os acusados - dois deles são menores de idade - responderão pelo crime de tentativa de homicídio.

A vítima continua internada num hospital de , mas está se recuperando. Rodrigues saiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e já se alimenta, mas não está afastado o risco de apresentar seqüelas em razão das agressões.

, - A Justiça de , no interior de , decretou hoje a prisão de dois dos acusados de espancar brutalmente o metalúrgico Fabiano Dias Rodrigues, de 23 anos, na saída de uma boate, no dia 1º. Os suspeitos, Willy Rosi Athayde e Everton Airton Brás de Lima, os dois de 19 anos, foram reconhecidos nas imagens gravadas da , mas não se apresentaram à polícia. De acordo com o delegado José Ordele de Lima Júnior, Athayde tem antecedente criminal por tráfico de drogas.

Eles são considerados foragidos e, se forem apanhados, não terão o benefício de responder ao processo em liberdade. Dos seis acusados que foram detidos até agora, apenas o menor E.V.E.O, de 17 anos, está sob custódia. Ele é o principal agressor - pulou com os dois pés sobre a cabeça da vítima -, mas ficou detido porque se encontrava em liberdade assistida em razão de outro crime - tráfico de drogas. Hoje, o estado de saúde do metalúrgico apresentou ligeira melhora, mas ele continuava em coma. AE

Nesta segunda-feira, os policiais estiveram na sede da Associação Portuguesa de Desportos para investigar a morte de Diego de Paula Leopoldo, de 19 anos. Depois de ir à festa junina do clube, Leopoldo foi encontrado com sinais de na pista expressa da Marginal Tietê. Depois de oito dias internado na UTI do Hospital das Clínicas, Leopoldo morreu neste domingo. O jovem foi enterrado nesta manhã.

Testemunhas foram com os policiais ao clube para saber detalhes de uma briga envolvendo o jovem. A diligência já faz parte da nova linha de investigações. Primeiramente, a morte de Leopoldo foi registrada como atropelamento pela polícia.

- As quatro possibilidades são: ou ele se desentendeu com os seguranças ou se desentendeu com as pessoas com quem ele acabou arrumando confusão na fila do banheiro ou ele pode eventualmente ter encontrado uma terceira pessoa do lado de fora, e até ter sido efetivamente atropelado - diz o delegado Hélio Bressan.

A polícia também espera o laudo do Instituto Médico Legal para concluir o inquérito, além de tentar localizar o caminhoneiro que socorreu Leopoldo.

Para a família, o rapaz foi espancado.

- Ele não foi atropelado, ele foi espancado e não está mais com a gente. Machucaram muito o meu filho. Eu não quero que aconteça com a família de ninguém isso - disse Wanderlei Leopoldo, pai da vítima.

O casal de amigos que estava com Leopoldo conta que ele discutiu com outras pessoas na fila do banheiro e chegou a agredir um outro rapaz. Os seguranças separaram os dois e, depois disso, o jovem não foi mais visto.

- A última vez que eu o vi foi quando os seguranças o pegaram - diz um amigo do rapaz.

Segundo os amigos, o outro rapaz envolvido na briga continuou na festa. Um laudo dos médicos do Hospital das Clínicas mostra que a maioria das lesões de Diego foi na cabeça. Ele não tinha escoriações pelo corpo, nem fraturas nos braços ou nas pernas, que pudessem indicar um atropelamento.

A direção da Portuguesa não acredita no envolvimento dos seguranças no crime.

- A segurança é feita por uma especializada, famosa de , bem preparada. Isso não ocorre - diz Giussepe Cláudio Fagotti, vice-presidente jurídico da Portuguesa.Oglobo

A casa noturna onde o ajudante de produção Fabiano Rodrigues foi espancado no início deste mês foi fechada na noite desta sexta-feira (13) em Sorocaba, a 100 km de , pela Vigilância Sanitária. O local foi escolhido com base nos depoimentos dos menores que participaram da .

Segundo a polícia, eles disseram ter conseguido comprar bebidas alcoólicas dentro do estabelecimento sem problemas. Fabiano teve traumatismo craniano e está em coma há 13 dias.
Até a manhã deste sábado (14), seis rapazes suspeitos de envolvimento na agressão já haviam se apresentado à polícia. Dois deles, menores de idade, estão sob a custódia da polícia e foram encaminhados à Fundação Casa. Um dos menores afirmou, em depoimento, que todos os agressores estavam sob o efeito de bebida alcoólica.

O advogado da casa noturna informou que neste sábado já foram feitas as adequações pedidas pela Vigilância Sanitária e que o local deve reabrir normalmente.

Filmagem

A foi filmada pelo circuito de segurança da boate. O vídeo, que está com a polícia, mostra um adolescente e outros sete rapazes espancando o ajudante. Só depois da os seguranças saem da casa.

As imagens mostram, ainda, que um deles leva quase um minuto para pegar o celular. Ninguém se aproxima da vítima, até que um homem vira o jovem e ainda repreende os seguranças. O socorro chegou 15 minutos depois da .

Segundo a polícia, a briga começou dentro da boate e por ciúme. O ajudante de produção teria mexido com a namorada do adolescente. Os investigadores continuam analisando a gravação para saber se houve omissão de socorro dos seguranças da casa noturna.G1

Dois suspeitos do espancar o metalúrgico Fabiano Dias Rodrigues, de 23 anos, na saída de uma boate, em , no interior paulista, que se apresentaram hoje à Polícia Civil foram liberados pelo delegado José Ordele Lima Júnior para responder ao processo em liberdade. Apenas o menor E.V.E.O, de 17 anos, que havia sido detido ontem, continuava sob custódia. A informação anterior do delegado dava conta de que a prisão deles já havia sido decretada, o que não ocorreu.

Porém, Lima Júnior não descartou a possibilidade de pedir a prisão temporária dos suspeitos. Outros dois agressores já foram identificados e, se não se apresentarem, serão considerados foragidos. Hoje se apresentaram à polícia Talisson Augusto Cleis, de 19 anos, e Alberto Gesteira do Nascimento, de 20, além do menor L.D.M.M., de 17 anos. Todos estão em liberdade porque não houve flagrante. O menor E. está sob custódia porque já cumpria medida de restrição de liberdade pela prática de ato infracional (tráfico de drogas) e estava em liberdade assistida. Da Agência Estado

- A Polícia Civil prendeu hoje mais dois acusados de espancar brutalmente o metalúrgico Fabiano Dias Rodrigues, de 23 anos, na saída de uma boate, em , interior de , e apreendeu um menor, de 17 anos. O crime aconteceu na madrugada do dia 1º e as agressões foram gravadas pelas câmeras do estabelecimento. A vítima sofreu traumatismos múltiplos e continua em coma, respirando com a ajuda de aparelhos.

Dois dos acusados, Talisson Augusto Cleis, de 19 anos, e Alberto Gesteira do Nascimento, de 20, identificados pelas imagens, foram apresentados à polícia pelos seus advogados. Cleis, que aparece com uma bermuda branca, era um dos mais violentos do grupo. Eles tiveram a prisão temporária decretada pela Justiça. Também foi detido o menor L.D.M.M., que no próximo dia 22 fará 18 anos. Na quinta-feira, já tinha sido apreendido outro menor, E.V.E.O., de 17 anos, que foi flagrado pelas câmeras pulando com os dois pés sobre a cabeça da vítima.

O delegado José Ordele Lima Júnior identificou outros dois agressores, Willy Rosi Athayde, de 18 anos, e Alton Fernando da Silva Fernandes, de 20, mas eles estão foragidos. As identidades dos outros dois agressores também já são conhecidas. Hoje, o delegado ouviu também o segurança Delson Elias Correia, de ter se omitido no socorro à vítima. Correia alegou que estava no interior da boate e, quando saiu, o metalúrgico já tinha sido deixado estendido no chão pelos agressores. “O rosto estava muito deformado e não dava coragem de olhar”, afirmou.

A advogada Juliana Torres dos Santos, que auxilia a família do metalúrgico, afirmou que a administração da boate também agiu com omissão. “As agressões começaram dentro do estabelecimento e os seguranças colocaram para fora não só os agressores, mas também a vítima, ou seja, praticamente a entregou aos bandidos.” O advogado da boate, Joel de Araújo, disse que a briga ocorreu na rua, uma área pública, fora da responsabilidade do estabelecimento. “A segurança na rua é obrigação do Estado.” AE

16/06 Decretada prisão de acusados de espancamento em Sorocaba

A família do jovem espancado por um grupo de oito rapazes em , a 100 km de , acusa seguranças particulares de omissão de socorro. O rapaz foi agredido na saída de uma casa noturna há dez dias. Um adolescente de 17 anos, de ser um dos agressores, foi nesta noite.
A polícia já ouviu uma testemunha no inquérito que apura a sofrida pelo jovem de 24 anos. A câmera de segurança da casa noturna registrou cenas de extrema violência e covardia contra a vitima. Depois de levar vários chutes, o ajudante de produção Fabiano Rodrigues foi abandonado desacordado. Ele sofreu traumatismo craniano e está internado em coma.
“(Ele estava) sempre quieto, não bebe, não fuma. Sempre sozinho. Curtia a noite dele sempre sozinho, sempre próximo de onde nós ficávamos lá dentro da boate”, disse a testemunha, que preferiu não revelar a identidade.
Quando soube que o caso chegou a conhecimento público, a primeira medida tomada pela Secretaria de Segurança Pública do estado foi proibir o delegado responsável pelo caso de dar entrevistas. A polícia afirma, porém, que já sabe quem é o rapaz mais violento do grupo que, nas imagens filmadas pela câmera de segurança da casa noturna, aparece pulando sobre a cabeça da vítima várias vezes.

O advogado da família de Fabiano está acompanhando o inquérito e quer que a polícia apure por que os seguranças da casa noturna não prestaram socorro à vitima. “Pelo horário, havia vários seguranças na saída. Pela filmagem, um segurança vê tudo e não faz nada”, disse o advogado Márcio Leme.
Segundo a testemunha ouvida pela polícia, os seguranças da casa noturna sabiam que o grupo era violento. “Já estavam arrumando confusão lá dentro (da boate) com outras pessoas. Os seguranças já sabiam mais ou menos da índole deles, que eles arrumavam confusão, mesmo lá dentro, toda vez que acabavam indo para lá”, disse.
A administração da casa noturna informou que, no momento em que ocorreu o crime, havia poucos seguranças no local e todos estavam dando suporte aos funcionários da casa, que estavam fechando o caixa. Quando os seguranças ouviram o tumulto, teriam chamado a polícia.
Fonte: G1

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