A Secretaria da Saúde do Estado de Goiás confirmou hoje o primeiro caso de morte no Estado por , a segunda morte provocada pela doença no País.

De acordo com a nota oficial, o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) divulgou o resultado do exame sorológico de um rapaz que tinha 24 anos, natural de .

Na terça-feira passada, Graco Carvalho Abubakir, de 38 anos, morreu em por causa da doença no Distrito Federal. O rapaz de Goiás havia sido internado em no dia 28 de dezembro do ano passado e faleceu no dia 2 de janeiro deste ano.

Os exames do rapaz deram positivo para . A pedido da família, a secretaria não divulgou o nome dele. Hoje, em Goiás, estão sob nove casos suspeitos de . Os exames estão sendo realizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública.

A Vigilância Epidemiológica da prefeitura de Ribeirão Preto, no interior de , informou que existe a suspeita de dois casos de na cidade.

O primeiro é de uma jovem de 18 anos que não estava vacinada e passou um mês em Goiás. O segundo é de um rapaz de 28 anos.

De acordo com técnicos da Vigilância Epidemiológica da prefeitura de Ribeirão, a paciente passa bem e deveria receber alta ainda hoje. Os sintomas apresentados pela jovem foram febre e dores pelo corpo, o que indica a suspeita de .

Porém, o exame que confirmará ou não a doença ficará pronto até a próxima semana. A Vigilância Epidemiológica da prefeitura notificou o Ministério da Saúde a respeito dessa suspeita. A jovem realizou também exames de dengue.

O segundo caso é de um rapaz de 28 anos que também apresenta febre e dores de cabeça. De acordo com técnicos da Vigilância Epidemiológica, porém, a suspeita maior é que o quadro seja de dengue.

Mesmo assim, a possibilidade de ele ter contraído não está descartada. O jovem não é vacinado e também esteve em áreas de risco, em Mato Grosso. O rapaz também passa bem e já recebeu alta.

O Ministério Público interditou neste sábado (12) o lago e o parque municipal de , no Oeste do Paraná, após um macaco morrer com sintomas de . A morte do animal aconteceu no dia 3 de janeiro. Segundo veterinários, ele teve hemorragia, um dos sintomas da doença.

Na tarde deste sábado o diretor regional de saúde, Marcos Tomasetto, alertou as pessoas que passearam no parque na última semana: “A população que teve contato com o lago nesta última semana e que não foi vacinada deve procurar uma unidade de saúde”.

Os visitantes que passaram pelo lago neste sábado foram orientados por guardas patrimoniais a não entrar no parque, um dos mais movimentados de . Na próxima semana, faixas e cartazes serão espalhados na área avisando sobre a interdição.

O lago e o zoológico devem ficar fechados por 20 dias, prazo que deve levar para sair o resultado de exames que estão sendo realizados em laboratórios de Belém, no Pará, que irão apontar se o macaco morreu de .

Seis macacos mortos foram encontrados nesta semana pela Secretaria de Estado de Saúde no município de , considerado portal do Pantanal e localizado a 148 quilômetros de Campo Grande. O órgão também investiga a morte de em Miranda, na mesma região, e situado a 212 quilômetros da Capital.

Segundo o secretário estadual substituto de Saúde, Eugênio Barros, a situação preocupa porque a morte de grupos de macacos não é normal. Dos seis cadáveres encontrados, quatro são recentes e dois antigos. Ontem uma equipe formada por médico-veterinário, entomologista (especialista em insetos) e servidores de apoio foi enviada à região para recolher os e analisar a possibilidade de ocorrência da silvestre.

De acordo com Barros, ocorreram suspeitas em outros seis municípios, mas todos os casos foram descartados.

O Ministério da Saúde informou que Mato Grosso do Sul é um dos nove estados brasileiros com a epizootia registrada. Os outros oito são: Goiás, Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Piauí, Rio Grande do Norte e Distrito Federal. No entanto, dos 136 municípios com suspeita, só foram confirmados casos em Aparecida de , e Jataí, todos em Goiás.

Eugênio Barros garantiu que o Governo vem tomando todas as medidas para combater a doença. Está sendo realizado monitoramento entomológico (de insetos) e de (macacos). Em relação a humanos, o Estado vem intensificando a vacinação. Contudo, o secretário alertou que quem está vacinado há menos de 10 anos não deve tomar nova dose, porque pode sofrer reação adversa. (EB)

O exame histopatológico (das vísceras) do macaco encontrado morto no Parque Nacional de Brasília (a Água Mineral) foi negativo para a . A informação foi dada hoje (11) pelo secretário de Saúde do Distrito Federal, José Geraldo Maciel.
O exame foi feito pelo Laboratório Adolfo Lutz, de , que descartou a contaminação do animal pelo transmissor da doença, o Aedes aegypti. Maciel informou que o não registra vetores da na área urbana desde 1942.

Ele reforçou o alerta à população de que não há necessidade de tomar a vacina em período inferior a 10 anos, porque ela é totalmente eficaz nesse período. O secretário disse que apenas 10% da população do Distrito Federal - 240 mil pessoas - precisavam ser vacinadas, mas que até ontem (10) 600 mil pessoas haviam sido atendidas nos centros de saúde locais desde o fim do ano passado.

O diretor de Vigilância em Saúde, Joaquim Carlos Barros, afirmou que em caso de aplicação da vacina em período inferior a dez anos podem ocorrer efeitos colaterais como febre, intoxicação, mal-estar e abcessos.

Postos de saúde do Distrito Federal tem movimentação intensa nesta terça-feira. A procura pela vacina contra a aumentou depois do anúncio das primeiras suspeitas da doença em humanos.Dois pacientes estão internados em estado grave em hospitais da capital brasiliense com os sintomas típicos da enfermidade. No entanto, ainda não há exames da Secretaria de Saúde do DF que comprovem que estão sejam vítimas da doença.

No Centro de Saúde nº 1 de Santa Maria, uma região administrativa do DF, a fila é longa e a espera pelo atendimento é de aproximadamente meia hora. A situação é a mesma nos centros de saúde de outras regiões como o Lago Sul e São Sebastião.

De acordo com a administração dos postos, a demora no atendimento se justifica pela grande procura. A área que mais demanda servidores é a de triagem, já que é preciso atentar para fatores como alergia a ovo, vencimento da vacina - se está prestes a completar dez anos ou não - entre outros.

As informações colhidas por funcionários dos postos mostram que não há falta de vacina contra a . Em São Sebastião, uma das áreas que mais registram casos de dengue no Distrito Federal (o mosquito transmissor da dengue é o mesmo que o da , o Aedes aegypti), do dia 29 de dezembro ao dia 7 de janeiro foram aplicadas 6.138 vacinas.

Somente ontem, foram 963. Em Santa Maria, são aproximadamente 1.500 doses diárias, nos dois postos de saúde da região administrativa.

Com informações da Agência .

← Previous Page

Clicky Web Analytics