Os funcionários da Furnas Centrais Elétricas vão realizar uma assembléia na tarde de amanhã para decidir se vão manter ou não o calendário de . Caso optem pela , os trabalhadores farão sua segunda paralisação nos próximos dias 22 e 23 (terça e quarta-feira).

A primeira paralisação ocorreu no dia 15 de janeiro e durou 24 horas. A é uma resposta dos funcionários à decisão judicial emitida pelo Ministério Público do , que determinou a demissão em massa de mais de 4 mil contratados em até 30 dias. Segundo o Ministério Público, a contração de funcionários não-concursados é uma prática ilegal em empresas públicas.

De acordo com o diretor da Associação dos Empregados de Furnas, Antônio Magalhães, caso a seja confirmada, será mantido um rodízio de funcionários durante o período de paralisação para evitar que o fornecimento de energia seja prejudicado. Ele afirma que a continuidade da depende das negociações com a .

“Nós garantimos à direção de Furnas que não pretendemos, no momento, prejudicar os serviços essenciais e a segurança da ”, diz Antônio.

Na última sexta-feira, a Furnas Centrais Elétricas reafirmou que a paralisação, se ocorrer, não vai afetar o fornecimento de energia elétrica em suas áreas de atuação no , pois um efetivo suficiente de funcionários continuará trabalhando em suas usinas, subestações e linhas de transmissão.

A não quis comentar as acusações de que teria contratado funcionários por meios inconstitucionais, mas disse que vai respeitar qualquer medida proferida pela Justiça.

Agência

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