A polícia de Goiânia prendeu na manhã de hoje Mohma D’Ali Carvalho dos Santos, de 20 anos, acusado de matar e esquartejar a namorada, a estudante inglesa C.M.B., de 17 anos, no último fim de semana, em . Carvalho foi dentro do setor universitário da cidade, após anônima.

Durante depoimento, ele confessou ter matado a namorada, que trouxe da Inglaterra e dividia apartamento com ele há três meses, porque ela ameaçava contar aos pais que ele era viciado em . Parte do corpo foi encontrado na segunda-feira dentro de uma mala às margens de um rio na Vila Yate, na periferia na cidade. A foi identificada pela família através de uma imagem exibida em um canal de notícia. Os parentes reconheceram uma tatuagem da menor.AE

Uma em Aparecida de região metropolitana de destruiu uma casa e comprometeu a estrutura de pelo menos outras quatro residências na região. No local, havia material explosivo. Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente não deixou feridos.

O impacto da foi tão forte que uma das casas atingidas fica a mais de 50 metros do local do acidente. O estrondo, segundo apuração dos bombeiros, pôde ser ouvido por quem estava a cerca de 5 km de distância.

O proprietário da casa disse à polícia que trabalha numa de transporte de explosivos, mas que estava se desfazendo do material armazenado. Ele disse que o fogo que detonou os explosivos foi acidental.G1

A Justiça de Goiás condenou nesta segunda-feira (30) os envolvidos no crime de contra a estudante L., de 12 anos, que, ao longo de dois anos, sofreu as brutais agressões na casa onde vivia. A Sílvia Calabresi Lima, responsável pela criação de L. e pelas sessões de , ficou com a pena mais pesada: 14 anos, 11 meses e 5 dias de prisão, em regime fechado. A doméstica Vanice Maria Morais, acusada de ajudar Sílvia na , foi condenada a 7 anos e 11 dias de detenção, também em regime fechado.

O juiz José Carlos Duarte, da 7ª Vara Criminal, considerou que Vanice Maria, a princípio, cumpria ordens, mas depois começou a agredir a menina por conta própria, longe dos olhos da . Também o marido de Sílvia, Marco Antônio Calabresi, foi considerado culpado por ter se omitido diante do sofrimento de L.. Antônio Calabresi recebeu a pena de 1 ano e 8 meses de reclusão, mas, por ser primário e ter bons antecedentes, foi convertida em prestação de serviços à comunidade. O filho de Sílvia, Thiago Calabresi Lima, que também havia sido denunciado pelo Ministério Público (MP) por omissão, foi absolvido.

L. Soube hoje mesmo da decisão da Justiça e considerou a pena leve. A menina afirmou achar que Sílvia ficará presa por pouco tempo e teme que ela a procure depois que sair da cadeia. A garota vive hoje num refúgio do Centro de Valorização da Mulher (Cevam), onde ficará até agosto, quando o Juizado da Infância e Juventude de decidirá se a guarda ficará com o pai ou com a mãe (eles são separados). L. está no Cevam desde que foi encontrada pela polícia, depois de uma anônima, amarrada e amordaçada no apartamento de Sílvia, num bairro nobre da capital goiana.

No depoimento à Justiça, a menina afirmou que teve a língua cortada com alicate, os dedos golpeados com martelo e fechados nas frestas das portas e era obrigada a ficar vários dias sem comer. A estudante também disse que foi sufocada com saco plástico e ainda era obrigada a fazer todo o serviço da casa, sem receber nada por isso. Exames feitos pelo Instituto Médico-Legal (IML) apontaram lesões permanentes na vítima.Agência Estado

- Sob suspeita de falso testemunho à Justiça, o porteiro Miguel Francisco Pereira, que trabalha no prédio onde mora a família da Silvia Calabresi Lima, foi hoje, durante uma audiência no Tribunal Regional do (TRT) de Goiás, em , por determinação da juíza Maria Aparecida Prado Fleury Bariani. Silvia responde a ação trabalhista e por reduzir a menor L.R.S., de 12 anos, à situação análoga de escrava.

L.R.S. foi encontrada e libertada pela Polícia Civil presa em correntes e amordaçada, há dois meses, no apartamento da . O pedido de prisão e de indenização foi apresentado pela procuradora do Janilda Guimarães Collo. Pereira, que era uma das testemunhas de acusação, negou um depoimento anterior e foi levado para a Polícia Federal (PF) para outro testemunho.AE

O Ministério Público de Goiás ofereceu hoje contra cinco pessoas envolvidas na da menina L., de 12 anos, que foi encontrada acorrentada e amordaçada em um apartamento de cobertura em um bairro nobre de , com ferimentos feitos com alicate, martelo e ferro quente.

A Sílvia Calabresi, que criava a menina e foi acusada das torturas, e a doméstica Vanice Maria Novais, que seria responsável pela execução de alguns dos castigos, foram denunciadas pelos crimes de , cárcere privado e maus-tratos, e podem ser condenadas a até 31 anos de prisão.

O promotor Cássio Sousa Lima, da 46ª Promotoria Criminal, destacou nos autos a forma cruel com que a foi praticada e o fato do crime ter começado quando a vítima era criança, com menos de 12 anos, deixando lesões permanentes.

Também foram denunciados o marido da , o engenheiro Marco Antônio Calabresi, o filho do casal, Thiago Calabresi Lima, ambos por omissão, e a salgadeira Joana d’Arc da Silva, mãe da vítima, por ter entregado a filha a Sílvia mediante pagamento.

Segundo denúncias feitas à polícia, a mulher recebia eventualmente ajuda financeira da a quem sua filha foi doada.

Na , o promotor expõe detalhes da barbárie. “O que aconteceu com a menina é muito pior do que foi retratado pela imprensa, é algo além da ”, diz.

Ele detalha que quando L. era acorrentada, ficava com as mãos para cima, apoiada na ponta dos pés. Ela era mantida amordaçada com esparadrapo e um pano dentro da boca, o que aumentava sua fadiga e impedia que gritasse por socorro.

A e a doméstica ainda torturavam a menina, usando alicates para mutilar sua língua, colocando pimenta em sua boca, nariz e olhos, sufocando-a com sacola de plástico, esmagando seus dedos em portas, prática que, segundo ele, é utilizada em guerras.

A família da Silvia Calabresi Lima é a principal envolvida por ação ou omissão no de e cárcere privado da menor L.R.S., de 12 anos, descoberto na semana passada.

A da mãe da , do marido e do filho será feita amanhã à Justiça de Goiás pela delegada de Proteção à Criança e Adolescente (DPCA), Adriana Accorsi, de , cidade onde o crime ocorreu. A menina sofreu maus-tratos e foi torturada nos últimos dois anos na casa de Silvia Calabresi.

A delegada concluiu após dez dias de investigações que o silêncio e a omissão dos membros da família Calabresi Lima foram os fatores fundamentais para a continuidade das violações contra a adolescente.

O relatório com mais de 100 páginas descreve a maneira como L.R.S. era torturada, os locais, horários e instrumentos empregados para , que contou com ajuda da empregada doméstica Vanice Maria Novaes, de 23 anos. A e a empregada estão presas na Casa de Prisão Provisória (CPP), em Aparecida de .

“A foi sistematicamente empregada contra a menor”, disse a delegada, que relacionou a mãe de Silvia Calabresi, Maria de Lourdes Biachi Arantes, de 82 anos, o marido Marco Antonio Calabresi Lima, de 42 anos, e o filho Tiago Calabresi Lima, de 24 anos.

A mãe e o filho da não se apresentaram hoje à para prestar depoimento. A mãe de L.R.S., Joana Darc da Silva, de 40 anos, que “doou” a filha para Silvia, também está sendo denunciada por omissão e entrega ilegal de criança.

A Polícia Civil de Iporá (216 km da Capital) inicia investigações para encontrar mais uma garota torturada pela Sílvia Calabresi, 42, conforme informou na noite de ontem o delegado da cidade, Ronaldo Pinto Leite.

De acordo com informações recebidas sexta-feira, 21, outra testemunha estaria disposta a relatar à imprensa outros casos de que viu a cometer em 2002, época que Sílvia não morava no Setor Marista.

Com receio de se identificar, a testemunha está com medo de falar o que sabe, já que conhece a capacidade que Sílvia tem de ameaçar e prejudicar pessoas.
Essa testemunha poderia ajudar a encontrar a vítima V., de Iporá. Já consta no inquérito da polícia que ela é a única, das seis vítimas identificadas e ouvidas pela polícia, que ainda não foi encontrada. Sabe-se apenas que ela foi submetida a maus-tratos, escravo e cárcere privado pela . V. também seria a “primeira filha” de criação de Sílvia.
Além de duas passagens pela polícia goiana, uma por maus-tratos contra uma menina de 11 anos e outra por ameaça supostamente contra um adulto em 2004, a terá que enfrentar outras denúncias que apareceram na semana passada. C., de 13 anos, e A. de 10 anos, prestarão depoimento hoje contra a . As duas, que são de Adelândia, viveram com a no ano de 2005 e sofreram atos de violência. Na época, C. fugiu da casa de Sílvia com vários hematomas, e A., que tinha 7 anos, morou ao lado da casa do tio da acusada.

Visitas
Ontem foi dia de visitação na Casa de Prisão Provisória (CPP) em Aparecida de , mas Sílvia Calabresi Lima, 42, e Vanice Maria Morais, 23, não puderam receber ninguém. De acordo com o diretor-geral da CPP, capitão Sérgio Marques Duarte, os advogados preferiram deixá-las a sós para evitar qualquer manifestação por parte de outras detentas. Ainda sem previsão, Sílvia e Vanice terão outro dia com horários alternativos para receberem visitas.
Desde quando chegou na manhã da última quarta-feira, 18, Sílvia Calabresi e Vanice estão separadas em celas diferentes, mas as duas já receberam manifestações e ameaças de outras detentas que ficaram revoltadas com o crime de contra Lucélia, 12.

Os advogados das duas acusadas solicitaram à direção do presídio mais proteção por temerem qualquer represália dentro da CPP contra Sílvia e Vanice.
Gustavo, 24, e Tiago Calabresi, 21, filhos biológicos de Sílvia e Marco Antônio, também podem ser indiciados pelo crime de omissão, que pode chegar até quatro anos de prisão. Eles seriam ouvidos hoje, na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), pela delegada Adriana Accorsi, mas segundo o advogado da família Calabresi, ele não tinha sido informado até então sobre os depoimentos. A mãe adotiva da , Maria, 82, também prestará depoimento hoje na DPCA. O inquérito precisa ser concluído até quarta-feira, 26.Diário da Manhã

O engenheiro civil Marco Antonio Calabrese Lima, marido da Sílvia Calabrese Lima, de 42 anos, presa ontem sob acusação de torturar a menor L., de 12 anos, vai prestar depoimento amanhã na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em . A quer saber até que ponto ele sabia das sessões de que acontecia dentro de sua casa. Mas o engenheiro já disse que não sabia dos . “Ele está transtornado, disse que não sabia dos fatos”, afirmou o advogado Darlan Alves Ferreira.”É aquela história do marido traído, que saiu para o futebol…”, justificou o advogado. “Ele saia para o ás 06h30min e voltava à noite”, afirmou.

No entanto, a delegada Adriana Accorsi disse que se o marido não aparecer vai pedir sua prisão preventiva na condição de omisso e conivente à situação criada pela mulher, que já responde a dois inquéritos abertos desde ontem.

Hoje, a Lorena Coelho Reis, de 20 anos, disse ter sido outra vítima da . Ela afirmou que morou na casa da quando tinha 14 anos e que durante um ano viveu dias de violência que só terminaram na festa dos seus 15 anos, em 2003, quando fugiu.

A Sílvia Calabresi Lima, de 42 anos, que atua nos setores de construção e confecção e mantinha, há dois anos, uma menina em cativeiro dentro de seu apartamento no elegante Setor Marista, um bairro nobre de , foi presa hoje em flagrante, sob a acusação de e cárcere privado. A menina, que tem 12 anos, foi adotada, irregularmente, por Sílvia em 2006 e, aparentemente, mantinha boas relações com a mãe biológica, que trabalhou para a como doméstica.”Ela me afogava no tanque, apertava a minha língua com alicate, enforcava com fio, e me deixava amarrada na área de serviço”, disse a menina. A prisão de Sílvia foi feita pela delegada Adriana Accorsi, titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). “Nunca vi um assim”, afirmou Adriana, que apreendeu na residência instrumentos como alicate de unha, que teriam sido usados para ferir a menina na língua, costas, mãos e pés. “Ela (a ) foi denunciada por vizinhos”, disse.

Além de Sílvia, no apartamento, moravam três filhos dela - todos meninos, um deles menor, de 6 anos - e o marido, o engenheiro civil Marco Antônio Calabresi Lima. Todos eles, com exceção do menor, poderão responder a inquérito por omissão, segunda a polícia, pois sabiam das sessões de mas não impediram. Um dos filhos da é estudante de engenharia. Mas, afirmou, todos temiam a agressividade da mãe.

A polícia, no entanto, prendeu a empregada da casa, Vanísia, que se defendeu: “Ela me mandava amarrar a menina e passar pimenta nela”, disse, na delegacia. Na hora da invasão do apartamento, a menina foi encontrada com o olho roxo e apresentava um corte na língua. A garota, segundo a mãe biológica, foi dada em adoção para, assim, ter uma família, estudar e “crescer na vida”. O que ela não sabia era do preço das conquistas: “Nunca imaginei que a d. Sílvia faria uma coisa dessas”, disse. Segundo a polícia, a adoção foi irregular e, por isso, a menor foi conduzida a um abrigo do Conselho Tutelar.

Na , descobriu-se, por exemplo, que desde 2007, a garota não freqüentava a escola. “É impossível não se comover com o da menina”, afirmou a delegada. “Não é um comum, mas, infelizmente, nós (da polícia) acreditamos que existam outras situações como essas, de adoções irregulares seguidas de maus-tratos”, alertou.

A Universidade Paulista (Unip), que aprovou um menino de 8 anos no vestibular para o curso de direito, em , era alvo de do Ministério da (MEC) antes mesmo do incidente.

“A instituição já está em regime de supervisão por ter obtido, no curso de direito, indicadores que apontaram para deficiências”, informou, em nota, o secretário de Superior do MEC, Ronaldo Mota.Dados do Exame Nacional de Desempenho do Estudantes () de 2006, o último a avaliar cursos de direito no , mostram que a nota dos alunos da Unip de ficaram abaixo da média nacional.

Na prova que avalia conhecimentos específicos, os concluintes obtiveram nota média de 38,3, contra 42,8 da média no País. Os ingressantes em direito alcançaram em média 25,7 pontos, enquanto no a nota foi de 31,2.

O MEC informou que uma comissão do ministério visitou a Unip em janeiro e, agora, elabora um relatório para exigir a correção de dificuldades no curso. O protocolo deve ser assinado de comum acordo, pelo MEC e Unip. A Coordenação de Supervisão do MEC notificou ontem a universidade sobre o da criança aprovada no vestibular. Foram pedidos a prova e dados sobre o rendimento do menino.

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