A Justiça de Rondônia condenou 19 pais de alunos de uma escola de Cacoal a pagar indenização de R$ 15 mil, no total, por danos morais a um professor da escola particular Daniel Berg. No processo, Juliomar Reis Penna alega que os estudantes criaram uma comunidade virtual no site de relacionamentos para “satirizar sua imagem perante colegas da escola onde ministra aulas de matemática”.

A decisão da 2ª Vara Cível de Cacoal, assinada em 28 de agosto pelo juiz Edenir Sebastião Albuquerque da Rosa, afirma que a divulgação de mensagens depreciativas denigre a imagem do professor, identificado por nome.

Na comunidade intitulada “vamos comprar uma calça nova para o leitão”, diz a Justiça, os alunos usaram linguagem chula e de baixo calão, com ameaças de depredação ao patrimônio do professor.

“Incumbe aos pais, por dever legal de vigilância, a responsabilidade pelos ilícitos cometidos por filhos incapazes sob sua guarda”, diz a decisão. No dia 20 de agosto, a Justiça determinou indenização de R$ 20 mil reais aos pais. Eles recorreram da decisão, e o valor a ser pago baixou para R$ 15 mil.

‘Brincadeira’

Na decisão que rebate a contestação dos pais, o juiz afirma que “as condutas ultrapassam, em muito, o que pode ser considerado ‘brincadeira’. Não é a pretexto de brincadeira que se justifica ofender a honra alheia ou se ameaça depredar o patrimônio alheio. Caso não saibam os apelantes, a ‘brincadeira’, quando ocorre, tem o consentimento e a empatia das partes envolvidas, e não foi assim que os fatos se deram”.

Além disso, o texto também diz que “o dever da vigilância é uma incumbência legal dos pais, enquanto responsáveis pelo filhos. Trata-se de um dever legal objetivo do qual não pode o responsável se escusar, com o argumento de ser ‘impossível’ a vigilância dos filhos vinte e quatro horas por dia. Noutras palavras, o argumento trazido pelos apelantes é por demais frágil e não afasta os consectários do descumprimento do dever legal”.G1

O Google foi condenado pela Justiça do Rio Grande do Sul por danos morais causados pela comunidade do “Detesto essa Aline Loca!!”, e deverá pagar uma indenização de R$ 5 mil à autora da ação.

A página exibia a foto de Aline (sobrenome omitido) e trazia afirmações consideradas ofensivas, como “bebe que nem um cão”, “desrespeita a humanidade” e “se você já passou por suas trapassas” (sic), criadas por um usuário identificado como “lindona farias”.

A decisão foi baseada no conteúdo depreciativo da comunidade virtual e pela negligência do em retirar o conteúdo do ar.Terra

Segundo especialista, falha no browser do Google permite que PCs com Windows sejam atacados por cracker

Lançado ontem (02/09) o Chrome, browser do Google, é leve e cheio de recursos, inclusive de segurança, com a inclusão da de sandbox e da opção de navegação anônima, por exemplo. Mas, logicamente, também tem vulnerabilidades. A primeira delas foi anunciada pelo pesquisador de segurança Aviv Raff (veja demonstração) e citada ontem mesmo no blog de Ryan Naraine, especialista em segurança da Kaspersky.

A vulnerabilidade no navegador, conhecida como carpet-bombing, permite que usuários de Windows sejam atingidos por ataques de crackers, com a combinação de uma falha também presente no Safari e de um bug na Java. Segundo Raff, essa falha faz com que o usuário baixe e execute sem aviso um arquivo Java nocivo.PcWorld

A gigante da Google lança nesta terça-feira seu próprio browser de , em um novo desafio ao Explorer da Microsoft e ao Firefox.

O lançamento do , elaborado para enfrentar a nova geração de aplicativos da web, dominada por gráficos e espaços multimídia, foi anunciado em um blog do Google na segunda-feira à noite.

A princípio será lançado para computadores que operam com o Windows em 100 países, com futuras versões para sistemas Mac e Linux.

“Nós percebemos que devíamos repensar completamente o browser”, afirmou Sundar Pichai, executivo do Google.

O aplicativo poderá ser baixado gratuitamente e seu código será uma fonte aberta para que nenhum usuário pague direitos pelo uso ou adaptación do software.

O é a arma mais recente do Google na tentativa de se tornar líder em todas as áreas da . A última grande batalha dos navegadores foi vencida pela Microsoft, que com o Explorer derrotou nos anos 90 o Netscape Navigator.

Segundo várias estimativas, o Explorer, utilizado nos computadores com o sistema operacional Windows, é usado por entre 60 a 80% dos internautas de todo o , com o Mozilla Firefox bem atrás em segundo lugar.AFP

Vulnerabilidade no Google Chrome expõe usuários

Informação é do blog TechCrunch: acordo para a aquisição do Digg estaria em torno de US$ 200 milhões

Google está perto de fechar negócio para a compra do Digg e trazê-lo para o seu serviço de busca de notícias, o Google News. A informação é do blog TechCrunch, que atribui a notícia a fontes de informação, e informa que o acordo para a aquisição do Digg estaria em torno de US$ 200 milhões.

Os negócios em torno de -Digg foram anunciados em março, mas foram negados pelo CEO da empresa, Jay Adelson. O site afirma ainda que a Microsoft, que havia manifestado interesse pela Digg, deu um passo atrás na sua oferta. Grande parte da renda do Digg tem origem em um acordo de três anos com a empresa de Bill Gates.

Apesar de muitos usuários terem conseguido entrar no nesta terça-feira (22), um dia depois da pane que deixou o site inacessível, o serviço só deve ser completamente normalizado para todos os internautas na manhã de quinta-feira (24). Foi o que informou o , na noite desta terça.

“Todos os perfis afetados pelo bug [falha] serão reestabelecidos e voltarão ao normal em até 36 horas, sem qualquer dano à segurança e integridade das informações”, disse a empresa. Se esse período for contado a partir do horário do comunicado, o prazo para a estabilização da rede social termina na manhã de quinta-feira. “Nossa equipe de engenharia está totalmente comprometida em manter o seguro para os usuários”, continuou.

Sem detalhar o problema que afetou seu site de relacionamentos, o afirmou ter identificado na segunda-feira (21) um problema que afetava os perfis de usuários. “Desabilitamos o acesso aos serviços do para verificar a integridade dos dados. Lamentamos qualquer inconveniente.” Ainda nesta terça-feira, muitos internautas reclamaram da indisponibilidade da página que, quando acessada, exibia uma mensagem como esta abaixo (em inglês ou português, dependendo da configuração):

Em entrevista ao G1, o diretor de comunicação do descartou a possibilidade de um ataque externo, realizado por hackers, ter causado o problema. “Sabemos que foi uma questão interna”, afirmou Félix Ximenes, diretor de comunicação do .

Agito

Logo que começaram a notar a indisponibilidade da página, os usuários correram para outros sites — blogs e Twitter, por exemplo — para reclamar do problema. As manifestações também foram muitas quando a rede voltou: alguns comemoraram, enquanto outros criticaram quem não sabe viver sem .

No Twitter, esse foi o principal assunto de terça-feira. Enquanto alguns debochavam do site — que no início de sua popularização apresentava muitos problemas técnicos –, outros compartilhavam sua real preocupação. “Acabei de falar que não tô nem aí pro , mas 180 dias já é demais né?”, escreveu uma internauta. Nessa mesma linha, podia-se ler comentários do tipo: “tô com abstinência de ”, “volta .voltaaaaaaaaaaaa”, “já que o não volta logo, vou dormir”, “tá todo mundo aqui morrendo por causa desse ” e “ok, . acabou a brincadeira. pode voltar, vai.”

Quando o serviço voltou, os comentários continuaram: “infelizmente parece que o já voltou”, “o voltou e a paz virtual também” e “muito barulho por nada. já tá funcionando” foi o tom dos curtos textos postados no Twitter na manhã desta terça.

Na blogosfera, o clima foi o mesmo. Além da turma dos desesperados com a pane, muitos aproveitaram a situação para fazer piada. “O foi fechado a pedido da Polícia Federal devido ao grande índice de pedofilia na rede. O aviso de “manutenção” é apenas para suavizar o processo, que ainda está em andamento. Agora contente-se com o sites de joguinhos em flash”, escreveu um blogueiro.

Depois de entrar no ar, o próprio virou cenário das discussões sobre o problema. O tópico “Que que aconteceu?”, criado nesta terça (22), já tem 837 comentários referentes à recente pane. “Será que eles não fuçaram nos nossos profiles [perfis] e cadastros atrás de informações suspeitas?”, questionou um dos participantes do grupo. “Um dos motivos foi pra dar um susto nos usuários e pra todos nós aumentarmos nossa dependência no ”, especulou outro. “O tá consertando alguns erros ortográficos”, dizia outra mensagem.

O é a rede social mais acessada pelos brasileiros (69,8% dos internautas domésticos em maio). Em segundo lugar, diz o Ibope//Netratings, fica o Sonico (7,9%), seguido por MySpace (4,8%), Via6 (4,1%), hi5 (2,8%), Haboo (1,7%) e Facebook (1,6%).G1

O site de relacionamentos Orkut está fora do ar . Segundo informava a página inicial às 22h de ontem (21), o site “está em manutenção temporária”.

De acordo com a assessoria do , proprietário do serviço, trata-se de uma manutenção para resolver problemas técnicos do site. A assessoria, no entanto, não informou a hora exata em que o site saiu do ar.

No momento, não é possível realizar novos cadastramentos. Ainda não há previsão para o retorno do serviço.

Na tarde de ontem, usuários tiveram dificuldades para acessar a rede. Alguns deles, ao se autenticar, eram redirecionados para um perfil diferente do inscrito. A disse que não foi informada sobre o problema. G1

- As ações do site de buscas Yahoo! operavam com queda de 3,40% por volta das 15h30 (de Brasília), em dia em geral positivo para as bolsas norte-americanas. No mesmo horário, o índice Nasdaq-100 subia 0,54%.

De acordo com o blog de tecnologia Tech Crunch, o Yahoo! deve anunciar acordo de busca com o rival Google ainda hoje. Especula-se que o Yahoo! pode terceirizar parte ou todo o negócio de buscas para o Google, o que, se confirmado, deve acabar com as chances de a gigante do setor de informática Microsoft retomar a oferta que fez ao Yahoo!. As ações do Google avançavam 0,85% e as da Microsoft avançavam 1,14%, no mesmo horário. As informações são da Dow Jones.

O co-fundador do Google, Sergey Brin, pagou US$ 5 milhões pela reserva de uma vaga para viajar futuramente como turista , informou hoje a companhia Space Adventures, que organiza estas viagens ao cosmos.

Tenho grande confiança “na exploração e no desenvolvimento comercial do espaço e espero ir ao espaço”, assegurou Brin.

A Space Adventures anunciou a criação do chamado Círculo de Exploradores de Missão Orbital, que permitirá reservar uma vaga em uma futura viagem àquelas pessoas que o desejarem e tenham o para isso.

“Para chefes-executivos com sucesso, executivos, investidores e empresários que queiram ir ao espaço e investir em uma vaga em uma futura missão , este é um excelente mecanismo para conservar a opção para uma aventura que pode se realizar uma vez na vida”, declarou o presidente e CEO do Space Adventures, Eric Anderson.

Esta companhia explicou que quem desejar seguir os passos de Brin e reservar um vôo só é preciso depositar US$ 5 milhões, o que lhes garantirá uma vaga em uma futura missão. EFE

da Associated Press, em Mountain View (EUA)

O Google assinou um acordo de 40 anos –renováveis por mais 50– com a Nasa (agência espacial norte-americana) para construir um complexo em um centro de pesquisas do governo dos Estados Unidos, na Califórnia, próximo à sede da empresa de internet, em Mountain View.

O acordo inicial com a Nasa prevê o aluguel de uma área de cerca de 170 mil metros quadrados, a um preço de US$ 3,66 milhões por ano. A expectativa do Google é também utilizar a estrutura de pesquisas da Nasa e utilizar em seus serviços.

A idéia da empresa de internet é também se antecipar a uma futura necessidade de espaço para abrigar os milhares de funcionários que espera contratar nos próximos anos, a medida que expande sua participação no mercado de publicidade on-line e passa a atuar em outras áreas de tecnologia e mídia.

Nos últimos quatro anos, o Google contratou cerca de 17 mil pessoas, fazendo que seu quadro de pessoal chegasse a mais de 19 mil funcionários. O crescimento fez com que a empresa tivesse que comprar vários pequenos escritórios em volta de sua sede, um complexo de cerca de 90 mil metros quadrados que o Google comprou por US$ 319 milhões em 2006.

A empresa não informou quanto deve custar a construção do complexo, que deve começar em 2013 e inclui casas para funcionários. Folha Online

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