A subiu em apenas uma das sete capitais que compõem o Índice ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Dados divulgados hoje (19) mostram que foi a única cidade a registrar alta de na passagem de uma semana para a outra: 0,60% ante 0,43%.

Ontem (18) a FGV divulgou o IPC-S da segunda semana de agosto (encerrada no dia 15), que fechou em 0,34%. O índice recuou pela quinta vez consecutiva e é 0,1 ponto percentual menor do que o medido anteriormente (0,44%).

Em Brasília, o indicador saiu de 0,47% para 0,40%; em Porto Alegre, passou de 0,65% para 0,23%; em Recife, saiu de 0,32% para 0,38% e no Rio de Janeiro, caiu de 0,20% para 0,15%.

A capital baiana o IPC-S avançou 0,52% contra 0,65%, na primeira semana de agosto. Em , acelerou 0,36% ante 0,51% na primeira prévia.
Agência

Em seu Relatório de relativo ao segundo trimestre deste ano, o fez projeções sobre o comportamento da em 2009 com base no pressuposto de que a meta de superávit primário do setor público será elevada de 3,8% para 4,3% do Interno Bruto (PIB) no próximo ano. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, informou hoje, no entanto, que o governo ainda não tomou uma decisão sobre essa questão.

Para 2008, o governo elevou a meta do superávit primário de 3,8% para 4,3% do PIB - embora isso ainda não esteja oficializado por ato legal. Segundo Bernardo, o aumento da meta desse ano foi aprovado para reforçar o controle da .

Na última ata do Comitê de Política Monetária (), o já tinha usado a elevação do superávit primário para 4,3% em suas análises e estimativas. O superávit primário é a feita para pagar uma parte dos juros das dívidas públicas. Ao elevar o superávit, o governo reduz a expansão de seus gastos, o que ajuda a diminuir a demanda da por bens e serviços.

A expectativa do , segundo o Relatório de , é a de que o crescimento do consumo do governo se mantenha nos próximos trimestres, “ainda que com arrefecimento diante do ritmo muito forte observado no início do ano”. Ou seja, o BC trabalha com a expectativa de uma redução da demanda do governo. Segundo o IBGE, o consumo do governo cresceu 5,8% no primeiro trimestre de 2008, em relação ao mesmo período de 2007, desenvolvimento esse que foi acompanhado por forte incremento das finanças públicas.AE

- A da registrou a maior alta em 26 anos em maio, puxada pela alta dos dos alimentos e da energia.

O índice de ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) avançou 7,5% no mês passado, em comparação com o mesmo período de 2007, depois de subir no mesmo ritmo em abril, de acordo com um comunicado divulgado nesta segunda-feira pelo Departamento de Estatísticas. A alta de abril foi a maior desde 1982.

Os economistas ouvidos pela Newswires previram um aumento de 7,7% para a .

O do país endureceu sua política monetária pelo segundo encontro consecutivo em abril e maio, elevando a meta da em 2008 para 5%-6%.

Os dos alimentos subiram 9% em maio, ante o mesmo período do ano passado, conduzidos pela alta dos do , óleo e leite.

As despesas com acomodação também contribuíram para o aumento da , com o componente moradia do índice avançando 12,4%.

Os de transportes aumentaram em maio, com a elevação das tarifas do táxi e dos da gasolina.

O índice subiu 0,3% em maio, em termos ajustados sazonalmente, e 0,9% em abril, em comparação com o mês anterior.

Em termos não ajustados, o CPI avançou 0,2% em maio, em relação a abril. As informações são da

- O dólar fechou o dia mantendo o sinal negativo apresentado pouco após a abertura dos . O dólar chegou a subir ante o real no começo do dia, acompanhando o movimento da moeda norte-americana nos mercados internacionais, mas acabou cedendo com a percepção de fluxo positivo e com o bom comportamento das Bolsas em Nova York.

Os dados da dos anunciados hoje mostraram altos das importações e um ritmo das vendas do varejo norte-americano melhor que o esperado. Ambos indicadores corroboraram os temores com a e as de alta dos juros dos EUA, dando fôlego para a valorização do dólar ante as principais moedas estrangeiras. Aqui também houve pressão e o dólar comercial atingiu a máxima de R$ 1,648 no mercado interbancário de .

A escalada, no entanto, durou pouco. Mais uma vez, o fluxo de recursos positivo falou mais alto e levou as para baixo. Na mínima, a moeda norte-americana foi negociada a R$ 1,6325 na BM&F e a R$ 1,633 no interbancário.

No meio do tarde, o interveio no de , com o anúncio do de compra de dólares. A autoridade monetária pagou de corte de R$ 1,6341 no . Segundo um operador, a autoridade monetária aceitou apenas uma proposta, entre as sete que tiveram suas taxas declaradas, de R$ 1,6341 na mínima à R$ 1,6365 na máxima. Doze instituições não informaram suas ofertas na operação.

A , ao final do período, foi de R$ 1,634 (-0,37%) no pregão da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e de R$ 1,635 (-0,43%) no interbancário de .AE

Brasília - Para abastecer o mercado interno, e assim combater a alta de , a Companhia de (Conab) anunciou hoje que vai fazer uma série de leilões para aquisição de e milho e para venda de . “A decisão dá conteúdo prático às determinações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da , Reinhold Stephanes, para o combate da dos alimentos, afirmou, em nota, o presidente da Conab, Wagner Rossi.

A estatal vai anunciar na próxima semana uma série de avisos para a realização das operações. Será lançado contrato de opção de compra de até 100 mil toneladas de , com prazo de exercício em 30 de julho. Outro contrato será o de opção de compra de até 600 mil toneladas de milho, oriundas do Mato Grosso, com prazo de exercício também em 30 de julho.

Outro aviso será de Prêmio de Risco para a Aquisição de Agrícola Oriundo de Contrato Privado de Opção de Venda (Prop) para a compra de mais 100 mil toneladas de milho: 80 mil toneladas destinadas ao de Estados do Norte/Nordeste e 20 mil toneladas para o Espírito Santo e norte de , com o mesmo prazo de exercício dos demais.

Mais um aviso tem como objeto a compra de até 300 mil toneladas de milho, para entrega nos armazéns da Conab. A estatal ainda vai realizar no dia 30 deste mês mais um de , ofertando 50 mil toneladas do cereal. No dia 3 de julho, a Conab fará reunião com o setor produtivo do na Superintendência Regional da Conab, em Porto Alegre.AE

A preocupação com a , aqui e no exterior, pode até vir a limitar uma alta mais forte da de (Bovespa) hoje ou mesmo abrir espaço para uma realização de lucros mais profunda por parte dos investidores, após quatro recordes seguidos de alta. No entanto não é esse o direcionador do mercado de ações, que continua reagindo positivamente ao grau de investimento concedido ao País na última quarta-feira (dia 30). De lá para cá, o Índice Bovespa teve fechamento recorde todos os dias, inclusive ontem, quando atingiu na reta final do pregão 70.195,3 pontos, depois de passar o dia em baixa.

Hoje, o Ibovespa volta a mostrar viés de alta, mas não está descartada uma realização de lucros no decorrer do dia, dependendo do andamento dos no exterior e do noticiário doméstico. Às 10h17 (de Brasília), o Ibovespa subia 0,30%, a 70.409 pontos. Na pontuação máxima até este horário, o indicador foi a 70.507 pontos (+0,44%) e ainda não operou no terreno negativo. No mesmo horário, nos , o índice futuro do Nasdaq-100 recuava 0,26% e o futuro do S&P 500 cedia 0,10%.

Os impactos de curto, médio e longo prazos da reclassificação brasileira para grau de investimento pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) devem estar na pauta da reunião de coordenação política comandada pelo presidente Lula hoje. A criação do fundo soberano e medidas de estímulo às exportações são alguns dos temas em análise, conforme noticiado nos últimos dias.

“Para a Bolsa, o mais importante é ter sustentabilidade de crescimento ao longo dos anos. A menos que tenha um ciclo de aperto monetário muito forte aqui, o cenário segue muito positivo para a Bovespa, especialmente após o grau de investimento”, afirmou um analista.

Ações

O brasileiro de ações também deve continuar sendo influenciado positivamente pelos balanços divulgados, entre a noite de ontem e hoje pela manhã, que têm vindo bons.

No setor siderúrgico, o lucro da CSN cresceu 0,6% no 1º trimestre de 2008, para R$ 767 milhões. O resultado veio melhor do que o esperado pelos analistas, que projetavam lucro de R$ 702 milhões em relação ao mesmo período do ano passado. Às 10h15, as ações ordinárias (ON) da CSN subiam 2,14% a R$ 75,80.

Já a fabricante de aeronaves Embraer viu seu lucro aumentar 8,4% entre janeiro e março deste ano, atingindo R$ 63,4 milhões no primeiro trimestre em relação ao registrado em igual período do ano passado. No mesmo horário, as ações ON da Embraer cediam 0,75% a R$ 17,27, na mínima do dia até o momento.

No setor de consumo, o Pão de Açúcar lucrou R$ 36,147 milhões no primeiro trimestre, equivalente a uma alta de 0,5% no trimestre. O resultado veio abaixo do projetado pelos analistas, que estimavam ganhos de R$ 71,4 milhões no primeiro trimestre, 98,3% acima do apresentado no mesmo período de 2007. Às 10h16, as ações preferenciais (PN) da rede supermercadista caíam 1,35% a R$ 40,15.

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