O navegador, aquela janela para o horizonte infinito da , está prestes a ganhar novas funcionalidades.

Em junho, após três anos de desenvolvimento e seis meses de testes com o público, o Mozilla, desenvolvedor de navegador rebelde que surgiu das cinzas do Netscape, irá lançar o .0. Ele vai oferecer novos truques que podem mudar a forma como as pessoas organizam e encontram os sites que visitam com mais freqüência.

Para não ficar para trás, a Microsoft anunciou recentemente a primeira versão beta (de testes) da última edição do Explorer, que é usado por cerca de 75% dos proprietários de computadores, de acordo com a Net Applications, uma de monitoramento de participação de mercado. A versão final do Explorer 8 poderá ser lançada até o fim do ano e, espera-se, terá funcionalidades adicionais.

Firefox 3 Até mesmo a Apple, que mantinha seu navegador Safari timidamente confinado em suas próprias máquinas, está dando um passo ousado para entrar nos de usuários do Windows.

Em outras palavras, a guerra dos navegadores – que envolveu a Microsoft em problemas antitruste nos anos 1990 – está se acirrando novamente.

“O navegador típico do de hoje não é nem um pouco diferente do navegador de dez anos atrás”, afirmou Larry Cheng, sócio da Fidelity Ventures, uma das empresas que investiu no Flock, um navegador novo no . “Essa é uma tendência insustentável que representa o ponto de partida para a segunda guerra dos navegadores, que não será vencida pela força monopolística, mas pela inovação”.


Porta de entrada

Navegadores sempre foram vistos como entradas cruciais para a . Apesar disso, depois de vencer o Netscape, o primeiro desenvolvedor de navegador comercial, a Microsoft esperou cinco anos para lançar a sexta versão do Explorer em 2006. Dean Hachamovitch, gerente geral da divisão Explorer da Microsoft, diz que a estava focada em corrigir falhas na segurança durante esse período.

A América Online, que adquiriu o Netscape, se desfez da fundação sem fins lucrativos Mozilla Foundation em 2003. Seu navegador Firefox logo inspirou um movimento de código aberto respaldado por entusiastas da computação.

Versões anteriores do Firefox introduziram funcionalidades como um bloqueador de pop-up embutido, para acabar com as propagandas não desejadas, e navegação tabulada, que permite ao usuário alternar as janelas da .

O Firefox tem hoje 170 milhões de usuários no e 18% de participação no de navegadores, segundo a Net Applications. Isso é particularmente impressionante, já que a maioria dos seus usuários escolheu baixar o software da por vontade própria, mesmo com o Explorer já instalado de fábrica nos seus PCs.

Além de trazer à Microsoft um pouco de competição, o Firefox também reforçou para a indústria de alta o valor financeiro e estratégico do navegador. Em 2004, o fechou um acordo com o Mozilla para incluir a caixa de pesquisa do no canto do navegador Firefox. Segundo os últimos documentos fiscais do Mozilla, em 2006 o pagou a esse navegador US$ 65 milhões pelo tráfego gerado em suas listas de busca.

Com tarefas como e-mail e editor de texto agora migrando do PC para a , analistas e executivos da indústria acreditam que o navegador se tornará ainda mais valioso e importante estrategicamente.

“A indústria prevê uma era em que, para muita gente, a única coisa necessária em um computador será um navegador”, disse Mitch Kapor, pioneiro do software que hoje administra a Mozilla Foundation e criador da FoxMarks, que está desenvolvendo uma ferramenta para sincronizar favoritos entre . “O navegador tem enorme valor estratégico”.


Novidades

Essa noção ajudou a reacender a guerra dos navegadores e resultou na última onda de inovação. O Firefox 3.0, por exemplo, é executado no mínimo duas vezes mais rapidamente do que a versão anterior, apesar de usar menos memória, afirma a Mozilla.

O navegador também é mais inteligente e armazena três meses do histórico de navegação de um usuário para tentar prever que sites ele poderia querer visitar. Ao digitar a palavra “futebol” no navegador, por exemplo, rapidamente é gerada uma lista de todos os sites visitados com a palavra “futebol” no nome ou na descrição.

O Firefox chamou essa nova ferramenta de “barra incrível” e diz que ela pode eliminar a necessidade de as pessoas manterem grandes e bagunçadas listas de sites favoritos. Ela também vai personalizar o navegador para um usuário particular.

“Usar o de outra pessoa, com um navegador diferente, vai se tornar uma experiência bem estranha”, disse Mitchell Baker, presidente da Mozilla Foundation.

O Explorer 8, da Microsoft, também promete seus próprios truques. Uma nova ferramenta, “trechos de web”, permite ao usuário marcar como favorito uma parte dinâmica de um site, como um leilão on-line ou um placar de jogo, e salvá-lo na margem do seu navegador, que o usuário poderá visualizar enquanto a informação muda.

Outra nova funcionalidade, chamada de “atividades”, permite ao usuário destacar textos em uma página, clicar neles, e então mandá-lo instantaneamente a outro site, como serviços de mapas, e-mail ou blog.

Popularidade

Questionado se a popularidade crescente do Firefox motivou essas e outras melhorias, Hachamovitch, da Microsoft, respondeu apenas: “Adoramos competir.” Mas ele reconheceu que devido às novas pressões competitivas, “a qualidade e a quantidade da minha equipe aumentou significativamente”.

Sua equipe terá que ficar de olho em outra , além da Mozilla: o navegador de Safari, da Apple, com pouco mais de 5% do , segundo a Net Applications, e sobrevive em grande parte da lealdade de proprietários de Macs e iPhones.

Mas em março, usando o tipo da estratégia jiu-jitsu geralmente associada à Microsoft no passado, a Apple começou a usar o software de atualização automática que vem com seu tocador de música iTunes para fornecer o Safari aos de usuários do Windows – os usuários tinham que recusar explicitamente a oferta se não quisessem o Safari instalado em seu .

A tática irritou até os fãs da Apple na blogosfera e também os navegadores rivais da Apple. Mas pelo menos ela teve um pouco de sucesso: a Net Applications informou que a participação de da Apple em Windows triplicou desde março.

Em uma declaração divulgada mês passado tentando apaziguar os comentários sobre a manobra, a Apple disse que facilitou aos clientes distinguir entre as atualizações pequenas e os novos programas fornecidos através da atualização do software.

A ousadia da Apple ressalta a importância do navegador de em um que está se tornando cada vez mais on-line.

Shawn Hardin, diretor da Flock, que desenvolve um navegador que ajuda os usuários a compartilhar fotos, vídeos e entradas de blog mais facilmente, disse que os consumidores são os mais beneficiados pela nova guerra dos navegadores. “Estamos enxergando, pela primeira vez em anos, o fator de escolha surgir como uma força realmente significativa no de navegadores,” disse Hardin.

O grupo mexicano de telefonia celular América Móvil anunciou que será a distribuidora do na América Latina, inclusive no . Não há previsão de data, mas a companhia, controladora da operadora Claro no País, afirmou que o celular da Apple chegará ao mercado latino-americano ainda em 2008.

Ainda não foi divulgado o preço que o aparelho terá no . O , lançado em 2007, é um celular inteligente que ficou popular por sua touch screen, uma tela digital sensível ao toque. Além disso, o aparelho oferece várias funcionalidades, como acesso à e tocadores de mídia.

Por Anupreeta Das

SAN FRANCISCO (Reuters) - A Microsoft retirou sua oferta de compra pelo Yahoo após a companhia de ter rejeitado a proposta para elevar o preço do acordo em 5 bilhões de dólares, para 47,5 bilhões de dólares.

A oferta da Microsoft era de 33 dólares por ação, mas o Yahoo não iria aceitar nada abaixo de 37 dólares, segundo afirmou no sábado o presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer. A de software inicialmente ofereceu 31 dólares por ação do Yahoo há mais de um mês.

“Acreditamos que as demandas econômicas do Yahoo não fazem sentido para nós, e é do melhor interesse dos acionistas e funcionários da Microsoft, e de outros acionistas, retirar a proposta”, afirmou Ballmer em comunicado.

Analistas afirmam que o Yahoo exagerou na mão e esperam que as ações da despenquem cerca de 30 por cento, para o patamar de 20 dólares, assim que o pregão do Nasdaq iniciar na segunda-feira.

O papel subiu cerca de 7 por cento na sexta-feira, para 28,67 dólares, na expectativa de que um acordo entre as duas empresas fosse firmado.

“Estou chocado que o Yahoo não tenha sido mais razoável. A ação vai cair pelo menos 5 dólares na segunda-feira. É surpreendente que Ballmer tenha desistido em vez de tentar uma oferta hostil de 33 dólares por ação”, apontou Walter Price, gerente de portfólio do fundo RCM, que possuía 21 milhões de ações da Microsoft e 2 milhões de ações do Yahoo até o fim de dezembro.

Alguns analistas de Wall Street colocaram ainda que a Microsoft poderia retirar sua oferta como estratégia de negociação visando pressionar o Yahoo para eventualmente aceitar uma oferta futura.

O presidente do conselho do Yahoo, Roy Bostock, afirmou em comunicado que a acreditou desde o início que a oferta da Microsoft subvalorizava a , e que o conselho está “feliz que muitos de nossos acionistas tenham essa mesma visão”.

Quatro integrantes de uma das principais quadrilhas de que agem no , acusados de terem invadido diversas contas bancárias, uma delas pertencente à ex-senadora Heloísa Helena (PSOL), foram presos ontem, na zona leste de , por policiais da Delegacia de Repressão a Roubos e Extorsões (DRRE) do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic).

De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, os presos são acusados de capturar dados de pelo menos três mil usuários através de falsos e-mails de instituições financeiras e órgãos públicos.

Conforme os policiais, os chegaram a sacar dinheiro da conta da ex-senadora. Segundo o delegado Alberto Pereira Matheus Júnior, titular da DRRE, os dados obtidos nos computadores das vítimas permitiam que os atacassem as contas bancárias.

A quadrilha vinha agindo pela desde o ano passado e era investigada há quatro meses. No local onde os quatro , um empresário, dois gesseiros e um vendedor, foram presos, foram apreendidos quatro .

O Yahoo! e a America On Line (AOL), da Time Warner, estão próximos de um acordo para juntar suas operações de , disseram fontes próximas ao The Wall Street Journal. A movimentação tem o objetivo de impedir a tentativa da Microsoft de comprar o Yahoo!.

A Microsoft, porém, prepara um novo plano de ataque ao Yahoo! por meio de uma negociação com a News Corp., a de Rupert Murdoch que edita o The Wall Street Journal. Segundo fontes, a Microsoft e a News Corp. ainda não chegaram a um acordo para juntar forças, mas uma pessoa a par do plano disse que as discussões são sérias. O acordo combinaria três dos maiores domínios da : o MySpace, da News Corp., o MSN, da Microsoft, e o Yahoo!.

O acordo AOL-Yahoo! incluiria a recompra de algumas ações do Yahoo! a um preço acima da oferta feita pela Microsoft. Junto com um possível acordo para terceirizar ao a venda de anúncios em páginas de busca, o plano daria ao Yahoo! uma alternativa à oferta da Microsoft, embora muitos analistas e investidores acreditem que a Microsoft acabará vencendo a disputa. No mínimo, os esforços do Yahoo! podem lhe dar mais poder para negociar um preço mais elevado com a Microsoft.

Há nove semanas, a Microsoft iniciou a batalha pelo Yahoo! com uma oferta em dinheiro e ações avaliada em US$ 44,6 bilhões, ou US$ 31 por ação. Ontem, o acordo valia US$ 29,24 por ação, por causa da queda no preço das ações da Microsoft. As ações do Yahoo! fecharam a US$ 27,77 por ação na bolsa Nasdaq, com alta de 0,25%. O Yahoo! resistiu aos avanços da Microsoft, dizendo que a oferta é muito baixa.

Um acordo entre a Microsoft e a News Corp. para comprar o Yahoo! criaria uma enorme loja unificada para os anunciantes online e juntaria alguns dos maiores players em redes de relacionamento, notícias online e e-mail.

A Microsoft e a News Corp. já discutiram separadamente com o Yahoo! a possibilidade de uma aliança tripla, disse uma fonte próxima ao assunto. Essa fonte informou que a News Corp. pode investir algum dinheiro como parte do acordo. Mas a aliança tripla também aumentaria a complexidade de qualquer integração pós-acordo em áreas como sistemas de , administração e estratégia de desenvolvimento de marcas. Também seria difícil conseguir apoio dos acionistas do Yahoo!.

Depois de três anos de resistência, o comprometeu-se hoje a fornecer ao Ministério Público Federal (MPF) e à SaferNet, organização não-governamental (ONG) responsável pela Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, dados de usuários que praticaram crimes de no site de relacionamentos da , o Orkut. A promessa foi feita pelo diretor-presidente da , Alexandre Hohagen, na reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da , no Senado Federal, em Brasília.

Imagens de pornografia infantil publicadas em álbuns de fotografia com acesso restrito, que provam a prática dos crimes, também serão entregues pela às autoridades. Hohagen classificou como ‘delicada’ a entrega das informações, ainda sem prazo para acontecer.

Daqui a três meses, em 1º de julho, o Orkut passará a contar com uma ferramenta tecnológica para filtrar textos e fotos com conteúdo impróprio antes que sejam publicados, afirmou Hohagen. Segundo o diretor, a solução resolverá o problema da veiculação de conteúdo ilícito nas comunidades temáticas do Orkut. Será ineficaz, no entanto, para impedir os abusos nos álbuns de foto individuais.

O site de buscas Yahoo! respondeu hoje à ameaça feita no último sábado (dia 5) pela americana de Microsoft, que levantou a possibilidade de lançar uma oferta de compra diretamente aos acionistas da companhia de . O Yahoo! disse que tanto a administração como muitos dos seus acionistas consideram que a oferta hostil “subestima substancialmente” o valor da companhia. A enfatizou, porém, que não se opõe em princípio a uma transação com a Microsoft.

“Como resultado da diminuição no preço de suas próprias ações, o valor de sua proposta hoje é significativamente mais baixo”, escreveram o executivo-chefe do Yahoo!, Jerry Yang, e o presidente da Roy Bostock, em uma carta direcionada ao executivo-chefe da Microsoft, Steve Ballmer. No sábado, Ballmer estabeleceu prazo de três semanas para que o Yahoo! responda à oferta de compra, a fim de evitar uma oferta direta aos acionistas.

“Steve, você pessoalmente compareceu a duas destas reuniões e poderia ter avançado as discussões do modo que achasse conveniente”, acrescentaram os executivos do Yahoo!, em resposta à queixa da Microsoft de que a de havia se recusado a negociar.

Em janeiro deste ano, a Microsoft ofereceu US$ 44,6 bilhões pelo Yahoo!, ou US$ 31 por ação, que seriam pagos em dinheiro e ações. O conselho do Yahoo! rejeitou a oferta.

As ações do Yahoo! encerraram o pregão de sexta-feira na Bolsa de Nova York a US$ 28,36, com alta de 0,82%, enquanto as da Microsoft fecharam a US$ 29,16, com valorização de 0,55%. Hoje, no pré-mercado em Wall Street, os papéis do Yahoo! eram negociados a US$ 27,80, e ainda não havia com as ações da Microsoft.

O executivo-chefe da Microsoft, Steve Ballmer, estabeleceu prazo de três semanas para que o Yahoo Inc. responda a sua oferta de compra, sob a ameaça de lançar uma oferta direta aos acionistas com vistas a tomar o controle do Yahoo.

Em carta entregue neste sábado aos diretores do Yahoo, Ballmer lamentou a relutância da em negociar um acordo, dizendo “que pela escolha em não entrar em negociações substanciais conosco, vocês falharam na deliberação de transações que têm benefícios tremendos para os acionistas e empregados do Yahoo”.

Se a diretoria do Yahoo não se manifestar em três semanas, a Microsoft poderá ser “compelida” a fazer sua oferta diretamente para os investidores, afirmou Ballmer. Ele também deixou subentendido que a oferta que a Microsoft poderá fazer depois do prazo previsto poderá ser mais baixa do que a que está agora em discussão.

“Se formos forçados a fazer uma oferta diretamente aos acionistas, esta atitude terá um impacto indesejado no valor de nossa companhia em relação à nossa perspectiva, o que poderá se refletir em nossa proposta”, escreveu Ballmer.

De acordo com uma pessoa próxima à diretoria do Yahoo, a está avaliando o conteúdo da carta de Ballmer. A Microsoft ofereceu adquirir o Yahoo pela quantia de US$ 44,6 bilhões em dinheiro e ações em 31 de janeiro. Duas semanas depois, a diretoria do Yahoo rejeitou a oferta, que agora está em US$ 40 bilhões devido a uma queda substancial nos preços das ações da duas empresas.

A SanDisk lançou na quarta-feira (2) um novo pen drive de armazenagem flash que também realiza backup automático de dados na .

Quando os consumidores armazenarem documentos, fotos e música no Cruzer Titanium Plus USB, o aparelho vai fazer backup das informações digitais em um serviço de oferecido por uma recém-criada chamada BeInSync, que armazena dados nos computadores da Amazon.

O novo pen drive de armazenagem, que a SanDisk acredita seja o primeiro desse tipo, é o mais recente em uma onda de aparelhos que se conectam à para oferecer novos recursos a produtos anteriormente vistos como autônomos ou desconectados.

Por exemplo, o Kindle, novo leitor lançado pela Amazon para livros eletrônicos, está dotado de acesso sem fio à , permitindo que os leitores realizem downloads de livros, jornais e blogs diretamente. O aparelho concorrente produzido pela Sony não dispõe de conexão sem fio, e requer que o aparelho seja ligado a um computador conectado, para permitir que livros sejam baixados.

Seis meses grátis

O Cruzer, que tem preço de venda de US$ 59,99 chegará ao mercado em março, terá capacidade de armazenagem de quatro gigabytes e oferecerá seis meses de armazenagem gratuita on-line. Depois desse prazo, o usuário teria de pagar US$ 29,99 ao ano pelo serviço.

Depois do registro inicial, sempre que o usuário estiver on-line e seu pen drive estiver conectado, os dados da conta de armazenagem on-line serão automaticamente atualizados.

A BeInSync usa o serviço de armazenagem S3, da Amazon, sob o qual empresas e criadores de software pagam para armazenar dados nos do grupo de varejo on-line. O sistema é parte de um pacote de serviços pagos oferecido pela Amazon a fim de permitir que empresas desenvolvam e operem aplicativos para a sem terem de adquirir equipamentos de computação dispendiosos.

O site da “BBC”, um dos que estava há mais tempo censurado na , voltou a ficar acessível hoje no gigante asiático.

“Os chineses podem ter acesso a todo o conteúdo do site, após anos de estrito controle do Governo chinês”, destacou a “BBC” em comunicado.

O desbloqueio acontece apenas algumas horas depois da liberação do portal de vídeos YouTube, após mais de uma semana de , originado, aparentemente, pela publicação de vídeos sobre os protestos no Tibete.

As notícias sobre esses protestos de tibetanos na página da “BBC” também estão acessíveis hoje, apesar de nos dias anteriores as informações na rede sobre este tema terem sido bloqueadas.

O relaxamento da chinesa acontece em meio ao forte descontento da imprensa estrangeira baseada neste país pela proibição do regime a jornalistas estrangeiros para viajar ao Tibete para cobrir os protestos das últimas duas semanas.

A não só manteve o veto como expulsou jornalistas que se deslocaram a zonas vizinhas ao Tibete com população de etnia tibetana, onde a lei chinesa não proíbe em princípio a entrada de repórteres estrangeiros.

O gigante asiático, que possui a maior comunidade de internautas do (mais de 220 milhões), é também um dos que mais o acesso à rede.

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